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investigação

Homem mais rico do mundo, Jeff Bezos é chantageado com nudes

Alex Mesmer

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Jeff Bezos: o empresário que lidera o império Amazon é o homem mais rico do mundo (Reprodução/ Internet)


Jeff Bezos, homem mais rico do mundo, presidente e fundador da gigante varejista Amazon, foi chantageado pelo jornal National Enquirer com a publicação de fotos íntimas reveladoras. Com fortuna de 134 bilhões de dólares, Bezos diz que não poderia suportar a situação. “Se em minha posição eu não posso enfrentar esse tipo de extorsão, quantas pessoas conseguem?”, ele escreveu.

Por isso, ao invés de se submeter à chantagem, o empresário diz que “eu decidi publicar exatamente o que eles me enviaram, apesar dos custos pessoais e constrangimento que eles ameaçam”.

Não só Bezos não se deixou intimidar, como comprou a briga com o veículo. “É claro que não quero fotos pessoais publicadas, mas também não participarei de sua conhecida prática de chantagem, favores políticos, ataques políticos e corrupção. Eu prefiro ficar de pé, rolar este tronco para cima e ver o que rasteja para fora”, escreveu ele em um post em que divulga todos os emails que recebeu do National Enquirer e de sua empresa mãe, a American Media Inc (AMI).

A briga do National Enquirer com Bezos começou há um tempo. Durante o processo de divórcio de Bezos e sua esposa MacKenzie Bezos, o tablóide divulgou informações sobre o empresário e sua suposta amante, a jornalista Lauren Sanchez, e disse que estava escavando o assunto há meses.

Foi a vez de Bezos começar uma investigação. Ele afirmou que contratou um dos melhores investigadores do mundo, Gavin de Becker, para descobrir como o National Enquirer chegou a essas informações. O investigador tinha liberdade total e um orçamento ilimitado para perseguir o assunto.

Becker descobriu informações muito mais comprometedoras sobre o veículo de comunicação, a AMI e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Bezos afirma que é alvo constante de críticas do Trump. O fato de ser dono do Washington Post é um complicador, diz.

David Pecker, presidente da AMI, é uma das testemunhas chave de uma investigação contra Trump, investigado por pagamentos durante sua campanha presidencial em 2016. Os pagamentos, que envolvem Pecker, foram feitos para silenciar duas mulheres, com as quais o presidente supostamente teve um caso.

Pecker é amigo de longa data de Trump e foi acusado de evitar a divulgação de informações que poderiam prejudicar o presidente. Recentemente, Pecker firmou um acordo de imunidade com o Departamento de Justiça americano em relação a esse caso. Depois da eleição de Trump, ele foi convidado para um jantar na Casa Branca com convidados ligados à realeza da Arábia Saudita, com quem Pecker buscava fechar negócios.

É esse caso que levou à chantagem de Bezos. O dono da Amazon deveria interromper sua investigação e divulgar em algum veículo que a cobertura jornalística da AMI não é motivada ou influenciada por forças políticas, ou suas fotos seriam publicadas.

As imagens teriam sido enviados pelo empresário a sua suposta amante, a jornalista Lauren Sanchez. Em um email, divulgado pelo próprio Bezos, representantes da companhia chegam a descrever as imagens, que também incluem fotos de Sanchez.

Segundo Bezos, a AMI diz que as fotos são dignas de publicação porque “são necessárias para mostrar para os acionistas da Amazon que meu julgamento de negócios é terrível”.

“Eu fundei a Amazon na minha garagem há 24 anos e levei pessoalmente todos os pacotes para os correios. Hoje, a Amazon emprega mais de 600.000 pessoas, acaba de concluir seu ano mais lucrativo de todos os tempos, mesmo investindo pesadamente em novas iniciativas, e geralmente fica em algum lugar entre a empresa número 1 e a 5ª mais valiosa do mundo. Eu deixarei esses resultados falarem por si mesmos”, afirma.

O veículo descobriu que é necessário mais que algumas fotos reveladoras para constranger o maior bilionário do mundo.

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Fonte: Exame.com e MSN
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Vida

Mãe de 25 anos dá à luz a sete gêmeos de parto normal

Alex Mesmer

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Uma mulher iraquiana de 25 anos deu à luz a sete bebês em um parto normal.

O parto de sétuplos ocorreu na província de Diyali, a leste do Iraque, e será um caso inédito no país, de acordo com o tablóide Mirror. O caso ganhou notoriedade e foi noticiado a nível nacional.

Segundo os meios locais, muitos moradores da cidade levarem presentes para o casal e querem ajudar a família, que já tinha três filhos.

