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investigação

Homem mais rico do mundo, Jeff Bezos é chantageado com nudes

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Jeff Bezos: o empresário que lidera o império Amazon é o homem mais rico do mundo (Reprodução/ Internet)


Jeff Bezos, homem mais rico do mundo, presidente e fundador da gigante varejista Amazon, foi chantageado pelo jornal National Enquirer com a publicação de fotos íntimas reveladoras. Com fortuna de 134 bilhões de dólares, Bezos diz que não poderia suportar a situação. “Se em minha posição eu não posso enfrentar esse tipo de extorsão, quantas pessoas conseguem?”, ele escreveu.

Por isso, ao invés de se submeter à chantagem, o empresário diz que “eu decidi publicar exatamente o que eles me enviaram, apesar dos custos pessoais e constrangimento que eles ameaçam”.

Não só Bezos não se deixou intimidar, como comprou a briga com o veículo. “É claro que não quero fotos pessoais publicadas, mas também não participarei de sua conhecida prática de chantagem, favores políticos, ataques políticos e corrupção. Eu prefiro ficar de pé, rolar este tronco para cima e ver o que rasteja para fora”, escreveu ele em um post em que divulga todos os emails que recebeu do National Enquirer e de sua empresa mãe, a American Media Inc (AMI).

A briga do National Enquirer com Bezos começou há um tempo. Durante o processo de divórcio de Bezos e sua esposa MacKenzie Bezos, o tablóide divulgou informações sobre o empresário e sua suposta amante, a jornalista Lauren Sanchez, e disse que estava escavando o assunto há meses.

Foi a vez de Bezos começar uma investigação. Ele afirmou que contratou um dos melhores investigadores do mundo, Gavin de Becker, para descobrir como o National Enquirer chegou a essas informações. O investigador tinha liberdade total e um orçamento ilimitado para perseguir o assunto.

Becker descobriu informações muito mais comprometedoras sobre o veículo de comunicação, a AMI e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Bezos afirma que é alvo constante de críticas do Trump. O fato de ser dono do Washington Post é um complicador, diz.

David Pecker, presidente da AMI, é uma das testemunhas chave de uma investigação contra Trump, investigado por pagamentos durante sua campanha presidencial em 2016. Os pagamentos, que envolvem Pecker, foram feitos para silenciar duas mulheres, com as quais o presidente supostamente teve um caso.

Pecker é amigo de longa data de Trump e foi acusado de evitar a divulgação de informações que poderiam prejudicar o presidente. Recentemente, Pecker firmou um acordo de imunidade com o Departamento de Justiça americano em relação a esse caso. Depois da eleição de Trump, ele foi convidado para um jantar na Casa Branca com convidados ligados à realeza da Arábia Saudita, com quem Pecker buscava fechar negócios.

É esse caso que levou à chantagem de Bezos. O dono da Amazon deveria interromper sua investigação e divulgar em algum veículo que a cobertura jornalística da AMI não é motivada ou influenciada por forças políticas, ou suas fotos seriam publicadas.

As imagens teriam sido enviados pelo empresário a sua suposta amante, a jornalista Lauren Sanchez. Em um email, divulgado pelo próprio Bezos, representantes da companhia chegam a descrever as imagens, que também incluem fotos de Sanchez.

Segundo Bezos, a AMI diz que as fotos são dignas de publicação porque “são necessárias para mostrar para os acionistas da Amazon que meu julgamento de negócios é terrível”.

“Eu fundei a Amazon na minha garagem há 24 anos e levei pessoalmente todos os pacotes para os correios. Hoje, a Amazon emprega mais de 600.000 pessoas, acaba de concluir seu ano mais lucrativo de todos os tempos, mesmo investindo pesadamente em novas iniciativas, e geralmente fica em algum lugar entre a empresa número 1 e a 5ª mais valiosa do mundo. Eu deixarei esses resultados falarem por si mesmos”, afirma.

O veículo descobriu que é necessário mais que algumas fotos reveladoras para constranger o maior bilionário do mundo.

