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BAHIA

Mulher é presa acusada de envenenar dois namorados em 8 meses

Amostras dos corpos foram recolhidas e o resultado apontou que ambos foram mortos com o mesmo tipo de veneno

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DIVULGAÇÃO/ POLÍCIA CIVIL
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Na tarde desta segunda-feira (11/6), uma mulher de 35 anos foi presa acusada de matar dois namorados envenenados em um período de apenas 8 meses na cidade de Itabuna (BA).

Brenda Oliveira teria usado chumbinho para matar Edvaldo Araújo Alves, de 40 anos, e Evandro Bonfim de Souza, da mesma idade. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-BA), nos dois casos, ela teria cometido o crime ao descobrir que os parceiros queriam terminar o relacionamento.

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A primeira vítima morreu em 16 de abril do ano passado. Edvaldo, que namorava a suspeita havia um ano, passou mal e foi levado por ela até o Hospital de Base de Itabuna. A morte foi atribuída a um infarto fulminante.

A versão não convenceu os parentes, já que o homem afirmava estar insatisfeito com o relacionamento e pretendia terminar tudo. Pouco tempo após a morte, Brenda começou um namoro com Evandro. A história, praticamente, se repetiu: meses depois, ele sentiu-se mal após tomar um medicamento dado pela mulher e foi levado para o centro de saúde por ela.
Durante os nove dias em que ele ficou internado, Brenda esteve o tempo todo ao lado de Evandro. Porém, a vítima sofreu uma parada cardíaca antes de ter alta. O corpo foi submetido a uma lavagem estomacal e, com isso, ficou detectada vestígios de uma substância semelhante ao veneno.

As circunstâncias das mortes estão sendo investigadas pela Polícia Civil. Amostras dos corpos foram recolhidas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna e o resultado apontou que ambos foram mortos com o mesmo tipo de veneno. As informações são do Correio 24h.

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METRÓPOLES
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Investigação

Gaeco denuncia dez pessoas no âmbito da Operação Arquivos Deslizantes

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo (Gaeco) apresentou novas acusações (aditamentos às denúncias) contra dez pessoas, por superfaturamento dos arquivos deslizantes vendidos para as Câmaras Municipais de Bebedouro e de Jaboticabal, e para a Prefeitura de Tambaú.

Fases anteriores da Operação Arquivos Deslizantes

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A primeira fase da Operação Arquivos Deslizantes foi deflagrada no dia 14 de setembro de 2017, quando foram cumpridos 50 mandados judiciais, sendo 28 de busca e 22 de prisão temporária, em São Paulo e Minas Gerais. Entre os presos estava o líder do grupo criminoso, o vereador de Catanduva Daniel Palmeira.

As investigações, iniciadas em Limeira, apontavam fraudes ocorridas em 70 licitações e prejuízo de cerca de R$ 8 milhões, ocorridos, em maioria, em câmaras municipais, em razão da facilidade de acesso que o líder da organização possuía, sendo vereador há duas décadas, já tendo presidido o legislativo de Catanduva em mais de uma ocasião.

Entre outubro e novembro de 2017, o Gaeco apresentou, durante as três primeiras fases da Operação Arquivos Deslizantes, 15 denúncias contra 78 pessoas, nas regiões de Piracicaba, Grande São Paulo, São José do Rio Preto, Vale do Paraíba, Araçatuba, Guarulhos, Sorocaba e Bauru. Também foram propostas quatro ações civis públicas na região de São José do Rio Preto, com liminares de bloqueios de bens deferidas.

Na quarta etapa, em fevereiro de 2018, foram apresentadas oito denúncias, divididas entre as comarcas de Itapecerica da Serra (oito denunciados), Jacareí (12 denunciados), Ribeirão Preto (cinco denunciados), Bebedouro (três denunciados), Jaboticabal (quatro denunciados), Tambaú (quatro denunciados), Américo Brasiliense (cinco denunciados) e Santa Adélia (quatro denunciados).

As ações penais tratam de fraudes em licitações para compra de mobiliário, notadamente de arquivos deslizantes metálicos para câmaras e outros órgãos públicos. As fraudes ocorreram entre os anos de 2010 a 2014 em diferentes cidades.

Fraudes nas licitações
Para fraudar os certames, a organização criminosa se valia de empresas cujos sócios eram pessoas com proximidade a Palmeira, bem como parentes entre si.

Outra tática utilizada contava com a conivência e participação direta de servidores públicos, que copiavam modelos de editais fornecidos pelos empresários contendo cláusulas e requisitos dos materiais, de forma a direcionar a vitória para suas firmas. Em vários casos, os editais em câmaras com menos de 20 vereadores exigiam sistema de fechamento com trava eletromecânica com abertura por senhas para, no mínimo, 400 usuários.

Análise de quantidade de servidores e vereadores apontam que, em câmaras de municípios de porte médio, no máximo 60 pessoas teriam acesso aos arquivos. Em uma daquelas cidades, uma única funcionária tinha acesso aos arquivos. Tais exigências dos editais inviabilizavam a participação de outras empresas. Assim, era sempre uma empresa do grupo criminoso que vencia as licitações.

Superfaturamento
Durante os cumprimentos dos mandados de busca na primeira fase da investigação, Gaeco localizou e apreendeu diversas notas fiscais e anotações no gabinete do líder do grupo criminoso na Câmara Municipal de Catanduva.

A análise desses documentos revelou que a empresa do vereador daquele município, embora sequer fabricasse arquivos deslizantes, comprava-os de outra empresa integrante do esquema, e os revendia, em geral, por mais que o dobro do preço de mercado para os órgãos públicos.

