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EUA

Professor dá socos em aluno de 14 anos após ouvir suposta ofensa racial

Segundo imprensa americana, aluno se recusou a sair da sala de aula e proferiu frases racistas ao professor, que reagiu com uma série de socos.

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Professor dá socos em aluno em sala de aula. — Foto: Reprodução

Em uma escola de ensino médio da Califórnia, nos Estados Unidos, o professor de música Marston Riley, de 64 anos, socou um aluno, de 14, na última sexta-feira (2). A emissora CNN divulgou o vídeo que mostra trechos na briga, ocorrida dentro da sala de aula, em frente aos demais estudantes da turma.

Jovens da Maywood Academy High School relataram à imprensa estrangeira que o conflito começou quando o docente pediu para que o aluno se retirasse, já que não trajava o uniforme escolar apropriado. Ele teria se recusado a sair da sala e, em seguida, proferido uma série de ofensas raciais para atingir o professor, que é negro.

Alunos tentam apartar briga, mas não conseguem. — Foto: Reprodução

Diante disso, Riley agrediu o aluno fisicamente. Alguns colegas tentaram apartar a briga, mas não conseguiram conter o docente e impedir os diversos socos.

O aluno foi levado ao hospital com ferimentos leves e posteriormente liberado. Já o professor foi preso por abuso à criança e solto no dia seguinte. O julgamento está marcado para o dia 30 de novembro.

Em nota, o distrito onde se localiza a escola americana afirmou que “lamenta o ocorrido” e que “é contrário à violência e à intolerância”.

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Fonte: G1

LEGALIZAÇÃO

Canadá, o país onde a maconha está em falta após ser legalizada

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Em foto de 20 de abril de 2016, mulher agita bandeira com folha de maconha, inspirada na bandeira do Canadá, durante celebração do Dia Nacional da Maconha, em Ottawa — Foto: Chris Roussakis/AFP

A maconha passou a faltar em lojas do Canadá desde o primeiro dia de legalização, há um mês.

O canadense James Burns, por exemplo, estava confiante de que sua empresa tinha produto suficiente nas prateleiras de suas cinco novas lojas de cannabis para dar conta da demanda, mesmo tendo recebido apenas metade do que encomendara do fornecedor.

Praticamente sem estoque, entretanto, ele tem colocado funcionários para acessar o site do governo que reúne os fornecedores licenciados nas primeiras horas da madrugada para conseguir pegar as raras novas levas de produtos assim que estiverem disponíveis. E está considerando diminuir o horário de funcionamento das lojas.

Burns é CEO da Alcanna, dona de lojas de bebidas no Canadá e nos EUA e agora de lojas de maconha na província de Alberta.

“Enquanto havia produto para encomendar, estávamos pegando grandes quantidades”, afirma Burns. “Mas, óbvio, quando há falta de abastecimento, não importanta o quão grande é sua empresa, simplesmente não há nada que você possa fazer.”

Na província de Newfoundland, Thomas Clarke foi um dos primeiros vendedores a distribuir a droga legalmente, a partir da meia-noite do dia 17 de outubro.

Ele vendeu tudo no primeiro dia e ficou sem estoque por ao menos uma semana.

Desde então, conseguiu abastecer parte das prateleiras, mas diz que não consegue encomendar exatamente o que precisa do fornecedor.

“São eles que dizem o quanto vão me mandar e quais produtos, então eu definitivamente não pego tudo o que quero”, diz ele.

“Mas eu consegui o suficiente para não esgotar.”

No Québec, as lojas da Société Québécoise du Cannabis atualmente só abrem de quinta a domingo devido à restrição de estoque.

“Achamos que nossos fornecedores vão conseguir suprir a demanda na próxima primavera, mas, até lá, ainda podemos ter faltas”, diz Linda Bouchard, porta-voz da loja.

A província de New Brunswick teve 12 das 20 lojas brevemente fechadas por falta de abastecimento.

Em nota, a agência regional responsável pela venda de cannabis disse que encomendou um grande estoque para abastecer as lojas, mas recebeu apenas 20% ou 30% do pedido.

“Vendedores ao redor do país estão passando por uma situação parecida.”

Novo setor após um século de proibição

Um relatório publicado no início de outubro pelo Instituto CD Howe, um think tank de Toronto, estimava que o estoque legal da droga iria dar conta de cerca de 30% a 60% da demanda total nos primeiros meses de legalização.

Mas especialistas do setor dizem que a escassez é pior do que se esperava.

“Todo muito sabia que iria faltar produto”, diz Burns. “Mas não tão rápido e não tanto.”

Patrick Wallace, dono da loja Waldo 420 em Alberta, diz que deve demorar cerca de 18 meses até que a produção dê conta da demanda.

A agência Health Canada, que autoriza as licenças para os produtores da planta cannabis, diz que trabalhou intensamente nos primeiros meses antes da legalização para aumentar o número de fornecedores legais. A agência pede paciência.

“É importante lembrar que a legalização no dia 17 de outubro veio após quase um século de criminalização, e foi o lançamento e regulação de um um novo setor inteiro no nosso país”, disse a agência, em nota.

Centenas de pessoas aguardam em fila para comprar maconha em loja do governo em Montreal, no primeiro dia de liberação da substância para uso recreativo no Canadá, na quarta-feira (17) — Foto: Ryan Remiorz/The Canadian Press via AP

“E como qualquer nova indústria onde há demanda considerável, esperamos que haja épocas em que os estoques de alguns produtos fiquem baixos e, em alguns casos, acabem.”