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Fonte: Exame.com e MSN
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Mundo animal

Crustáceos gigantes devoram Jacarés no mar; Vídeo

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Um grupo de Pesquisadores do Consórcio Marinho das Universidades de Louisiana lançou ao mar um corpo de um jacaré para descobrir o que se alimentaria dele primeiro. Em apenas 24 horas, os invertebrados Bathynomus giganteus devoraram o corpo do jacaré e ficaram imóveis após o “banquete”.

As imagens chocaram os pesquisadores devido à rapidez dos animais em encontrar o alimento. “Pensei que levaria certo tempo para que eles adquirissem pistas químicas que os permitiriam localizar a queda de comida ”, relatou no vídeo, Craig McClain, cientista do projeto.

Alguns grupos desses crustáceos devoradores tem uma origem antiga nos fundos dos mares, datada entre 200 a 300 mil anos atrás. Esses animais conseguem ficar sem comida por meses, até mesmo por anos.

Sempre que o corpo de uma baleia ou de um peixe afunda ele serve de alimento para os  crustáceos da espécie Bathynomus giganteus. Eles ficam escondidos abaixo da superfície oceânica, procurando por alimento, mesmo que das carcaças dos animais.

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Pena

Casal vive em plataforma no mar da Tailândia e pode ser condenado à prisão perpétua

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Um americano e sua namorada tailandesa podem receber uma condenação de prisão perpétua ou até mesmo pena de morte por terem construído uma casa em águas da Tailândia. A ação, segundo a Marinha do país asiático, ameaça a segurança nacional. As informações são da BBC.

A plataforma em que Chad Elwartowski e Supranee Thepdet vivem foi erguida a 19 quilômetros da costa de Phuket, uma ilha tailandesa, e ocupa cerca de 20 metros quadrados. Desde que a ação foi deflagrada por autoridades tailandesas, o casal passou a se esconder dentro da estrutura metálica.

Ealwartowski afirma que a casa está fora da jurisdição da Tailândia e em águas internacionais por conta da distância da costa. A Marinha local, no entanto, discorda e argumenta que a plataforma foi construída sem permissão. Se o casal foi considerado culpado, pode enfrentar prisão perpétua ou pena de morte.

Os dois acusados pertencem a um movimento chamado “seasteading”, que promove a construção de habitações permanentes no mar, em águas internacionais, para que as pessoas não precisem se sujeitar a nenhuma lei. Em entrevista à AFP, Chad Elwartwoski afirmou que ele e a namorada estão escondidos em um local seguro até a situação ser esclarecida.

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Congo

A comovente história da selfie com os gorilas que ficam de pé

Por trás de imagem que viralizou, estão primatas que gostam de 'imitar' seus protetores - guardas florestais que os resgataram quando perderam suas mães, ainda bebês.

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Gorilas posam com guardas florestais do parque Virunga na República Democrática do Congo — Foto: Facebook/Virunga National Park

Dois gorilas foram fotografados posando para uma selfie com os guardas florestais que os resgataram quando bebês.

A imagem foi feita no orfanato de gorilas Virunga National Park, na República Democrática do Congo, onde os animais foram criados depois que seus pais foram mortos por caçadores.

O diretor do parque, Innocent Mburanumwe, disse à BBC Newsday que os dois animais aprenderam a imitar seus protetores, que cuidaram deles desde o resgate.

Segundo Mburanumwe, os gorilas encaram os dois guardas florestais como seus pais. O diretor do parque contou que as mães dos gorilas foram mortas no mesmo mês, em julho de 2007. Um dos filhotes tinha dois meses e o outro, quatro meses.

Eles foram encontrados e levados ao Santuário Senkwekwe, em Virunga, onde têm vivido desde então.

Mburanumwe explica que, como os dois gorilas conviveram durante toda a infância com os guardas que os resgataram, passaram a “imitar os humanos”- ficar de pé, sobre as duas pernas, é uma forma de imitar o comportamento dos seres humanos.

“Mas isso não é comum. Eu fiquei muito surpreso quando vi. É engraçado e curioso ver um gorila imitando um ser humano, ficando de pé assim”, disse.

