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NO PERU

Homem flagra traição de esposa pelo Google Street View e pede divórcio

O peruano tentava chegar à Puente de los Suspeitos, em Lima, por meio da plataforma, quando avistou a companheira com um rapaz nas pernas dela
Fabricio Oliveira

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© Reprodução/Google Maps


Graças à tecnologia, um homem pegou a mulher no flagra com um amante no Google Street View. O peruano, que não teve o nome divulgado, tentava chegar à Puente de los Suspeitos, em Lima, por meio da plataforma, quando avistou a companheira com um rapaz nas pernas dela.

Ao ser confrontada com a imagem, a mulher acabou confessando o “affair” e o homem pediu o divórcio, segundo o site “Perú.com”. Vale lembrar que a ponte, no bairro de Barranco, é um dos pontos mais românticos da capital.

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Fonte: Noticias ao Minuto
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HORROR

Haiti volta a mergulhar em onda de protestos violentos e crise política

Grupos armados bloqueiam estradas e ruas com entulho e pneus, impedindo a distribuição de alimentos, combustível, água potável e medicamentos, gerando escassez de produtos básicos em várias cidades
Fabricio Oliveira

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Reuters

Dezesseis meses após o fim da missão de paz da ONU cujo comando militar era do Brasil, o Haiti está novamente mergulhado em uma forte onda de violência política -o mesmo motivo que desencadeou a intervenção dos capacetes azuis, em 2004.

Nos últimos dez dias, dezenas de milhares têm saído às ruas em várias partes do país exigindo a renúncia do presidente Jovenel Moise. Relatos da imprensa local têm registrado diversos mortos e feridos, mas não há um número oficial. Segundo a agência de notícias France Presse, ao menos sete pessoas morreram desde o início das manifestações.

Grupos armados bloqueiam estradas e ruas com entulho e pneus, impedindo a distribuição de alimentos, combustível, água potável e medicamentos, gerando escassez de produtos básicos em várias cidades.

Na quinta-feira (14), a embaixada do Brasil em Porto Príncipe publicou uma nota em sua página na internet aconselhando a não viajar ao Haiti. Aos brasileiros no país, a representação orientou a estocagem de alimentos e água por ao menos uma semana e a não sair de casa.

“Caso o brasileiro não esteja seguro de que é possível garantir quaisquer das condições, acima, recomenda-se sair do país tão logo possível”, afirma o comunicado.

Os protestos decorrem das crescentes dificuldades econômicas do país. As manifestações têm relacionado a estagnação ao desvio de fundos ligados ao PetroCaribe, acordo da Venezuela com governos da região para a venda de petróleo a preços subsidiados.

Uma investigação do Senado realizada no ano passado acusou ex-funcionários do governo e empresários de desviar cerca de US$ 2 bilhões (R$ 7,4 bilhões) de ajuda de Caracas.Além de grupos armados com conexões político-partidárias, os protestos em favor da renúncia do presidente têm o apoio de líderes oposicionistas, estudantes e outros segmentos sociais.

No poder desde 2017, Moise quebrou o silêncio na última quinta-feira, quando os protestos completaram uma semana. Em tom desafiador, disse, em pronunciamento à TV, que não entregará o país para “gangues armadas e traficantes de drogas”. Ele também acusou ex-aliados de se unirem a “líderes de quadrilhas procurados pela lei”.

Por outro lado, em aceno às dezenas de milhares de manifestantes, disse que escutuou “a voz do povo”. “Conheço os problemas que os atormentam. É por isso que o governo tem adotado medidas [contra a miséria].”

No sábado (16), o primeiro-ministro do Haiti, Jean-Henry Ceant, anunciou medidas para equilibrar as contas do governo, como cortes no custeio dos ministérios e “em privilégios desnecessários de funcionários do Estado”.

Esta é a terceira e mais longa onda de protestos contra Moise nos últimos meses. Em julho, um aumento no preço da gasolina gerou saques e bloqueios de rua. Em novembro, o motivo principal das manifestações foi o escândalo da PetroCaribe.

País mais pobre do hemisfério ocidental, o Haiti sofre com a economia estagnada, déficit público e inflação anual de 15%, pressionada pela forte valorização do dólar, com impacto imediato nos preços dos alimentos, boa parte importada.

Representante da ONG Viva Rio no Haiti, o antropólogo carioca Pedro Braum afirma que os protestos guardam algumas semelhanças com a crise de 2004, que levou à queda do então presidente Jean-Bertrand Aristide, principalmente o protagonismo dos grupos armados com ramificações políticas, conhecidos como “bases”.

Braum, que coordena um projeto de polícia comunitária, explica que as bases não são os únicos atores dos protestos, mas que eles têm papel importante por controlar grande parte de Porto Príncipe.”Eles são responsáveis por cuidar dos bairros, têm contatos com políticos eleitos, e alguns fazem discurso de transformação social. Por outro lado, em época de campanha, os políticos tentam estabelecer diálogo com esses grupos para ter acesso aos bairros, apoio e, se o país estiver violento, tentar apaziguar os ânimos.”

No entanto, há diferenças importantes com a crise que levou à criação da Minustah (missão da ONU), avalia Braum: 1) não há enfrentamento aberto entre as bases e a polícia; 2) ausência, nos protestos, de grupos paramilitares pró-governo; 3) mais popular em sua época, Aristide polarizava mais o país do que o desgastado Moise.

MISSÃO BRASILEIRA

Moradora de Les Cayes (154 km a oeste de Porto Príncipe), a irmã gaúcha Santina Perin, 78, e outras duas religiosas brasileiras do Imaculado Coração de Maria ficaram oito dias em casa. No sábado (16), com o arrefecimento dos protestos pelo país, foi possível ir ao mercado para comprar comida.

