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Vida saudável: aprenda a montar uma horta em casa

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Quem quer consumir alimentos mais frescos e com mais qualidade, pode experimentar produzir sua própria horta. A plantação pode trazer diferentes benefícios e é você quem cuida de cada detalhe, desde a escolha das sementes até os produtos que serão usados no plantio.

Além disso, também é uma importante terapia para quem sofre de estresse ou depressão causados pela vida corrida na cidade.

Até mesmo quem possui problemas de hipertensão ou diabetes, a produção de ervas aromáticas pode auxiliar na substituição de sal e açúcar nas produções culinárias, levando a uma vida mais saudável.

Para o Biólogo e Técnico Agropecuário da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, Alexandre Moreira, o lugar para produzir esses alimentos de forma adequada deve conter muita luminosidade.

“Observe se o local escolhido recebe luz suficiente exigido pela maioria das plantas (no mínimo sete horas por dia), se não tem encharcamento do solo nos dias de muita chuva, se não ocorre muitas plantas daninhas no local escolhido, plantar as espécies de acordo com a sua época adequada de plantio. E não esqueça de fazer adubação, correção do solo com calcário e alguns cuidados básicos diários”, explica Moreira.

Para o analista Caio Munhoz, montar uma horta no seu apartamento foi fácil e melhorou sua alimentação. “Comecei apenas para fazer algo diferente, mas depois de um tempo aproveitei para utilizar os ingredientes da horta na preparação da minhas refeições. O sabor muda e dá vontade de cozinhar sempre”, revala.

Confira mais dicas da Secretaria:

Como posso saber se a terra onde vou plantar é produtiva?

No site do IAC há informações sobre como mandar uma análise do solo. Coletada uma porção do solo, com as técnicas corretas para essa coleta, tais são enviadas para um laboratório onde serão feitos testes de fertilidade desse solo. O custo é baixo, algo em torno de R$ 30 a R$ 50 por análise.

Posso usar algum tipo de adubo?

Sim, de acordo com as recomendações que serão baseadas na análise do solo.

Onde posso conseguir sementes ou mudas de qualidade para plantar?

Na página de serviços da Cati você confere informações, diretamente do Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM)/CATI, sobre onde comprar, os preços de cada uma e como fazer o recebimento pelo correio.

Quais materiais eu preciso para montar uma horta vertical e sem gastar muito?

Você vai precisar de:

– Tesoura

– Garrafa pet ou balde velho

– Argila expandida (em pedra) ou areia

– Substrato de cultivo (terra)

– Muda ou semente à sua escolha

E para uma horta em terreno?

Considerando que o espaço já esteja cercado, com acesso a água, algum lugar para guardar as ferramentas e os insumos, seria preciso algumas coisas básicas como carrinho de mão, enxada, enxadão, pá, regador, rastelo, cavadeira, bandejas de isopor ou plástico para semeadura mangueira de jardim e alguns baldes plásticos.

Onde se pode conseguir terra para fazer o plantio?

Para as semeaduras pode-se comprar o substrato próprio para isso nas agropecuárias ou floriculturas. Pede-se substrato para sementes de hortaliças.

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Fonte: portal SP
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Internet rápida: 5G chega a Brasília e inicia fase de testes

Parque Tecnológico de Brasília será o primeiro espaço de teste permanente da quinta geração da internet no país

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GIOVANNA BEMBOM/METRÓPOLES

A capital do país terá internet com velocidade mais rápida. A Biotic S/A, a empresa Huawei e o GDF assinam acordo esta semana para iniciar a fase de testes do primeiro espaço permanente do 5G no Brasil, no Parque Tecnológico de Brasília.

Diferentemente da tecnologia 4G, o 5G viabiliza a conexão simultânea de aparelhos. Além de maior velocidade para navegar na internet, o usuário poderá conectar até mil objetos, como casas, carros e eletrodomésticos, via internet em seu celular. A rede também pode consumir até 90% menos de energia.

“Estamos fazendo uma aposta na melhoria da internet em Brasília. Tudo que for tecnologia de ponta nós vamos apoiar”, disse o governador Ibaneis Rocha (MDB).

