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Fatalidade

Criança de 9 anos morre após sofrer descarga elétrica

João Luiz Amaral Almeida foi encontrado desacordado pela após levar choque em fio descascado da máquina de lavar roupas

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O caso foi registrado na Polícia Civil (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma criança de 9 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica na casa da avó, na tarde de quarta-feira (9), em Indiara, a cerca de 100 quilômetros de Goiânia.

De acordo com informações de um amigo da família, que preferiu não ter a identidade divulgada, João Luiz Amaral Almeida tocou em uma caixa de ferramentas que estava em contato com um fio descascado da máquina de lavar roupas.

Segundo o amigo da família, a avó chamou pelo garoto e após ele não responder ela foi até a área de serviço, momento em que encontrou João desacordado no chão e com os pés roxos. Imediatamente, a avó chamou a filha que estava na casa e pediu a ajuda de vizinhos para levar a criança até o Hospital do município. Os familiares disseram que o menino foi levado ainda com vida para a unidade de saúde, no entanto, morreu ao dar entrada no hospital.

O caso foi registrado na Polícia Civil (PC) por funcionários do hospital. Agora, os policiais esperam que os familiares procurem a delegacia para prestar depoimentos sobre o ocorrido após o período de luto.

O corpo de João é velado na Igreja Católica Jesus Bom Pastor e o sepultamento está marcado para às 15 horas no cemitério da cidade. As informações são do site Mais Goiás.

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Fonte: Mais Goiás

EMBRIAGADO

Servente é preso em Araçatuba após dar surra na mulher com mangueira

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Foto: Sílvio Romeiro para Regional Press

Um servente de pedreiro de 50 anos foi preso na noite desta quarta-feira após dar uma surra com mangueira em sua mulher, uma costureira de 54 anos. O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira, quando o homem fugiu após as agressões, e retornou a noite, ameaçando a mulher de morte.

De acordo com o boletim de ocorrência, o servente, no período da manhã, estava embriagado e discutiu com a esposa. Ele pegou uma mangueira de bateu nas costas e braços da vítima, deixando vários hematomas. A mulher chamou a polícia e o servente fugiu do local.

A noite, segundo a vítima, ele retornou ainda mais embriagado e passou a ameaçar a mulher de morte, além de tentar agredi-la a socos. Ela pegou um cabo de vassoura e conseguiu evitar as agressões, e em seguida acionou a Polícia Militar.

Os PMs confirmaram que ela estava com as marcas das “mangueiradas” que levou do marido, e constataram que o homem estavam embriagado, no sofá da sala. Ele negou as agressões. A mulher já havia inclusive registrado boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher e pediu medida protetiva contra o acusado.

Ele foi encaminhado à delegacia, onde o delegado arbitrou fiança no valor de R$ 4 mil, a qual não foi paga. O acusado seria levado para audiência de custódia, e deverá ser indiciado por lesão corporal, ameaça e violência doméstica.

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COVARDE

Desempregado que ameaçou envenenar filhos é preso após agredir novamente a mãe

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Foto: Sílvio Romeiro para Regional Press

Um desempregado de 30 anos, conhecido nos meios policiais por agredir a própria mãe, foi preso nesta quarta-feira após, mais uma vez, agredir fisicamente sua genitora. Agora havia uma medida protetiva, que impedia sua aproximação da mãe, mas ele havia sido perdoado e estava residindo da casa, na Vila Industrial, em Araçatuba.

O motivo das agressões é pelo fato da vítima ter a guarda de dois netos, filhos do acusado, tendo em vista que ele já havia feito ameaças de envenenar os dois filhos e se matar. Não foi a primeira vez que a Polícia Militar teve de ser acionada porque o desempregado agrediu fisicamente a própria mãe.

Desta vez, quando os policiais chegaram, foram recebidos pela dona de casa, que tem 56 anos. Ela relatou que seu filho deu um chute em suas costas, e ela caiu machucando o braço. A mulher disse que havia pedido a suspensão da medida protetiva porque acreditou no filho, que disse que havia mudado e pediu uma segunda chance.

O acusado foi levado ao plantão policial, onde o delegado arbitrou fiança no valor de R$ 2 mil, a qual não foi paga. O acusado ficou detido à disposição da Justiça.

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PALESTINA (SP)

Justiça determina liberdade provisória a motorista embriagado que tomou arma de PM

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Motorista e policial brigaram durante a ocorrência em posto de combustível de Palestina — Foto: Reprodução/TV TEM/Arquivo

A Justiça determinou liberdade provisória ao motorista de 18 anos que estava embriagado, provocou um acidente de trânsito e arrancou a arma de um policial militar. O PM e um advogado foram baleados pelo jovem em Palestina (SP), na noite do dia 15 de setembro. A decisão saiu nesta terça-feira (11).

Durante a audiência do caso, que começou às 15h e terminou por volta das 22h, foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa. Ao final, foi determinada a liberdade provisória de Valdinei Molina Júnior, sob a alegação de que ele não apresenta risco à sociedade.

