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"alegou ter sido mordido"

Cadela é baleada por caminhoneiro na Zona Norte de SP e socorrida por PMs

Pintada foi atingida no ombro. Policiais militares levaram animal para hospital particular e pagaram consulta com dinheiro do próprio bolso.

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Caminhoneiro atirou contra cachorro em um terminal de cargas na zona norte de São Paulo Foto: Polícia Militar

Uma cadela foi baleada por um caminhoneiro no Terminal de Cargas, no Parque Novo Mundo, na Zona Norte de São Paulo. A Pintada tem 2 anos e mora nas ruas perto do terminal na Fernão Dias.

Ela foi baleada por um caminhoneiro que alegou ter sido mordido pelo animal. Depois de atirar na cachorra, o caminhoneiro voltou para a cabine do caminhão dele e escondeu a arma usada em outro caminhão.

Um vigilante do Terminal de Cargas contou o ocorrido aos policiais militares que passavam em uma viatura durante um patrulhamento de rotina.

“Logo em seguida nós conseguimos abordar o caminhoneiro, a princípio ele negou, mas nós conversamos com ele e depois ele informou que realmente ele efetuou o disparo no cachorro e informou a equipe onde estava a arma”, contou o PM Henrique Ribeiro.

O Homem foi preso em flagrante e levado para o 73º DP, no Jaçanã.

Socorro

A Pintada levou um tiro que travessou o ombro e foi levada para um hospital veterinário 24 horas. A cadela contou com a solidariedade de policiais que pagaram com dinheiro do próprio bolso o socorro ao animal.

Os PMs desembolsaram R$ 110 com a consulta. O animal não precisou fazer cirurgia, mas está em observação’

“A gente decidiu na hora porque como a gente tinha que dar um jeito na situação o cachorro estava lá ferido, então acho que dinheiro não é tudo”, contou o PM.

Manchinha

O cachorro abandonado, conhecido como Manchinha, que morreu após ter sido resgatado ferido, na semana passada, no estacionamento de um hipermercado em Osasco, na Grande São Paulo, foi vítima de maus-tratos.

Vídeos e fotos que circulam nas redes sociais mostram o animal sendo perseguido por um segurança do Carrefour com uma barra de alumínio. Depois, o bicho aparece mancando e sangrando na pata esquerda.

Em seguida, um funcionário do Departamento de Fauna e Bem-Estar Animal da prefeitura usa um enforcador para imobilizar o cão e leva-lo. O cachorro chegou a ser atendido por veterinários, mas não resistiu e morreu.

As imagens foram gravadas por ativistas e estão sendo compartilhadas nas redes sociais via internet ou aplicativo de celulares. A polícia analisa as imagens. Os ativistas querem cobrar justiça para o que classificam como abuso ao cão praticado pelos empregados do Carrefour e da prefeitura. Outra possibilidade investigada é a de que Manchinha tenha sido atropelado ou envenenado.

Manchinha morreu em unidade da prefeitura de Osasco — Foto: Reprodução/Redes Sociais

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G1

MENTIU

Homem saca arma, faz disparo acidental e atinge a própria esposa, em Cuiabá (MT)

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(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

Uma mulher de 28 anos ficou ferida na madrugada de domingo (20) ao ser atingida por um tiro nas nádegas disparado pelo próprio marido dela. O caso aconteceu no bairro Novo Colorado, em Cuiabá (MT).

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher ainda estava no chão quando a polícia chegou e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Um homem de 43 anos se apresentou como marido da vítima e teria tentado mentir para os policiais, dizendo que tinha passado uma motocicleta pelo local e que o ocupante feito um disparo em direção ao bar e acertado a mulher.

A história dele, porém, foi desmentida por testemunhas, que afirmaram que o homem puxou uma arma da cintura de outro colega e fez um disparo que, acidentalmente, acertou sua mulher.

Quando confrontado, ele confessou que mentiu e afirmou que o tiro foi acidental.

A PM perguntou pelo dono da arma, que, depois do disparo, fugiu do local. Uma equipe chegou a ir até o endereço dele, mas o homem não foi encontrado. A esposa do segundo suspeito, porém, forneceu a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em nome do marido, usada para registrar o caso.

A mulher, vítima da situação, foi socorrida e levada para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, enquanto o marido dela foi para a delegacia.

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VERDE E AMARELO

Manifestantes voltam à Paulista contra Renan na presidência do Senado

O objetivo é pressionar para que o parlamentar não consiga se eleger presidente do Senado

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© Reuters

Movimentos de direita, incluindo o Vem Pra Rua e o Nas Ruas, organizaram uma manifestação contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) neste domingo (20) à tarde, na avenida Paulista, em São Paulo.

O objetivo é pressionar para que o parlamentar não consiga se eleger presidente do Senado, posto que já ocupou duas vezes. Os manifestantes pedem que a votação, no dia 1º de fevereiro, seja aberta – o que poderia afastar votos de parlamentares que não querem se desgastar votando em Renan.

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, porém, suspendeu uma liminar do ministro Marco Aurélio, que determinava votação aberta, e decidiu que a votação deve ser secreta.

