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Estupro

Professora é presa por fazer sexo com aluno menor de idade

Haley Reed admitiu que transou com o aluno em oito ocasiões, todas dentro da escola

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Haley Reed, professora de canto e coral em Kentucky, EUA, foi presa na última quinta-feira (7/6) após assumir que mantinha uma relação sexual com um de seus alunos.

Ela foi indiciada por estupro, sodomia e relacionamento ilegal com menor, e está detido sob fiança de 25 mil dólares, segundo o New York Post.

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A partir de uma denúncia prévia, investigadores já apuravam o caso quando a professora decidiu admitir culpa. Haley informou aos policiais que transou com o aluno em oito ocasiões entre abril e junho de 2018, todas elas dentro da escola.

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Metrópoles
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número crescente

Consulado de Portugal suspende pedidos de nacionalidade

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O Consulado Geral de Portugal em São Paulo anunciou nesta quinta-feira (18) em seu site oficial que vai suspender temporariamente os novos pedidos de nacionalidade. O motivo alegado é o “número crescente” de novas solicitações.

Segundo a nota do consulado, os interessados em solicitar nacionalidade portuguesa terão de aguardar até 2 de janeiro de 2019 para dar entrada no processo. Vale ressaltar que a interrupção dos novos pedidos também se estende ao escritório de Santos, pelo mesmo motivo.

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“Devido ao número crescente de pedidos de serviços deste Consulado Geral, vemo-nos forçados a suspender temporariamente a admissão de novos pedidos de nacionalidade – em São Paulo e no Escritório Consulado em Santos, igualmente sobrecarregado com solicitações”, diz o comunicado.

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mercado negro

Legalização da maconha para uso recreativo entra em vigor nesta quarta no Canadá

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Funcionárias se preparam para colocar logotipo em uma vitrine coberta da Quebec Cannabis Society (SQDC), um dia antes de o Canadá legalizar a maconha recreativa, no centro de Montreal, na terça-feira (16) — Foto: Reuters/Christinne Muschi

O Canadá põe fim à proibição da maconha nesta quarta-feira (17) com os objetivos de deter o mercado negro e seu uso entre os jovens, em meio a preocupações em torno da saúde pública e a segurança da legalização.

Trabalhadores de saúde pública sustentam que fumar maconha faz tanto mal quanto o tabaco, mas agradecem a oportunidade que a legalização traz de um diálogo aberto.

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A Polícia, por sua vez, se prepara para um aumento da incidência de motoristas dirigindo sob efeito da droga e não está pronta ainda para apresentar três novas denúncias criminais, que exigem coletar amostras de sangue duas horas depois da detenção para se detectar níveis acima do limite de THC, o agente psicoativo do cannabis.

“Como médico e como pai, não estou de acordo com a legalização da cannabis recreativa”, disse Antonio Vigano, especialista em maconha medicinal e diretor de pesquisas na clínica de cannabis Sante em Montreal, ante o risco de um consumo maior entre os jovens.

“Há preocupações com a saúde”, disse à AFP Gillian Connelly, da Agência de Saúde Pública de Ottawa. “Mas a legalização está criando uma oportunidade para se discutir o consumo de cannnabis e, por exemplo, que os pais comecem uma conversa com seus filhos a respeito”.

“Durante décadas, só dissemos: ‘não consumam’, mas isto não funcionou”, acrescentou.

Essa mensagem colaborou para que os canadenses estejam entre os maiores usuários per capita de cannabis, com 4,6 milhões ou um em cada oito que consumiram maconha este ano (incluindo 18% da juventude em Ottawa).

Dirigir sob seus efeitos
O governo enviou uma mensagem a 14 milhões de famílias destacando os aspectos básicos, inclusive advertências sanitárias e a necessidade de se manter a maconha longe de crianças e animais de estimação.

A organização Mothers Against Drunk Driving também se associou ao Uber e à produtora de maconha Tweed em uma campanha contra a direção sob os efeitos da cannabis.

Connelly notou uma breve retomada nas internações depois que o estado americano do Colorado legalizou a maconha em 2014, atribuindo-o a que pessoas não se davam conta de sua potência. O THC aumentou de uma média de 3% em 1980 a 15% hoje.

Os empregadores, por outro lado, estão estabelecendo uma ampla gama de restrições ao uso que afeta o trabalho. O exército, por exemplo, ordenou aos soldados que não usem maconha oito horas antes de um turno, enquanto alguns policiais e companhias aéreas anunciaram proibições.