“O povo está muito desgostoso, revoltado. A comida está muito cara, e a polícia não consegue dominar nem dialogar,” diz Perin, que morou no país por 22 anos e voltou na semana passada para uma curta temporada.

A religiosa diz que a missão, no país desde 1987, só não ficou sem comida porque a casa tem horta e criação de galinhas. As irmãs, porém, não planejam deixar o país. “É a hora em que o povo mais precisa de coragem e esperança.” Com informações da Folhapress.

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Acusada de Blasfêmia

A paquistanesa cristã que passou 9 anos na prisão por causa de um gole d’água

Alex Mesmer

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Asia Bibi deixou a casa que dividia com o marido e os filhos e foi trabalhar em uma fazenda na aldeia de Ittanwala, a cerca de 60 km de Lahore, cidade importante do Paquistão. O local onde trabalhava é cercado de campos verdes e árvores frutíferas.

Asia trabalhou como agricultora como muitas mulheres da aldeia. Era um dia de junho de 2009 e os trabalhadores, exaustos após horas colhendo frutas sob o sol escaldante, pararam para descansar. Alguém pediu para que Asia fosse pegar um pouco de água em um poço próximo.

Ela saiu de jarro na mão e, quando voltou, bebeu um pouco de água antes de servir seus colegas muçulmanos. Eles ficaram furiosos.

Asia é cristã, e no Paquistão muitos muçulmanos conservadores não gostam de comer ou beber junto de pessoas de outras religiões. Para eles, quem não acredita em Alá é impuro.

Os colegas de Asia disseram que ela era “suja” e não era digna de beber no mesmo copo que eles. Houve discussão, e termos fortes foram ditos por ambos os lados.

Cinco dias depois, a polícia invadiu a casa de Asia e a acusou de insultar o profeta Maomé, principal símbolo do Islã, acusação feita também por um clérigo da aldeia.

Reunida em frente à residência de Asia, uma pequena multidão começou a agredi-la na frente da polícia, e ela acabou presa sob a acusação de blasfêmia. Durante o julgamento, em 2010, ela se disse inocente, mas acabou sentenciada à morte. Asia passou os últimos nove anos de sua vida em confinamento solitário.

No Paquistão, a punição por blasfêmia contra o Islã e seu profeta pode ser a prisão perpétua ou a morte. Mas muitas vezes essas acusações são utilizadas como forma de vingança por conflitos pessoais. Acusados de blasfêmia, juntamente com as famílias, sofrem represálias e ataques mesmo antes de irem a julgamento.

‘Agonia infinita’
Desde a prisão dela a família de Asia vive escondida e fugindo.

“Se um parente querido está morto, o coração consegue se curar depois de algum tempo. Mas quando uma mãe está viva, e ela se separa de seus filhos… A maneira como a Asia foi tirada de nós, a agonia é infinita”, explicou Ashiq, marido de Asia, à BBC News.

Contra as expectativas de milhares de muçulmanos conservadores, a Suprema Corte do país revogou sentença anterior por falta de provas e permitiu que Asia Bibi fosse libertada, em outubro do ano passado. Asia foi libertada da prisão, mas foi levada sob custódia protetiva. Ainda demorou três meses para ela ser finalmente posta em liberdade.

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punição

Papa expulsa cardeal norte-americano acusado de abusos sexuais

Fabio Shiz

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O Vaticano anunciou hoje (16) que a Congregação para a Doutrina da Fé expulsou do sacerdócio o ex-cardeal e arcebispo emérito de Washington (EUA), Theodore McCarrick, de 88 anos.

Ele foi acusado de abusos sexuais a menores e seminaristas, informou a assessoria de imprensa da Santa Sé, através de um comunicado.

Esta é a primeira vez na história da Igreja Católica que um cardeal perde seu título em razão de abusos sexuais.

A decisão acontece depois da investigação sobre o caso ordenada pelo papa Francisco e poucos dias antes de o Vaticano realizar – na próxima semana – uma reunião histórica contra os abusos a menores por parte de religiosos.

*Com informações da RTP – emissora pública de televisão de Portugal

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violência

Brasileira é sequestrada e estuprada por 4 homens na Itália

Alex Mesmer

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Uma brasileira de 40 anos de idade foi sequestrada, agredida e estuprada por quatro homens em Gênova, na Itália, na noite da última quinta-feira (14), data em que foi celebrado o “Dia de São Valentim” em vários países, informou a imprensa italiana neste sábado (16).

O caso ocorreu na via Martiri del Turchino, no popular bairro Cep de Gênova, no apartamento de um italiano, de 50 anos, que contou com a ajuda de três marroquinos, sendo dois de 25 e um de 30 anos, para realizar o crime.

Os quatro homens foram detidos pela polícia local. A vítima, que não teve a identidade revelada, foi resgatada pelas autoridades e levada para um hospital da região, onde contou detalhes sobre o episódio.

De acordo com a brasileira, os homens amarraram seus pulsos e tornozelos com uma fita adesiva para evitar sua fuga. No entanto, ela conseguiu se libertar e ligar para um vizinho no meio da noite, que a encontrou “aterrorizada” e com o “rosto inchado”.

Ainda conforme o relato, enquanto o vizinho ligava para as autoridades, a vítima ficou escondida atrás de um carro estacionado na frente do prédio, mas os agressores a encontraram e a arrastaram de volta para o apartamento, local onde a polícia a resgatou.

Segundo os agentes, na residência tinha diversas varas, que foram usadas para espancar a mulher. A brasileira ainda revelou que conhecia um dos marroquinos de visitas que fizera a Milão. Ela informou que o homem havia lhe pedido hospitalidade em Gênova por alguns dias. A polícia ainda investiga o caso.

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