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prisão perpétua

‘El Chapo’ é condenado pela Justiça dos EUA

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O narcotraficante mexicano Joaquín “El Chapo Guzmán” foi condenado nesta terça-feira (12) por um tribunal de Manhattan, nos Estados Unidos.

O veredicto foi anunciado após seis horas de deliberações.

Ele deve pegar prisão perpétua após ser considerado culpado de 10 acusações, que incluem envolvimento em empreendimento criminoso contínuo, conspiração para lavar dinheiro obtido de narcóticos, distribuição internacional de cocaína, heroína, maconha e outras drogas, e uso de armas de fogo.

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AMÉRICA LATINA

Terremoto de magnitude 7,5 é registrado no Peru e sentido no Brasil

O tremor foi registrado em diversas regiões do norte e no centro do país vizinho, bem como na Colômbia, com magnitude de 8,3 graus.

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Um terremoto com magnitude de 7,5 graus foi detectado às 4h41 deste domingo (26/05/2019), no Alto Amazonas do Peru. O tremor durou pouco mais de dois minutos – 127 segundos – e assustou a população, mas não causou maiores prejuízos, segundo informes da Defesa Civil do país.

No Twitter, vários internautas brasileiros postaram vídeos mostrando efeitos do tremor em localidades como Manaus e Acre.

O epicentro do tremor foi registrado a cerca de 70 km a sudeste do distrito de Lagunas, na região de Loreto, a uma profundidade de 141 km, apontou o Instituto Geofísico do Peru (IGP).

Geralmente, quanto maior a profundidade do sismo, menor é o impacto ou dano causado na superfície.

Inicialmente, a magnitude do abalo registrou 7,2 graus, mas depois o dado passou por revisão do IGP. A informação foi divulgada por um tuíte.

Diversas regiões do norte e centro do país sentiram o tremor, inclusive na capital, Lima, situada a 923 km do lugar, onde a população teve que sair de suas casas.

De acordo com as primeiras informações da televisão local, não foram registradas vítimas, apenas alguns danos materiais na cidade de Yurimaguas, perto do ponto central do tremor.

O abalo também foi sentido na Colômbia, com magnitude de 8,3 graus, indica o Serviço Geológico colombiano. Por hora, não há informações de vítimas ou danos.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) registrou em seus sismógrafos uma magnitude de 8 graus.

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EUA

Trump diz que enviará 1.500 soldados ao Oriente Médio

"Queremos ter proteção no Oriente Médio", disse o presidente norte-americano

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse ontem (24) que enviará cerca de 1.500 soldados ao Oriente Médio, a maioria para oferecer proteção, em meio ao aumento das tensões com o Irã.

“Queremos ter proteção no Oriente Médio. Enviaremos um número relativamente pequeno de tropas, a maioria para proteger”, disse Trump ao partir da Casa Branca em viagem ao Japão.

“Algumas pessoas muito talentosas estão indo para o Oriente Médio agora mesmo. E veremos o que acontece.”

As forças ajudarão a reforçar as defesas dos EUA na região, disseram duas fontes à Reuters sob condição de anonimato, acrescentando que incluirão engenheiros.

Os militares norte-americanos enviaram um grupo de porta-aviões, bombardeiros e mísseis Patriot ao Oriente Médio no início deste mês em reação ao que Washington disse serem indícios preocupantes de possíveis preparativos iranianos para um ataque.

A retórica entre Teerã e Washington escalou nas últimas semanas, já que os EUA endureceram suas sanções com o que afirma ser o objetivo de forçar o regime a fazer concessões para além dos termos de seu acordo nuclear de 2015.

Na segunda-feira, Trump alertou que o Irã será confrontado com “grande força” se atacar interesses dos EUA no Oriente Médio.

Com informações da Agência Brasil

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OPORTUNIDADE

Governo da França oferece ajuda para brasileiros que querem estudar lá

A França quer atrair mais estudantes estrangeiros para graduação e pós-graduação em universidades públicas de lá.

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Cerca de 60 brasileiros que estão se candidatando para estudar em universidades públicas francesas poderão ter parte das taxas universitárias anuais de matrícula pagas pela Embaixada da França.

As bolsas parciais representam uma queda de 2.770 euros para 170 euros na taxa anual universitária de graduação (licence) e de 3.770 para 243 euros no valor da inscrição cobrada de alunos da pós-graduação (master). Outras tarifas de procedimentos ou taxas consulares, seguros e passagens aéreas não estão incluídas nas bolsas.

O processo seletivo tem como principal critério de classificação o desempenho acadêmico. Entram na análise da concessão de bolsas os históricos escolares, testes de proficiência, currículo e motivação dos candidatos. Brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil são elegíveis.

Que já fez inscrição pela plataforma “Études em France” já está concorrendo às bolsas, mas os estudantes que se candidataram diretamente pelos canais das instituições ou pela plataforma Parcoursup precisam enviar seus dossiês pré-consulares, para a plataforma Études em France, até as 17 horas do dia 9 de junho. Todos os detalhes podem ser conferidos no edital das bolsas
O resultado sai no dia 2 de julho.