Risco entre adolescentes
Além das zonas cinzentas legais, há uma escassez de dados científicos sobre a cannabis, o que dificulta o estabelecimento de políticas.

Isto ficou evidente quando autoridades descartaram as preocupações dos médicos com o impacto da maconha no desenvolvimento do cérebro de menores de 25 anos, e estabeleceram a idade mínima para o consumo em 18 ou 19 anos, de acordo com a idade legal para ingestão de álcool.

Um painel que recomendou o marco legal ao governo disse que “a ciência atual não é definitiva quanto a estabelecer uma idade segura para o uso da cannabis”.

Também determinou que fixar a idade em 25 anos comprometeria os esforços para eliminar o mercado negro, o que por sua vez enfraqueceria o fornecimento de um produto mais seguro para os consumidores.

O consumo relacionado à execução de tarefas sob efeito de entorpecentes também permanece confuso.

Para responder a isto, o governo estabeleceu três limites de concentração de THC proibidos no sangue: acima de 2 nanogramas (ng) mas inferiores a 5 ng por mililitro de sangue; 5 ng ou acima; e 2,5 nanogramas em combinação com 50 mg de álcool por 100 mililitros de sangue.

“Nas pessoas que dirigem, sabemos que a presença do THC é um risco para a atenção, a concentração e o julgamento”, disse Vigano.

Mas as forças de ordem ainda não têm pessoal para coleta de amostras de sangue. E os policiais estão sendo treinados para usar medidores alternativos de saliva em rodovias para detectar o THC, aprovados em agosto.

Enquanto isso, o governo espera que a redução do preço simplesmente ponha os traficantes fora do negócio.

Para Jean-Sebastien Fallu, especialista em dependência da Universidade de Montreal, os riscos – definitivamente – não superam as virtudes das legalização.

“A cannabis não é boa para a saúde, mas a proibição é extremamente nociva e pior que a cannabis”, disse Fallu.

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Investigação

Ator Caio Castro é acusado de roubo e vandalismo na Espanha

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O ator Caio Castro foi acusado de vandalismo, roubo e invasão por uma empresa organizadora de um festival de paraquedismo na Espanha nesse fim de semana, de acordo com informações do UOL.

Segundo a reportagem, o ator global estava junto com outros dois amigos. O trio teria causado dano em carros customizados, destruição de uma instalação artística e invasão uma privacidade.

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“Eles invadiram uma propriedade privada e depois roubaram os carros. Quando percebemos que estavam dirigindo completamente bêbados e drogados, e de uma maneira muito perigosa, tivemos que arrastá-los para fora dos veículos. Eles poderiam ter ferido alguém com essa atitude”, diz uma publicação da empresa de paraquedismo no Facebook.

O comunicado na rede social avalia os danos em cerca de 10 mil euros.

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VIOLÊNCIA

Vítimas de crimes de ódio na Alemanha mudam hábitos e planejam partida

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© Hannibal Hanschke / Reuters

Os irmãos Uwe, 53, e Lars Ariel Dziuballa, 47, já estavam acostumados com ataques de vândalos neonazistas ao Schalom, o restaurante judaico que administram em Chemnitz (leste da Alemanha).

Em 18 anos, gastaram cerca de 40 mil euros (R$ 173 mil) repondo mesas, placas e holofotes quebrados na calada da noite, além de acumular cartas e bilhetes com frases como “judaísmo não é religião, é crime” ou “que se fechem imediatamente todas as organizações judaicas na Alemanha”.

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Houve também a ocasião em que uma cabeça de porco talhada com uma estrela de Davi (o consumo de carne suína é proscrito pela Torá) foi deixada na porta do estabelecimento.

Mas, desta vez, foi diferente. No rescaldo de um protesto anti-imigração que reuniu entre 6.000 e 8.000 pessoas no centro da cidade, um grupo de 12 percorreu o quilômetro que separa o ponto de encontro dos manifestantes do restaurante e, sob gritos de “saiam da Alemanha, judeus sujos!”, começou a atirar pedras, barras de ferro e garrafas na direção da casa -aberta naquela noite só para convidados.

Um dos objetos acertou o ombro direito de Uwe, que saíra à calçada depois de ouvir o que pareciam ser tiros.

“Pela primeira vez, senti medo. Por causa disso, deixei de sair de casa de quipá [o chapéu usado pelos judeus] e, quando estou andando na rua, presto muita atenção ao que acontece na minha frente e atrás de mim”, afirma.

Localidade de 247 mil habitantes cujo nome era “cidade de Karl Marx” no período em que integrou a antiga Alemanha oriental, Chemnitz foi parar no noticiário internacional no fim de agosto.

