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Araçatuba

Adolescente morre e irmão fica gravemente ferido ao serem atingidos por caminhão na Rondon

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A adolescente A.M., 17 anos, morreu, e o irmão dela, um homem de 29 anos, ficou gravemente ferido em um acidente por volta das 16h30 desta quinta-feira no quilômetro 540 da rodovia Marechal Rondon, próximo ao Bairro Guanabara, em Araçatuba. O s irmãos seguiam em uma CG Titan que foi atingida na traseira por um caminhão com placa de Birigui.

A moto era pilotada pelo homem e a adolescente estava na garupa. Na altura do quilômetro 540 o caminhão atingiu a traseira da moto. A.M. morreu na hora com esmagamento de crânio. O homem foi socorrido e levado ao pronto-socorro da Santa Casa, com fratura exposta no pé. Apesar da gravidade, ele não corre risco de morte.

A rodovia está parcialmente interditada aguardando a realização da perícia no local.

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CRIME

Mãe que abandonou recém-nascido é identificada e presta depoimento

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IVAN AMBRÓSIO/JORNAL INTERIOR

A Polícia Civil identificou a mulher que abandonou um recém-nascido na tarde de domingo (18), na vicinal Gentil Moreira, que liga os municípios de Avanhandava e Promissão. Ela já prestou depoimento na delegacia de Avanhandava na tarde desta terça-feira (20) e passou por exame de corpo de delito.

De acordo com o delegado Guilherme Brandão de Souza, a princípio, o caso foi registrado como abandono de incapaz, entretanto, devido as circunstâncias em que ocorreram, ela responderá pelo crime de infanticídio tentado.

Para não atrapalhar as investigações, detalhes de como foi o depoimento dela e os trabalhos que chegaram ao seu paradeiro não foram divulgados. No entanto, o delegado informou que ela confessou ter deixado o recém-nascido e que o menino seria o segundo filho dela.

“Ela já possui uma menina”, contou. A Polícia Civil chegou a identificação da mulher após um trabalho de colher informações sobre o paradeiro dela. “Fizemos diligências, onde conseguimos os dados da mulher, até chegarmos onde ela estava”, destacou Souza.

DEPOIMENTOS

O delegado frisou que novas testemunhas serão ouvidas. “As investigações prosseguem e estamos acompanhando, inclusive, o estado de saúde do bebê, que encontra-se internado na Santa Casa de Araçatuba”, ressaltou.

O estado de saúde dele, segundo o hospital, é grave, porém estável. O menino está na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Neonatal. Ele deu entrada com parada cardiorrespiratória e choque hemorrágico. Exames físicos realizados pela equipe médica indicam que a idade gestacional é 30 semanas – aproximadamente sete meses -, pesando 1,126 quilo.

O recém-nascido foi encontrado com o cordão umbilical e a placenta. Uma pessoa caminhava próximo a vicinal quando, ao passar pouco antes da entrada do anel viário, em Avanhandava, ouviu um choro vindo de uma moita de capim.

A testemunha se aproximou para ver o que era, se deparando com o bebê. O menino estava dentro de uma sacola plástica e de uma caixa de papelão. Ele recebeu os primeiros atendimentos médicos em Avanhandava e foi encaminhado ao pronto-socorro de Penápolis.

Na unidade, segundo nota da OSS (Organização Social de Saúde) da Santa Casa de Birigui – que administra a unidade -, a criança chegou com um quadro de hipotermina baixa, sendo transferido para o hospital de Araçatuba.

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COVARDIA

Homem tenta enforcar companheira, que desmaia após agressão

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Imagem ilustrativa

Um operador de máquinas de 31 anos tentou enforcar a ex-companheira, uma cabeleireira de 38 anos, porque ela se negou a fazer sexo. O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira no conjunto habitacional Águas Claras, em Araçatuba.

A mulher contou à polícia que é casada há 15 anos com o autor, mas há quase quatro anos vem tentando se separar. No entanto, o homem não aceita e faz ameaças de morte contra ela. O casal morar na mesma casa mas, segundo ela, não vivem mais como marido e mulher.

A cabeleireira relatou que na manhã desta segunda-feira o acusado queria fazer sexo. Diante da recusa ele passou a agredir a mulher e tentou enforca-la. Ela disse que chegou a desmaiar, e quando retomou os sentidos, pegou o telefone celular e acionou a polícia. O homem fugiu antes da chegada dos militares.

A mulher disse que ele já tem passagens, por roubo e até homicídio. Ela já havia registradop boletim de ocorrência por conta das agressões e entrado com pedido de medida protetiva, a qual foi recusada na época. Desta vez ela fez novo pedido de medida protetiva contra o acusado.

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Rio

Criminoso queria repetir sequestro do 174 e entrar para a história, dizem passageiros

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(FOLHAPRESS) – O sequestrador do ônibus que passava pela ponte Rio-Niterói, na manhã desta terça-feira (20),  Willian Augusto da Silva, 20, dizia que queria repetir o sequestro do ônibus 174, ocorrido no Rio em 2000, e “entrar para a história”. O relato é de passageiros que ficaram quase quatro horas como reféns do criminoso.

Willian morreu após ação da polícia, que disparou tiros para interromper o sequestro. Um familiar do criminoso teria dito aos passageiros do ônibus que ele sofria de transtornos mentais. Nenhum dos reféns se feriu.

“Willian só falava que queria entrar para a história, que a gente ia ter muita história para contar. Só falava isso”, disse o professor Hanz Miller, 34.

O sequestrador entrou no ônibus por volta de 5h10 da manhã desta terça-feira (20) e depois de algum tempo de viagem, levantou uma arma [falsa], o que assustou os passageiros. “Ele falou ‘calma, pessoal, não quero machucar ninguém'”, conta Hanz.

