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NO PERU

Homem flagra traição de esposa pelo Google Street View e pede divórcio

O peruano tentava chegar à Puente de los Suspeitos, em Lima, por meio da plataforma, quando avistou a companheira com um rapaz nas pernas dela

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© Reprodução/Google Maps
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Graças à tecnologia, um homem pegou a mulher no flagra com um amante no Google Street View. O peruano, que não teve o nome divulgado, tentava chegar à Puente de los Suspeitos, em Lima, por meio da plataforma, quando avistou a companheira com um rapaz nas pernas dela.

Ao ser confrontada com a imagem, a mulher acabou confessando o “affair” e o homem pediu o divórcio, segundo o site “Perú.com”. Vale lembrar que a ponte, no bairro de Barranco, é um dos pontos mais românticos da capital.

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EUA

Furacão Michael deixa 16 mortos e autoridades temem que haja mais vítimas

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O furacão Michael, uma tempestade devastadora que deixou um rastro de destruição no sudeste dos Estados Unidos, causou a morte de pelo menos 16 pessoas em três estados, antes de chegar nesta sexta-feira ao oceano Atlântico. As autoridades temem o aumento do número de mortos com o avanço das equipes de resgate.

O número de mortos aumentou para 16 com mais duas novas vítimas na Carolina do Norte. Segundo os Serviços de Emergência do condado de McDowell, as duas pessoas morreram na noite de quinta-feira, quando o veículo em que estavam se chocou contra uma árvore caída na estrada.

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As autoridades temem que o número de vítimas continue crescendo. “Se espera que o balanço geral aumente entre hoje e amanhã à medida em que avançamos pelos escombros”, disse à CNN Brock Long, chefe da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA).

Na mesma linha, o senador republicano pela Flórida Marco Rubio disse que sua “sensação é de que encontrarão mais vítimas”.

Cerca de 2.000 efetivos da Guarda Nacional da Flórida continuavam trabalhando nas operações de recuperação, aos quais se somaram 3.000 membros de FEMA.

O olho de Michael tocou terra na quarta-feira perto de Mexico Beach, uma cidade 30 km a sudeste de Cidade do Panamá, como um furacão de categoria 4 (de um máximo de 5 na escala Saffir-Simpson), de acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC).

Mais tarde, Michael se degradou para uma tempestade tropical e nesta sexta-feira mudou de rumo para o Oceano Atlântico, a leste de Norfolk, na Virgínia, de acordo com o NHC.

De acordo com as autoridades, mais de 1 milhão residências e empresas estavam sem energia, 350 mil delas na Flórida, meio milhão na Carolina do Norte e mais 500 mil na Virginia.

O presidente Donald Trump prometeu ajuda às vítimas. “Nossos corações estão com as milhares de pessoas que sofreram danos materiais, em muitos casos a destruição foi total”, disse o presidente. “Não vamos descansar ou hesitar até que o trabalho esteja concluído e a recuperação esteja completa.”

Os ventos de 250 quilômetros por hora arrancaram várias casas de suas fundações em Mexico Beach, que tem cerca de 1.000 habitantes, deixando placas de concreto expostas.

As estradas se encontram intransitáveis e os canais tomados pelos escombros.

Um residente de Mexico Beach descreveu o impacto das fortes marés causadas pelo ciclone à CNN: “Quando a água entrou, as casas começam a flutuar”, contou o homem identificado apenas como Scott.

“Não há mais nada aqui. Nossa vida se foi, todas as lojas, todos os restaurantes, tudo, é difícil de entender”, lamentou.

As imagens mostram barcos jogados nos pátios e ruas que foram tomadas por árvores e linhas de energia arrancadas.

A vizinha Cidade do Panamá também parecia um cenário de guerra.

Lá, Margaret Decambre, 48 anos, viu a tempestade passar em seu apartamento no quarto andar. “O vento era tão forte que empurrava a água pelas janelas e portas”, recordou.

“É uma devastação total. Não há energia, não há água, não há comunicação”, acrescentou.

O governador da Flórida, Rick Scott, chamou a situação de “devastação impensável”, e disse que a prioridade era procurar sobreviventes entre as pessoas não evacuadas.

“Estou muito preocupado com nossos cidadãos que não foram evacuados e espero que não tenhamos muitas perdas de vidas”, disse ele à ABC.

O governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, informou que uma centena de pessoas foram resgatadas e muitas outras foram evacuadas devido às inundações no estado.