França quer facilitar a ida de estudantes internacionais
As bolsas oferecidas são parte de uma iniciativa maior do governo francês para atrair mais estudantes estrangeiros. Anunciado no fim do ano passado pelo primeiro – ministro francês, Edouard Philippe, o programa “Bienvenue en France” inclui medidas como a facilitação da obtenção de visto e também o aumento de cursos oferecidos em inglês.

O número de bolsas de estudo oferecidas também vai triplicar, segundo a projeção do governo. Recentemente universidades públicas francesas que anunciaram a mesma exoneração parcial a todos os estudantes estrangeiros, para o ano letivo de 2019/2020. Assim, todos os alunos pagarão a mesma taxa de inscrição anual, correspondendo a 170 euros para a graduação e 243 euros para a pós-graduação.

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POLÍTICA

Presidente chinês acena ao Brasil ao lado de Mourão

Os dois países “precisam se ver como parceiros”, afirma o presidente chinês, Xi Jinping, que, embora não fosse obrigado pelo protocolo, decidiu receber o vice-presidente brasileiro na visita que se encerrou nesta sexta

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O vice Mourão e presidente da China, Xi Jinping. ADNILTON FARIAS/VPR

Com um aperto de mãos, o vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, e o presidente chinês, Xi Jinping, reconduziram as relações entre os dois países à normalidade. Uma normalidade de que ambos os países necessitam, havendo ou não comentários incendiários do presidente Jair Bolsonaro, que na campanha acusou o gigante asiático de querer “comprar” seu país. O Brasil, porque a China é o seu parceiro comercial mais importante. A China, porque em sua incipiente guerra fria com os Estados Unidos, que tem cada vez mais frentes abertas, precisa cercar-se de bons aliados.

Em uma recepção no imponente Palácio do Povo, em Pequim, que o Governo chinês reserva para os grandes encontros, Xi disse a Mourão que “os dois lados devem continuar se vendo como parceiros e oportunidades para o seu próprio desenvolvimento. Devem respeitar-se, apoiar-se, ter confiança um no outro e construir as relações China-Brasil como um modelo de solidariedade e cooperação entre os países em desenvolvimento”.

A China quis se empenhar ao máximo na recepção a Mourão, um homem visto neste país como a ponte entre a ala dura do Governo Bolsonaro e os empresários, ansiosos por expandir os laços com Pequim, um representante da moderação contra o populismo do presidente brasileiro.

O protocolo não obrigava Xi a receber um vice-presidente. Mas o chefe de Estado chinês queria fazer esse gesto de aproximação numa visita comparável, no campo diplomático, ao retorno do filho pródigo, quando as relações mergulharam em seu pior momento em quatro décadas, após a eleição de Bolsonaro em outubro. Além de Xi, Mourão também se reuniu com o vice-presidente, Wang Qishan, e os principais líderes chineses durante seis dias de visita à potência asiática.

Na quarta-feira, em um discurso para empresários de ambos os países em um hotel em Pequim, Mourão disse que Brasília considera os laços com a China “estratégicos” e lhes concede prioridade. Após sua visita –ressaltou– os vínculos entram “em uma posição ainda mais promissora”.

Na última década, a China se tornou o principal parceiro comercial brasileiro, com um volume de intercâmbio de 98,9 bilhões de dólares no ano passado (395,6 bilhões de reais). Nos últimos quinze anos, a China investiu cerca de 70 bilhões de dólares no Brasil (280 bilhões de reais), segundo dados do Ministério da Economia brasileiro. A maior parte foi direcionada aos setores de energia e infraestrutura.

Mas, diante da incerteza desencadeada pelos comentários do então candidato presidencial Bolsonaro, de que “a China está comprando o Brasil”, o investimento direto chinês caiu de 11,3 bilhões de dólares em 2017 para 2,8 bilhões em 2018.

Mourão afirmou em seu discurso em Pequim que, além dos campos tradicionais – soja, petróleo–, o Brasil tentará direcionar os investimentos chineses a “setores de interesse”, como a inovação, a ciência e a tecnologia.

Ele não quis entrar nos assuntos mais delicados da relação bilateral –essas decisões corresponderão a Bolsonaro, que planeja viajar para Pequim por volta de agosto e dar as boas-vindas a Xi durante a visita do presidente chinês em novembro para participar da cúpula dos BRICS.

Entre as questões, por um lado, se o Brasil optará por ceder aos desejos dos Estados Unidos e tomar medidas para limitar o papel da gigante tecnológica chinesa Huawei nas redes 5G do país. E, por outro, se o Brasil quer aderir formalmente, por meio de um memorando de entendimento, à iniciativa chinesa Nova Rota da Seda, a rede de infraestrutura com a qual Pequim quer se conectar com o restante do mundo. Até agora, Brasília resistiu a dar um passo que outros líderes latino-americanos já deram. Sua integração formal representaria um enorme gesto em direção a Pequim.

Por ora, o Brasil começou a enviar sinais amigáveis ao gigante asiático. Nesta semana, o Governo em Brasília anunciou que retirará sua denúncia na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as políticas comerciais chinesas sobre o açúcar. Também expressou seu apoio ao candidato chinês para liderar a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Qu Dongyu.

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