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Alvaro Dias sobre Bolsonaro: “Violência nunca deve ser estimulada”

Presidenciável do PSL cumpria agenda em Juiz de Fora (MG), na tarde desta quinta-feira (6/9), quando foi esfaqueado

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O postulante ao Palácio do Planalto pelo Podemos, Alvaro Dias, utilizou suas redes sociais para se manifestar sobre o ataque sofrido pelo também candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Para o senador e presidenciável, a violência nunca deve ser estimulada.

“Sobre o episódio da facada no candidato Jair Bolsonaro, quero afirmar aqui que repudio todo e qualquer ato de violência. Por isso a violência nunca deve ser estimulada. Eu não estimulo”, afirmou Alvaro Dias.

Bolsonaro cumpria agenda eleitoral em Juiz de Fora (MG), na tarde desta quinta-feira (6/9), quando foi atingido por um golpe de faca – proferido por um homem que estava entre seus eleitores. O agressor foi identificado e detido pela Polícia Federal (PF).

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METRÓPOLES

BALANÇO

Ministro da Educação sobre Enem 2018: ‘O melhor da História’

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© Suami Dias/ GOVBA

O ministro da Educação Rossieli Soares está satisfeito com a prova deste ano. Em declarações dadas em entrevista coletiva à imprensa, ele fez um balanço do exame e foi categórico ao elogiar o “trabalho em equipe”.

“Essa é a melhor aplicação da história do ENEM. O trabalho de toda a equipe foi brilhante”, disse Rossieli.

O ministro ainda destacou que não será necessário aplicar novamente a prova em nenhum local.

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MEIO AMBIENTE

Maitê Proença é cotada para ser ministra de Bolsonaro

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© Wallace Barbosa / Ag News

Defensora da natureza e ativista na proteção da Amazônia, Maitê Proença pode assumir o Ministério do Meio Ambiente no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”, um grupo de ambientalistas articula para que a atriz assuma a pasta durante a gestão do capitão reformado.

Vale lembrar que Bolsonaro chegou a anunciar a união da Agricultura com o Meio Ambiente. Mas após ser criticado, ele voltou atrás e disse que manteria os dois ministérios separados. A gestão da primeira ficará com a deputada Tereza Cristina.

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economia

Inadimplência atinge 62 milhões de brasileiros e afeta 3% do crédito

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A taxa de inadimplência ao crédito do sistema financeiro no Brasil chegou a 3,04%, ou em termos absolutos R$ 96,6 bilhões de um saldo total de R$ 3,168 trilhões. Os dados preliminares, relativos ao mês de setembro, são do Banco Central (BC). Os valores não discriminam as contas em vermelho de empresas e pessoas físicas. A inadimplência diz respeito a dívidas em atraso há mais de 90 dias.

A dívida a bancos, operadores de cartão de crédito, financeiras e leasing aflige metade (52%) dos brasileiros com “nome sujo” no Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC Brasil. Conforme o birô de crédito, em setembro, 62,6 milhões de pessoas estavam “negativados”, equivalente à população da Itália ou pouco menos de um terço da população adulta com 20 anos ou mais – conforme cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 209 milhões de brasileiros,194 milhões com idade a partir de 20 anos (conforme cálculo estimado na última quinta-feira,8).

Em relação às instituições financeiras, tabela das Estatísticas Monetárias de Crédito, disponível para download na página do BC, a inadimplência junto a essas instituições equivalem a 2,7% dos saldos. No caso das instituições financeiras privadas nacionais, a proporção é de 3,8%. Para as instituições financeiras estrangeiras, o percentual é de 2,6%.

A maior parte do montante da inadimplência é devida aos bancos públicos (46,27%). Em segundo lugar, às instituições privadas de capital nacional (41,28%). Em terceiro lugar, às instituições de capital estrangeiro (12,45%).

Crise, desemprego e dívida
“A inadimplência sempre cresce com o desemprego. Quando o país entrou em crise, a partir de 2014, nós tínhamos 51,8 milhões de CPF negativados. A crise, de 2014 pra cá, colocou mais 10 milhões na inadimplência”, descreve Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, confirma que a recuperação do trabalho, e portanto da renda, é o que faz com que quem esteja inadimplente possa colocar em dia as contas em atraso, especialmente os mais pobres. “Quando o consumidor que tem a renda menor voltar para o mercado de trabalho, ele vai pagar a dívida, resolver esse problema”.

Entre 2014 e 2017, cerca de 6,5 milhões de pessoas ficaram sem ocupação (dessas 3,3 milhões tinham empregos formais). Os números do IBGE contabilizam que no período a média anual da taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais idade no Brasil passou de 6,8% (o menor índice da história) para 12,7% – mesmo percentual de junho de 2018, quando a inadimplência atingiu recorde na Serasa.

Cartão, cheque e empréstimo
As dívidas com o setor financeiro são monitoradas pelo Banco Central. Segundo a autoridade monetária, R$ 2 de cada R$ 5 do saldo inadimplente são de cartão de crédito rotativo, que junto com o cheque especial tem o maior custo de financiamento.

O peso da dívida no cartão é desproporcional ao volume de operações realizadas. “Embora represente apenas 2% do saldo de operações de crédito, o cartão de crédito na modalidade rotativo corresponde a 20,8% da carteira inadimplente”, descreve o Banco Central em documento preparado para IV Fórum de Cidadania Financeira, que ocorreu semana passada em Brasília.

Além da dívida do cartão, 13,5% são de crédito pessoal; 12,9% de crédito consignado; 11% de financiamento habitacional e 9,8% de aquisição de carros – um terço do restante inadimplente é formado por diferentes tipos de créditos e financiamentos.