Um porta-voz do ministério da Saúde local, Firas Al-Izzawi, indicou através de comunicado que a mãe, cuja identidade não foi revelada, está bem de saúde e se recuperando com normalidade.

Os sete recém-nascidos, seis meninas e um menino, foram examinados e também se encontram bem, tendo sido divulgadas algumas imagens.

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HORROR

Haiti volta a mergulhar em onda de protestos violentos e crise política

Grupos armados bloqueiam estradas e ruas com entulho e pneus, impedindo a distribuição de alimentos, combustível, água potável e medicamentos, gerando escassez de produtos básicos em várias cidades
Fabricio Oliveira

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Reuters

Dezesseis meses após o fim da missão de paz da ONU cujo comando militar era do Brasil, o Haiti está novamente mergulhado em uma forte onda de violência política -o mesmo motivo que desencadeou a intervenção dos capacetes azuis, em 2004.

Nos últimos dez dias, dezenas de milhares têm saído às ruas em várias partes do país exigindo a renúncia do presidente Jovenel Moise. Relatos da imprensa local têm registrado diversos mortos e feridos, mas não há um número oficial. Segundo a agência de notícias France Presse, ao menos sete pessoas morreram desde o início das manifestações.

Grupos armados bloqueiam estradas e ruas com entulho e pneus, impedindo a distribuição de alimentos, combustível, água potável e medicamentos, gerando escassez de produtos básicos em várias cidades.

Na quinta-feira (14), a embaixada do Brasil em Porto Príncipe publicou uma nota em sua página na internet aconselhando a não viajar ao Haiti. Aos brasileiros no país, a representação orientou a estocagem de alimentos e água por ao menos uma semana e a não sair de casa.

“Caso o brasileiro não esteja seguro de que é possível garantir quaisquer das condições, acima, recomenda-se sair do país tão logo possível”, afirma o comunicado.

Os protestos decorrem das crescentes dificuldades econômicas do país. As manifestações têm relacionado a estagnação ao desvio de fundos ligados ao PetroCaribe, acordo da Venezuela com governos da região para a venda de petróleo a preços subsidiados.

Uma investigação do Senado realizada no ano passado acusou ex-funcionários do governo e empresários de desviar cerca de US$ 2 bilhões (R$ 7,4 bilhões) de ajuda de Caracas.Além de grupos armados com conexões político-partidárias, os protestos em favor da renúncia do presidente têm o apoio de líderes oposicionistas, estudantes e outros segmentos sociais.

No poder desde 2017, Moise quebrou o silêncio na última quinta-feira, quando os protestos completaram uma semana. Em tom desafiador, disse, em pronunciamento à TV, que não entregará o país para “gangues armadas e traficantes de drogas”. Ele também acusou ex-aliados de se unirem a “líderes de quadrilhas procurados pela lei”.

Por outro lado, em aceno às dezenas de milhares de manifestantes, disse que escutuou “a voz do povo”. “Conheço os problemas que os atormentam. É por isso que o governo tem adotado medidas [contra a miséria].”

No sábado (16), o primeiro-ministro do Haiti, Jean-Henry Ceant, anunciou medidas para equilibrar as contas do governo, como cortes no custeio dos ministérios e “em privilégios desnecessários de funcionários do Estado”.

Esta é a terceira e mais longa onda de protestos contra Moise nos últimos meses. Em julho, um aumento no preço da gasolina gerou saques e bloqueios de rua. Em novembro, o motivo principal das manifestações foi o escândalo da PetroCaribe.

País mais pobre do hemisfério ocidental, o Haiti sofre com a economia estagnada, déficit público e inflação anual de 15%, pressionada pela forte valorização do dólar, com impacto imediato nos preços dos alimentos, boa parte importada.

Representante da ONG Viva Rio no Haiti, o antropólogo carioca Pedro Braum afirma que os protestos guardam algumas semelhanças com a crise de 2004, que levou à queda do então presidente Jean-Bertrand Aristide, principalmente o protagonismo dos grupos armados com ramificações políticas, conhecidos como “bases”.

Braum, que coordena um projeto de polícia comunitária, explica que as bases não são os únicos atores dos protestos, mas que eles têm papel importante por controlar grande parte de Porto Príncipe.”Eles são responsáveis por cuidar dos bairros, têm contatos com políticos eleitos, e alguns fazem discurso de transformação social. Por outro lado, em época de campanha, os políticos tentam estabelecer diálogo com esses grupos para ter acesso aos bairros, apoio e, se o país estiver violento, tentar apaziguar os ânimos.”