Ao redor de um busto monumental do ideólogo comunista, um coro de milhares – composto por neonazistas e “hooligans” de carreira mas também por cidadãos sem filiação conhecida com grupos extremistas- entoou por alguns dias palavras de ordem contra a política de acolhimento de refugiados da chanceler Angela Merkel, que só em 2015 abriu as portas do país para 1,1 milhão de estrangeiros.

Após as manifestações, grupos isolados perseguiram, insultaram e atacaram quem não parecesse alemão. Houve também grandes atos em favor dos imigrantes.

A pequena convulsão social teve por gatilho o esfaqueamento e morte, no dia 25 daquele mês, do carpinteiro alemão Daniel Hillig, crime pelo qual foram acusados um sírio e um iraquiano.

“Não queremos colocar segurança na porta [do Schalom]. Se for para fazer isso, é melhor fechar”, diz Lars Ariel. “Não faz sentido revistar pessoas que só querem comer um falafel.”

A patrulha policial no entorno do restaurante agora se faz em intervalos menores. Às sextas, quando os judeus celebram o shabat, uma viatura fica de prontidão a cem metros do local.

Como os irmãos Dziuballa, muitas vítimas de crimes de ódio em Chemnitz mudam hábitos e refazem planos. A libanesa Rola Saleh, 40, assistente social há sete anos em uma organização que auxilia solicitantes de asilo com traduções, trâmites burocráticos e cursos de capacitação, está nesse grupo.

Agredida ao filmar com o celular um dos protestos xenófobos das últimas semanas, ela já sondou amigos em Hamburgo e Frankfurt sobre a possibilidade de hospedá-la por uns tempos.

“Estou preocupada com a eleição estadual de 2019 na Saxônia [onde fica Chemnitz]”, diz, ressaltando o desempenho do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), de plataforma nacionalista e anti-imigrante, nas legislativas nacionais de 2017 -27% entre eleitores saxões, contra 12% no cômputo geral do país.

Saleh lamenta o recrudescimento da islamofobia na região, fenômeno segundo ela turbinado pela omissão do poder público.

“A cidade não faz nada de concreto para impedir a propagação do ódio. A direita nacionalista diz que os muçulmanos têm muitos filhos, que vão mudar a cultura alemã e implantar a sharia [lei islâmica]. Trata todo estrangeiro como criminoso. Se sofro esse tipo de assédio moral, como vou me integrar à comunidade em que cheguei?”

A fala de Benjamin Jahn Zschocke, 32, porta-voz do Pro Chemnitz, um dos movimentos à frente dos atos contra refugiados, dá sustentação ao retrato pintado por Saleh.

“Não temos medo de imigrantes, mas sim do islã. Nosso principal foco hoje é protestar contra crimes cometidos por estrangeiros na cidade”, afirma, antes de se escudar contra alegações de associação e conivência com simpatizantes neonazistas.

“Cem idiotas no meio de milhares não são o problema. O problema é o silêncio da mídia sobre a violência perpetrada por imigrantes. Não somos a extrema direita, somos a classe média, que, sob o governo Merkel, só perdeu importância política”, completa Zschocke, que se define como libertário, entusiasta de uma “democracia real”, não ancorada “em partidos políticos, nem na mídia, nem no capital”.

Para André Löscher, consultor da RAA, entidade que oferece apoio médico e jurídico a vítimas de crimes de ódio na Saxônia, é justamente ao não se distanciarem assertivamente da ala extremista que os “cidadãos comuns” que tomam parte nesses protestos erram.

“Quando começam a gritar ‘para cada alemão morto, queremos um refugiado morto’, você tem de sair dali imediatamente, armar um protesto paralelo em outro lugar”, diz.

Segundo Löscher, a RAA observou um primeiro “boom” de agressões verbais e físicas a imigrantes em 2014 -3 em cada 4 vítimas passaram a ser de nacionalidade estrangeira. Mas os incidentes de agosto e começo de setembro fizeram disparar a violência contra esse grupo.

Em todo o ano de 2017, a organização assinalou 15 ataques a não alemães. Já em 2018, apenas nas seis semanas que sucederam à morte de Daniel Hillig, houve cerca de 40 episódios.

“As pessoas têm nos procurado para pedir conselhos sobre mudança para outras cidades, sobretudo no oeste do país”, conta Löscher. “O problema é que refugiados não podem sair do estado em que deram entrada nos pedidos de asilo.” Com informações da Folhapress.

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