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CULTURA

Grupo Empodera de Teatro retoma espetáculo “Eu, Mulher!” com apresentações gratuitas na região

Fabio Shiz

Publicado

em



Após grande sucesso do espetáculo “Eu, Mulher!” com todas as sessões lotadas durante a temporada que aconteceu em 2018, na Oficina dos Macacos, em Araçatuba, o Grupo Empodera de Teatro retoma as atividades neste ano para dar continuidade a esse trabalho tão urgente que aborda questões como a violência contra a mulher e o empoderamento feminino.

O retorno das atividades prevê finalizar a produção e a circulação do espetáculo “Eu, Mulher!” em cidades do noroeste paulista como Araçatuba, Birigui, Penápolis, Guararapes e São José do Rio Preto, com apresentações abertas ao público. Além disso, o projeto levará ainda atividades formativas gratuitas para essas localidades, como Oficina de Dramaturgias Femininas e Roda de Conversa sobre Teatro e Empoderamento.

Todas essas ações serão realizadas com recursos oriundos do Proac – Programa de Ação Cultural, do Governo do Estado de São Paulo. O projeto elaborado e enviado pelo grupo de Araçatuba concorreu com aproximadamente 150 projetos inscritos de todo o Estado de São Paulo. Apenas 10 foram selecionados, sendo “Eu, Mulher!”, o único do noroeste paulista contemplado pelo Edital nº 03/2018 – “Concurso de Apoio a Projetos de Jovens Artistas para Produção de Primeiras Obras de Espetáculo e Temporada de Teatro no Estado de São Paulo”.

A peça
Dividida em três monólogos, a peça narra o drama de três mulheres: a primeira, que sufocou (Brunna Lima); a segunda, que foi para a rua (Larissa Lacava); e a terceira, que virou festa (Geovanna Leite). Todas elas dão vazão aos seus pensamentos na tentativa de se empoderarem da própria existência, em meio a uma sociedade tradicional e conservadora. Três monólogos, três histórias distintas que, juntas, compõem “Eu, Mulher!”, com duração de 60 minutos e classificação 18 anos.

De acordo com o grupo, tanto o espetáculo quanto as atividades formativas propostas são urgentes no sentido de debater sobre a violência contra a mulher, o empoderamento feminino e demais temas relacionados a ele, nas cidades do interior paulista; em especial na região noroeste, tendo em vista os recentes casos noticiados pela imprensa local e muitos outros que não chegam ao conhecimento da população.

Cronograma
Todo o projeto será realizado ao longo de 10 meses. Conforme explicou o diretor e dramaturgo do grupo, Heitor Gomes, nos primeiros meses de janeiro e fevereiro o grupo estará voltado para estudos teóricos e ensaios práticos.

Em março, dias 08 e 09, acontecerá a primeira Oficina “Eu, Mulher! – Dramaturgias femininas”, em Araçatuba. Essa atividade será em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. No mês de maio acontecerá a Roda de Conversa “Teatro e Empoderamento: a construção da mulher no teatro brasileiro”, com a artista convidada Ângela Ribeiro, de São Paulo, que é publicitária, atriz, dramaturga e mãe.

As apresentações do espetáculo “Eu, Mulher!” em Araçatuba e nas demais cidades indicadas acontecerão nos meses de junho, julho, agosto e setembro. Além do espetáculo, as cidades de Birigui, Penápolis, Guararapes e São José do Rio Preto também serão contempladas com a oficina de dramaturgia e a roda de conversa a partir do mês de junho, em datas próximas às apresentações, conforme disponibilidade de agenda dessas localidades. O mês de outubro será destinado à finalização do projeto e prestação de contas do grupo.

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SAÚDE PÚBLICA

Vereadores questionam atendimento pediátrico no pronto-socorro

Alessandra Nogueira

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AG Cardoso/Câmara Municipal de Araçatuba

Na sessão desta segunda-feira (18), a Câmara Municipal de Araçatuba aprovou requerimento dos vereadores Cláudio Henrique da Silva (PMN) e Denilson Pichitelli (PSL), que requer informações sobre o atendimento feito por pediatras no pronto-socorro municipal.

O vereador Professor Cláudio disse ter recebido reclamações de usuários do PSM que os pediatras não estão atendendo crianças com idade superior a cinco anos de idade e  lembrou que o Estatuto da Criança e do Adolescente considera criança, para os efeitos da lei, a pessoa até 12 anos de idade incompletos.

Os vereadores querem saber se a administração municipal tem conhecimento de existem profissionais da saúde estão deixando de atender as crianças; se a Prefeitura tem feito fiscalização para evitar que isso ocorra e se houve alteração no contrato de prestação de serviços para que profissionais da saúde estejam tomando estas atitudes isoladamente.

Cláudio Henrique (PMN)

Denilson Pichitelli (PSL)

 

 

 

 

 

 

 

Os vereadores perguntam, ainda, em seu requerimento, se existe uma quantidade máxima de crianças a serem atendidas por turno ou por dia e quer saber quantas crianças já foram atendidas no PSM desde a inauguração do novo endereço.

O número de pediatras atendendo mensalmente no pronto-socorro e os horários em que eles atendem no local são outros questionamentos do documento aprovado pela Câmara na sessão desta segunda.

O prefeito tem prazo de 15 dias para enviar as respostas à Câmara.

