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FRIOOO!

Cidades de SC ficam abaixo de zero e Urupema chega a -5,6°C; Galeria

Amanhecer foi o mais frio da semana em pelo menos 20 cidades.

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Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online
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O frio ganhou força e a quinta-feira (12) registrou o amanhecer mais gelado da semana até o momento, em praticamente todas as cidades catarinenses.

Por volta das 8h30, pelo menos 20 cidades estavam com temperaturas negativas. A mínima chegou a -5,6°C, em Urupema, na Serra catarinense.

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Segundo a Central NSC de Meteorologia, o frio mais intenso está concentrado nas áreas de baixadas, já que o ar frio é mais “pesado” e fica “preso” em áreas de vales.

Por conta disso, aumentam as chances de ter nessas regiões as menores temperaturas, como ocorreu na cidade mais fria do Estado, em Urupema. No Morro das Torres, um dos pontos mais altos, o termômetro marcava 0,3°C às 5h, e -5,1°C no Centro, no mesmo horário.

O frio combinado com o ar mais seco trouxe geada para vários lugares de Santa Catarina. Mas, o ar seco também acaba inibindo a formação de nuvens e a previsão para esta quinta é do predomínio de sol.

Com isso, as temperaturas da tarde sobem um pouco e as máximas atingem 17°C na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte.

Os dados são do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometereologia de Santa Catarina (Epagri/Ciram), órgão que monitora as condições climáticas.

G1
  • Foto: Wagner Urbano/ Notiserrasc

  • Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online

  • Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online

  • Foto: Marcelo Macedo

  • Foto: Marcelo Macedo

  • Foto: Marcelo Macedo

  • Foto: Marcelo Macedo

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  • Foto: Marcelo Macedo

  • Foto: Mycchel Hudsonn Legnaghi/São Joaquim Online

  • Foto: Wagner Urbano/ Notiserrasc

  • Foto: Wagner Urbano/ Notiserrasc

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vandalismo

Pichação em banheiro da UnB fala em massacre “se Bolsonaro for eleito”

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INSTAGRAM/REPRODUÇÃO

Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) foram surpreendidos com uma ameaça feita por um autor desconhecido em pichação na porta de um dos banheiros da instituição. A mensagem diz que “se Bolsonaro for eleito, é Columbine na UnB”, em referência ao massacre promovido por dois alunos da escola de Columbine, no Colorado, nos Estados Unidos, em 1999.

No dia 20 de abril daquele ano, Dylan Klebold e Eric Harris, vítimas de bullying no colégio onde estudavam, dispararam contra colegas, deixando 12 mortos e ao menos 11 feridos. Ambos cometeram suicídio após os tiroteios.

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O caso veio à tona pelas redes sociais. Uma estudante postou a foto da pichação em seu Instagram. Diante da grande repercussão sobre o caso, a UnB também usou o Twitter para se posicionar e dizer que “repudia atos de vandalismo como esse, especialmente pelo seu conteúdo ameaçador à comunidade universitária”.

Em nota, esclareceu que a pichação não foi identificada pela equipe de manutenção dos espaços. Mas confirmou que ela foi feita em um dos banheiros e reportou o caso à Polícia Federal.

Livros rasgados

Nos últimos dias, a universidade tem sido palco de manifestações que reforçam discursos de ódio. Na semana passada, livros com temática de Direitos Humanos da Biblioteca Central do Estudante (BCE) foram rasgados. O ato de vandalismo motivou um protesto dos estudantes, realizado no dia 10 de outubro.

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candidato

Contrariando orientação de Bolsonaro, Mourão sela apoio a Doria

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MICHAEL MELO

O general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), selou apoio nesta quarta-feira (17/10), ao candidato ao governo de São Paulo, João Doria (PSDB). Os dois se encontraram pela primeira vez nesta quarta, em um hotel na zona sul de São Paulo. Eles conversaram sobre política, tiraram fotos e gravaram vídeos, que serão utilizados na campanha do tucano.

