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Advogado é assassinado a tiros em seu próprio escritório em Presidente Venceslau

Vítima chegou a ser socorrida pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Pronto-socorro local, mas não resistiu

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Advogado Nilson Aparecido Carreira Mônico foi assassinado nesta quarta-feira (13) (Foto: Reprodução/Facebook)
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Um advogado, de 60 anos, morreu após ser baleado em seu próprio escritório, no Centro, em Presidente Venceslau, na manhã desta quarta-feira (13). A vítima chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Pronto-socorro local, mas não resistiu, segundo informa o G1.

Conforme as informações do Corpo de Bombeiros, Nilson Aparecido Carreira Mônico foi levado pela Unidade de Resgate ao hospital já com um quadro de parada cardiorrespiratória.

Segundo a Polícia Militar, dois indivíduos de São Bernardo do Campo (SP) estavam em um veículo. Um deles desembarcou, entrou no prédio onde funciona o escritório da vítima e praticou o crime. Em seguida, a dupla fugiu a pé, mas um deles foi detido pela Companhia de Força Tática.

Ação trabalhista

Depois de receberem a informação sobre os disparos de arma de fogo em um edifício, no Centro da cidade, que haviam atingido um homem, os policiais militares imediatamente iniciaram as diligências e avistaram o autor do crime correndo. Quando percebeu a aproximação dos militares, ele jogou uma bolsa.

Filipe Fornari

Na rua São Paulo, ele foi abordado pelos policiais e informou que havia se deslocado de São Bernardo do Campo até o escritório de advocacia, na companhia de um amigo, o qual tinha uma ação trabalhista com o advogado, segundo a PM.

Ainda conforme a corporação, o homem contou que amarrou as funcionárias e disparou três vezes contra a vítima. O advogado foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros e levado ao Pronto-socorro, porém, não resistiu aos ferimentos.

Os policiais militares localizaram a arma utilizada no crime, um revólver de calibre 38, com três munições deflagradas e outras três intactas. Na bolsa, havia fitas da mordaça, abraçadeiras de plástico e R$ 2 mil em dinheiro.

O homem abordado pela PM recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da Justiça.

As diligências continuaram com o objetivo de localizar o outro indivíduo envolvido no crime.


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PAULADAS

Homem é obrigado a assistir execução de vítima por membros de facção

Márcio Cândido Rufino, 38, foi brutalmente morto com golpes de pauladas na cabeça durante a madrugada deste domingo (17) em um terreno baldio na Rua Nunes Machado com Avenida Imigrantes, bairro Costa e Silva, zona Norte. O crime teria sido praticado por integrantes da facção criminosa PCC – Primeiro Comando da Capital. Um homem de 32 anos foi obrigado a assistir toda a execução.

De acordo com informações prescritas em boletim de ocorrência, quatro criminosos em um carro modelo Corsa Sedan de cor preta e vidros fumê, abordaram o homem na Rua José de Alencar, próximo da Avenida Pinheiro Machado, na região Central da capital.

Armados com três pistolas e possivelmente um fuzil, o bando exigiu que a testemunha entrasse no carro onde a vítima já estava. Na sequência, todos seguiram para o terreno baldio. No local, Márcio foi questionado sobre uma dívida de droga e também indagaram a testemunha se ela era informante da polícia (X-9).

Logo depois, Márcio foi atacado com várias pauladas na cabeça, tendo o rosto desfigurado. O bando pediu para a testemunha ficar calada e fugiu no automóvel.

Filipe Fornari

A testemunha correu até o Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) que fica nas proximidades e informou o ocorrido. Uma guarnição da Polícia Militar foi ao local e solicitou equipes do Samu, Perícia Técnica e do IML, além de agentes da Delegacia de Homicídios.

A testemunha contou ainda para a polícia que um dos criminosos usava tornozeleira de monitoramento eletrônico, os quatro afirmavam serem do PCC e perguntaram se o homem já tinha assistido um julgamento da facção criminosa.


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carona

Universitária é estuprada após sair de festa em Votuporanga

Imagem ilustrativa

Uma jovem estudante universitária de 17 anos de idade, que cursa o 1º ano de Direito, foi estuprada por um homem após sair de uma festa na madrugada deste sábado.