 A rapidez com que a tempestade se formou e cresceu surpreendeu especialistas e pegou os moradores desprevenidos. O chefe da FEMA, Brock Long, descreveu Michael como o furacão mais intenso a atingir a área desde 1851.

Ken Graham, diretor do NHC, havia avisado: “Infelizmente, esta é uma situação histórica, incrivelmente perigosa e com risco de vida”.

No ano passado, uma catastrófica série de furacões atingiu o Atlântico Ocidental. Os mais devastadores foram Harvey no Texas, Irma no Caribe e Flórida, e Maria, que atingiu o Caribe e deixou quase 3.000 mortos no território americano de Porto Rico.

A temporada de furacões do Atlântico termina em 30 de novembro. Com informações de agências internacionais de notícias.

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DEVASTAÇÃO

7 pessoas morrem nos EUA durante passagem de furacão

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Homem caminha entre destroços de prédio destruído pelo furacão Michael, em Panama City, na Flórida, na quinta-feira (11) — Foto: Brendan Smialowski/AFP

Michael continua gerando fortes ventos e inundações em sua passagem pelos Estados Unidos como tempestade tropical, nesta quinta-feira (11), após deixar ao menos sete mortos e devastar o noroeste da Flórida, onde tocou terra como furacão de categoria 4.

As autoridades afirmaram que esta foi a tempestade mais violenta a atingir o estado em muitos anos.

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Ao menos sete pessoas morreram vítimas da tempestade, cinco na Flórida, uma na Geórgia e uma na Carolina do Norte.

O olho de Michael entrou em terra firme perto de Mexico Beach, uma localidade a cerca de 30 km ao sudeste de Panama City, por volta das 17 horas de quarta-feira (14 horas em Brasília) como um furacão de categoria 4 na escala de Saffir-Simpson (que vai de 1 a 5), informou o Centro Nacional de Furacões (NHC).

Rebaixado para tempestade tropical nesta quinta-feira, Michael atravessava a Carolina do Norte com ventos máximos sustentados de cerca de 85 km/h, em direção ao nordeste, segundo o boletim do NHC de 18 horas (15 horas em Brasília).

Carro é visto em meio a destroços após passagem do furacão Michael por Mexico Beach, na Flórida, na quinta-feira (11) — Foto: Douglas R. Clifford/Tampa Bay Times via AP

Em sua passagem, provocava inundações em setores da Carolina do Norte e da Virgínia, assim como fortes ventos também na Carolina do Sul.

Fotos e vídeos de Mexico Beach, de cerca de mil habitantes, mostravam cenas de devastação absoluta. As casas pareciam flutuar no meio de ruas inundadas, algumas totalmente destruídas após terem perdido o teto.

“Minha casa em Mexico Beach está debaixo d’água”, disse Loren Beltrán, uma contadora de 38 anos, depois de ver imagens de seu bairro. “Perdi tudo de material, mas graças a Deus estamos bem”.

Ela e seu filho de três anos se refugiaram em outra casa em Panama City, onde o panorama não era, no entanto, muito mais animador.

Panama City parecia uma área de guerra depois de ter sido atingida por mais de três horas por fortes ventos e uma chuva intensa que caía horizontalmente. As ruas eram intransitáveis e havia antenas, tetos, árvores e semáforos espalhados por todos os lados.

Resgatistas avaliam danos em casas afetadas pelo furacão Michael em Mexico Beach, na Flórida, na quinta-feira (11) — Foto: Douglas R. Clifford/Tampa Bay Times via AP

“É uma devastação impensável”, disse Rick Scott, o governador republicano da Flórida. “Minha maior preocupação é, obviamente, a perda de vidas. Sei que várias pessoas ficaram feridas”.

O governador pediu para a população não sair de casa: “Há cabos elétricos no chão e árvores caídas por todos os lados”.

Scott havia anunciado que o furacão seria a tempestade mais destrutiva a atingir o ‘panhandle’ da Flórida em um século”. O “panhandle” é como se conhece em inglês esta faixa de terra na costa do Golfo do México.

Ao informar o presidente Donald Trump na Casa Branca, o diretor da Agência Federal de Emergências (FEMA), Brock Long, disse que Michael foi o furacão mais intenso a afetar a região noroeste da Flórida desde 1851.

Em declarações à Fox News nesta quinta-feira, o presidente prometeu que “a reconstrução será rápida”. Na quarta-feira, Trump disse que viajaria a Flórida “muito em breve”.

