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Cuiabá

Estudante é indiciado por estuprar cadela, filmar e divulgar o vídeo

Estudante foi indiciado por associações criminosas e maus-tratos de animais
Fabricio Oliveira

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A investigação sobre o caso do estudante universitário preso em Cuiabá (MT), no ano de 2017, acusado de estuprar uma cadela, filmar a cena e compartilhar nas redes sociais, foi concluída pela Policia Civil. Ele ele foi indiciado, sexta-feira passada (30), por associações criminosas e maus-tratos de animais.

O investigado, atualmente, está morando fora do Brasil e o inquérito policial foi entregue para a Justiça Estadual – na Vara Especializada do Meio Ambiente-, com cópia dos autos para a Polícia Federal, para conhecimento e providências necessárias.

À época, as imagens de sexo com a cadela geraram indignação na sociedade local e até mesmo no exterior. “Os milhares de comentários feitos nas redes sociais demonstraram extrema aversão à prática delitiva, galgando dimensão internacional”, explica o delegado que presidiu o inquérito, Gianmarco Paccola Capoani.

O delegado ainda pontua que várias Organizações Não Governamentais (ONGs) emitiram, para a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), notas de repúdio.

No decorrer das investigações foram realizadas perícias em animais que estavam nas casas do indiciado e de seus pais e em um aparelho celular. Três animais que pertenciam ao suspeito foram resgatados e encaminhados para entidades protetoras de animais para os devidos cuidados.

Repercussão

Durante a apuração, a Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema) recebeu incentivos ao trabalho por meio de milhares de assinaturas digitais de protetores de animais e ONGs.

Os manifestos chegaram de várias partes do Brasil e dos países África do Sul, Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Bolívia, Canadá, Chile, Cingapura, Coréia do Sul, Colômbia, Costa do Marfim, Equador, EUA, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Itália, Israel, Japão, Líbano, Luxemburgo, Holanda, México, Noruega, Nova Caledônia, Polônia, Portugal, Reino Unido, Republica Tcheca, Romênia, Rússia, Suécia, Suíça, Uruguai.

Fuga e revolta da sociedade

Na investigação, a Policia Civil colheu interrogatório do suspeito, após ele ter a prisão temporária decretada. A conduta dele gerou revolta social, tanto que, no dia 20 de abril de 2017, no bairro Pedra 90, em Cuiabá, o automóvel conduzido pelo pai do suspeito recebeu tijoladas.

“Tal fato, embora criminoso também, confirmou algumas ameaças que circularam no bairro Pedra 90, no sentido de que ‘seria questão de honra’ eliminar o rapaz da localidade, pois seria um potencial estuprador de animais e pessoas”, pontuou o delegado.

Também foram confirmados fortes indícios de que a casa onde o suspeito morava foi invadida e do imóvel retirados dois cães e um televisor, dentre outros objetos.

Em razão de potencial risco de crime de homicídio a ser consumado contra o investigado, a representou pela prisão temporária do estudante, junto à

Vara Especializada do Meio Ambiente, da Comarca de Cuiabá, a qual expediu o mandado no dia 24 de abril de 2017, tendo sido cumprido no mesmo dia.

Interrogatório

Em interrogatório na delegacia, após sua prisão, o suspeito esclareceu que tinha uma afinidade com essas “situações” e que passou a fazer parte de um grupo de WhatsApp, exclusivamente montado para a prática de envio de fotos e vídeos de zoofilia (pessoas que têm atração e fazem sexo com animais).

Ele destacou que muitos números que integram o grupo são de pessoas estrangeiras. O suspeito contou que havia sido pressionado por um membro do grupo a produzir um vídeo e enviar por meio de mensagem do aplicativo, alegando que ele já possuía muitas informações e nunca tinha “mandado nada”.

O suspeito disse que ficou receoso e saiu do grupo, tendo no dia seguinte sido novamente adicionado em outro grupo, pela mesma pessoa que exigia o vídeo. Após esse fato, passados aproximadamente cerca de 40 dias, o suspeito praticou o ato com sua cadela, filmou e encaminhou no grupo.

Indagado sobre o aparelho celular utilizado para filmar o animal, o universitário explicou que foi devolvido ao antigo dono, o qual havia perdido o aparelho. “A versão apresentada pelo suspeito, embora parcialmente discrepante com outros indícios colhidos, apresentou certa coerência nos autos até o presente momento”, destacou o delegado.

As evidências apontam que efetivamente as cenas criminosas com a cadela foram filmadas no banheiro da casa do suspeito, bem como concluiu que o animal apreendido (Branquinha) é o mesmo que está nas cenas do crime.

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Fonte: o livre
Anunciante

tentativa de homicídio

PM de Birigui prende em flagrante envolvidos em disparo de arma de fogo

Alex Mesmer

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Imagem Ilustrativa

A Polícia Militar de Birigui deteve dois homens acusados de envolvimento em uma tentativa de homicídio por disparo de arma de fogo.

A vítima foi atingida na perna. O fato ocorreu no final da noite de segunda-feira (18) em um bar no Jardim Flamengo.

Após o crime, a PM foi acionada e a equipe do tenente Monteiro e cabo Jordão, apoiada pelos cabos Tavares e Januário, chegou aos suspeitos, que haviam fugido em um Vectra Preto.

Os acusados foram apresentados no plantão permanente da Polícia Civil de Birigui.

Acompanhe os detalhes com o Tenente PM Monteiro:

Por Marilene Gonçalves para o Regional Press

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investigação

Mãe de jovem morto em supermercado nega versão de segurança

Alex Mesmer

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Segurança imobiliza jovem em supermercado (Reprodução)

A mãe do jovem de 19 anos morto por sufocamento no supermercado Extra, no Rio de Janeiro, depôs nesta terça-feira (19) à polícia e negou que o filho tenha tentado pegar a arma do segurança.

