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Urgente

Homem é baleado em boate na madrugada deste domingo, em Araçatuba

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Um homem de 25 anos foi baleado, na madrugada deste domingo (2), em uma casa noturna de Araçatuba. A vítima foi internada na Santa Casa com ferimentos nas costas e no queixo.

Ele não corre risco de morte. Nome não havia sido divulgado até a publicação desta notícia.

Conforme as primeiras informações, o crime ocorreu em uma boate onde a vítima seria segurança. O local fica na rua Santo Onofre, zona rural da cidade.

Segundo boletim de ocorrência, o vigia estava na frente da casa noturna quando foi surpreendido por dois homens em uma moto. Após os tiros, a dupla fugiu em alta velocidade. A vítima, que alegou à polícia não conhecer os atiradores, foi socorrida pela equipe do Samu.

Testemunhas ouvidas pela polícia disseram que a vítima tem rixas com algumas pessoas.  O vigia trabalha há pouco tempo na boate. O caso é investigado pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais).

 

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Investigação

Atirador de Campinas é identificado. Polícia apura motivação

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O homem que atirou contra fiéis na Catedral Metropolitana de Campinas, em São Paulo, foi identificado como Euler Fernando Gandolfo, analista de sistemas, de 49 anos. De acordo com o delegado José Henrique Ventura, o atirador não tinha nenhuma passagem pela polícia.

Ao realizar buscas no interior da igreja, as autoridades encontraram a mochila do invasor, que abriu fogo contra os fiéis após uma missa: quatro pessoas morreram e quatro ficaram feridas. Euler se matou em seguida.

Segundo o delegado, o homem não portava os documentos. Na mochila, não foi encontrada nenhuma carta ou qualquer pista sobre a motivação do crime. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do suspeito é de Valinhos, município do interior de São Paulo que já foi um distrito de Campinas.

De acordo com o comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar (PM) de Campinas, major Augusto, o atirador sabia utilizar a munição como alguém treinado.

“A forma com que ele manuseava a arma indica que tinha algum tipo de treinamento”, explicou o militar. Os investigadores revelaram que Euler usou ao menos duas armas: uma pistola e um revólver, ambos .38. Testemunhas disseram ter ouvido ao menos 20 disparos no local.

A polícia acredita que o atirador tenha agido sozinho e, agora, está em busca da motivação do ataque. “Com a identificação dele, vamos, então, investigar a motivação. Agora há pouco é que nós levantamos que uma mochila deixada continha os documentos dele, pois ele não portava nenhum documento”, afirmou o delegado Ventura.

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Homem invade Catedral de Campinas, mata quatro e tira a própria vida

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ATAQUE

Atirador de Campinas é identificado. Polícia apura motivação

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REPRODUÇÃO/FACEBOOK

O homem que atirou contra fiéis na Catedral Metropolitana de Campinas, em São Paulo, foi identificado como Euler Fernando Gandolfo, analista de sistemas, de 49 anos. De acordo com o delegado José Henrique Ventura, o atirador não tinha nenhuma passagem pela polícia.

Ao realizar buscas no interior da igreja, as autoridades encontraram a mochila do invasor, que abriu fogo contra os fiéis após uma missa: quatro pessoas morreram e quatro ficaram feridas. Euler se matou em seguida.

Segundo o delegado, o homem não portava os documentos. Na mochila, não foi encontrada nenhuma carta ou qualquer pista sobre a motivação do crime. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do suspeito é de Valinhos, município do interior de São Paulo que já foi um distrito de Campinas.

De acordo com o comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar (PM) de Campinas, major Augusto, o atirador sabia utilizar a munição como alguém treinado. “A forma com que ele manuseava a arma indica que tinha algum tipo de treinamento”, explicou o militar. Os investigadores revelaram que Euler usou ao menos duas armas: uma pistola e um revólver, ambos .38. Testemunhas disseram ter ouvido ao menos 20 disparos no local.

A polícia acredita que o atirador tenha agido sozinho e, agora, está em busca da motivação do ataque. “Com a identificação dele, vamos, então, investigar a motivação. Agora há pouco é que nós levantamos que uma mochila deixada continha os documentos dele, pois ele não portava nenhum documento”, afirmou o delegado Ventura.

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Assassinatos na catedral

‘As pessoas estavam rezando’, diz guarda de Campinas

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Policiais e curiosos após tiroteio na Catedral de Campinas nesta terça (11) - Foto: Reprodução/ WhatsApp

Um homem invadiu a Catedral Metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo, durante uma missa e disparou contra fiéis, matando ao menos quatro pessoas.

Segundo o portal “G1”, o agressor se suicidou perto do altar. A polícia investiga as motivações do crime e a identidade do responsável pelos disparos.

“As pessoas estavam rezando na igreja, com um terço nas mãos, e ele entrou disparando”, contou um guarda municipal à “Globo News”.

O atirador estava armado com uma pistola e um revólver calibre 38, e uma imagem que circula nas redes sociais o mostra já morto, vestido de camiseta azul e calça jeans.

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Barbárie

Criança indígena é assassinada em aldeia com um socador de pilão

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Imagem Ilustrativa

Uma criança indígena de nove anos foi assassinada no último domingo (09) dentro da Aldeia Khikhatxi, município de Querência (970 km de Cuiabá). O suspeito, ainda não identificado, utilizou um socador de pilão para cometer o crime.

O caso foi registrado no mesmo dia do crime por uma enfermeira que trabalha no polo de aldeias Wawi. Ela foi chamada pelo irmão da vítima, por volta das 16h30 do domingo, que pediu socorro afirmando que a irmã estava passando mal.

A menina foi identificada como Ngaimberi Tapaiuna Suya. Ao ir com o irmão até a residência da família, a enfermeira encontrou a menina no colo da mãe, sangrando pelo lado esquerdo da boca.

Conforme o boletim de ocorrência, ela perguntou ao irmão da criança se ela teria caído, mas o garoto negou, relatando que outro indígena poderia ter batido nela com um socador de pilão, que foi encontrado sujo de sangue e com alguns cabelos.

A enfermeira pegou a menina, colocou em um carro e acionou a ambulância municipal de Querência, informando que estava indo ao encontro do veículo de socorro. Porém, Ngaimberi morreu antes mesmo de chegar ao hospital municipal.

Na unidade médica, uma enfermeira relatou à polícia ter encontrado vestígios de espancamento na criança. Segundo a Polícia Judiciária Civil, que está investigando o caso, foram encontradas outras lesões no corpo da índia.

A Funai está auxiliando a Polícia Judiciária Civil na investigação do caso, que está sob responsabilidade do delegado Michel Mendes Paes. A Funai está intermediando a entrada da Polícia Civil na aldeia.

No momento, a PJC aguarda o laudo do exame necroscópico, que indicará as causas oficiais da morte. As informações são do jornal O Livre.

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