“Renan é corrupto, é um rato”, disse Francine Castanho, que levou uma faixa de apoio a Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça. Os manifestantes também inflaram um boneco de Renan vestido de presidiário, à moda Pixuleco, em frente à Fiesp, e estenderam uma faixa ao longo da avenida.

Segundo os organizadores, 400 pessoas participaram do ato – a reportagem estimou cerca de 150 manifestantes.

Assim como nas manifestações contra o PT, a maior parte dos manifestantes vestiam verde e amarelo. Muitas camisetas apoiavam o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Os depósitos suspeitos nas contas do seu filho Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e do ex-assessor Fabrício Queiroz não foram tema de cartazes ou de falas no carro de som.

Questionada pela reportagem sobre as suspeitas contra Flávio, Castanho respondeu: “Quando me explicarem como o filho do Lula (PT) ficou bilionário, a gente conversa”. “Se alguém quiser bater panela contra Queiroz, pode bater, eu não vou.”

Enquanto os manifestantes gritavam “Renan, seu safado, para fora do Senado”, lideranças dos movimentos também foram críticas em relação ao filho de Bolsonaro, alvo de relatório do Coaf, órgão de combate à lavagem de dinheiro. A pedido de Flávio, atual deputado estadual do Rio e eleito senador, o STF suspendeu a investigação até que o ministro Marco Aurélio, relator do caso, decida a competência da corte.

“Óbvio que o Vem Pra Rua quer que as investigações prossigam, nosso pilar é o combate à corrupção”, diz Renato Sella, da organização. “Mas até a eleição no Senado, temos que insistir com esse problema enorme chamado Renan Calheiros. Depois vamos debater institucionalmente como vai ser exigido e trabalhado [o caso Queiroz]”, completou.

O movimento pretende divulgar o voto de cada senador e, assim, incentivar que a população faça pressão em cada um, via telefone ou redes sociais, para que não votem em Renan.

Rogério Chequer, ex-líder do Vem Pra Rua e que concorreu ao governo de São Paulo pelo Partido Novo, esteve na manifestação, falou contra Renan e cobrou explicações de Bolsonaro.

“Tem que apurar todos os detalhes e está na hora do presidente se posicionar em relação a isso, se colocar de forma neutra com relação ao desfecho, ou ele perde a coerência. Isso não cheira bem”, disse à reportagem.

Já Luísa Raiol, presidente do grupo Fiscais da Nação, respondeu “foda-se” quando a reportagem perguntou sobre Flávio.

“Não somos da turma dos petralhas, não aceitamos que fale mal de Bolsonaro e da família de Bolsonaro”, disse, classificando o presidente de pessoa com “caráter, princípio e noção administrativa”.

“Estão fazendo isso para desestabilizar. Mas se investigar e tiver alguma coisa, lá na frente, que ele seja chamado. Agora não”, relativizou.

Junto com Dorival Nunes, vice do movimento, listou suspeitas sobre filhos do Lula, sobre financiamento do BNDES a Angola e Cuba e sobre a ditadura na Venezuela. “E o resto? E o Renan? É peça-chave da velha política”, disse. O senador já foi alvo de 18 inquéritos no STF e é citado com frequência em delações da Lava Jato – nove casos foram arquivados.

Djalma Rocha, morador da periferia, vestia uma camisa de “bolsominion”. “Gastei R$ 3 mil com material de campanha para Bolsonaro e ele nem sabe que eu existo”, conta. Ele vê motivação política na investigação das contas de Flávio e Queiroz. “Só tem petista no Ministério Público do Rio, o Coaf é de esquerda.”

E também relativiza: “não pode ter político de estimação, se investigar e tiver errado, tem que punir”.

No carro de som, Ramiro Cruz, uma liderança da greve dos caminhoneiros, dizia que “não é porque vencemos a eleição que podemos parar”. “A mídia, o lado de lá, está em constantes conchavos tentando derrubar o lado que se sagrou vencedor.” Chamando a imprensa de suja, disse que nenhum veículo noticiaria a manifestação deste domingo.

Os líderes da manifestação, a princípio, não quiseram deixar a reportagem subir no carro de som para fotografar quando a reportagem se identificou. Depois, autorizaram.

Alguns manifestantes chamaram a Folha de S.Paulo de jornal lixo ao serem abordados. “Por que eu estou falando com um panfleto comunista?”, questionou um homem que vestia uma camisa com o nome de Bolsonaro e dos filhos.

Sobre as suspeitas do Coaf, disse haver “uma vontade de fazer difamação, porque Bolsonaro vai cortar privilégios e está tendo uma retaliação”.

Os movimentos organizam nova manifestação contra Renan no próximo domingo (27), na avenida Paulista. Com informações da Folhapress.

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ESTIMATIVA

Mercado prevê inflação de 4,01% e alta de 2,53% no PIB para este ano

Previsão é de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC)

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© iStock

A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 4,01% este ano. Essa é a previsão de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) todas as semanas sobre os principais indicadores econômicos.

Na semana passada, a projeção para o IPCA estava em 4,02%. A estimativa segue abaixo da meta de inflação (4,25%), com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, este ano.