Mãe vai à polícia após médica se recusar a atender seu filho de oito anos no PSM

 

 

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SAÚDE PÚBLICA

Mãe vai à polícia após médica se recusar a atender seu filho de oito anos no PSM

Segundo relatou no boletim de ocorrência, médica estava sem pacientes no consultório da pediatria e jogava no celular quando a mãe pediu que ela atendesse o menino, que é autista
Alessandra Nogueira

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A dona de casa Solange Nery Rodrigues, 37 anos, procurou a polícia no início da noite desta segunda-feira (18), após não conseguir atendimento médico pediátrico para seu filho, no pronto-socorro municipal de Araçatuba. O menino, de oito anos, é autista.

A mãe levou o filho ao PS após receber um telefonema da escola dizendo que o menino não estava bem.

No pronto-socorro, conforme contou à polícia, pediu aos funcionários que seu filho fosse atendido por um pediatra, pois os clínicos-gerais estavam atendendo outros pacientes.

Solange relatou que foi à sala da médica que dava plantão no consultório de pediatria e pediu que ela atendesse seu filho, mas ela se negou, segundo a mãe.

“Ela não estava atendendo ninguém, estava jogando no celular. Mesmo assim, disse que não iria atender ninguém e que eu poderia até telefonar para o prefeito”, contou.

Conforme o boletim de ocorrência, é a segunda vez no PSM que negam atendimento pediátrico ao filho dela.

VISITA

Casos como este não são incomuns no PSM de Araçatuba e até motivaram uma visita surpresa dos vereadores Denilson Pichitelli (PSL) e Cláudio Henrique da Silva (PMN), no mês de janeiro, ao local.

A reportagem do Regional Press e da Band FM acompanhou a visita dos vereadores. Na ocasião, a Irmandade Santa Casa de Birigui, Organização Social responsável pelo serviço de urgência e emergência em Araçatuba, informou que o contrato com a Prefeitura prevê atendimentos somente a crianças de zero a seis anos no PSM.

As demais crianças, segundo a OS, devem ser atendidas por um clínico-geral.

OUTRO LADO

A OS Irmandade Santa Casa de Birigui foi procurada pela reportagem, mas ainda não se pronunciou a respeito da recusa da médica em atender o menino de oito anos.

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EDITORIAL

Pelos direitos humanos, sem coitadismo

Caso das duas crianças perambulando pelo Porto Real 2 mostra que Araçatuba não tem dado a devida atenção à assistência social, pois Conselho Tutelar tem apenas um carro
da Redação

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No editorial de hoje, vamos retomar o caso de duas crianças caminhando pelo conjunto     habitacional Porto Real 2 em Araçatuba. A mais velha (menina de cinco anos) esperou o padrasto dormir (em plena luz do dia) para sair escondido da casa com o irmão menor. A mãe não estava em casa. A fuga se devia a constantes surras de mãe e padrasto. Para quem quiser tomar conhecimentos da notícia em seus detalhes, clique aqui.

Não estamos defendendo aqui o “coitadismo”, novo nome dado pelo governo federal para a assistência social, mas precisamos zelar pelo futuro de nossas crianças. Não somos responsáveis apenas por nossos familiares, porque a nossa família maior é a humanidade. E se acreditarmos que somos filhos do mesmo Deus, então, na verdade formamos uma só irmandade.

As duas crianças nasceram, não foram abortadas, mortas no ninho. Certamente, são criadas de uma forma precária. Sabemos que há a responsabilidade dos pais, mas há também o direito de viver, já que as crianças não pediram para nascer. Junto com elas nasceram os direitos humanos: habitação, alimentação, educação, saúde etc.

Os cidadãos economicamente ativos pagam seus impostos e neles estão embutidos verbas para a assistência social. Já que nosso sistema perverso produz a pobreza, cria-se no poder público o mecanismo de compensá-la, socorrendo as pessoas necessitadas, jogadas à margem.

A notícia das crianças perdidas no Porto Real 2 revela que a Prefeitura de Araçatuba não tem dado a devida atenção aos órgãos da Assistência Social, pois o único Conselho Tutelar tem um carro velho que estava na oficina. Por outro lado, nunca se viram tantos mendigos e gente pedindo “adjutório” nas esquinas.

Se quisermos ter uma Araçatuba mais humana e mais feliz, a Prefeitura e a Câmara de Araçatuba precisam voltar os olhos para as pessoas mais pobres com intensidade, com a implantação de políticas públicas condizentes, sem clientelismo.

 

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Interior de SP

Trio é condenado por tentativa de latrocínio após explosão de banco

PMs foram atacados após explosão de caixas eletrônicos
Alex Mesmer

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Sentença da 2ª Vara Criminal de Botucatu (SP) determinou a condenação de trio acusado de participar de associação criminosa e tentativa de latrocínio.

Um deles foi sentenciado a 63 anos e sete meses de reclusão e ao pagamento de 24 dias-multa, e os outros dois a 58 anos, 11 meses e nove dias de reclusão, todos em regime inicial fechado.

Consta dos autos que os acusados e outros dois indivíduos não identificados explodiram caixas eletrônicos de duas agências bancárias na cidade de Pardinho, interior do Estado, e dispararam diversas vezes contra PMs que estavam na base policial, com a intenção de matá-los. Durante a ação, eles também subtraíram armas de vigilantes que prestavam serviço para os bancos.

Ao proferir a sentença, o juiz Henrique Alves Correa Iatarola afirmou que as provas dos autos comprovam a materialidade e autoria dos delitos, sendo de rigor a condenação.

“Não foi produzida sequer uma única prova válida acerca da negatória apresentada em sede de interrogatório, como determina o artigo 156 do Código de Processo Penal.” Cabe recurso da sentença.

Processo nº 0011630-20.2017.8.26.0079

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