Sobre preocupação de que a escassez empurre consumidores de volta para o mercado negro, o governo federal diz que acabar com os fornecedores ilegais vai levar um tempo – assim como foi nos Estados americanos que legalizaram o produto.

Também há relatos de falta de maconha medicinal, que é legal no Canadá desde 2001.

A Health Canada diz que trabalha com grupos de pacientes e com a indústria da maconha para entender quais produtos ou variedades estão faltando mais.

E acrescentou que espera que “vendedores autorizados tomem medidas razoáveis para garantir que pacientes registrados continuem a ter acesso aos produtos que precisam para fins médicos”.

O Instituto Angus Reid, fundação para pesquisas sem fins lucrativos, publicou uma pesquisa indicando que um em cada oito canadenses usaram maconha desde a legalização.

A Health Canada diz que produtores distribuíram mais de 14,6 mil kg de cannabis seca e 370 litros de óleo da planta até o momento e informaram um estoque de mais de 90 mil kg de produto seco e 41 mil litros de óleo.

Vic Neufeld, presidente da Aphria, uma das maiores produtoras legais do Canadá, disse à BBC que eles tiveram um gargalo na cadeia de distribuição.

“É como uma avenida de cinco faixas convergindo para uma rua de uma faixa só”, ele ilustra.

A demora para conseguir os selos de imposto e outras questões causadas por mudanças de última hora nas exigências de rotulação também contribuíram para reduzir a velocidade de distribuição, além da demanda maior do que o esperado, diz o empresário.

Neufeld espera, contudo, que os problemas estejam resolvidos até o início de 2019 e afirma que sua empresa aguarda no momento por algumas autorizações da Health Canada que lhes permitirão ser “mais rápidos, ágeis e eficientes”.

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CLIMA

Primeira nevasca da temporada causa mortes na costa leste dos EUA

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Carro saiu da rodovia 684, em Nova York, após nevasca na quinta-feira (15) — Foto: Frank Bacerra Jr./The Journal News via AP

A primeira tempestade de neve da temporada na costa leste dos Estados Unidos causou acidentes que deixaram 8 mortos. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Em Nova Jersey, 700 voos foram cancelados e deixaram o aeroporto cheio de passageiros. Outras 5 mil rotas atrasaram. O transporte público de Nova York foi duramente afetado. A espera por trens e ônibus chegou a durar horas.

A neve e a chuva gelada também causaram o fechamento de escolas. Mais de 400 mil pessoas ficaram sem energia elétrica.

Caos em Nova York

De maneira inesperada, a cidade de Nova York foi atingida pela neve, deixando pessoas presas no trânsito e causando diversos transtornos.

Apesar de ser modesta para os padrões da cidade, a tempestade paralisou a rede de transporte público que atende Nova York e seus subúrbios e até forçou algumas crianças de Nova Jersey a pernoitarem em suas escolas.

“Claramente, poderíamos ter feito melhor e faremos melhor”, disse o governador de Nova Jersey, Phil Murphy.

Visitantes no Memorial de 11 de Setembro observam obra sob neve e chuva, em Nova York, na quinta-feira (15) — Foto: Bebeto Matthews/AP Photo

O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, prometeu uma “revisão completa”. “Estamos todos descontentes com o que aconteceu”, disse ele.

A tempestade, que antes havia atingido o sul e o meio-oeste, varreu a área metropolitana de Nova York pouco antes da noite da quinta-feira, antes de seguir para o norte em direção à Nova Inglaterra durante a noite.

Os totais de neve eram modestos na maioria dos lugares – 15 ou 18 centímetros -, mas inesperado para o dia e milhares de colisões de carros em baixa velocidade levaram a um impasse que dificultou a passagem dos arados para remover a neve.

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ACIDENTE

Protestos contra Macron deixam um morto e centenas de feridos na França

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© Stephane Mahe/Reuters

Um manifestante morreu e centenas ficaram feridos na manhã desse sábado (17), na França, depois de ser atropelado durante um protesto nacional realizado pelo movimento dos “coletes amarelos”, informou o ministério do Interior do país europeu.

De acordo com as autoridades francesas, a vítima foi atropelada em Pont-de-Beauvoisin, em Saboya, pelo carro de uma mulher que entrou em pânico ao se deparar com manifestantes socando seu veículo.

O ministro do Interior, Christophe Castaner, informou que a motorista estava levando sua filha a um hospital local quando continuou avançando contra o grupo. Além da manifestante que morreu, com aproximadamente 50 anos de idade, há vários feridos.

A manifestação dos “coletes amarelos”, assim como diversas outras organizadas por toda a França, tem como objetivo protestar contra o aumento dos impostos sobre o combustível. Até o momento, a mobilização reúne mais de 124 mil pessoas e já gerou 2 mil bloqueios, uma morte, 47 feridos, sendo três em estado grave, além de 24 prisões. (ANSA)

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EUA

Incêndios na Califórnia deixam mil desaparecidos e ao menos 74 mortos

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© Stephen Lam/Reuters

As autoridades norte-americanas elevaram neste sábado (17) para 74 o número de mortos devido a um incêndio no norte do estado da Califórnia que devastou a vila de Paradise, onde ficaram em chamas quase dez mil habitações. As informações atualizadas são da CNN.

O xerife do condado de Butte, Korey Honea, informou ainda que as autoridades têm uma lista de mil pessoas desaparecidas. O balanço anterior indicava 63 mortos e 631 desaparecidos.

O incêndio praticamente devastou Paradise, vila de 27 mil habitantes, e destruiu parcialmente as localidades vizinhas de Magalia e Concow. Este é o incêndio mais mortífero da história da Califórnia. o fogo já consumiu 572 quilômetros quadrados.

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