Estrada danificada pela passagem do furacão Michael em Carrabelle, Flórida, na quinta-feira (11) — Foto: Duke Energy/via Reuters

Ao menos 380 mil pessoas estavam sem eletricidade na região noroeste, de acordo com um boletim da agência de emergências da Flórida, SERT.

“Infelizmente, esta é uma situação histórica, incrivelmente perigosa e de risco de vida”, disse Ken Graham, diretor do NHC.

O general Terrence O’Shaughnessy, comandante do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte, disse que a rapidez com que a tempestade se formou e cresceu pegou os moradores desprevenidos.

“Começou como tempestade tropical, depois aumentou para categoria 1, depois 2 e quando menos esperávamos, era um furacão de categoria 4”, disse O’Shaughnessy.

Estima-se que 375 mil pessoas de mais de 20 condados receberam ordens de evacuação, obrigatória ou voluntária.

A FEMA tem mais de 3 mil pessoas na região, enquanto o governador Scott informou que acionou 3.500 agentes da Guarda Nacional.

Em Dothan, Alabama, cartazes publicitários, postes de serviços públicos e vários tetos de chapa foram arrancados pelo vento, constatou a AFP. Algumas árvores que caíram na estrada foram cortadas na madrugada para permitir o trânsito.

No ano passado, uma série de furacões catastróficos atingiu o Atlântico ocidental. Os mais violentos foram o Harvey no Texas, Irma no Caribe e Flórida, e Maria, que devastou o Caribe e deixou quase 3 mil mortos no território americano de Porto Rico.

A temporada de furacões do Atlântico termina em 30 de novembro.

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NATUREZA

Inundações deixam mortos em Mallorca, na Espanha

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Veículos ficaram destruídos após fortes chuvas atingirem Sant Llorenc, em Marllorca, na Espanha, nesta quarta-feira (10) — Foto: Juan Pedro Martinez/ AP

Nove pessoas morreram após as inundações provocadas pelas fortes chuvas que atingiram na noite de terça-feira (9) o leste da ilha turística espanhola de Mallorca, no Mediterrâneo.

Algumas partes da ilha registraram até 23 centímetros de chuva em cerca de quatro horas.

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O serviço de emergência informou nesta quarta-feira (10) que, entre as vítimas, estão duas britânicas e uma holandesa, mas não confirmou se ainda há desaparecidos.

Sant Llorenc, que fica a 60 km ao leste de Palma de Mallorca, a capital da ilha, foi a área mais afetada pelas inundações. Um riacho transbordou e formou uma correnteza que inundou casas, arrastou carros e destruiu arvores por onde passou.

As mortes foram registradas em Sant Llorenc, S’Illot e Arta. As vítimas não foram identificadas.

Oitenta soldados e mais 100 integrantes dos serviços de emergência foram mobilizados para buscar desaparecidos e ajudar desabrigados.

Centenas de pessoas estão em abrigos. As chuvas também prejudicaram as redes de comunicação por telefone, destruíram duas pontes e fecharam 11 vias, de acordo com a Associated Press.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou que acompanha de perto a situação. “Minha solidariedade e apoio às famílias e amigos das vítimas fatais, e a todos afetados pelas inundações trágicas”, escreveu no Twitter.

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DIPLOMACIA

Kim Jong-un convida Papa a visitar Coreia do Norte

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© REUTERS/KCNA KCNA

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, convidou o papa Francisco a visitar Pyongyang e disse que pretende recebê-lo com entusiasmo.

A informação foi dada nesta terça-feira (9) pelo porta-voz da Presidência da Coreia do Sul, Kim Fui-Kyeom, ao falar com a imprensa sobre a viagem à Europa do presidente Moon Jae-in, prevista para os dias 16 a 18 de outubro, com uma passagem pelo Vaticano.

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Moon Jae-in pretende repassar o convite pessoalmente ao papa Francisco, em nome do governo da Coreia do Norte. Isso porque o líder sul-coreano tem ajudado a mediar a relação de Pyongyang com outros países, como os Estados Unidos.

No encontro com o Papa, Moon Jae-in também pretende pedir sua benção e apoio à favor do diálogo de paz e estabilidade na península coreana.

“Durante o encontro com o papa Francisco, Moon transmitirá a mensagem ao presidente Kim Jong-in de que lhe dará calorosas boas-vindas se ele visitar Pyongyang”, disse o porta-voz.

Em 2014, o papa Francisco esteve na Coreia do Sul e fez uma missa especial em Seul pela reunificação. (ANSA)

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