O ônibus sequestrado fazia a linha 2520, que sai do Jardim Alcântara, em São Gonçalo, em direção ao bairro do Estácio, na região central do Rio. O sequestrador ordenou que o motorista da viação Galo Branco estacionasse o veículo atravessado na ponte. Ele carregava uma pistola falsa, uma faca e um taser (eletrochoque).

Hanz conta que o sequestrador não tentou pegar dinheiro dos passageiros, inclusive fazendo graça com a situação. “Ele dizia que queria dinheiro do Estado. Não queria dinheiro nosso.” O próprio Willian teria pedido que os passageiros chamassem a polícia.

O criminoso mandou que todos fechassem as cortinas do ônibus e solicitou comunicação por rádio com os policiais. E quando conseguiu o dispositivo, pediu que uma das passageiras escrevesse com um batom no vidro do ônibus para que a polícia entrasse em contato para negociar. A cena remonta ao sequestro do ônibus 174, em 2000.

Naquele crime, um assaltante, Sandro Barbosa do Nascimento, e uma refém, Geísa Firmo Gonçalves, foram mortos após mais de cinco horas de negociações. O caso foi exibido ao vivo na televisão.

Já à noite, Sandro aceitou se render, após muitos sinais de nervosismo e de violência. Ele saiu do ônibus com uma arma apontada para Geísa. Na ação de policiais militares do Bope, a refém foi baleada e morta. O assaltante chegou a ser colocado no camburão, onde foi asfixiado por PMs e também morreu.

Nesta terça, segundo os passageiros, Willian tomava energético durante toda a ação e dizia que queria manter a adrenalina. O sequestrador teria então escolhido um dos passageiros para amarrar os demais.

Alguns passageiros conseguiram se soltar e mandar mensagem para seus familiares. Daniele Caria estava em casa quando recebeu uma mensagem do marido, Carlos Pereira da Silva, dizendo que estava dentro de um ônibus sequestrado. “Não tinha como ficar calma”, disse ela.

“Ele disse que o bandido não ameaçou matá-los em nenhum momento, dizendo para ficar calmo. Dizia que iria parar a cidade. Mas o momento de tensão foi quando começou a espalhar gasolina no ônibus”, conta Daniele.

Hanz explica que o sequestrador pediu para que os passageiros passassem um barbante pelo teto do ônibus. Willian prendeu ao barbate fundos de garrafa PET, onde colocou um produto que supostamente era gasolina.

“Colocou a gasolina e dizia que não queria tacar fogo no ônibus. Mas nunca ameaçou a gente, dizia que não ia machucar ninguém. Ficamos tensos, com medo da gasolina cair. Em nenhum momento disse que ia tacar fogo”, disse Hanz.

“Fiquei assustada porque ele manipulava o isqueiro. Ele repetia que não dormia há seis dias”, disse a recepcionista Rafaela Gama, 20. Segundo ela, Willian acompanhava pelo celular a repercussão do sequestro e ria.

Willian chegou a dizer ao negociador da polícia que queria parar o estado com o engarrafamento formado. Durante o sequestro, Hanz, que estava no fundo do ônibus, escreveu um bilhete com um batom e colocou entre a janela em que estava e a cortina. Na mensagem, direcionada aos policiais que cercavam o ônibus, dizia: “Ele está na frente, em pé”. Em outra mensagem, escrita a lápis, o professor escreveu: “Ele está só, armado, mas não roubou ninguém”.

“Eu escrevi isso e coloquei entre a cortina e o vidro, sem ele ver. Aproveitava momentos que ele estava de costas”, disse Hanz.

Em dado momento, ao olhar para o mar sob a ponte Rio-Niterói, Willlian teria perguntado sobre a profundidade da água.

Segundo o contador Lafaiete Resende, outro refém, Willian ordenou que as últimas poltronas do ônibus fossem liberadas para que os passageiros pudessem usar o espaço como banheiro. O criminoso dizia que o sequestro ainda iria demorar.

Ao longo da negociação, encabeçada por policiais rodoviários e do Batalhão de Choque, o criminoso libertou seis reféns: quatro homens e duas mulheres. Ao ser resgatada, uma das vítimas desmaiou no asfalto.

Um dos reféns liberados nesse momento foi o auxiliar de cartório Robson de Oliveira, que estava passando mal. “Fiquei preocupado porque ele falou que queria reviver a história do 174”, disse Robson.

Por volta das 9h, Willian sai do ônibus, segundo relatos dos reféns, para entregar itens de um dos passageiros que acabara de ser libertado. Ele usava uma máscara que deixava apenas seus olhos à mostra e mantinha uma mão na cintura. Com a outra mão, ele jogou um casaco em direção aos policiais e fez um aceno.

Ele tentou retornar ao ônibus, mas foi atingido por tiros disparados por um atirador de elite que estava no alto de um caminhão dos bombeiros na ponte.

Após os disparos, o atirador da PM fez um sinal de positivo para indicar que havia acertado o criminoso. Nesse momento, os policiais e pessoas que assistiam à cena comemoraram.

Dentro do ônibus, o sentimento ainda era de apreensão. “O momento mais tenso foi quando foi abatido pela polícia, fica com medo de pegar em alguém, como aconteceu no 174. Percebi que ele não queria machucar ninguém, queria apenas repercussão. A polícia militar do Rio de Janeiro fez um trabalho perfeito. Esquece prefeito, esquece governador. A polícia foi perfeita”, declarou Carlos Pereira.

Após o fim do sequestro, na delegacia, um parente de Willian teria se desculpado com os reféns, afirmando que o primo tinha problemas mentais e depressão e que ele vivia na internet. Segundo a polícia, apesar do choque emocional, todos os 31 passageiros libertados passam bem.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998
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