Valdinei, que não possui carteira de habilitação, chegou a ser preso em flagrante pela Polícia Civil, mas acabou solto durante a audiência de custódia. No entanto, a promotora Ana Beatriz Pravuni Costa Silveira recorreu da decisão dois dias após o caso.

Entenda o caso

O motorista estava ingerindo álcool em uma conveniência de um posto de combustíveis quando, ao sair, bateu no muro vizinho ao local e a Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência de acidente de trânsito.

O policial estava conversando com uma testemunha quando o motorista arrancou a arma da cintura dele. Os dois começaram a brigar e caíram no chão.

A câmera de segurança de um posto de combustíveis registrou a ação. Pelas imagens é possível ver o momento em que o tiro acerta o policial militar, que leva a mão ao rosto. Outro disparo atinge a testemunha. O outro policial militar consegue imobilizar o motorista e pede socorro pelo rádio da viatura.

O policial militar Vinícius Franco Ferreira e o outro homem baleado, um advogado, foram levados para o Hospital de Base de Rio Preto onde foram socorridos e liberados.

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Campinas

Vizinhos de atirador relatam agressão, mania de perseguição e arma

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O atirador da Catedral Metropolitana de Campinas, Euler Fernando Grandolpho, vivia sozinho com o pai em uma confortável casa de três andares, em área nobre de Valinhos, protegida com segurança privada. Há pouco mais de dez anos, perdeu a mãe. Há dois, um irmão, vítima de leucemia. As informações são de O Globo.

Analista de sistemas, com passagens pelo colégio técnico da Unicamp e Unip, passou em um concurso do Ministério Público de São Paulo em 2009 e prestou serviços como auxiliar de promotoria lotado na área regional da capital, a partir de 2012. Pediu exoneração e voltou para casa apenas um ano e meio depois, em dezembro de 2014, por razões ainda não esclarecidas.

“Ainda estou em choque. Você não imagina a gravidade de estar ao lado de uma pessoa dessas”, diz um dos vizinhos, um executivo de 59 anos alvo das reações extremadas de Euler durante a convivência no condomínio de classe média alta.

O empresário chegou a chamar a polícia para o vizinho, que atirava ovos na parede, balde de óleo de cozinha aberto e cocô de cachorro na piscina do executivo. Para ele, sempre esteve claro que era uma pessoa com graves problemas de saúde, de natureza psicológica.

O condomínio fica em Valinhos, a 20 minutos de Campinas, no interior de São Paulo. O comportamento de Euler era acompanhado de ameaças ao filho do vizinho, na época adolescente, e a solução foi chamar a polícia e também registrar um Boletim de Ocorrência.

“Eles (os policiais) vieram aqui, perceberam que era séria a coisa. Euler tinha até arma em casa, eles levaram, mas ficou nisso. Desde então ele parou de ameaçar meu filho, tirou a gente do foco. Mas os sintomas continuaram”, conta o executivo, que pede para não ter o nome identificado em respeito à relação amistosa com a família do autor dos ataques desta terça na catedral de Campinas. O episódio relatado ocorreu há sete anos, segundo o vizinho.

A rotina mais visível de Euler era o passeio matinal diário com o seu cachorro, um pastor alemão, seu único amigo, segundo conhecidos. Implicava especialmente com adolescentes do bairro, que dizia terem papel preponderante na perseguição que habitava sua mente. “Ele falava que os meninos eram hackers, que invadiam o seu computador e atazanavam sua vida”, conta o empresário.

“Ele era o louco”

Outro vizinho, um rapaz de 19 anos, estudante de comércio exterior, relembra: “Sempre foi um cara muito estranho, fechado, na dele. Andava com o cachorro sem coleira, com um pau na mão. Pra gente, ele era o louco, né?”, conta o rapaz, que morava a três casas de Euler, na mesma rua.

O pai do estudante, Waldemar, de 52 anos, viu Euler sair de casa por volta de meio dia de ontem, cerca de uma hora antes da chacina, com mochila nas costas e um óculos no rosto. “Vi ele na portaria. O pessoal brinca com esse negócio de depressão, mas é uma coisa muito séria. Não falava um bom dia, boa tarde, era uma pessoa totalmente alheia à realidade”, contou.

Após a tragédia, moradores do bairro eram unânimes ao relatar o carinho que nutrem pelo pai do atirador, Éder Grandolpho, que agora perdeu o segundo filho, de forma trágica. Católico fervoroso, ministro da eucaristia em uma paróquia de Valinhos e organizador de encontros para rezar o terço em sua casa, pedia desculpas com freqüência pelo comportamento do filho.

Éder Grandolpho recebeu a polícia em casa nesta terça vestindo uma bermuda, camiseta de futebol da seleção da Itália e um pesado terço de prata no pescoço. Moradores do bairro que faziam caminhadas no fim de tarde olhavam curiosos para a movimentação na casa. Ele não quis falar. “Em razão das circunstâncias, não vou fazer nenhum comentário. Peço desculpas, mas vou pedir gentilmente para vocês também se retirarem”, falou.

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