O acordo envolve a Biotic S/A, que tem como objetivo promover mudanças na estrutura econômica do Distrito Federal por meio da implantação e gestão do Parque Tecnológico de Brasília, em parceria com a empresa chinesa Huawei, maior produtora de smartphones do mundo e fornecedora de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Nesta fase de testes, o acesso estará restrito ao espaço do Biotic, próximo à Granja do Torto, e só será expandido para toda a população quando a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fizer o leilão do 5G no Brasil. Isso deve ocorrer entre o segundo semestre de 2020 e o primeiro de 2021.

Após o início da fase de testes, ocorrerão periodicamente seminários, palestras e eventos, abertos à comunidade e a escolas de Brasília, por meio dos quais serão disponibilizados equipamentos já adaptados para o 5G. Dessa forma, os participantes podem ter uma experiência real de como será navegar na quinta geração de internet móvel.

“Essa tecnologia é inovadora e abre o debate e a discussão no mundo inteiro, porque ela promete revolucionar a navegação na internet. Uma experiência de grande importância para o DF, que investe muito no tema tecnológico e digital. Esse acordo com a Huawei é uma sinalização clara de que queremos participar do que existe de mais inovador no mundo”, destacou o presidente da Biotic S/A, Gustavo Dias Henrique.

O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, frisa que o Executivo local pretende transformar Brasília “em um berço da tecnologia e do desenvolvimento nessas áreas”. Em uma das frentes, quer incentivar cada vez mais a criação de startups. “Acreditamos que a vinda do 5G dará impulso a esses empreendimentos no Distrito Federal”, ressaltou.

A assinatura do acordo ocorrerá nesta quarta-feira (26/06/2019), às 11h, no Palácio do Buriti, e contará com a presença do governador Ibaneis Rocha. Na ocasião, haverá um talk da Huawei sobre o que é 5G e como essa tecnologia pode contribuir para uma “capital do futuro”.

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Em São Paulo

Parada do Orgulho LGBTI+ celebra criminalização da homofobia

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Três milhões de pessoas lotaram, neste domingo (23), a Avenida Paulista, em São Paulo (Rovena Rosa/ Agência Brasil)

Para celebrar os 50 anos das primeiras manifestações de luta pela diversidade sexual, cerca de 3 milhões de pessoas lotaram, neste domingo (23), a Avenida Paulista, em São Paulo, na 23ª edição da Parada do Orgulho LGBTI+, segundo os organizadores do evento.

Neste ano a parada relembra a Revolta de Stonewall, ocorrida em Nova York (EUA) em junho de 1969. Nas ruas da capital paulista, cobertas com as cores do arco-íris, os manifestantes destacaram a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que equipara a homofobia ao crime de racismo.

“Escolhemos o tema e discutimos o assunto com a militância, ao longo de 3 meses, porque é um marco da história do movimento”, afirmou Renato Viterbo, vice-presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, entidade organizadora da manifestação.

Stonewall é uma referência ao bar nova iorquino frequentado por membros da comunidade LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), na década de 1960, que resistiram a uma batida policial, gerando uma série de manifestações pela diversidade sexual. Um ano depois ocorria a primeira Parada do Orgulho Gay, em Nova York.

O presidente da Aliança Nacional LGBTI+, Toni Reis, ressaltou que uma campanha contra a fobia contra os homossexuais deve ser lançada assim que for publicado o acórdão pelo STF.

“Acho que é decisão consistente e simbólica. Agora vamos discutir para transformar isso em lei”, disse. Ele acredita que serão necessários instrumentos para garantir o cumprimento da decisão. “Um deles é a educação. “Não para transformar as pessoas em LGBTs, mas para transformá-las em pessoas que respeitem os LGBTI+, que não haja violência”, disse Toni.

23ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista em São Paulo.

Ao visitar o evento, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse, que a expectativa do governo municipal é movimentar neste ano mais dos que os R$ 288 milhões registrados em 2018. “Isso não significa impostos, mas recursos que são injetados na cidade, no turismo, hotéis, restaurantes. Mais importante do que isso é mostrar para o Brasil e para o mundo que São Paulo celebra a diversidade e quer ser referência em respeito aos direitos humanos.”