Para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%, há 81 semanas seguidas. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%.

A meta de inflação é 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

O BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcançar a meta da taxa inflacionária.

De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e continuar a subir em 2020, encerrando o período em 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022.

O Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

O mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia, este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,57% para 2,53%. Para o próximo ano, a expectativa subiu de 2,50% para 2,60%. Em 2021 e 2022, a projeção segue em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar caiu de R$ 3,80 para R$ 3,75 no final deste ano. Para 2020, a previsão passou de R$ 3,80 para R$ 3,78. Com informações da Agência Brasil.

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POLÍTICA

Filho de Bolsonaro comprou R$ 4,2 mi em imóveis em 3 anos

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© Alerj

Registros obtidos em cartórios mostram que o então deputado estadual e hoje senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) adquiriu em três anos, de 2014 a 2017, dois apartamentos em bairros nobres do Rio de Janeiro, ao custo informado de R$ 4,2 milhões.

Em parte das transações, o valor registrado pelos compradores e vendedores é menor do que aquele usado pela prefeitura para cobrança de impostos.

O período da aquisição dos imóveis pelo filho de Jair Bolsonaro é o mesmo em que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) teria detectado movimentação de R$ 7 milhões nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, segundo reportagem do jornal O Globo publicada neste domingo (20).

O ex-motorista é investigado sob suspeita de ser o pivô de um esquema ilegal de arrecadação de parte dos salários de servidores do gabinete, prática conhecida como rachadinha.

Flávio começou na vida pública em 2002, tendo como único bem na época um Gol 1.0, segundo sua declaração de bens.

Em outro relatório, divulgado pelo Jornal Nacional, da TV Globo, sobre movimentações atípicas na conta do filho do presidente, o Coaf identificou um pagamento de R$ 1.016.839 de um título bancário da Caixa – a análise considerou movimentações que ocorreram entre junho e julho de 2017. Segundo a reportagem, o órgão não conseguiu identificar a data exata e o beneficiário.

De acordo com os documentos obtidos em cartórios, Flávio registrou em junho de 2017 a quitação de uma dívida com a Caixa no valor aproximado de R$ 1 milhão para aquisição de um dos apartamentos que comprou, no bairro das Laranjeiras. Segundo dados de uma das escrituras, o débito foi pago em 29 de junho daquele ano.

Segundo informações cartoriais, Flávio comprou o imóvel na planta, por valor declarado de R$ 1,753 milhão.

Ele se desfez do bem em 2017, quando fez uma permuta, recebendo em troca uma sala comercial na Barra da Tijuca e um apartamento em na Urca, além de R$ 600 mil em dinheiro para completar o negócio. Na escritura, o imóvel dado por ele tinha passado a valer R$ 2,4 milhões.

O novo bem, na Urca, teve valor registrado de R$ 1,5 milhão.

Outro apartamento adquirido pelo senador eleito entre 2014 e 2017 foi um na Barra da Tijuca, pelo valor de R$ 2,55 milhões.

Para a compra, ele também teve de pegar uma espécie de empréstimo, dessa vez com o banco Itaú, pelo valor de R$ 1,074 milhão.

O apartamento fica em uma das regiões mais nobres do bairro, na avenida Lúcio Costa, de frente para a praia, próximo do condomínio em que o pai tem casa.

Em sintonia com a constante movimentação de imóveis da qual participa, Flávio declarou em 2018 ter só o apartamento da Lúcio Costa e a sala na Barra, o que sinaliza venda ou outro tipo de transação no da Urca.

A Folha de S.Paulo revelou em janeiro de 2018 que o presidente Jair Bolsonaro, à época deputado federal e pré-candidato, e seus três filhos que exercem mandato multiplicaram o patrimônio na política.

Com base em pesquisas cartoriais, a reportagem mostrou que até aquele mês eles eram donos de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões, a maioria em pontos altamente valorizados do Rio, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca.

A Folha de S.Paulo também mostrou em janeiro do ano passado que Flávio havia negociado ao menos 19 imóveis nos nos últimos 13 anos.

A maior parte são 12 salas do Barra Prime, um prédio comercial. Todas foram vendidas para a MCA Participações, empresa que tem entre os sócios uma firma do Panamá. Ela adquiriu as salas de Flávio em novembro de 2010, 45 dias depois de o deputado ter comprado 7 das 12 salas.

O senador eleito passou a ser protagonista da dor de cabeça do governo após a revelação das movimentações de Queiroz.

Quase um mês depois, agora ele é também foco do Ministério Público e demais autoridades.

O relatório sobre movimentações de Flávio mostra que ele recebeu em sua conta bancária 48 depósitos em dinheiro entre junho e julho de 2017. Os 48 depósitos em espécie foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj sempre no valor de R$ 2.000.

O levantamento de dados pelo Coaf motivou reclamação do senador eleito ao STF (Supremo Tribunal Federal). Na semana passada, a corte suspendeu a investigação que envolvia Queiroz e Flávio.

A reportagem enviou perguntas ao advogado e à sua assessoria no final da tarde e início da noite deste domingo (20), mas não obteve resposta. Com informações da Folhapress.

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