A decisão de Mourão de apoiar Doria foi comunicada ao presidente do PSL, Gustavo Bebianno, que reagiu com surpresa e disse não saber da reunião. Bolsonaro já havia anunciado que não daria apoio a Doria e que se manteria neutro na disputa em São Paulo.

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O PRTB teria deixado claro a Doria que o apoio a ele seria apenas do partido e de Mourão, e não da chapa de Bolsonaro. “A gente respeita a opinião do PSL, mas temos a nossa autonomia para tomar as nossas decisões no Estado de São Paulo”, disse um interlocutor do PRTB ao Estado.

O encontro foi acompanhado pelo presidente do PRTB, Levy Fidelyx, e foi considerado uma extensão do apoio manifestado pelo partido à candidatura de Doria. O material feito na reunião será utilizado nas redes sociais dos dois partidos, a partir desta quinta (18). Caso seja recebido bem pelos eleitores, será usado também no programa eleitoral de Doria.

Na reunião, Mourão e Doria também conversaram sobre as suas afinidades políticas. No último dia 12, Doria tentou, sem sucesso, se encontrar com Bolsonaro, no Rio de Janeiro. O presidenciável teria informado a Doria que estava indisposto, apesar de ter recebido várias visitas de apoiadores durante o dia, em sua casa, na Barra da Tijuca.

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Saúde

Novo medicamento para hepatite C será ofertado pelo SUS

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Principal via de contaminação pelo vírus HCV é sanguínea (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar um novo medicamento para o tratamento de hepatite C crônica em adultos: o sofosbuvir em associação ao velpatasvir (SOF/VEL). A decisão foi publicada em portaria do Diário Oficial da União, nessa terça-feira (16).

A inclusão do medicamento na rede pública foi recomendada após análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que se reuniu no final de agosto para debater o assunto.

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A análise indicou uma eficácia superior a 90% em testes que verificaram a manutenção de níveis indetectáveis do vírus no sangue 12 semanas após o final do tratamento.

Ainda segundo a avaliação realizada, o uso do SOF/VEL pode gerar uma economia de R$ 155 milhões a R$ 175 milhões no primeiro ano de incorporação, se comparado aos tratamentos antivirais disponíveis atualmente.

O prazo máximo para efetivação da oferta do medicamento no SUS é de 180 dias, a partir da publicação no Diário Oficial.

Hepatite C

A hepatite C é uma doença infecciosa que causa inflamação aguda ou crônica do fígado. Causada pelo vírus HCV, a enfermidade tem como principal modo de contaminação a via sanguínea.

Transfusões de sangue, hemodiálise, agulhas, seringas e materiais intravenosos são as mais recorrentes.

Cerca de 80% dos pacientes são assintomáticos ou apresentam sinais e sintomas inespecíficos, comuns a diversas doenças crônicas do fígado, o que leva a diagnósticos tardios.

Do total de pessoas infectadas com o vírus, aproximadamente 60% a 85% evoluem para a forma crônica da doença.

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eleições 2018

TSE convoca representantes de Bolsonaro e Haddad e pede clima de paz

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Ministra Rosa Weber convocou as campanhas para discutir notícias falsas e violência (Antonio Cruz/Agência Brasil)

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, se reuniu nesta quarta-feira (17) com representantes das candidaturas de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) para discutir a difusão massiva de notícias falsas e a onda de violência durante as eleições.

O tribunal vem colocando preocupações com a disseminação de conteúdos colocando em dúvida o sistema de votação e apuração nestas eleições. Participaram do encontro também os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

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Segundo representantes das candidaturas, que falaram a jornalistas ao fim do encontro, os ministros do TSE mostraram preocupação com os conteúdos enganosos e casos de agressão. Rosa Weber teria feito um apelo para que a campanha ocorra em clima de paz e para que os candidatos incentivem apoiadores a fazer uma campanha pacífica.

Em relação a conteúdos colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral, os ministros defenderam a segurança das urnas eletrônicas e do sistema de votação. Mas, conforme os relatos, não houve resolução ou encaminhamentos concretos, apenas recomendações dos ministros.

