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Fotos mostram cenário de guerra durante megaoperação no Rio; veja

Nesta terça-feira (21), as Forças de Segurança ocupam mais uma vez as favelas

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© Fotos: Ricardo Moraes/Reuters


O primeiro dia da megaoperação nos complexos da Maré, Penha e do Alemão, localizados na Zona Norte do Rio, nessa segunda-feira (20), deixou sete pessoas mortas, sendo duas delas militares do Exército.

Nesta terça-feira (21), as Forças de Segurança ocupam mais uma vez as favelas.

Ainda não há informações sobre o efetivo que atua nesta terça. Ontem, foram 4,2 mil militares, 70 policiais civis, além de aeronaves e carros blindados.

Confira algumas fotos tiradas na operação dessa segunda.

Fonte:
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COMISSÃO

Previdência: parecer deve começar a ser discutido hoje na Câmara

A Comissão Especial começou nesta terça-feira (18), às 9h

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A Comissão Especial da reforma da Previdência da Câmara dos Deputados começou a debater o parecer do deputado Samuel Moreira (PSDB-RJ) nesta terça-feira (18), as 9h. Segundo o presidente do colegiado, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), a oposição já concordou em não obstruir a fase de debates.

Pelo acordo alinhado com líderes de partidos da oposição, para que não haja obstrução na fase de discussão, todos os deputados, membros ou não do colegiado, poderão se inscrever para falar nessa fase e terão a fala garantida, desde que estejam presentes no momento em que forem chamados a se manifestar.

O acordo garante ainda que não haverá data preestabelecida para o fim da discussão da matéria na comissão especial.

Cada parlamentar membro da comissão tem até 15 minutos para discursar sobre o tema. Os deputados que não integram a comissão dispõem de 10 minutos. Até a noite dessa segunda-feira (17), 143 congressistas já estavam inscritos para debater a proposta. Os deputados têm até o início da primeira fala na comissão para se inscrever.

Apesar do número de deputados para debater a proposta, a expectativa do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), é que o parecer seja votado pela comissão até o próximo dia 26. Maia pretende incluir o texto da pauta de votação do plenário antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho.

Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), o texto precisa ser aprovado por três quintos dos deputados, o correspondente a 308 votos favoráveis, em dois turnos de votação.

Ao ser aprovado pelos deputados, o texto segue para apreciação do Senado, onde também deve ser apreciado em dois turnos e depende da aprovação de pelo menos 49 senadores.

Após a leitura do parecer, o relator da reforma da Previdência na comissão especial, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou que a perspectiva agora é buscar o entendimento dos parlamentares a respeito da reinclusão de estados e municípios no texto da PEC 6/2019.

O dispositivo foi retirado do texto, apesar do apelo de governadores para que as regras de aposentadoria de servidores estaduais e municipais fossem mantidas.

“A grande questão nossa agora é continuar um trabalho para verificar como estados e municípios vão ser introduzidos nessa reforma”, afirmou Moreira.

Ele espera reunir o apoio necessário para que o dispositivo volte ao texto da PEC, o que pode acontecer por meio de um voto complementar ao relatório, no dia da votação do parecer ainda na comissão.

Com informações da Agência Brasil

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investigação

MP não descartou nenhuma hipótese, diz promotora de caso Neymar

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A promotora de Enfrentamento à Violência Doméstica Estefânia Paulin, que atua no caso Neymar, afirmou nesta segunda (17) que nenhuma hipótese está descartada sobre a acusação de estupro de Najila Trindade contra o jogador do PSG. O iquérito policial está em andamento e corre em segredo de justiça.

Estefânia ressaltou que o Ministério Público analisará todas as provas, depoimentos e declarações com muito cuidado antes de tomar decisões sobre o caso.

“O Ministério Público se reunirá. Vamos ver na segunda análise se há necessidade de colheita de outras provas. Após análise, vamos juntar tudo, vamos pedir diligências se for o caso, porque estamos buscando colher provas para o poder judiciário sempre. Não podemos errar, como não podemos errar em nenhum inquérito policial.”

A promotora ainda disse que nada foi descartado. “Precisamos de cuidado, vamos analisar sempre de forma comedida, sempre de forma muito serena como sempre falamos. O Ministério Público sempre busca justiça e até agora o MP não descartou nenhuma hipótese do que aconteceu. A partir das provas é que vamos colher.”

Altamiro Bezerra, CEO das empresas que cuidam da carreira de Neymar, e Carlos Henrique, um amigo do jogador, prestaram depoimentos nesta segunda na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, na zona sul de São Paulo. Os dois deixaram a delegacia sem falar com a imprensa.

“Todos os depoimentos são importantes. Estamos apurando as circunstâncias dos fatos e tudo o que acontece em torno da situação. Estamos analisando o furto (o suposto furto do tablet de Najila do apartamento da modelo), a extorsão (a suposta tentativa de extorsão do primeiro advogado de Najila a Neymar pai) também. Ele (Altamiro Bezerra) veio para responder questões conexas”, explicou Estefânia Paulin.

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POLÍTICA

Gustavo Montezano é escolhido para presidência do BNDES

Montezano é o atual secretário especial adjunto de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia. Levy pediu demissão após ter sido criticado por Bolsonaro.

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Foto: Divulgação/Ministério da Economia

O ministro Paulo Guedes escolheu o engenheiro e economista Gustavo Henrique Moreira Montezano para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) em substituição a Joaquim Levy, que pediu demissão neste domingo.

Montezano é o atual secretário especial adjunto de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia.

Na presidência do BNDES terá como prioridades privatizações, desinvestimentos, Infraestrutura, saneamento e reestruturação financeira de estados e municípios.

De acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior e abrir o que o presidente Jair Bolsonaro chama de “caixa preta” do banco – empréstimos feitos a países como Venezuela e Cuba para investimento em infraestrutura.

Ele é mestre em Economia pela Faculdade de Economia e Finanças do Ibmec-RJ e graduado em Engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia (IME-RJ). Foi sócio do Banco Pactual, pelo qual atuou como diretor-executivo da área de commodities em Londres e anteriormente como responsável pela área de crédito, resseguros e “project finance”. Iniciou carreira como analista do Opportunity, no Rio de Janeiro.

Levy pediu demissão neste domingo (16), um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que ele estava com a “cabeça a prêmio”.

Bolsonaro deu um ultimato a Levy: afirmou que ele seria demitido se não demitisse o diretor de Mercado de Capitais do banco, Marcos Barbosa Pinto. O diretor foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Após a declaração de Bolsonaro, o próprio Barbosa Pinto pediu demissão – e depois Levy.

Joaquim Levy tomou posse em janeiro como presidente do BNDES. Ainda no ano passado, quando Levy foi escolhido para o cargo, Bolsonaro disse que quem havia “bancado” a indicação dele era Paulo Guedes, atual ministro da Economia.

Levy foi ministro da Fazenda no segundo mandato de Dilma Rousseff e deixou o cargo após 11 meses.

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