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EUA

Professor dá socos em aluno de 14 anos após ouvir suposta ofensa racial

Segundo imprensa americana, aluno se recusou a sair da sala de aula e proferiu frases racistas ao professor, que reagiu com uma série de socos.

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Professor dá socos em aluno em sala de aula. — Foto: Reprodução

Em uma escola de ensino médio da Califórnia, nos Estados Unidos, o professor de música Marston Riley, de 64 anos, socou um aluno, de 14, na última sexta-feira (2). A emissora CNN divulgou o vídeo que mostra trechos na briga, ocorrida dentro da sala de aula, em frente aos demais estudantes da turma.

Jovens da Maywood Academy High School relataram à imprensa estrangeira que o conflito começou quando o docente pediu para que o aluno se retirasse, já que não trajava o uniforme escolar apropriado. Ele teria se recusado a sair da sala e, em seguida, proferido uma série de ofensas raciais para atingir o professor, que é negro.

Alunos tentam apartar briga, mas não conseguem. — Foto: Reprodução

Diante disso, Riley agrediu o aluno fisicamente. Alguns colegas tentaram apartar a briga, mas não conseguiram conter o docente e impedir os diversos socos.

O aluno foi levado ao hospital com ferimentos leves e posteriormente liberado. Já o professor foi preso por abuso à criança e solto no dia seguinte. O julgamento está marcado para o dia 30 de novembro.

Em nota, o distrito onde se localiza a escola americana afirmou que “lamenta o ocorrido” e que “é contrário à violência e à intolerância”.

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G1

ARIZONA

Acidente de trânsito cria ‘rio’ de chocolate em rodovia dos EUA

Ninguém ficou ferido e limpeza das vias demorou cerca de quatro horas

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Um caminhão que transportava mais de 13 mil litros de chocolate líquido saiu da rodovia, no Arizona, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (14), e deixou tudo à sua volta bastante doce.

Mas não só: o acidente acabou bloqeuando várias vias. Não houve registro de feridos.

“Há um rio de chocolate inundando as vias da I-40 na milha 211”, informou no Twitter o Departamento de Segurança Pública do Arizona. “Vai ser uma limpeza doce”, acrescentaram.

O transtorno foi solucionado após cerca de quatro horas. “Uma pastilha que unia o caminhão à carroceria soltou-se e fez com que o tanque virasse”, esclareceu a empresa de transportes responsável pelo veículo, citada pela CNN.

Foi necessário retirar todo o chocolate para que o tanque pudesse ser levantado e transportado pelo reboque.

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Roma

Veja o vídeo da chegada de Cesare Battisti a Itália

Condenado por assassinatos, ex-ativista foi preso na Bolívia e levado direto para o país de origem

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Um vídeo divulgado pela polícia italiana no Twitter mostra a chegada do terrorista Cesare Battisti, condenado por assassinatos na Itália na década de 1970, ao Aeroporto de Ciampino, em Roma, na manhã desta segunda-feira (14/1). Battisti foi preso na Bolívia e extraditado na tarde de domingo.

As imagens mostram o italiano descendo do avião e sendo conduzido por diversos policiais italianos. Nos comentários, cidadãos agradeceram a ação da polícia. “É nosso capturado”, disse um deles.

Tranquilidade

Battisti foi preso nas ruas de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, por agentes bolivianos em parceria com italianos. Segundo um vídeo feito no momento da prisão, o fugitivo usava barba, óculos de sol, jeans e camiseta azul. Não mostrou resistência, não apresentou documentos e respondeu a algumas perguntas em português.

Condenado à prisão perpétua na Itália, Battisti foi sentenciado pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas. Ele se diz inocente. Para as autoridades brasileiras, o italiano é considerado um terrorista.

No Brasil desde 2004, Cesare Battisti foi preso três anos depois. O governo da Itália pediu sua extradição, aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que o italiano poderia ficar no Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro elogiou a operação que levou o italiano de volta ao seu país e conversou pelo telefone com o primeiro-ministro da Itália, que agradeceu a colaboração do governo brasileiro. Nos últimos dias da gestão Michel Temer, houve a decisão do STF de extraditar o terrorista. Após dias de buscas, a Polícia Federal divulgou 20 simulações sobre a possível aparência do italiano.

