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JUSTIÇA

Revista alemã afirma que documentos sobre CR7 ‘são autênticos’

Der Spiegel publicou documentos sobre o suposto estupro cometido pelo jogador português, mas o material foi contestado pelos advogados do craque

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A revista alemã Der Spiegel, que trouxe ao público o caso do suposto estupro cometido por Cristiano Ronaldo, afirmou nesta quinta-feira (11) que todos os documentos publicados são “autênticos” e foram “meticulosamente analisados”.

“Não temos razão nenhuma para acreditar que estes documentos não são autênticos. Analisamos meticulosamente todos os documentos e os mesmos foram legalmente revistos”, declara a Der Spiegel em comunicado.

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O esclarecimento surge um dia após Peter S. Christiansen, advogado que lidera a equipe de defesa do camisa 7 da Juventus, ter reiterado, em comunicado emitido pela Gestifute, que o atleta português “nega veementemente” a acusação de estuprar uma mulher norte-americana e que os documentos com eventuais declarações reproduzidas pela revista são “puras invenções”.

“Para que não subsistam dúvidas: Cristiano Ronaldo nega veementemente todas as acusações constantes da referida ação cível, em coerência com o que tem feito nos últimos nove anos”, escreveu Peter S. Christiansen, referindo-se a uma recente ação cível movida por Kathryn Mayorga, “baseada em eventos supostamente ocorridos em 2009”.

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FUTEBOL

Seleção Brasileira vence amistoso contra a Arábia Saudita

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Com a volta de alguns jogadores, a Seleção Brasileira venceu a Arábia Saudita por 2 a 0 nesta sexta-feira (12). No Estádio King Saud University, em Riade, capital saudita, Gabriel Jesus e Alex Sandro marcaram os gols do triunfo brasileiro contra os donos da casa.

O Brasil encara a Argentina, na próxima terça-feira (16), também a partir das 15h (de Brasília). O clássico será no Estádio The King Abdullah Sports City, em Jidá.

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O jogo

O Brasil criou boas oportunidades na etapa inicial, mas demorou para encontrar o caminho do gol. A Seleção assustou pela primeira vez aos nove minutos com Neymar. O camisa 10 fez bela jogada pelo meio e chutou forte, a bola desviou e foi para fora.

Aos 11, o capitão da Canarinho aproveitou uma sobra dentro da área, mas parou na defesa adversária. Na única chegada da Arábia Saudita, Marquinhos apareceu para salvar o Brasil, aos 16 minutos.

Na marca dos 25, nova chance brasileira. Neymar cobrou falta na área e Gabriel Jesus cabeceou com perigo, mas parou no goleiro saudita. Já aos 43 minutos, a dupla voltou a funcionar. Neymar, novamente pelo meio, achou o camisa 9, que invadiu a área e mandou para o fundo da rede: 1 a 0.

A Seleção voltou do intervalo já com uma mudança no time: Fred saiu para a entrada de Lucas Moura, que logo aos seis minutos quase ampliou para a Canarinho.

O camisa 21 recebeu dentro da área, mas bateu em cima do goleiro. Três minutos depois, Neymar arriscou da intermediária e carimbou a trave. Com vantagem no placar, novas alterações: Walace, Arthur e Richarlison substituíram Casemiro, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus.

Aos 39, o Brasil ficou com um jogador a mais após a expulsão do goleiro da Arábia Saudita. No último lance da partida, Alex Sandro, de cabeça, fez o segundo gol da Canarinho dando números finais a partida: 2 a 0.

Brasil: Ederson, Fabinho, Marquinhos, Pablo, Alex Sandro; Casemiro (Walace), Fred (Lucas Moura), Renato Augusto, Philippe Coutinho (Arthur), Neymar; Gabriel Jesus (Richarlison)

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AUTOMOBILISMO

Ferrari discute uso de ‘sensor mágico’ após queda de rendimento na F-1

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É uma novela que há meses movimenta os bastidores da Fórmula 1: a vantagem de potência do motor Ferrari, especialmente após a quarta etapa, no Azerbaijão, chamou a atenção dos rivais. Mais do que isso, engenheiros que os italianos perderam para a Mercedes explicaram o funcionamento das chamadas baterias gêmeas e, desde então, os alemães vêm tentando pressionar a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para verificar o propulsor ferrarista.

Foram várias as tentativas da FIA, até a instalação, no final de semana do GP de Singapura, de um segundo sensor que determina o fluxo energético das baterias. De lá para cá, o time italiano não se encontrou. Diretor de provas da entidade, Charlie Whiting não negou a existência do sensor, mas afirmou que ele não tem relação direta com a queda de performance da Ferrari.

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“Existe a especulação de que colocamos um ‘sensor mágico’ no motor deles. Não vou comentar sobre isso. Mas vou dizer que, em termos do que tem sido noticiado, não concordo com o que foi sugerido. Não há nenhuma ligação [entre o sensor e a queda de rendimento].”