A jovem estava na festa de aniversário de uma amiga no bairro Colinas, em Votuporanga, a estudante é moradora de um sítio localizado entre Votuporanga e Álvares Florence.

Conforme informações colhidas com exclusividade pela reportagem do votunews, a vítima saiu por volta das 2h30 desta madrugada, quando ela tentou ligar para um amigo para dar uma carona, mas o seu telefone não atendia.

Em dado momento, chegou um outro homem em uma motocicleta Honda BIZ e lhe ofereceu carona e disse que a levaria até a sua casa, em Álvares Florence. Após insistir, a estudante aceitou a carona e foi de moto com este desconhecido, que pegou uma estrada fora de rota de sua residência. Segundo ela, o estuprador pegou sentido a uma estrada conhecida como “Cachoeirinha”.

Filipe Fornari

A jovem insistiu ao rapaz que aquele não era o caminho de sua casa, quando o acusado disse “fica quieta, antes que aconteça coisa pior”. Em seguida, o indivíduo levou a jovem para um matagal e a estuprou. A estudante ficou bastante machucada, foi levada para a Central da Polícia Civil e, posteriormente para a Santa Casa de Votuporanga, para os exames complementares

Diante desta grave denúncia, a Polícia Militar – cabos De Sena, Marcelo e soldado Fumes, com as características do elemento, conseguiu prender o indivíduo, um servente pedreiro, em uma construção civil. O elemento conhecido como “Nenezão”, foi levado à Delegacia de Plantão, confessou o estupro e foi conduzido à Cadeia Pública de Guarani D´Oeste.


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Araçatuba

Dois menores são apreendidos com pinos de cocaína e réplicas de pistola

A abordagem foi feita pela Polícia Militar no bairro Monte Carlo, em Araçatuba

Dois adolescentes foram apreendidos por ato infracional de tráfico de drogas, em Araçatuba. Eles foram surpreendidos, pela Polícia Militar, com 25 pinos de cocaína, um papelote de maconha e duas réplicas de pistola.

A ação foi realizada na rua Canjiro Takebe, bairro Monte Carlo. Após audiência na Justiça, neste sábado (16), os menores foram recolhidos.

A apreensão foi realizada pelos policiais militares, cabos J. Luís e Tinen, durante patrulhamento de Dejem (Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho).

Os PMs desconfiaram dos adolescentes e fizeram a abordagem. Durante revista, os policiais encontraram as porções de cocaína e maconha, já prontas para a venda no varejo, algo em torno de mil pinos plásticos vazios, R$ 289 em dinheiro, dois celulares e os dois simulacros de arma de fogo.

Filipe Fornari

O caso será encaminhado à Promotoria da Infância e Juventude. Os adolescentes poderão ser internados na Fundação Casa.


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Brasil

Cristian Cravinhos é absolvido do crime de porte ilegal de arma

A 2ª Vara Criminal de Sorocaba, no interior de São Paulo, absolveu Cristian Cravinhos por porte ilegal de arma, mas manteve denúncia de corrupção ativa. Condenado pela morte do casal Von Richthofen há uma década, Cravinhos foi preso novamente em abril após se envolver em uma briga com a ex-mulher e supostamente tentar subornar policiais.

Em decisão publicada nesta sexta-feira, 15, a juíza Margarete Pellizari afirma que “o cartucho íntegro apreendido foi testado com arma de fogo e não foi detonado”. “Portanto, não comprovada a materialidade delitiva, que acarreta a materialidade delitiva, que acarreta a absorvição sumária”, determinou a magistrada.

A juíza manteve a acusação contra Cravinhos por corrupção ativa. Segundo a denúncia, Cravinhos ofereceu R$ 1 mil aos policiais que atenderam a ocorrência para não ser preso. A magistrada determinou que a denúncia prossegue e que uma audiência com testemunhas da defesa será agendada para a próxima quarta-feira, 20.

Liminar. Atualmente detido na Penitenciária de Tremembé, no Vale do Paraíba, Cravinhos entrou com pedidos de revogação da prisão em diversas instâncias judiciais. O habeas corpus, no entanto, foi rejeitado na Vara Criminal de Sorocaba e no Tribunal de Justiça de São Paulo. No início do mês, o ministro Rogério Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça, negou liminar garantindo a liberdade de Cravinhos.

Filipe Fornari

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