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ITÁLIA

Battisti chega a Roma e é conduzido para prisão

Condenado por quatro assassinatos, ele foi preso na Bolívia e levado direto para a Itália, seu país de origem

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Preso na noite de sábado da Bolívia o terrorista Cesare Battisti, condenado por assassinatos na Itália na década de 1970, desembarcou por volta das 8h40 (horário de Brasília) em Roma. O avião do governo italiano pousou no Aeroporto de Ciampino, em seguida policiais italianos entraram na aeronave com o objetivo de conduzi-lo diretamente à prisão.

Tranquilidade

Battisti foi capturado no sábado (12) nas ruas de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, por agentes bolivianos em parceria com italianos. Segundo um vídeo feito no momento da prisão, o fugitivo usava barba, óculos de sol, jeans e camiseta azul. Não mostrou resistência, não apresentou documentos e respondeu a algumas perguntas em português.

Condenado à prisão perpétua na Itália, Battisti foi sentenciado pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço das Brigadas Vermelhas. Ele se diz inocente. Para as autoridades brasileiras, o italiano é considerado terrorista.

No Brasil desde 2004, Cesare Battisti foi preso três anos depois. O governo da Itália pediu sua extradição, aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, no último dia de seu mandato, em dezembro de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que o italiano deveria ficar no Brasil – e o ato foi confirmado pela Suprema Corte.

O presidente Jair Bolsonaro elogiou a operação e conversou por telefone com o primeiro-ministro da Itália, que agradeceu a colaboração do governo brasileiro. Nos últimos dias da gestão Michel Temer, houve a decisão do STF de extraditar o terrorista. Após dias de buscas, a Polícia Federal divulgou 20 simulações sobre a possível aparência do italiano.

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eleições

Democrata Julián Castro anuncia candidatura à presidência dos EUA

Ex-prefeito de San Antonio, no Texas, e ex-secretário de Urbanismo do governo de Obama, Castro competirá nas primárias

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O ex-prefeito de San Antonio, Julián Castro, que integrou a administração do democrata Barack Obama, anunciou neste sábado (12), no Texas, sua candidatura para se tornar o primeiro presidente hispânico dos Estados Unidos.

“Sou candidato à Presidência dos Estados Unidos”, declarou Castro, de 44 anos, perante centenas de simpatizantes concentrados em San Antonio, a sua cidade de origem.

O anúncio da candidatura, com o slogan ‘Uma nação, um destino’, ocorre numa altura em que o atual Presidente dos Estados Unidos faz da imigração um tema quente, com parte da administração federal paralisada (em ‘shutdown’) enquanto Donald Trump exige do Congresso 5,7 mil milhões de dólares para construir um muro na fronteira com o México.

Neto de uma imigrante mexicana, Castro abordou o assunto afirmando: “Dizemos não à construção do muro e sim à construção de comunidades”.

Outras figuras de maior peso podem também lançar-se nesta corrida eleitoral como é o caso dos senadores Elizabeth Warren, Bernie Sanders e Kamala Harris, do antigo vice-presidente Joe Biden ou do milionário Michael Bloomberg.

Na sexta-feira, a democrata Tulsi Gabbard, de 37 anos, eleita pelo Hawai para a Câmara dos Representantes, também anunciou que está na corrida.

Julian Castro tornou-se o terceiro candidato presidencial latino de maior envergadura em quatro anos, depois dos senadores republicanos Ted Cruz e Marco Rubio, que disputaram a nomeação republicana com Trump em 2016.

Castro alcançou maior notoriedade nacional em 2012, quando discursou na convenção nacional democrata e quatro anos mais tarde chegou a ser um dos nomes apontados como prováveis candidatos à vice-presidência ao lado de Hillary Clinton.

Muito crítico de Trump, Castro afirmou que hoje provavelmente não estaria no México se a atual política migratória estivesse em vigor quando a avó atravessou, ainda criança, a fronteira com o México, em 1922. Com informações da Lusa.

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