Dinalva de Oliveira disse na Delegacia de Homicídios (DH) que, em nenhum momento, Pedro Henrique Gonzaga fez menção de pegar o armamento do segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio, na última quinta-feira (14).

Dinalva chegou às 15h45, junto com seu advogado, Marcello Ramalho, e não falou com a imprensa. Visivelmente abalada e chorando, ela entrou direto na delegacia, na Barra da Tijuca, onde foi ouvida pelo delegado Antônio Ricardo. O relato do depoimento foi feito à imprensa por Ramalho, na calçada em frente ao prédio da DH.

“Ela está bastante abalada com isto que ocorreu. Estamos confiantes no trabalho da Polícia Civil, que deverá levar esta conduta para homicídio doloso”, disse o advogado, refutando a informação de que o jovem tenha tentado pegar a arma do vigilante. “Isto não existiu, em momento algum. Ele passou mal, correu, o segurança promoveu a imobilização e aplicou uma técnica de execução”.

O advogado considerou que os demais vigilantes que assistiram à cena sem intervir devem ser indiciados como participante de homicídio doloso.

“Eles agiram com dolo. Aquele elemento que promove uma constrição no pescoço da vítima está ciente de que ela estava desacordada, em um processo de asfixia mecânica, de desfalecimento. Eles deveriam agir para cessar aquela ação ilícita de seu companheiro de trabalho”, disse Ramalho.

Supermercado Extra

O Supermercado Extra divulgou nota informando que rescindiu hoje contrato com a empresa de segurança. “A empresa [Extra] tem total interesse na apuração integral dos fatos e está colaborando plenamente com as investigações, pautando-se pelos princípios da lealdade e busca total da verdade. O Extra reitera que se solidariza com os familiares de Pedro Henrique de Oliveira Gonzaga, já estando inclusive à disposição para um contato no tempo que considerarem adequado.”

Nesta quarta-feira (20), o segurança Davi Ricardo e os demais seguranças que participaram do ocorrido deverão prestar depoimento.

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violência

Motorista de aplicativo é agredida por taxista em Araçatuba

Alex Mesmer

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Local onde ocorreu a agressão, no centro de Araçatuba (Foto: Google Maps)

Uma motorista de aplicativo procurou a polícia para denunciar agressões verbais e físicas sofridas por ela, nesta terça-feira (19), em Araçatuba. Conforme boletim de ocorrência, o acusado é um taxista que tem ponto no centro da cidade.

Segundo a vítima, a agressão ocorreu na rua Princesa Isabel, a poucos metros do calçadão, no centro de Araçatuba. A motorista foi até uma farmácia para pegar uma passageira e conta que, enquanto aguardava, foi abordada pelo motorista de táxi.

Segundo a moça, o acusado a xingou e ofendeu e depois partiu para agressão física. Populares acionaram a Polícia Militar que atendeu a ocorrência no local da agressão. A motorista informou que vai processar o agressor. O taxista não foi localizado para comentar o fato.

Na tarde de hoje, a ATAPP (Associação dos Motorista de Aplicativos de Araçatuba e Região), emitiu uma nota sobre o caso de violência.

Veja a íntegra

NOTA DE REPÚDIO

Nós diretores e associados da ATAPP – Associação dos Motoristas de Aplicativos de Araçatuba e Região, REPUDIAMOS a atitude lamentável de um taxista contra a Sra. F. R., motorista de aplicativo da cidade de Araçatuba, que no dia de hoje (19.02.2019) foi agredida fisicamente e verbalmente pelo motorista de táxi, na qual a mesma estava fazendo apenas seu serviços por aplicativo atendeu o usuário que solicitou a chamada. A ATAPP acionou de imediato o Depto. Jurídico, na qual irá tomar as medidas cabíveis sobre o ocorrido. Lamentamos este tipo de atitude que nos assombra, pois somos uma categoria de pessoas honestas, trabalhadoras, que levamos o sustento aos nossos lares, que sempre presamos pelo respeito a diversidade, independente do gênero, raça, opção sexual, religião, idade, classe social. Os usuários são pessoas e todas as pessoas merecem ser tratadas com o máximo respeito. E também zelamos pela nossa integridade física e condições melhores de trabalho e segurança.

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COVARDIA

Funileiro embriagado agride violentamente a esposa e o filho

Fabio Shiz

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Um funileiro de 53 anos está sendo acusado de ter um ataque de fúria, bêbado, e agredir violentamente a esposa, de 55 anos, e o filho, de 27 anos, em Araçatuba. Ele chegou a jogar um engradado de cerveja contra as vítimas, e jogar a esposa batendo várias vezes o tórax dela contra o chão.

Apesar do fato ter ocorrido no final da tarde de domingo, apenas ontem as vítimas procuraram a polícia. De acordo com mãe e filho, o pai chegou embriagado em casa, no bairro Boa Vista. O filho precisava sair com o carro para trabalhar e o funileiro se negou a entregar a chave. Houve uma discussão e o pai passou a agredir o filho a socos e o agarrou, rasgando sua roupa.

A mulher tentou intervir e foi derrubada no chão. Conforme o boletim de ocorrência, o funileiro derrubou sua mulher e depois passou a bater o tórax dela contra o chão. Assustadas, as vítimas fugiram de casa e dormiram em casas de parentes. Nesta segunda-feira registraram boletim de ocorrência, informando inclusive que não é a primeira vez que o homem os agride.

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