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CRIME

Cachorro morre com flecha fincada no corpo em Santa Catarina

A polícia realizou rondas pelas proximidades de onde o cão foi encontrado, porém nenhum suspeito foi localizado.

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Cachorro morreu após ser atingido por flecha em Ituporanga — Foto: Reprodução/ NSC TV


Um cão morreu após ser atingido por uma flecha em Ituporanga, no Vale do Itajaí. Segundo a Polícia Militar, na madrugada de quinta-feira (6), o animal foi encontrado pelo tutor com a haste fincada no corpo.

A dona do cachorro disse à polícia que ouviu um latido diferente e saiu de casa para ver o que estava ocorrendo. Ela chegou a ver o animal correndo com a flecha cravada na parte lateral do corpo próximo do pescoço. No entanto, o animal não resisitiu e morreu.

A polícia realizou rondas pelas proximidades de onde o cão foi encontrado, porém nenhum suspeito foi localizado. Diante dos fatos a flecha foi apreendida e o caso será investigado pela polícia.

O suspeito de atirar a flecha pode responder pelo crime de maus-tratos, que prevê pena de três meses a um ano de prisão. Mas, a punição pode ser aumentada de um sexto a um terço já que ocorreu a morte do animal.


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Fonte: G1
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POLÍTICA

Após manifestações, Bolsonaro vê rejeição superar aprovação pela primeira vez, mostra XP/Ipespe

Segundo levantamento, grupo de entrevistados que classifica a atuação do governo como ruim ou péssima chegou a 36% – alta de 5 pontos percentuais em duas semanas

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SÃO PAULO – Uma semana após milhares de brasileiros irem às ruas para protestar contra contingenciamento na educação, o governo Jair Bolsonaro (PSL) tem, pela primeira vez desde o início do mandato, uma avaliação negativa numericamente superior às opiniões positivas.

É o que mostra edição especial da pesquisa XP/Ipespe, realizada entre os dias 20 e 21 de maio. Foram feitas 1.000 entrevistas telefônicas com eleitores de todas as regiões do País.

Segundo o levantamento, o grupo de entrevistados que classifica a atuação do governo como ruim ou péssima chegou a 36%, uma alta de 5 pontos percentuais em comparação com o resultado observado na primeira semana de maio.

Já o nível de ótimo ou bom oscilou 1 p.p. para baixo no mesmo intervalo, passando a 34%. Apesar do viés negativo, o saldo de avaliação está dentro da margem de erro da pesquisa, de 3,2 p.p. para cima ou para baixo.

A série da pesquisa indica um recuo de 6 p.p. nas avaliações positivas de Bolsonaro em relação a fevereiro, seu melhor momento desde que assumiu a presidência. Já as classificações negativas sobre a gestão do pesselista saltaram 19 p.p. desde então.

Considerando a redução de 6 p.p. observada entre os entrevistados que avaliam o governo como regular, é possível que parte significativa deste grupo tenha migrado para a ala dos descontentes.

Outra fatia veio daqueles que preferiam não opinar a respeito em outras pesquisas, grupo que minguou de 11% para 4% entre fevereiro e maio.


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Justiça

STF tem maioria a favor da criminalização da homofobia

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Rosinei Coutinho/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quinta-feira (23) maioria de seis votos a favor da criminalização da homofobia como forma de racismo. Apesar do placar da votação, o julgamento foi suspenso e será retomado no dia 5 de junho.

Até o momento, a Corte está declarando a omissão do Congresso em aprovar a matéria e determinado que o crime de racismo seja enquadrado nos casos de agressões contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) até que a norma seja aprovada pelo Parlamento.

O julgamento começou em fevereiro e foi retomado nesta tarde com as manifestações da ministra Rosa Weber e do ministro Luiz Fux, também favoráveis à criminalização. Com os votos de Weber e Fux, ficou formada a maioria com os votos de Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, além do relator, Celso de Mello.

Em seu voto, Rosa Weber entendeu que a Constituição obrigou o Congresso a aprovar medidas para punir comportamentos discriminatórios, que inclui as condutas direcionadas à comunidade LGBT. Segundo a ministra, o comando constitucional não é cumprido desde a promulgação da Carta Magna, em 1988.

