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Estupro

Professora é presa por fazer sexo com aluno menor de idade

Haley Reed admitiu que transou com o aluno em oito ocasiões, todas dentro da escola

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Haley Reed, professora de canto e coral em Kentucky, EUA, foi presa na última quinta-feira (7/6) após assumir que mantinha uma relação sexual com um de seus alunos.

Ela foi indiciada por estupro, sodomia e relacionamento ilegal com menor, e está detido sob fiança de 25 mil dólares, segundo o New York Post.

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A partir de uma denúncia prévia, investigadores já apuravam o caso quando a professora decidiu admitir culpa. Haley informou aos policiais que transou com o aluno em oito ocasiões entre abril e junho de 2018, todas elas dentro da escola.

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Metrópoles
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Rondônia

Bolívia proíbe entrada de brasileiros sem vacina contra o sarampo

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Forças Armadas estão fiscalizando entrada de brasileiros (Foto: Leile Ribeiro/Rede Amazônica)

Com a confirmação de casos de sarampo em vários estados da Região Norte do Brasil, o governo boliviano passou a exigir que brasileiros tomem a vacina contra doença na fronteira entre Rondônia e a Bolívia. Com a obrigatoriedade, quem não estiver imune está proibido de visitar o país vizinho.

Os bolivianos que forem visitar Rondônia também estão tendo que se vacinar no Porto de Guayaramerín (BENI), cidade vizinha a Guajará-Mirim (RO). A fiscalização está acontecendo diariamente através das Forças armadas.

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Segundo o Ministério da Saúde, Rondônia tem um caso de sarampo registrado. Mas o maior surto foi registrado no Amazonas. O Brasil tem 1.237 casos confirmados de sarampo em 2018. Sete pessoas morreram devido à doença no país, sendo quatro em Roraima e três no Amazonas.

Até o momento, a campanha nacional de vacinação contra a doença e a poliomielite atingiu metade do público-alvo esperado, conforme o Ministério da Saúde. A mobilização, que começou no início do mês, se estende até o dia 31 de agosto.

A cada brasileiro que tenta entrar na Bolívia, as autoridades bolivianas exigem o cartão de vacinação atualizado, tanto contra o sarampo quanto a de febre amarela.

De acordo com a responsável pela Rede de Frio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (Nuvepa), Zilda Santos, a exigência faz parte de um acordo feito entre os dois países.

Como o município de Guajará-Mirim ainda não atingiu a meta de vacinação do público alvo contra o sarampo, que é de 95%, a população adulta ainda não pode tomar as vacinas nos postos.

Entretanto, Zilda ressalta que a grande maioria já tomou a vacina, mas não se recorda ou o cartão foi perdido. “Nesses casos, as pessoas vão acabar tomando de novo”, afirma.

No casos de pessoas que não foram imunizadas, no porto boliviano estão senfo disponibilizadas várias doses da vacina. Por dia, as vacinadoras estão aplicando aproximadamente 300 doses.

Para o estudante Rui Darcio, esse controle colabora para a eliminação do surto no estado de Rondônia.

“É extremamente importante esta ação. Isso ajuda a eliminar o surto que está acontecendo aqui”, disse.

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Mundo Animal

Mulher é atacada por jacaré enquanto passeava com o cachorro nos EUA

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A americana Cassandra Cline, de 45 anos, estava passeando com seu cachorro em uma comunidade de resorts da Carolina do Sul, na segunda-feira (20), quando um jacaré a atacou e a arrastou para dentro uma lagoa, disseram testemunhas. As informações são do jornal USA Today.

“Parece que o jacaré foi atrás de seu cachorro e ela tentou protegê-lo”, disse Sam Chappalear, do Departamento de Recursos Naturais da Carolina do Sul. O cachorro da mulher apareceu ileso, informou o xerife, em um comunicado.

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O jacaré responsável pelo ataque foi localizado e morto “no local”.

O corpo de Cassandra foi encontrado dentro da lagoa. Ela é a segunda pessoa a morrer de um ataque de crocodilo na história da Carolina do Sul, com a primeira morte desse tipo ocorrendo em julho de 2016.

Uma autópsia na Universidade de Medicina da Carolina do Sul ajudará os oficiais do condado a determinar a causa precisa da morte.