“As sugestões [do TSE] foram no sentido de que nós comunicássemos aos nossos clientes para que continuassem se esforçando para que houvesse cada vez mais a instrução dos eleitores para que se evite qualquer atitude que possa ser considerada violência. Embora nós tenhamos dito que isso foge ao controle de qualquer candidato. A violência existe, é um fenômeno no Brasil, e não se pode atribuir isso a um candidato”, relatou o advogado da candidatura de Jair Bolsonaro, Tiago Ayres.

Sobre as notícias falsas, o advogado da candidatura de Jair Bolsonaro acrescentou que o tema preocupa o político e sua campanha, que também estariam sendo alvos de mensagens deste tipo. Ele citou como exemplo as mensagens atribuindo ao deputado voto contra a Lei Brasileira de Inclusão, suspensas pelo TSE após questionamento da candidatura.

O coordenador da campanha de Fernando Haddad, Emídio Souza, informou que os representantes da candidatura pediram providências do TSE e de órgãos como a Polícia Federal em relação à disseminação de notícias falsas sobre o candidato do PT e da onda de violência que atribuiu aos apoiadores de Jair Bolsonaro.

“A disseminação de fake news, desta forma, deforma a democracia, altera o resultado eleitoral. Não é possível que a Justiça assista impassível tamanha agressão à democracia”, pontuou o coordenador.

Sobre os atos de violência, Souza informou que solicitou um pronunciamento da presidente do TSE em defesa do bom senso. “Não é possível tamanha agressividade nesta campanha”. Não houve resposta sobre o pleito, segundo ele.

Fenômeno eleitoral

O fenômeno das notícias falsas vem marcando as eleições deste ano. A missão internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA) manifestou preocupação com o fenômeno da desinformação durante o 1º turno e elogiou a segurança das urnas.

No balanço da votação do 1º turno, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, também alertou para o problema, em especial, vídeos e mensagens colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral.

Nos últimos dias, o TSE mandou retirar publicações falsas contra a candidatura de Haddad tratando da distribuição do que passou a ser chamado de kit gay. Na segunda (15), nova decisão ordenou a retirada de vídeos relacionando a candidata a vice, Manuela d’Ávila à hipersexualização de crianças.

Nesta terça-feira o ministro Sérgio Banhos barrou propaganda contra Bolsonaro segundo a qual o candidato do PSL teria votado contra a Lei Brasileira de Inclusão (LBI).

WhatsApp

A rede social WhatsApp tem sido o foco de maior preocupação. Estudo divulgado nesta quarta-feira (17) por professores da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e integrantes da Agência Lupa que acompanhou 347 grupos na plataforma encontrou entre as imagens mais compartilhadas um índice de apenas 8% de caráter verdadeiro.

Na terça-feira, o conselho consultivo do TSE para notícias falsas realizou reunião à distância com representantes da plataforma de troca de mensagens WhatsApp. O objetivo foi discutir formas de garantir o alcance de respostas diante da divulgação de notícias falsas dentro da rede social.

A videoconferência foi uma providência decidida em reunião realizada na semana passada. Integrantes do colegiado manifestaram receios em relação à disseminação de notícias falsas na plataforma, especialmente mensagens e vídeos colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral e apontando supostas fraudes nas urnas.

Uma das preocupações manifestadas por integrantes do órgão após o encontro foi como encontrar meios para garantir que desmentidos e direitos de resposta alcançassem no WhatsApp usuários atingidos pelas mensagens iniciais, objetivo que é conseguido em redes como Facebook e Twitter.

Segundo o vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, o WhatsApp se propôs a disponibilizar ferramentas ao TSE já adotadas por agências de checagem de conteúdos enganosos e fabricados. Mas o vice-procurador não detalhou que sistemas poderão ser aplicados e qual a serventia deles.

De acordo com Jacques de Medeiros, os representantes da plataforma relataram encontrar “dificuldades” para aplicar a metodologia de outras redes sociais, como mecanismos de checagem de fatos (como no Facebook e no Google) e possibilidades de veiculação de direito de resposta aos mesmos usuários alcançado pelas mensagens originais consideradas falsas. O WhatsApp estaria “aquém disso”, nas palavras do procurador.

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