Dívida em família
No mês de maior inadimplência, a faixa etária com a proporção de mais inadimplentes em junho era a de 36 a 40 anos (47,3%). Mas preocupava especialmente à Serasa o crescimento do percentual de pessoas inadimplentes com mais de 61 anos (35%), 2,6 pontos percentuais a mais do que o verificado em 2016.

Por trás de cada modalidade de crédito é possível levantar inúmeras histórias de pessoas e famílias que passam por dificuldades. Esse é o caso da empresária e relações públicas, de 33 anos, moradora de Recife, Maria Clara, nome fictício a pedido para não ser identificada, que se viu forçada pelo banco a ter que contrair dois empréstimos para quitar dívida do cartão de crédito de sua empresa de eventos.

“A dívida de um mês que estava em R$ 18 mil passou para R$ 60 mil. Está no nome da pessoa jurídica, mas quem sofre é a pessoa física”, descreve a empresária que relata que tem todo mês descontados R$ 1.910 do faturamento e ainda encontra dificuldades com o cheque especial. “Tem meses que o plano de saúde fica atrasado”, conta.

O pai de Maria Clara é funcionário público federal, tem estabilidade de emprego, mas mesmo sem se arriscar ao abrir um negócio como a filha se vê endividado e sempre renegociando seus empréstimos consignados e pessoais. “A gente pensa que voltando ao banco e mais uma vez pegando o dinheiro emprestado vai finalmente resolver”, diz Léssio Ferreira, nome fictício.

Segundo ele, com 61 anos, já poderia estar aposentado do trabalho de técnico laboratorista, mas segue trabalhando e agora tenta voltar a ter um segundo emprego “para reequilibrar as contas”.

Dados do Banco Central mostram que a proporção de endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro em agosto era de 41,93% da renda acumulada em 12 meses – excluindo as dívidas com a casa própria, essa proporção cai para 23,68%. O pico da proporção do endividamento das famílias foi em abril de 2015 (46,39%).

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PRESIDENTE DO SENADO

‘Esse povo que vem aí não é da política, é da rede social’, diz Eunício

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© Geraldo Magela/Agência Senado

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), teve uma conversa nada amistosa com Paulo Guedes, escolhido ministro da Economia de Jair Bolsonaro (PSL). Após o papo, o senador disse que o próximo governo não vem da “política”, mas sim “da rede social”.

Ao “BuzzFeed News”, Eunício revelou o conteúdo da conversa que teve com o guru do capitão reformado. O encontro deles ocorreu em uma sala do Senado, na semana passada. Estavam no local Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e o senador Fernando Bezerra (MDB-PE).

Guedes procurou Eunício para pedir que a reforma da Previdência fosse logo votada. O presidente do Senado, no entanto, disse que o mais importante era mesmo falar acerca do Orçamento Geral da União.

“Ele olhou para mim e disse que orçamento não é importante, importante é aprovar Reforma da Previdência”, contou Eunício, que lembrou ao ministro de Bolsonaro que a aprovação do Orçamento é pré-requisito para o recesso parlamentar, como consta na Constituição.

“Ele me disse: ‘vocês não aprovam orçamento, orçamento eu não quero que aprove não’. Mas não é o senhor querer, a Constituição diz que só podemos sair em recesso após a aprovação”, argumentou.

De acordo com o BuzzFeed, Guedes teria cortado a fala de Eunício. “‘Não, eu só quero Reforma da Previdência. Se vocês não fizerem vou culpar esse governo, vou culpar esse Congresso e o PT volta, e vocês vão ser responsáveis pela volta do PT.”

Eunício contou que o guru de Bolsonaro continuou insistindo com o assunto “volta do PT”.

“(Ele me disse:) ‘se vocês não aprovarem tudo aquilo que nós queremos esse ano, o PT volta. Se aprovar a reforma o Brasil vai crescer a 6%, se não aprovar o Brasil não vai crescer, eu vou culpar vocês’”, relatou.

Neste momento, Eunício teria saído da sala. O presidente do Senado contou ainda que Bezerra ficou “horrorizado” com Guedes.

Mas o clima ainda ficou pior. Após a reunião, Paulo Guedes deu entrevista a jornalistas e sugeriu que a população desse uma “prensa” no Senado para votar a reforma da Previdência.

“E ele foi lá para a porta (do Ministério da Fazenda) e disse que tem que dar uma prensa. Eu digo que aqui ninguém dá prensa. Aqui você convence, discute, ganha perde, agora prensa ninguém vai dar em mim”, disse Eunício.

“Enquanto eu for presidente ninguém diz aqui o que vamos fazer, quem diz aqui é o dedinho de cada um, que pode votar não, sim ou abstenção”, acrescentou.

Magno Malta e o reajuste do STF

Eunício Oliveira também falou das críticas de Bolsonaro e Paulo Guedes sobre o Senado ter aprovado o reajuste de 16% nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), votado na quarta-feira (7).

Para o presidente da Casa, os próprios aliados do capitão reformado contribuirão para a aprovação do reajuste.

“Vou só dizer o seguinte: não sei como eles estão fazendo, mas não aceito o Magno Malta (PR-ES) de manhã fazer discurso esculhambando a recomposição salarial dos magistrados, que troca o auxílio-moradia por salário, mas de tarde não vai votar. E mais oito que se dizem bolsonaristas não votaram, e eu sou culpado por isso?”, disse Eunício ao BuzzFeed.

“Esse povo que vem aí não é da política, é da rede social”, acrescentou Eunício.

Paulo Guedes não se manifestou sobre as declarações de Eunício de Oliveira.

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