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inflação

Plano econômico de Nicolás Maduro entra em vigor na Venezuela; moeda tem corte de cinco zeros

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Nicolás Maduro mostra nota de bolívar soberano, moeda que passa a valer na Venezuela nesta segunda-feira (20) (Foto: Miraflores Palace/Handout via REUTERS)

Entra em vigor nesta segunda-feira (20) o pacote de medidas do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para tentar conter a inflação prevista para 1.000.000% neste ano no país. A principal mudança do chamado “Madurazo” será o corte de cinco zeros da moeda local, que passa a se chamar bolívar soberano, e o novo câmbio, que prevê 96% de desvalorização da moeda do país.

O bolívar soberano terá 8 notas diferentes e duas moedas metálicas. A nota de maior valor do sistema que começa a sair de circulação é a de 100 mil bolívares, sendo que uma xícara de café custa mais de 2 milhões de bolívares, informa a Deutsche Welle. A reforma monetária é uma tentativa de controlar a hiperinflação no país.

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A conversão monetária é a segunda nos últimos 20 anos no país. A primeira ocorreu em janeiro de 2008 sob a liderança do então presidente Hugo Chávez, que retirou 3 zeros do antigo bolívar e criou o bolívar forte.

No domingo (19), os serviços bancários online e os caixas eletrônicos pararam de funcionar na Venezuela. O apagão bancário já estava previsto para adequar o sistema monetário do país às mudanças na economia.

Governo da Venezuela corta cinco zeros da moeda

O presidente disse que a reforma irá vincular o bolívar à criptomoeda petro, recém-lançada pelo Estado, sem fornecer detalhes.

Especialistas em criptomoedas dizem que o petro sofre de falta de credibilidade devido à falta de confiança no governo Maduro e à má gestão da atual moeda nacional do país.

Imagem mostra quantos bolívares são necessários para comprar um frango na Venezuela: 14.600.000,00. (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)

Novo salário mínimo e gasolina mais cara

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, disse que o novo salário mínimo do país entrará em vigor em setembro.

O regime de Maduro aumentou o salário mínimo em 34 vezes na sexta-feira (17). O valor passará de 5.196.000 bolívares (US$ 20,8 no câmbio oficial ou US$ 1,3 no câmbio paralelo) para 180.000.000 bolívares (US$ 728 ou US$ 45,5). Os valores, segundo o presidente, serão pagos já em bolívar soberano.

Outra mudança anunciada por Maduro nos últimos dias foi o fim de subsídios que fazem do preço da gasolina na Venezuela o menor no mundo. Em uma tentativa de atingir opositores ao regime, o presidente venezuelano afirma manter a ajuda de custo por dois anos aos detentores do “carnê da pátria”, uma espécie de documento de identidade emitida pelo governo desde 2017.

Entre os venezuelanos, desconfiança

O pacote de medidas não agradou os venezuelanos, que convocaram manifestações para esta semana. Especialistas também se mostraram céticos com a capacidade desse plano econômico em reduzir o colapso econômico enfrentado pela Venezuela. Com medo, a população fez fila em supermercados na semana passada prevendo piora na crise de abastecimento do país.

Pessoas fazem fila do lado de fora de um supermercado em Caracas, na Venezuela (Foto: Adriana Loureiro/Reuters)

Críticos e analistas dizem que as medidas anunciadas por Maduro não vão aliviar a hiperinflação que assola a nação petrolífera, que segundo estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) pode chegar a 1 milhão por cento até o final do ano.

Presidente da Venezuela corta cinco zeros da moeda nacional para controlar hiperinflação
“O que anunciei na sexta-feira é o ponto mínimo de equilíbrio inicial… para um processo de recuperação necessário dos equilíbrios macroeconômicos… que nos leve a um processo de normalização e recuperação”, disse Maduro em a rede social acompanhado pela vice-presidente do país, Delcy Rodríguez.

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Inglaterra

Pó de macaco: A droga que faz as pessoas pularem de prédios

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A polícia britânica alertou que o uso de pó de macaco está em níveis epidêmicos

Ela levou pessoas a pularem de prédios, morder outras e correr para dentro de casas de desconhecidos. Agora, a polícia diz que é apenas uma questão de tempo até que alguém morra como resultado do uso do “pó de macaco” – uma droga sintética que tem sua popularidade em ascensão nas West Midlands, na região central da Inglaterra.

“À noite eu não saio, porque é quando as pessoas drogadas tendem a sair”, diz Molly Lawton, uma chef de 19 anos da cidade de Stoke, localizada na região de West Midlands, ao programa Victoria Derbyshire da BBC.

