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Jornalista Antônio Crispim será homenageado com título de Cidadão Araçatubense

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O jornalista Antônio Crispim, 59 anos, editor chefe do jornal O Liberal Regional (Araçatuba), do grupo Sistema Regional de Comunicação, será homenageado nesta quarta-feira, às 19h30, sessão solene na Câmara dos Vereadores de Araçatuba, com a entrega do título de Cidadão Araçatubense. O autor da homenagem é o vereador Dr. Jaime José da Silva.

Crispim, como é conhecido, é um dos mais experientes jornalistas em atividade no interior paulista. Em quatro décadas de atividades, trabalhou em empresas de expressão internacional, como jornal Folha de São Paulo e revista Isto é. Também atuou nos mais importantes veículos de comunicação da região, como Rádio Andradina, Rádio Difusora Cacique (Nova Andradina), Jornal da Região (Andradina), Folha de Santa Fé, Folha de Ilha Solteira, Folha de Pereira Barreto, Jornal A Verdade (pereira Barreto e atualmente atua no jornal O Liberal Regional, com sede em Araçatuba e que abrange as regiões de Lins, Andradina e Pereira Barreto.

O jornalista também atuou em outros três estados em setores de comunicação como Camargo Correa, em Tucuruí (PA) e Rádio Clube de Santarém (PA). É casado com Rosimeire Aparecida Rufino e pai de três filhos, Maira Cristina de Souza Crispim, Higor Vinícius dos Santos Crispim e Antônio Crispim Júnior.

Ele tem um bom relacionamento com todos os colegas de profissão e conhecido por ter na memória, fatos, datas e nomes, com precisão, dos principais acontecimentos da região e do país. Em quase 40 anos de profissão já inspirou muitos aspirantes a jornalistas, entre eles Jean Oliveira, hoje assessor de imprensa da Prefeitura de Araçatuba. Também foi uma segunda fonte de ensinamento de vários estudantes de jornalismo que já passaram pelo jornal O Liberal como estagiários. Apesar de estar prestes a se aposentar, não pretende deixar o jornalismo tão cedo.

O autor da honraria, vereador Dr. Jaime José da Silva, explica que Crispim atua há 16 anos em Araçatuba e somado a todo o período como profissional apaixonado pelo jornalismo, tem relevantes serviços prestados à sociedade de forma plural e imparcial em relação a produção de conteúdo, contextualização e construção da cidadania, sempre atuando com muita ética que marca o seu profissionalismo.

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Entrevista Exclusiva

VÍDEO: Vizinho tentou salvar idosa que morreu durante incêndio em Araçatuba

Testemunha contou como foi a tentativa de resgate da idosa que morreu carbonizada em Araçatuba

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Ricardo Luciano Amorim dos Santos, 43 anos, contou ao Regional Press como foi a tentativa de resgate da idosa Edna Garcia, 85 anos, que morreu carbonizada durante um incêndio na casa dela, na noite desta segunda-feira (15), no bairro Vila Industrial, em Araçatuba.

Socorrido com queimadura na mão e suspeita de lesão em uma costela, Ricardo foi atendido no pronto-socorro municipal e liberado na madrugada de hoje (16).

Ele contou que, junto com outras testemunhas, chegou a ter contato com a idosa ainda viva em meio ao fogo que atingia a casa.

Ele disse que a moradora estava com graves queimaduras e que não foi possível retirá-la devido ao excesso de pele que se desprendia dos braços da vítima.

A tentativa de resgate durou até ocorrer uma explosão, possivelmente no botijão de gás. Paredes começaram a desmoronar e os vizinhos tiveram que sair. Ricardo ainda caiu e foi retirado do local pelos colegas.

Veja o vídeo com a íntegra da entrevista exclusiva que a testemunha deu ao Regional Press.

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Urupês (SP)

Égua coberta por montanha de mato chama a atenção no interior de SP

Prefeitura informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

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Moradora registrou a cena da égua coberta por montanha de mato em Urupês — Foto: Arquivo pessoal

Uma égua foi flagrada carregando uma ‘montanha’ de mato no bairro Jardim Novo Mundo, em Urupês, cidade a aproximadamente 170 km de Araçatuba.

A imagem foi enviada para a equipe da TV TEM nesta segunda-feira (15) por uma moradora, que afirma que se revoltou ao ver o animal com a grande quantidade de restos de podas. O mato, de acordo com ela, foi colocado na égua por um carroceiro.

Ainda de acordo com a mulher, que preferiu não se identificar, o caso foi registrado no sábado (13). Ela conta que questionou o homem sobre o peso e quantidade do material que a égua transportava, já que estava com a pata machucada.

Contudo, ele teria afirmado que o animal é idoso e já iria descarregar os restos de podas.

Maus-tratos

Conforme a TV TEM, procurou a Polícia Militar, que afirmou não ter recebido nenhum tipo de denúncia, mas explicou que vai tentar encontrar o carroceiro e que ele pode responder criminalmente por maus-tratos.

A Prefeitura de Urupês informou que está investigando o caso e que vai tomar as providências cabíveis.

Além disso, também disse que as carroças que circulam na cidade devem seguir as leis e que a do homem está desrespeitando as regras.

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Interior de SP

Réu que disparou contra ex-enteada será submetido a novo julgamento

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A 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo deu provimento a recurso interposto pelo Ministério Público e determinou que homem que tentou matar, a tiros, a filha de sua ex-companheira seja submetido a novo júri popular.

Segundo o relator da apelação, desembargador Vico Mañas, a decisão que afastou a qualificadora de feminicídio foi manifestamente contrária às provas dos autos.

O caso aconteceu no município de Amparo. Consta nos autos que, inconformado com o fim do relacionamento, o réu acusava a filha de sua ex-companheira de ser a responsável por sua mãe não aceitar reatar.

Determinado dia, abordou a ex-enteada e desferiu dois tiros em suas costas; a vítima caiu e o homem disparou o terceiro tiro acertando sua perna. A vítima foi socorrida e sobreviveu.

O tribunal popular descaracterizou a qualificadora de feminicídio e reconheceu o privilégio da ação por violenta emoção, o que resultou em diminuição da pena. Assim, o acusado foi sentenciado a 11 anos e um mês de reclusão, em regime inicial fechado.

“Contrariou manifestamente a prova dos autos o afastamento da qualificadora do feminicídio. Afinal, tratou-se de delito contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, nos termos do art. 121, § 2º, VI, do CP, definido como tal a infração que envolva violência doméstica, conforme o art. 121, § 2º-A, I, do CP”, escreveu o relator em seu voto.

“Inegável que compete ao Tribunal do Júri dizer sobre a ocorrência ou não das qualificadoras atribuídas. Mas isto não representa que deva ser preservado o veredito quando manifestamente improcedente a compreensão exarada sobre tais circunstâncias, como na hipótese”, concluiu o magistrado.

O julgamento teve a participação dos desembargadores João Morenghi e Angélica de Almeida. A votação foi unânime.

Processo nº 0005404-10.2016.8.26.0022.

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