Diversidade

A adolescente Maria Morena, 17 anos, trouxe a mãe e a avó de 83 anos para a avenida. “Viemos passar o feriado, mas fiquei sabendo da Parada Gay e disse: “Temos que vir. Não tem como”, disse a jovem, que é de Paraty, no Rio de Janeiro.

A avó Aricleia Marques disse considerar muito “justa” a participação. “Viemos mostrar que todos nós somos seres humanos”, disse, ao lado da neta orgulhosa.

“Homofobia, para mim, chega a ser ridículo, porque ninguém está atrapalhando a vida dos outros. Cada um vive a sua vida. Se fere a nossa existência, temos que lutar para quer isso seja normal, porque é uma coisa normal. Mas para a sociedade ainda é muito tabu”, avaliou.

O consultor de vendas Carlos Neto, 26 anos, veio de Belém, no Pará, para “realizar um sonho”. “Aqui é um dia em que a gente pode ser quem a gente é de verdade, andar sem medo na rua. Sem se preocupar se vão olhar com cara torta, se vão nos julgar. Aqui a gente é quem a gente é. Não estamos aqui para baderna ou para impor algo, estamos aqui para mostrar que somos como qualquer um. A gente é tudo isso que o arco-íris transmite”.

Ana Silva, 24 anos, veio de Vitória, no Espírito Santo, e compartilha o mesmo sentimento. “É um momento em que você pode ser livre para expressar quem você realmente é. Às vezes é muito difícil, até mesmo dentro de casa, para falar ‘eu sou gay, eu sou lésbica’. É um momento em que a gente sente essa sensação de comunidade. Aqui você sabe que vai ser aceito sem preconceito.”

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festival

Pérola Rock recebe inscrições de bandas e grupos até o dia 28 de junho

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No ano passado, o evento reuniu 12 bandas; em 2019, festival será realizado nos dias 13 e 14 de julho, no Parque do Povo, com a participação de dez grupos musicais Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Birigui informa que estão abertas as inscrições para bandas e grupos musicais interessados em participar da sexta edição do Festival Pérola Rock 2019, que acontecerá nos dias 13 e 14 de julho, na Praça Anna Nunes Garcia, conhecida como Parque do Povo. Aberto ao público, o evento terá apresentações das 17h às 22h.

Ao todo, serão selecionadas dez bandas. As inscrições para as bandas interessadas já estão abertas e devem ser feitas até o dia 28 de junho, sem custo para os participantes.

Conforme o edital de seleção pública, podem se inscrever bandas de rock que possuem produções autorais ou que sejam covers. O evento, que está em sua sexta edição, não oferece ajuda de custo, pagamento de cachê ou premiação relativa à participação e apresentação das bandas.

Para participar, basta preencher o Formulário de Inscrição disponível no Edital de Seleção Pública, que está no site da Prefeitura e Birigui, no link Diário Oficial Eletrônico (https://dosp.com.br/exibe_do.php?i=NjY0NTQ=). O edital foi publicado dia 14 de junho.

O formulário pode ser enviado para o e-mail [email protected] ou entregue na sede da Secretaria de Cultura e Turismo de Birigui, que atende na Praça Raul Cardoso, 300, Jardim Pérola.

As inscrições deverão ser entregues (envelope lacrado) de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h ou das 13h às 16h30 na sede da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Cada banda selecionada realizará uma apresentação de 60 minutos, sendo dez minutos para se posicionar no palco e 50 minutos para o show.

Não será permitido apresentar músicas ou divulgar conteúdos racistas, sexistas, misóginos, homofóbicos e xenofóbicos, ficando a banda sujeita a ter o show interrompido e proibida de participar das duas próximas edições do festival.

O resultado final com os nomes das dez bandas selecionadas será divulgado no Diário Oficial Eletrônico e no site oficial município.

Outras informações podem ser obtidas na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo: (18) 3638-2109.

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