O discurso de Lewis Hamilton depois do GP do Japão, contudo, foi diferente. O inglês não costuma comentar o assunto, mas, perguntado pela reportagem em Suzuka sobre quais seriam os motivos da melhora do desempenho da Mercedes e a queda de seus rivais, disse que a Mercedes “trouxe apenas uma pequena melhoria, que vale algo em torno de 50 milésimos, para a Rússia, e não levou mais nada para o Japão”.

“Então, não fomos nós que melhoramos. Nós temos uma ideia do que aconteceu, mas eu não quero falar nisso. Era algo que achávamos que estava acontecendo e é isso mesmo.”

Questionado se referia-se a algo do carro da Ferrari, o inglês apenas disse que sim.

Há duas linhas de pensamento: uns dizem que o sensor passou a impedir que o sistema funcionasse da mesma maneira que antes, enquanto outros veem motivos diferentes para a queda ferrarista.

Ao invés de culpar o sensor, há quem defenda que a tal bateria gêmea da Ferrari desgastaria o motor de tal forma que não poderia ser mais usada, uma vez que o time italiano, assim como os demais, está economizando equipamento para evitar punições pois, a grosso modo, cada piloto pode usar só três motores por ano.

Outro fator que estaria atrapalhando o rendimento é a falta de desenvolvimento do carro. Até Singapura, basicamente tudo o que era colocado no carro gerava algum tipo de melhora. Em Suzuka, porém, asa e suspensão novas foram testadas, mas acabaram sendo removidas após os primeiros treinos livres. A correlação, feita no simulador pelo piloto de testes Daniil Kvyat, entre os treinos e a classificação comprovou que o carro estava melhor sem as novidades.

Isso casa com o que Sebastian Vettel disse sobre as suspeitas de que o sensor tenha feito a Ferrari diminuir a potência das baterias de sua unidade de potência. “Estamos correndo com toda a potência”, afirmou. “Acho que estamos perdendo mais tempo nas curvas do que nas retas. Então não acho que seja isso.”

O problema é que os dados não mostram exatamente “isso”. Em Singapura, a Renault notou, por meio de seu sistema de GPS, que a vantagem que a Ferrari tinha há meses na parte final das retas tinha desaparecido. E, em Suzuka, a Mercedes começou o fim de semana com 10m/h a mais que os italianos e se deu ao luxo de adotar um acerto com mais carga aerodinâmica, mais eficiente para as curvas, ao longo do final de semana. Na corrida, a Mercedes economizou seus motores, como revelou o finlandês Valter Botas logo após a prova.

Seja qual for o motivo da queda misteriosa, o fato é que Ferrari e Vettel se complicaram de vez no campeonato nestas três últimas provas. A disputa de pilotos pode ser decidido já na próxima etapa, no GP dos Estados Unidos. E a Mercedes tem chances de fechar o de construtores na etapa seguinte, no México. Com informações da Folhapress.

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FRANCE FOOTBALL

Cristiano Ronaldo e Firmino são indicados à Bola de Ouro

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© REUTERS

Cristiano Ronaldo foi nomeado nesta segunda-feira (8) à Bola de Ouro, prêmio que será entregue pela revista France Football ao melhor jogador de 2018. A publicação irá revelar ao longo do dia outros 20 indicados ao troféu. Os brasileiros Roberto Firmino e Alisson também aparecem na lista.

O prêmio é entregue de forma independente do The Best, da FIFA, desde 2016. Nos dois anos que se seguiram, o vencedor foi o mesmo homem: Cristiano Ronaldo.

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Mundial

Brasil sofre, leva susto, mas vira na marra e supera o México pelo Mundial feminino

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Brasil sofreu para bater o México nesta segunda-feira — Foto: Divulgação/FIVB

Era impossível prever qualquer dificuldade. Até a tarde desta segunda-feira, no horário local, o México só havia vencido quatro sets em todo o Mundial. Era o rival perfeito para se desfazer dos erros do dia anterior. Não foi bem assim. Desde o início, o Brasil sofreu – e muito. Mas, aos poucos, conseguiu se encontrar. Na marra, virou o jogo e fechou a partida em 3 sets a 1, parciais 23/25, 25/23, 25/13 e 25/19, pela segunda fase, em Nagóia.

A vitória leva o Brasil aos 16 pontos, provisoriamente em terceiro lugar do grupo E – mais tarde, o Japão encara Porto Rico e pode retomar a posição. A Sérvia, que venceu a Alemanha mais cedo, lidera tranquila, com 21 pontos. As três melhores equipes de cada chave avançam à terceira fase da competição.