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“Você vê pessoas sob efeito do pó de macaco chacoalhando seus braços, gritando e berrando. [À noite] isso pode me assustar até à morte.”

O pó de macaco é uma droga da classe B que está em circulação há vários anos. Mas agora os serviços de emergência de Stoke estão preocupados porque ela está se tornando uma epidemia. A droga pode impedir que os usuários sintam dor e faz com que eles tenham alucinações – tornando-os altamente imprevisíveis.

O que a diferencia, no entanto, é que seus efeitos podem durar dias. A polícia foi chamada para atender casos em que as pessoas correram em direção a carros e pularam de prédios. Ninguém até agora morreu. Mas há a preocupação de que seja apenas uma questão de tempo para que isso ocorra.

Vendido por £ 2 a porção (o equivalente a R$ 10), o pó de macaco é usado por muitos moradores de rua da cidade. Um homem, que se identificou como Ferreiro, disse que usa a droga há um ano. Aos 31 anos, ele que mora nas ruas há 10 anos, diz que essa é uma das drogas mais potentes que ele já experimentou.

“Eu odeio o fato de que eu gosto dela. Eu odeio toda vez que eu uso, mas eu ainda uso”, diz ele, desejando que não fosse viciado. “Está em toda parte. Há muitas pessoas nisso.” ‘O pior que já vimos’

Jeff Moore, superintendente da polícia de Staffordshire, disse que o órgão atendeu a 950 chamados relacionados à droga nos últimos três meses.

“Frequentemente, vemos a paranoia – exemplos de pessoas se jogando no trânsito, pulando de pontes e prédios altos, entrando nas casas das pessoas”, diz ele.

“Do ponto de vista das drogas, essa é a pior que já vimos. É a consequência não apenas de usar a droga, mas também de pessoas colocando a segurança dos outros em risco.”

Ele disse que foi difícil para os policiais lidarem com ela, uma vez que as pessoas sob o efeito da droga são muito imprevisíveis. Moore pediu uma abordagem mais ampla dos problemas sociais e de saúde pública que contribuem para o seu uso.

“Não se trata apenas de um grupo de pessoas que estão desabrigadas e na cidade”, acrescentou ele, dizendo que pessoas de diferentes origens e idades também a usavam.

‘Pessoas escondendo armas’

Darren Murinas, um ex-traficante de drogas que trabalha com o grupo Expert Citizens, diz que anteriormente ele vivia com três pessoas usando a droga.

“Esses caras usavam crack e heroína, mas pararam por causa do preço”, diz ele.

Certa vez, conta ele, um rapaz que morava com ele “pensou que havia alguém sob as tábuas do assoalho atrás dele e não dormiu por dias”.

“Eu vi a droga induzir uma psicose – pessoas escondendo armas porque estavam com medo”, acrescenta.

Murinas diz que conhece uma pessoa que está “constantemente no hospital” por ser viciada na droga, e outra com trauma cerebral grave.

“Precisamos começar a registrar esse problema para que possamos obter os dados”, diz ele.

“E precisamos olhá-lo com uma lente de um problema de saúde mental, não apenas de polícia”.

O Ministério do Interior disse que sua estratégia antidrogas “estabelece uma abordagem equilibrada que reúne a polícia, a saúde, a comunidade e parceiros globais para combater o tráfico ilícito de drogas, proteger os mais vulneráveis ​​e ajudar aqueles com dependência de drogas a se recuperarem e mudarem suas vidas”.

Entre aqueles que vivem no centro da cidade de Stoke, muitos têm visto os efeitos visíveis da droga.

O segurança Ari diz que está causando problemas para as empresas na área.

Charlie, um estudante de 18 anos que experimentou a droga algumas vezes, cujo sobrenome foi preservado, diz que nunca mais a tomaria.

“Eu me senti estranho”, diz ele, lembrando seus efeitos. “Eu senti, na primeira vez que tomei, como se eu estivesse andando como um zumbi. Não é inteligente.”

Ele diz que tem feito esforços para educar estudantes sobre os perigos da droga em sua faculdade, uma vez que a cidade se torna mais consciente de seus efeitos.

Para Molly, a maior preocupação é que a situação piore.

“Há muito dela porque os traficantes estão vendendo por apenas 2 libras (R$ 10) cada porção”, diz ela.

“Com isso tão barato, vai ter muito mais na região de Stoke também”.

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