No entanto, há diferenças importantes com a crise que levou à criação da Minustah (missão da ONU), avalia Braum: 1) não há enfrentamento aberto entre as bases e a polícia; 2) ausência, nos protestos, de grupos paramilitares pró-governo; 3) mais popular em sua época, Aristide polarizava mais o país do que o desgastado Moise.

MISSÃO BRASILEIRA

Moradora de Les Cayes (154 km a oeste de Porto Príncipe), a irmã gaúcha Santina Perin, 78, e outras duas religiosas brasileiras do Imaculado Coração de Maria ficaram oito dias em casa. No sábado (16), com o arrefecimento dos protestos pelo país, foi possível ir ao mercado para comprar comida.

“O povo está muito desgostoso, revoltado. A comida está muito cara, e a polícia não consegue dominar nem dialogar,” diz Perin, que morou no país por 22 anos e voltou na semana passada para uma curta temporada.

A religiosa diz que a missão, no país desde 1987, só não ficou sem comida porque a casa tem horta e criação de galinhas. As irmãs, porém, não planejam deixar o país. “É a hora em que o povo mais precisa de coragem e esperança.” Com informações da Folhapress.

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Acusada de Blasfêmia

A paquistanesa cristã que passou 9 anos na prisão por causa de um gole d’água

Alex Mesmer

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Asia Bibi deixou a casa que dividia com o marido e os filhos e foi trabalhar em uma fazenda na aldeia de Ittanwala, a cerca de 60 km de Lahore, cidade importante do Paquistão. O local onde trabalhava é cercado de campos verdes e árvores frutíferas.

Asia trabalhou como agricultora como muitas mulheres da aldeia. Era um dia de junho de 2009 e os trabalhadores, exaustos após horas colhendo frutas sob o sol escaldante, pararam para descansar. Alguém pediu para que Asia fosse pegar um pouco de água em um poço próximo.

Ela saiu de jarro na mão e, quando voltou, bebeu um pouco de água antes de servir seus colegas muçulmanos. Eles ficaram furiosos.

Asia é cristã, e no Paquistão muitos muçulmanos conservadores não gostam de comer ou beber junto de pessoas de outras religiões. Para eles, quem não acredita em Alá é impuro.

Os colegas de Asia disseram que ela era “suja” e não era digna de beber no mesmo copo que eles. Houve discussão, e termos fortes foram ditos por ambos os lados.

Cinco dias depois, a polícia invadiu a casa de Asia e a acusou de insultar o profeta Maomé, principal símbolo do Islã, acusação feita também por um clérigo da aldeia.

Reunida em frente à residência de Asia, uma pequena multidão começou a agredi-la na frente da polícia, e ela acabou presa sob a acusação de blasfêmia. Durante o julgamento, em 2010, ela se disse inocente, mas acabou sentenciada à morte. Asia passou os últimos nove anos de sua vida em confinamento solitário.

No Paquistão, a punição por blasfêmia contra o Islã e seu profeta pode ser a prisão perpétua ou a morte. Mas muitas vezes essas acusações são utilizadas como forma de vingança por conflitos pessoais. Acusados de blasfêmia, juntamente com as famílias, sofrem represálias e ataques mesmo antes de irem a julgamento.

‘Agonia infinita’
Desde a prisão dela a família de Asia vive escondida e fugindo.

“Se um parente querido está morto, o coração consegue se curar depois de algum tempo. Mas quando uma mãe está viva, e ela se separa de seus filhos… A maneira como a Asia foi tirada de nós, a agonia é infinita”, explicou Ashiq, marido de Asia, à BBC News.

Contra as expectativas de milhares de muçulmanos conservadores, a Suprema Corte do país revogou sentença anterior por falta de provas e permitiu que Asia Bibi fosse libertada, em outubro do ano passado. Asia foi libertada da prisão, mas foi levada sob custódia protetiva. Ainda demorou três meses para ela ser finalmente posta em liberdade.

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punição

Papa expulsa cardeal norte-americano acusado de abusos sexuais

Fabio Shiz

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O Vaticano anunciou hoje (16) que a Congregação para a Doutrina da Fé expulsou do sacerdócio o ex-cardeal e arcebispo emérito de Washington (EUA), Theodore McCarrick, de 88 anos.

Ele foi acusado de abusos sexuais a menores e seminaristas, informou a assessoria de imprensa da Santa Sé, através de um comunicado.

Esta é a primeira vez na história da Igreja Católica que um cardeal perde seu título em razão de abusos sexuais.

A decisão acontece depois da investigação sobre o caso ordenada pelo papa Francisco e poucos dias antes de o Vaticano realizar – na próxima semana – uma reunião histórica contra os abusos a menores por parte de religiosos.

*Com informações da RTP – emissora pública de televisão de Portugal

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