Para possibilitar o superfaturamento, uma das estratégias empregada pelos acusados consistia em emitir nota fiscal de serviços de instalação absurda, como, em um caso, o equivalente a mais de 1.300 horas de montagem, o equivalente a dois meses ininterruptos de trabalho.

Em cada licitação era gasto, em média, R$ 150 mil para compra dos arquivos deslizantes. Em alguns casos, mais da metade do valor do contrato foi superfaturado, conforme evidenciam as notas fiscais e anotações apreendidas. O grupo criminoso lucrou, em prejuízo direto aos cofres públicos, R$ 277 mil apenas em três cidades em que constatado superfaturamento.

Novas acusações
Devido à constatação de superfaturamento, foram denunciadas dez pessoas entre empresários, agentes públicos e políticos envolvidos nas licitações na Câmara de Bebedouro, de Jaboticabal e na Prefeitura de Tambaú. O Gaeco insistiu em pedido de bloqueios de bens dos denunciados.

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Alto Alegre

Acidente entre viatura da PM e ambulância deixa um ferido na região

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(Foto: Reprodução/G1)

Uma viatura da Polícia Militar bateu de frente com uma ambulância na Rodovia Raul Forchero Casasco, próximo ao trevo de Jatobá, em Alto Alegre (SP). O acidente aconteceu na manhã desta terça-feira (21).

Segundo a Polícia Rodoviária, a viatura seguia sentido Luiziânia (SP) quando teria colidido com a ambulância que atravessava a pista.

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Ainda de acordo com a polícia, o motorista da ambulância e três pacientes que eram transportados não se feriram. O policial que dirigia a viatura teve ferimentos leves.

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Investigação

Garoto de programa é roubado após ser dopado com ‘boa noite Cinderela’ em Rio Preto

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Imagem Ilustrativa

Um homem de 38 anos, que afirma ser um profissional do sexo, disse que foi roubado dentro de casa após ser vítima de ‘Boa Noite, Cinderela’. Ele diz ter sido dopado por um cliente em São José do Rio Preto – a 170 km de Araçatuba.

O homem disse que conheceu o cliente na casa de uma amiga. De acordo com o G1, os três se encaminharam para a casa da vítima e beberam uísque no local. Ele também relatou aos policiais que o cliente estava usando drogas.

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De repente, a vítima desmaiou e, ao acordar, percebeu que um home theater, uma televisão de 43 polegadas e um notebook foram levados. O suspeito está sendo procurado pela polícia.

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Covardia

Homem é acusado de agridir e estuprar companheira que faz tratamento contra câncer no cérebro

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Acusado deixa delegacia para ir ao fórum. Foto: Fábio Shiz/Regional Press

Um auxiliar geral de 28 anos foi detido em flagrante na manhã desta terça-feira em Araçatuba acusado de estupro, agressão, violência doméstica e ameaça contra sua companheira, uma dona de casa de 29 anos, que há dois meses faz tratamento contra um tumor (câncer) maligno no cérebro. Ele inclusive bateu a cabeça da vítima várias vezes contra a parede. O mais surpreendente é o que motivou tudo isso. De acordo com a vítima, ele queria a todo custo fazer sexo no momento em que ela não estava disposta, e após agredí-la, acabou consumando o estupro.

O caso aconteceu no início da manhã desta terça-feira em um assentamento em Araçatuba. A reportagem do Regional Press apurou que a vítima nunca havia sido agredida por seu companheiro. Na manhã desta terça-feira, ao acordar, ele queria fazer sexo, mas ela não estava disposta.

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Diante da recusa, o homem teria começado a ficar agressivo dizendo que ela não tinha que querer ou não, e quem decide sobre isso é ele. Em seguida ele teria agarrado a mulher batendo a cabeça dela contra a parede. Ela ficou cheia de hematomas nas pernas e braços, que foram ocasionados pelas agressões com socos e chutes.

Após a sessão de espancamento, o homem teria rasgado e arrancado a roupa da companheira, consumando o estupro mantendo conjunção carnal vaginal e anal. A mulher não conseguiu pedir socorro porque no assentamento são vários sítios e os vizinhos ficam muito distantes. Para conseguir acionar a polícia, ela colocou uma cadeira sobre a outra e subiu no telhado da casa.

Os policiais conseguiram prender o acusado em flagrante. Ele foi encaminhado para audiência de custódia e vai responder ao processo em liberdade. A mulher conseguiu medida protetiva para evitar a aproximação do seu agora ex-companheiro. Com medo, ela relatou ao Regional Press que já foi com um parente até o assentamento, pegou suas coisas e está se mudando para outra cidade.

Como está em tratamento no setor de oncologia da Santa Casa, ela terá de vir com frequência a Araçatuba, e está com medo do agressor. A mulher disse que até pensa em retirar a queixa temendo represálias, principalmente pelo fato dele estar solto.

OUTRO LADO

Mesmo sem identificação do autor, a mãe do acusado entrou em contato com a reportagem do Regional Press para dar outra versão para o caso. Ela disse que não houve estupro e acredita que o laudo do IML poderá comprovar sua versão. A mulher confirmou que o filho é agressivo, mas que não houve estupro, até porque, segundo ela, havia uma terceira pessoa no local.

A mãe do acusado ainda disse que a vítima costuma inventar mentiras, e também disse que seu filho tem o mesmo problema. “Alí um mente, o outro mente. O que posso dizer é que estupro não houve. O que aconteceu foi uma briga no fim de semana por causa de falta de comida. Meu filho ficou nervoso porque ela não tinha feito janta. Houve a briga e isso foi verdade. Mas ela disse que iria complicar ele, e acho que opor isso inventou a história”, relatou a mãe.

A reportagem do Regional Press vai acompanhar o caso.

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