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SATÉLITE NATURAL

Eclipse lunar 2019: veja fotos do fenômeno

A Lua desta segunda-feira também foi 'de sangue': posição da Terra e do Sol deixaram o satélite com um tom avermelhado.

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Foto mostra todas as fases do eclipse no Panamá — Foto: Luis Acosta/AFP


O eclipse lunar da madrugada desta segunda-feira (21) foi o 1º fenômeno astronômico do ano. O eclipse começou à 00h36 (21h36 de Nova York).

A fase da umbra — quando a sombra do Sol começa a ser observada na Lua — teve início à 01h33 (22h33 de Nova York). Às 03h12, o satélite atingiu a fase total máxima.

Veja abaixo fotos e registros de internautas do evento no Brasil e pelo mundo:

Fonte:
  • Eclipse lunar visto do Memorial JK, em Brasília. — Foto: Eraldo Peres/AP

  • O eclipse lunar observado da Carolina do Norte, EUA. — Foto: Johnny Horne/AP

  • Eclipse lunar visto de Dortmund, na Alemanha — Foto: Reuters

  • Eclipse lunar visto da Virgínia, EUA — Foto: Associated Press

  • Eclipse lunar total visto de Colliguay, no Chile — Foto: Reuters

  • Superlua vista de Hull, Inglaterra — Foto: Associated Press

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Justiça

Ratinho e SBT terão de pagar R$ 400 mil a dois padres por reportagem de 1999

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O SBT e o apresentador Ratinho, Carlos Massa, terão de indenizar dois padres por danos morais por uma reportagem veiculada em 1999.

Tanto a emissora quando Ratinho terão de pagar R$ 200 mil (corrigidos) a dois padres da cidade de Astorga, no Paraná, segundo decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

A reportagem falava que uma moradora da cidade havia deixado o marido para viver com o padre que celebrou seu casamento, mas a notícia era falsa. Além disso, as imagens mostraram um outro padre da mesma cidade. Os dois, então, processaram o programa.

A decisão levou em conta “a imprudência dos apelantes ao transmitir ao vivo matéria ofensiva à honra dos apelados, o sofrimento ocasionado às vítimas e a repercussão em cadeia nacional de televisão, em horário nobre”, escreveu o ministro.

O caso ficou ainda mais grave por envolver padres acusados de infringir o celibato, informou o documento.

A assessoria de imprensa do SBT informou que vai recorrer novamente da decisão, já que não se tratou de “fake news e a produção não inventou o conteúdo, que era uma fofoca da cidade”.

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Surpresa

Marília Mendonça chama cantor de show sem público para o palco

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor Gabriel Smaniotto, 23, que chamou a atenção há uma semana ao publicar um vídeo em que aparece no palco se apresentando apenas para os seus pais, realizou um sonho na noite desta sexta-feira (14), ao ser chamado por Marília Mendonça, 23, para cantar junto a ela no palco.

Em parceria, eles cantaram “Flor e o Beija-Flor”, música que Marília canta originalmente com Henrique e Juliano e em ritmo mais calmo.

Emocionado, Smaniotto agradeceu Marília e fez um desabafo em seu perfil no Instagram. “Você acredita em sonhos? Ontem foi um dia que certamente ficará guardado para sempre na minha vida. Quando Marília Mendonça me puxou pela mão para o palco, milhões de pensamentos passavam pela minha cabeça, mas, no fundo, o foco era um: eu amo isso! É isso que eu quero viver!”

O cantor continuou: “Ver todo mundo me apoiando, sorrindo, feliz com aquele momento, me fez o homem mais feliz do mundo. Cantando uma canção que eu já era muito fã, participando com uma ídola, em um rodeio que eu apenas sonhava participar. Às vezes tentamos entender os planos de Deus, mas acho que nesse momento eu deixo nas mãos dele a tentar entender tudo isso.”

Samaniotto ainda disse que esperava poder retribuir o apoio dos fãs, de Deus e de Marília. “O que te impede de sonhar?”, finalizou.

Nos stories, o cantor confessou que “estava bem tenso, um pouco nervoso, foi um momento muito diferente, mas vi que quero isso para a vida”.

“Eu me senti muito bem lá em cima, muito tranquilo e muito em casa. Principalmente pela tranquilidade da Marília”, concluiu.

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luto

Morre Franco Zeffirelli, mestre do cinema italiano, aos 96 anos

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O cineasta italiano Franco Zeffirelli, conhecido por ser um dos principais nomes do cinema estético, faleceu neste sábado (15), aos 96 anos, em sua casa em Roma. De acordo com a imprensa local, o artista sofria “de uma longa doença que se agravou nos últimos meses”.

Mestre do cinema italiano, Franco Zeffirelli se tornou célebre por suas adaptações de clássicos literatura inglesa para o cinema, como “A Megera Domada” (1967), “Romeu e Julieta” (1968), “Jane Eyre” (1996), “Hamlet” (1992), entre outros. Além de vinte longas-metragens, o cineasta, roteirista e produtor também dirigiu mais de trinta peças de teatro e óperas.

Nascido em Florença, em 12 de fevereiro de 1923, Zeffirelli foi fruto de um adultério entre uma estilista e um comerciante de seda. Rejeitado pelas duas famílias, ele concentrou toda a sua energia nas artes e passou a se dedicar desde muito jovem ao teatro e ao cinema.

Aos 13 anos, começou a montar espetáculos em salas de igrejas na capital da Toscana, que não esconde seu orgulho de ser a terra natal de um dos maiores nomes do cinema.

“Jamais quis que esse dia chegasse. Franco Zeffirelli partiu esta manhã. Um dos maiores homens da cultura mundial. Nós nos unimos na dor de seus entes queridos. Adeus, querido Mestre, Florença nunca te esquecerá”, escreveu no Twitter Dario Nardella, o prefeito da cidade natal do artista.

Formado em arquitetura, Zeffirelli começa sua carreira como cenarista de teatro e cinema, antes de se dedicar à atuação. Um encontro com o cineasta italiano Luchino Visconti muda seu destino. O jovem florentino se torna seu protegido e depois seu namorado, em uma relação vulcânica que marcou a carreira de ambos.

Católico fervoroso, a vida de Zeffirelli também é marcada por suas convicções religiosas. Em 1988, lançou uma campanha contra o longa “A Última Paixão de Cristo”, de Martin Scorcese, apresentado em Veneza ao mesmo tempo que seu filme “Toscanini”.

Apesar de homossexual, se opõe aos projetos de legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Itália. Também se torna um dos raros artistas italianos a apoiar Silvio Berlusconi, quando resolve se lançar na política nos anos 1990. Entre 1994 e 2001, Zeffirelli exerce o cargo de senador.

Quase centenário, reconheceu em março de 2019, em uma entrevista ao jornal italiano Corriere Della Sera, o peso da idade. “A velhice é um enorme fardo, mas ainda busco ideias para colocar em prática e isso me ocupa”, afirmou.

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