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Sem acordo sobre muro, governo americano pode parar de novo

Lei que financia o governo provisoriamente expira nesta sexta-feira (15) e país pode voltar à paralisação dos serviços públicos, o que aconteceu mais cede este ano.

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Com o prazo para resolver a aprovação de uma nova lei de financiamento do governo chegando ao fim, democratas e republicanos não entram em consenso sobre a aprovação de uma legislação de longo prazo. Congressistas e o governo aprovaram no final de janeiro uma lei provisória, que financia os gastos até 15 de fevereiro.

A Casa Branca não descartou no domingo (10) a eventualidade de uma nova “paralisação” do governo, caso nenhum acordo seja alcançado antes de sexta-feira (15) com os democratas sobre o financiamento do muro na fronteira com o México.

A paralisação acontece quando o Congresso e o Executivo não conseguem chegar a um acordo sobre a aprovação de uma lei orçamentária para os custos do governo nos EUA.

“O ‘shutdown’ do governo ainda está teoricamente sobre a mesa. Não queremos chegar a esse ponto, mas essa opção está sempre aberta para o presidente e continuará estando”, disse à Fox News o chefe de gabinete interino da Casa Branca, Mick Mulvaney.

Em uma entrevista ao programa “Fox News Sunday”, Richard Shelby, presidente do Comitê de Assinaturas do Senado, disse “que as negociações estão em um impasse agora”.

O temor de um novo “shutdown” se torna cada vez mais real, já que o acordo firmado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, com o Congresso Nacional é provisório. O governo pode fechar novamente caso não haja consenso sobre a questão da segurança na fronteira do México até 15 de fevereiro – três dias antes de um feriado nacional, o dia de George Washington.

Em sua conta no Twitter, o presidente Donald Trump afirmou neste domingo que “esta semana foi muito ruim para os Democratas” e que “com as ofertas terríveis que o Comitê de Fronteira tem feito eu realmente acredito que eles querem um novo ‘shutdown'”.

Os legisladores dos dois partidos encarregados das negociações expressaram otimismo na sexta-feira. Mas Shelby advertiu neste domingo, que “o tempo está correndo, mas estamos tendo alguns problemas com os democratas em torno do ICE”, disse ele, referindo-se à Imigração e Alfândega dos EUA.

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Fonte: G1
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EUA

Bebê de 4 meses morre após ser esquecido dentro de van da creche

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Uma bebê de 4 meses morreu após ter sido esquecida dentro da van que a levava para creche na cidade de Jacksonville, Flórida, Estados Unidos. Segundo a polícia, a pequena Brooklyn Isaac ficou durante horas dentro do veículo, enfrentando um calor de cerca de 34ºC.

Ainda de acordo com os oficiais, os funcionários acreditavam ter tirado todas as crianças da van quando chegaram à creche. No entanto, Brooklyn permaneceu no carro. “Os responsáveis pela escola só foram perceber que a criança estava faltando ao checar a lista dos presentes”, disse a polícia.

Neste momento, eles correram até a van e chamaram o serviço de emergência. “A bebê estava amarrada na cadeirinha e sem sinais vitais”, afirmou o comunicado da polícia. Brooklyn foi levada ao hospital, mas não resistiu. Um dos sócios da creche, Darryl Ewing, 56 anos, foi preso acusado de negligência.

Por meio do Facebook, a mãe de Brooklyn, Lancia Isaac, desabafou sobre a morte da filha. “A vida dela foi abruptamente tirada após ter sido deixada na van da creche. O time de médicos e enfermeiras fizeram de tudo para salvar minha linda bebê, mas não conseguiram”, escreveu.

Lancia fez ainda uma vaquinha virtual para pagar as despesas do velório da filha. “Venho aqui, humildemente, como uma mãe em luto pedir ajuda para que minha filha possa descansar”, disse. Até agora, ela conseguiu arrecadar US$ 7 mil.

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tragédia

Família pede ajuda para trazer corpos dos 6 turistas brasileiros mortos no Chile

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A família dos 6 turistas brasileiros encontrados mortos em um apartamento na área central da Santiago, no Chile, na noite desta quarta-feira (22), criou uma “vaquinha online” para arrecadar dinheiro para trazer os corpos para o Brasil.

As vítimas eram uma família formada por pai, mãe e dois filhos adolescentes, e um segundo casal de adultos. A suspeita é que os seis tenham morrido por intoxicação por inalarem gás monóxido de carbono a partir de um vazamento.

