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Policial militar morre em acidente de moto em rodovia da região; vídeo

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Acidente ocorreu no final da manhã desta quarta-feira (22) - Foto: Reprodução/ WhatsApp

O cabo da Polícia Militar Jair Vituri Junior morreu em um acidente de moto ocorrido no final da manhã desta quarta-feira (22) entre Pindorama e Catanduva.

O PM seguia pela rodovia Alfredo Jorge Abdo, que liga a cidade de Pindorama a rodovia Washington Luís, quando teve a trajetória interceptada por um veículo Gol, que tentava fazer uma conversão na via em local irregular.

O acidente foi filmado por câmera instalada na rodovia. O Regional Press teve acesso às imagens. (veja vídeo abaixo)

O veículo era dirigido por uma mulher e tinha outras duas pessoas como passageiros. Os ocupantes sofreram ferimentos, mas sem risco de morte.

Jair Vituri Júnior conduzia uma motocicleta Kawasaki e bateu violentamente na lateral do Gol. O policial morreu no local do acidente.

De acordo com a polícia, a vítima morava em Pindorama e estava indo para trabalhar em Catanduva na modalidade Dejem (Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar).

O caso é apurado pela Polícia Civil. A motorista do carro deverá ser indiciada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar).

 

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Massacre na Catedral

Atirador de Campinas trabalhou como auxiliar da Promotoria de SP

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A Polícia Civil informou que Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, é o autor dos disparos na Catedral Metropolitana de Campinas. Ele era morador de Valinhos, cidade vizinha a Campinas.

Euler foi servidor concursado do Ministério Público do Estado de São Paulo, atuando como auxiliar de Promotoria I, na Comarca de Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo.

O Ministério Público de São Paulo informou que ele pediu exoneração do cargo em 3 de julho de 2014. O perfil de Euler em uma rede social, sem postagens, informa que ele estudou no Colégio Técnico da Unicamp e na Unip, em Campinas.

O tiroteio ocorreu por volta das 13h25, segundo informações da Polícia Militar. De acordo com relatos, o homem invadiu a igreja e atirou contra as pessoas. Quatro morreram no local.

A Secretaria de Segurança Pública informou que policiais militares atiraram contra o autor dos disparos e, em seguida, ele se matou. Ainda não se sabe a motivação do crime.

Feridos

Um homem de 84 anos, que foi atingido no tórax e no abdômen, passou por cirurgia no Hospital Municipal Doutor Mário Gatti e agora está na Unidade de Terapia Intensiva. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o estado de saúde dele é grave. Uma mulher de 65 anos foi levada para a mesma unidade, permanece em observação, mas o estado dela é estável. Ela foi ferida no tórax, na mão e teve uma fratura na clavícula.

As outras duas pessoas baleadas foram levadas para o Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e para o Hospital Beneficência Portuguesa de Campinas.

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Investigação

Atirador de Campinas é identificado. Polícia apura motivação

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O homem que atirou contra fiéis na Catedral Metropolitana de Campinas, em São Paulo, foi identificado como Euler Fernando Gandolfo, analista de sistemas, de 49 anos. De acordo com o delegado José Henrique Ventura, o atirador não tinha nenhuma passagem pela polícia.

Ao realizar buscas no interior da igreja, as autoridades encontraram a mochila do invasor, que abriu fogo contra os fiéis após uma missa: quatro pessoas morreram e quatro ficaram feridas. Euler se matou em seguida.

Segundo o delegado, o homem não portava os documentos. Na mochila, não foi encontrada nenhuma carta ou qualquer pista sobre a motivação do crime. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do suspeito é de Valinhos, município do interior de São Paulo que já foi um distrito de Campinas.

De acordo com o comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar (PM) de Campinas, major Augusto, o atirador sabia utilizar a munição como alguém treinado.

“A forma com que ele manuseava a arma indica que tinha algum tipo de treinamento”, explicou o militar. Os investigadores revelaram que Euler usou ao menos duas armas: uma pistola e um revólver, ambos .38. Testemunhas disseram ter ouvido ao menos 20 disparos no local.

A polícia acredita que o atirador tenha agido sozinho e, agora, está em busca da motivação do ataque. “Com a identificação dele, vamos, então, investigar a motivação. Agora há pouco é que nós levantamos que uma mochila deixada continha os documentos dele, pois ele não portava nenhum documento”, afirmou o delegado Ventura.

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Assassinatos na catedral

‘As pessoas estavam rezando’, diz guarda de Campinas

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Policiais e curiosos após tiroteio na Catedral de Campinas nesta terça (11) - Foto: Reprodução/ WhatsApp

Um homem invadiu a Catedral Metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo, durante uma missa e disparou contra fiéis, matando ao menos quatro pessoas.

Segundo o portal “G1”, o agressor se suicidou perto do altar. A polícia investiga as motivações do crime e a identidade do responsável pelos disparos.

“As pessoas estavam rezando na igreja, com um terço nas mãos, e ele entrou disparando”, contou um guarda municipal à “Globo News”.

O atirador estava armado com uma pistola e um revólver calibre 38, e uma imagem que circula nas redes sociais o mostra já morto, vestido de camiseta azul e calça jeans.

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Barbárie

Criança indígena é assassinada em aldeia com um socador de pilão

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Imagem Ilustrativa

Uma criança indígena de nove anos foi assassinada no último domingo (09) dentro da Aldeia Khikhatxi, município de Querência (970 km de Cuiabá). O suspeito, ainda não identificado, utilizou um socador de pilão para cometer o crime.

O caso foi registrado no mesmo dia do crime por uma enfermeira que trabalha no polo de aldeias Wawi. Ela foi chamada pelo irmão da vítima, por volta das 16h30 do domingo, que pediu socorro afirmando que a irmã estava passando mal.

A menina foi identificada como Ngaimberi Tapaiuna Suya. Ao ir com o irmão até a residência da família, a enfermeira encontrou a menina no colo da mãe, sangrando pelo lado esquerdo da boca.

Conforme o boletim de ocorrência, ela perguntou ao irmão da criança se ela teria caído, mas o garoto negou, relatando que outro indígena poderia ter batido nela com um socador de pilão, que foi encontrado sujo de sangue e com alguns cabelos.

A enfermeira pegou a menina, colocou em um carro e acionou a ambulância municipal de Querência, informando que estava indo ao encontro do veículo de socorro. Porém, Ngaimberi morreu antes mesmo de chegar ao hospital municipal.

Na unidade médica, uma enfermeira relatou à polícia ter encontrado vestígios de espancamento na criança. Segundo a Polícia Judiciária Civil, que está investigando o caso, foram encontradas outras lesões no corpo da índia.

A Funai está auxiliando a Polícia Judiciária Civil na investigação do caso, que está sob responsabilidade do delegado Michel Mendes Paes. A Funai está intermediando a entrada da Polícia Civil na aldeia.

No momento, a PJC aguarda o laudo do exame necroscópico, que indicará as causas oficiais da morte. As informações são do jornal O Livre.

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