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O Mundial terá um dia de folga nesta terça-feira. As seleções voltam à quadra na quarta-feira. Em busca da classificação para a terceira fase, o Brasil encara a Holanda, à 1h25 (horário de Brasília), com transmissão do SporTV 2. Antes, às 22h40 de terça-feira, sem mais chances de conseguir uma vaga, o México encara a República Dominicana.

Drussyla foi o grande nome do Brasil no jogo. A ponteira, que ainda não havia tido tanto tempo de quadra, entrou ainda no primeiro set e, aos poucos, mudou a partida. Terminou com 14 pontos, atrás de Tandara, com 25, e Gabi, com 14. Pelo México, três destaques. A capitã Andrea Rangel fez 23 pontos, enquanto a jovem Melanie Parra, de 16 anos, fez 17 pontos. Samantha Bricio, com nove pontos, também foi importante no saque.

Brasil sofre, mas bate o México

Zé Roberto desfez a mudança do dia anterior e mandou Dani Lins à quadra no lugar de Roberta. No meio, Adenízia ficou com a vaga de Carol, enquanto Natália ocupou o lugar de Fernanda Garay, com uma leve contratura nas costas, na ponta. Foi Samantha Brício, porém, quem abriu a contagem para as mexicanas ao explorar o bloqueio brasileiro. As rivais até apareciam bem no ataque, mas falhavam no serviço: os três primeiros saques foram para fora. Ainda assim, na vontade, o México chegou à primeira parada técnica à frente, com 8/5 no placar.

Foi um início lento para as brasileiras. Se tudo indicava m caminho mais tranquilo, as mexicanas quiseram provar que não. Andrea Rangel aparecia bem para manter seu time à frente no placar, abrindo 12/8. O saque forçado também passou a encaixar e neutralizou o início de reação do Brasil. No segundo tempo técnico, o México tinha 16/12 na contagem.

O México disparou e chegou a ter 19/13 no placar. Zé, então, resolveu mudar. Tirou Dani Lins e Natália, mandou Roberta e Drussyla à quadra. Em alguns momentos, a reação até pareceu próxima. No fim, porém, ninguém conseguiu segurar o ataque de Andrea Rangel que fechou o set em 25/23. Foi apenas o quarto set vencido pelas mexicanas em toda a competição.

Drussyla soltou o braço para tentar dar uma resposta imediata na volta à quadra. Os problemas, porém, seguiam ali. A seleção tinha dificuldades para bloquear o ataque mexicano. Parecia estar sempre um tempo atrasado. Foi assim que as mexicanas chegaram ao primeiro tempo técnico à frente.

Parecia um susto, mas era mais. As mexicanas, apesar das limitações, eram melhores àquela altura. O Brasil não conseguia engrenar. Adenízia, sozinha no bloqueio depois de uma bola perdida, devolveu a vantagem à seleção, com 11/10 no placar. Mesmo mal, o time brasileiro conseguiu abrir três pontos de diferença e chegou ao segundo tempo técnico em 16/13. Nem a folga fez o Brasil melhorar. As mexicanas voltaram a encostar e ficaram a um ponto do empate por duas vezes: 20/19 e, depois, 22/21. Na terceira chance, aproveitaram, em um ace de Melanie. Na marra, porém, o Brasil fechou em 25/23, com uma pancada de Tandara.

Os erros seguiram para o terceiro set. O passe não encaixava tão bem, o saque saía torto. Sobrava, porém, vontade. As mexicanas largaram na frente, mas o Brasil empatou depois de uma largadinha de Tandara (5/5). No bloqueio de Bia, a seleção chegou ao tempo técnico com 8/5 no placar.

A seleção, enfim, pareceu se encontrar. Muito pelas mãos de Drussyla, que conseguia dar um equilíbrio maior no passe e aparecia bem no ataque. Assim, o Brasil disparou. Em belo ataque de Gabi, o time chegou a 15/6 no placar. O México já não tinha forças para voltar a fazer frente às rivais. Tandara, em mais um ataque, fechou a parcial em 25/13.

Na volta à quadra, o México tentou voltar ao jogo. No início, conseguiu se manter na cola, mas logo viu o Brasil abrir 8/5 antes do primeiro tempo técnico. Em um ace de Ana Valle, as mexicanas conseguiram encostar mais uma vez, com 12/11 contra. Repetiu o feito mais tarde, 15/14, com Melanie. O Brasil, porém, segurou a reação das rivais. Deu tempo até de Thaisa entrar em quadra para fechar o jogo em 25/19.

Confira as escalações:
Brasil: Dani Lins, Tandara, Gabi, Natália, Bia e Adenízia. Líbero: Suelen.
Entraram: Roberta, Drussyla e Thaisa.

México: Sanay Sashiko, Samantha Bricio, Andrea Rangel, Melanie Parra, Monica Moreno e Ana Valle. Líbero: Lizette Robles.
Entrou: Diana Valdez

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998