“A mora do Poder Legislativo em cumprir a determinação que lhe foi imposta está devidamente demonstrada. A existência de projetos de lei não afasta a mora inconstitucional, que somente se dá com a efetiva conclusão do processo legislativo”, disse.

Em seguida Fux também concordou com a tese de morosidade do Congresso e afirmou que as agressões contra homossexuais não são fatos isolados. “A homofobia se generalizou, muito embora, quando o STF julgou a união homoafetiva, as cenas de violência explícita homofóbicas diminuíram”, disse.

O caso é discutido na Ação a Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 26 e no Mandado de Injunção nº 4.733, ações protocoladas  pelo PPS e pela Associação Brasileiras de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) e das quais são relatores os ministros Celso de Mello e Edson Fachin.

As entidades defendem que a minoria LGBT deve ser incluída no conceito de “raça social”, e os agressores, punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um e cinco anos de reclusão, de acordo com a conduta.

Na abertura da sessão de hoje, por maioria de votos, a Corte decidiu continuar o julgamento mesmo diante da deliberação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, que aprovou na quarta (22) a mesma matéria, tipificando condutas preconceituosas contra pessoas LGBT.


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tragédia

Morre menina queimada por gasolina de duto da Transpetro

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Morreu hoje (23) no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, na Baixada Fluminense, a menina Ana Cristina Pacheco Luciano, de 9 anos, que teve 80% do corpo queimado no vazamento de gasolina de um duto da Transpetro no Parque Amapá, em Duque de Caxias. Ao dar entrada no hospital, na madrugada de 26 de abril, seu estado de saúde era gravíssimo, segundo boletim médico.

No último sábado, o subsecretário de Defesa Civil de Duque de Caxias, André Xavier, informou à Agência Brasil que a equipe médica chegou a pensar em fazer a transferência da menina para o Hospital Pedro II, especializado em queimaduras, localizado em Santa Cruz, mas diante do quadro clínico não foi possível.

Segundo Xavier, o quadro dela era bem grave, até mesmo para fazer a transferência. “Ela teve queimaduras por gasolina, que é muito forte, como um solvente, pura e concentrada”, disse o secretário. “Caiu na poça de gasolina e broncoaspirou o produto, tendo sequelas internas e externas.”

Mais duas vítimas do vazamento – Olavo Pacífico dos Santos e Antônio Martins da Silva – chegaram a ser internados no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, e receberam alta na manhã do dia seguinte.

Operação

Na época do vazamento, a Polícia Civil investigou a possibilidade de ter ocorrido por criminosos que tentavam roubar combustível do duto. Hoje (23), policiais da Delegacia do Consumidor (DECON) da Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio, desencadearam a operação Sangria Negra, com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar, para cumprir cinco mandados de prisão, expedidos pela Justiça, contra integrantes de uma quadrilha especializada em furto de petróleo.

De acordo com a Polícia Civil, os agentes prenderam quatro pessoas, sendo uma delas policial militar. A ação foi realizada para apurar o furto de petróleo cru, ocorrido no final do ano passado, em oleodutos localizados no município de Silva Jardim,na Baixada Litorânea do Rio.


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SÃO PAULO

Menina de 12 anos é internada por intoxicação após brincar com slime

A garota está em um hospital na zona sul de São Paulo há mais de uma semana

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ISTOCK

Uma criança de 12 anos foi internada em São Paulo com suspeita de intoxicação após manusear o famoso brinquedo slime. A menina está em um hospital na zona sul da cidade há mais de uma semana.

A garota foi internada apresentando vômitos e gastroenterite, segundo a Record TV. Os médicos não encontraram nada de anormal nos exames de sangue da menina, mas começaram a suspeitar da intoxicação após vê-la com o brinquedo.

A mãe da paciente, Cris Pagano, explicou a emissora que a equipe médica realizou novos exames e descobriu que a menina estava sofrendo uma reação alérgica causada por uma substância usada para fazer slime, chamada Boráx.

No Facebook, Cris fez um alerta para outras mães. Ela esclareceu que a filha não bebeu bórax, apenas manipulou a substância para fazer o brinquedo em casa. “Postei para servir de alerta para que não aconteça com outras crianças”, escreveu ela.


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