Ser um guarda florestal, no entanto, nem sempre é divertido e recompensador. Às vezes chega a ser um trabalho perigoso.

Cinco guardas foram mortos no Virunga National Park no ano passado, numa emboscada de rebeldes. E, desde 1996, houve 130 assassinatos de guardas florestais em Virunga.

O leste do Congo é alvo de conflitos entre forças do governo e diferentes grupos armados. Alguns desses grupos ocupam áreas do parque florestal e praticam caça ilegal de animais. Por isso, é comum que entrem em confronto com quem trabalha protegendo os animais selvagens que vivem no local.

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PÁSCOA

Atentados em igrejas e hotéis deixam 207 mortos e 450 feridos no Sri Lanka

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(FOLHAPRESS) – ​​​Uma série de explosões em igrejas e hotéis de luxo no Sri Lanka deixou centenas de mortos e 450 feridos neste domingo (21) durante a celebração da Páscoa.

“Ao todo, temos a informação de 207 mortos e 450 feridos nos hospitais”, disse o porta-voz da polícia, Ruwan Gunasekera. Entre eles, estão 27 estrangeiros da China, Holanda e Reino Unido, segundo Ravinatha Aryasinha, secretário do Ministério das Relações Exteriores.

O governo do Sri Lanka decretou um toque de recolher e também bloqueou acesso a redes sociais e aplicativos de mensagens, como Facebook e WhatApp, com a intenção de evitar o surgimento de boatos.

Sete pessoas foram detidas por suspeita de conexão com o ataque e três policiais foram mortos quando forças de segurança invadiram uma casa em Colombo, capital do país.

O papa Francisco condenou os atentados. “Gostaria de expressar minha proximidade afetuosa à comunidade cristã, atacada enquanto se reunia para orar, e a todas as vítimas dessa violência cruel”, disse o pontífice, que visitou o Sri Lanka em 2015. Os católicos são minoria no país.

O presidente americano, Donald Trump, também se manifestou pelas redes sociais: “os Estados Unidos oferecem condolências ao povo do Sri Lanka. Estamos prontos para ajudar”.

Segundo um porta-voz da polícia local, foram contabilizadas oito explosões que começaram por volta das 8h45 (2h30, no horário de Brasília) durante a missa da celebração católica. Elas aconteceram nas cidades Colombo, a capital; Negombo, que fica ao norte da capital; e a cidade de Batticaloa, a leste.
Em Colombo, foram atacados três hotéis (Shangri-La Colombo, Kingsbury Hotel e Cinnamon Grand Colombo) e a igreja de Santo Antônio.

A explosão mais violenta aconteceu na igreja de St. Sebastian, em Negombo, ao norte da capital, onde ao menos 62 pessoas morreram.

“Nosso povo está empenhado em evacuar as vítimas”, disse o porta-voz da polícia.
“Condeno energicamente os ataques covardes de hoje contra nosso povo”, tuitou o primeiro-ministro do Sri Lanka, Ranil Wickremesinghe.

“Eu peço a todos os cingaleses para permanecerem unidos e fortes neste momento trágico. O governo está tomando medidas imediatas para conter a situação”, completou.

O Sri Lanka, uma ilha no oceano Índico, enfrentou décadas de uma guerra civil que terminou em 2009. Desde então, sofre com instabilidade política e ataques esporádicos.

O país é predominantemente budista, com uma parcela de hindus de por volta de 12%, seguido de muçulmanos, com cerca de 10%. Os católicos são cerca de 7% da população, segundo números do governo.

Grupos de cristãos afirmam enfrentar atos de intimidação de extremistas budistas nos últimos anos. Além disso, no ano passado, houve confrontos entre a maioria de budistas cingaleses e a minoria muçulmana.

Ainda não está clara a responsabilidade pelos ataques, mas a polícia afirma que eles parecem ter sido coordenados para acontecer simultaneamente.

Segundo investigadores, há evidências de que eles podem ter sido ataques suicidas.

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