A confirmação veio através de uma das familiares do primeiro casal. As vítimas são: Fabiano de Souza, 41 anos; Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos; Karoliny Nascimento de Souza, 15 anos; Felipe Nascimento de Souza, 13 anos; Jonathas Nascimento Kruger, 30 anos e Adriane Krueger.

Fabiano e Débora eram pais de Karoliny e Felipe, e os quatro moravam em Biguaçu, na Grande Florianópolis (SC). Jonathas Nascimento era irmão de Débora e casado com Adriane Krueger. Os dois residiam em Hortolândia, no interior de São Paulo.

A prima do Jonathas e Débora Nascimento, a artesã Noemi Nascimento, foi quem confirmou a identidade das vítimas. “Estavam a passeio na cidade de Santiago.

Todos vieram a óbito por vazamento de gás. Coração está arrasado meu primo querido irmão de muitas bagunças quando criança. Meu Deus Q senhor nos de forças neste momento”, escreveu Noemi, em rede social.

A meta estipulada pelos familiares é de R$ 100 mil. “Debora e Fabiano casados e seus dois filhos são Karoliny e Felipe. Jonathas e Adriana eram casados. Precisamos de toda ajuda, pois a família não tem condições financeiras para trazer os corpos e fazer o velório. Uma tragédia em meio a dor de perder a mãe que estava sendo velada no Brasil”, escreveu Noemi, no anúncio da arrecadação.

“Todos morreram por inalação de gás monóxido de carbono. Estamos tentando com as autoridades para nos ajudarem a trazer o mais breve possível os corpos”, completava o anúncio.

O Itamaraty ainda não recebeu a confirmação oficial por parte das autoridades chilenas dos nomes das vítimas. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, “as vítimas já foram identificadas pela polícia do Chile, que isolou o edifício para prosseguir com as investigações”.

O prédio onde ocorreram as mortes fica na rua Santo Domingo, na esquina com a Mosqueto. As autoridades trabalham com a hipótese de que um vazamento de gás tenha sido responsável por matar os brasileiros.

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investigação

Seis brasileiros são achados mortos em apartamento no Chile

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Bombeiros atendem a chamado por vazamento de gás em Santiago, capital do Chile (Foto: @cbsantiago/Reprodução/Twitter)

Seis brasileiros foram encontrados mortos nesta quarta-feira (22) em um apartamento na área central de Santiago, capital do Chile. A informação foi confirmada pelo Ministério de Relações Exteriores, que não divulgou a identidade das vítimas, segundo informa o G1, portal da TV Globo.

Segundo informações da Polícia Civil de Santa Catarina, as vítimas são um casal de moradores de Biguaçu, na Grande Florianópolis, e os dois filhos adolescentes, além de outro casal de amigos que morava em São Paulo.

Ainda de acordo com a polícia catarinense, os brasileiros estavam em Santiago para comemorar o aniversário de um dos adolescentes. A identidade das vítimas ainda não foi divulgada.

Os bombeiros chilenos suspeitam que um vazamento de gás tenha causado as mortes. O prédio todo foi esvaziado durante as operações.

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Luto

Cadela é morta e enterrada no caixão da dona após pedido em testamento

A família cumpriu o pedido da mulher e a enterrou com o animal. De acordo com eles, a morta era muito apegada ao cachorro

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O ato de uma família deixou a cidade de Chesterfield, Virgínia, Estados Unidos, em choque. Uma cadela da raça shih tzu, perfeitamente saudável, foi sacrificada após a dona dele ter deixado explícito no testamento que, ao morrer, o animal deveria também ser morto e colocado dentro do caixão para que “descansassem em paz”.

Após a morte da dona, Emma, como era chamada a cachorrinha, foi para o Abrigo de Animais de Chesterfield. Os donos do local não queriam permitir que o executor do testamento levasse Emma para o sacrifício.

“Sugerimos que ele poderia fazer qualquer outra coisa com o animal. Podíamos ter encontrado outro lar para ela”, disse Carrie Jones, dona do abrigo, ao canal NBC.

No entanto, em 22 de março, o representante da morta, foi ao abrigo e recolheu a cadela. Logo depois, Emma seguiu para uma clínica veterinária e a eutanásia foi feita. Mais tarde, levaram Emma ao crematório. As cinzas dela foram colocadas no caixão da dona.

Além da questão ética de matar um animal sem a necessidade, a legislação do estado da Virgínia proíbe que animais sejam enterrados em caixões.

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