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Violência

Professora é presa por ameaçar crianças com tesouras em escola nos EUA

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Uma professora da University Preparory High School, na Califórnia, foi presa após vídeos no Instagram mostrarem ela cortando o cabelo de um aluno enquanto cantava o hino americano em sala de aula. As informações são do USA Today.

Policiais comunitários da cidade de Visalia foram chamados até o colégio depois de chamados indicando crianças em perigo por conta de uma professora com um par de tesouras. Margaret Gieszinger, de 52 anos, acabou presa por suspeita de lesão corporal a uma criança. Sua fiança para sua liberação é de 100 mil dólares.

A prisão da professora aconteceu após dois vídeos serem postados no Instagram. Neles, um estudante aparece sentado em uma cadeira, do lado de fora da sala de aula, tendo o cabelo cortado pela professora. Na sequência, ela corta mais um grande pedaço de cabelo sem que a criança veja.

Na sequência, Gieszinger chama outros alunos e tenta pegar um pedaço de cabelo de uma criança para cortar. Apesar dos gritos e da correria dos alunos, a professora continuou cantando o hino americano no corredor da escola. No passado, ela já tinha sido suspensa duas vezes de suas funções, mas os motivos não foram divulgados.

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Fonte: IstoÉ

'COLETES AMARELOS'

França pede a Trump para não se intrometer em assuntos do país

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© Zoubeir Souissi / Reuters

Os serviços de inteligência da França investigam suspeitas de ingerência estrangeira nos protestos do movimento dos “coletes amarelos”, que já parou inúmeras cidades do país para criticar as políticas do presidente Emmanuel Macron.

Segundo informações da imprensa local, o inquérito é conduzido pelo Secretariado-Geral da Defesa e da Segurança Nacional (SGDSN) e apura o papel de perfis ligados a outros países nas redes sociais em tentar amplificar a mobilização popular.

Contas e sites criados para esse fim teriam multiplicado informações e comentários de modo automático, tática já vista em processos eleitorais nos EUA, na Europa e até no Brasil. Os “coletes amarelos” surgiram em protesto contra a alta do preço dos combustíveis, mas logo abarcaram toda a insatisfação social com Macron, que vem batendo recordes negativos de popularidade.

Neste domingo (9), o governo francês também criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pediu para ele não se intrometer em assuntos de outro país. “Eu digo a Donald Trump, mas também Macron diz: Nós não nos metemos nos debates americanos, então nos deixe viver nossa vida de nação”, afirmou o ministro das Relações Exteriores Jean-Yves Le Drian.

“Nós não fazemos considerações sobre a política interna americana e gostaríamos que isso fosse recíproco”, acrescentou. Um dia antes, durante os atos dos “coletes amarelos”, o republicano havia criticado as políticas ambientais da França e dito que os manifestantes gritavam “Queremos Trump!”. (ANSA)

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Funcionário clica em tecla errada e obriga Google a pagar milhões

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Um funcionário da Google cometeu um erro durante um exercício de formação em mercados eletrônicos: clicou na tecla errada. Numa empresa normal, geraria um transtorno fácil de ser revertido. No Google, no entanto, resultará no pagamento de milhões de dólares.

Aquele “pequeno” erro, explica o Financial Times, fez com que, na última terça-feira, um anúncio falso fosse enviado para várias páginas de internet e aplicações.

O anúncio fictício, um retângulo amarelo, ficou disponível durante 45 minutos para internautas dos Estados Unidos e da Austrália.

A empresa, admitindo o erro, anunciou que “qualquer anúncio que tenha sido comprado” e prejudicado pela publicação deste será ressarcido.

Ainda que não tenham falado em valores, analistas financeiros ouvidos pela publicação indicam que um erro deste gênero poderá chegar aos 10 milhões de dólares de prejuízos, dada a dimensão do público alcançado.

O erro aconteceu porque o funcionário em causa deu um passo além do que estava incluído na sua formação. Ainda assim, será responsabilidade da empresa assegurar que este tipo de erro não ocorrerá de novo em exercícios de formação.

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De Três Lagoas

Corpo de brasileira desaparecida é encontrado em praia na Austrália

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corpo da brasileira Criskeila Veloso Gomes, de 21 anos, foi encontrado neste sábado (8), na praia de Queensland, próxima a Brisbane, cidade em que a brasileira morava na Austrália. A jovem estava desaparecida desde o dia 28 de novembro.

A família confirmou ao G1 que recebeu a notícia das autoridades australianas. O consulado brasileiro em Brisbane também confirmou que o corpo de Criskeila foi encontrado.

Segundo informou a família da vítima, que vivem na cidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, o corpo foi encontrado embaixo de uma árvore em posição sentada. As autoridades locais ainda não divulgaram a causa da morte.

Ainda segundo a família da vítima, na segunda-feira(10), será realizada uma necrópsia para verificar a causa da morte e confirmar a identidade da jovem pela arcada dentária.

Relembre o casoA brasileira Criskeila Veloso Gomes, de 21 anos, desapareceu na quarta-feira (28). Segundo o jornal “O Globo”. Ela morava na cidade de Brisbane, no estado de Queensland, costa leste da Austrália, era funcionária de um frigorífico e morava com o namorado australiano.

Criskeila mora na Austrália há dez anos, quando emigrou com a família, que voltou para o Brasil há pouco mais de um ano. Ela tem um irmão que mora na mesma cidade, com quem tinha combinado um almoço antes de desaparecer para comemorar o recém conquistado visto permanente no país.

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SUPERLOTAÇÃO

Boate onde seis morreram na Itália estava 60% acima da capacidade

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© Reuters

A chefe do Ministério Público de Ancona, Monica Garulli, revelou que 1,4 mil ingressos haviam sido vendidos para o show do rapper Sfera Ebbasta na discoteca “La Lanterna Azzurra”, cuja capacidade é de cerca de 870 pessoas. O número de entradas comercializadas é 60% maior que o permitido.

Cinco adolescentes e uma mãe morreram e mais de 100 indivíduos ficaram feridos em uma confusão supostamente provocada por spray de pimenta na madrugada deste sábado (8). Ainda não se sabe exatamente quantas pessoas estavam na boate no momento do show, mas o número de ingressos vendidos e relatos de testemunhas levantam a hipótese de superlotação.

“Os bilhetes vendidos são cerca de 1,4 mil, frente a uma capacidade de cerca de 870 pessoas”, declarou Garulli, que também investiga a causa “geradora da onda de pânico que levou centenas de jovens a tentar sair da discoteca”. “Falou-se de um recipiente de spray urticante”, disse. (ANSA)

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