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FUTEBOL

Saiba tudo sobre a cerimônia de abertura da Copa do Mundo da Rússia

Ronaldo Fenômeno, Robbie Williams e Aida Garifullina são as atrações da festa inicial do Mundial

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A cerimônia de abertura da Copa do Mundo acontecerá na próxima quinta-feira (14), pouco antes da partida entre Rússia e Arábia Saudita, e contará com três estrelas internacionais que irão encantar os torcedores no Estádio Luzhniki, em Moscou.

Trata-se da estrela britânica Robbie Williams e da famosa soprano russa Aida Garifullina, que vão misturar ritmos numa dobradinha diferente. Além deles, participará da festa a lenda do futebol Ronaldo Fenômeno, bicampeão da Copa da Fifa com o Brasil.

“Estou muito feliz e animado para voltar à Rússia para uma performance tão única. Fiz muitas coisas na minha carreira, mas abrir a Copa do Mundo para 80 mil torcedores no estádio e muitos milhões em todo o mundo é um sonho de infância”, disse Robbie Williams.

Filipe Fornari

A cerimônia inaugural da Copa do Mundo da FIFA 2018 terá um formato um pouco diferente em relação às edições anteriores do evento. Desta vez, a cerimônia se concentrará nas apresentações musicais e acontecerá muito mais perto do pontapé inicial; apenas meia hora antes do início do jogo, que está marcado para às 18:00 da hora local (12h de Brasília).

Claro, uma coisa permanecerá a mesma: o tema básico que consiste em honrar não só o futebol, mas também o país anfitrião; nesta ocasião, através de uma performance comovente de uma das vozes mais aclamadas da Rússia, Aida Garifullina.

“Eu nunca imaginei que eu seria parte desta grande festa, a Copa do Mundo, e que isso iria acontecer no meu país”, disse a solista do Vienna State Opera.

“O jogo inaugural é sempre muito simbólico; é nesse instante que você percebe que o grande momento que você esperou por quatro anos, como jogador ou fã, finalmente chegou. Ninguém sabe o que vai acontecer nas quatro semanas do campeonato, mas todo mundo tem certeza de que será memorável “, afirmou Ronaldo.

A produção do show será realizada pelo canal russo Channel One e, mais uma vez, será dirigida por Felix Mikhailov, a mente criativa que tem feito parte das principais cerimônias realizadas durante a viagem da Copa do Mundo de 2018; do sorteio preliminar em 2015 até a cerimônia de encerramento antes do final de 15 de julho.

“Temos o prazer de apresentar um novo formato para as cerimônias de abertura e encerramento da Copa do Mundo da FIFA, em termos de duração e hora de início, mais perto do pontapé inicial”, disse Mikhailov.

“Ao mesmo tempo, a ação se estenderá além do estádio, abrangendo a cidade e os arredores de Luzhniki. A cerimônia de abertura será co-dirigida por minha amiga Ilya Averbukh, que trouxe uma nova cor ao show no campo. E, claro, nosso evento será sobre futebol e amor”, acrescentou.


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NOTÍCIAS AO MINUTO

COPA DA RÚSSIA

Adversários do Brasil no Grupo E, Costa Rica e Sérvia medem forças

Los Ticos sonham em repetir a campanha do Mundial 2014, no Brasil, quando chegaram às quartas, com grande atuação do goleiro Keylor Navas

DEAN MOUHTAROPOULOS/GETTY IMAGES

O técnico Óscar Ramírez acha que a seleção da Costa Rica não deve se sentir pressionada pelo bom desempenho na última Copa do Mundo, no Brasil, onde a equipe chegou às quartas de final e só foi eliminada nos pênaltis pela Holanda. Para o treinador, os jogadores devem pensar apenas na atual edição do Mundial.

“Em 2014, foi nossa melhor campanha em Copas, mas agora será outra história. O importante é vencer para ter opções. Não pensamos em ganhar para fazer um quinto jogo, como no Brasil, vamos atuar sem pressão, mas com responsabilidade”, disse o técnico costa-riquenho, que vai comandar a seleção dele contra os sérvios na estreia das equipes na Copa do Mundo, às 9h deste domingo (17/6), na Arena Samara, em Samara.

Ramírez ordenou as forças do Grupo E. “A gente e a Sérvia somos parelhos. “Brasil, em primeiro, e a Suíça são favoritos a passar. Mas é preciso jogar as partidas, podem haver surpresas como as de quatro anos atrás, quando tiramos dois campeões do mundo”, lembrou o técnico, em referência às eliminações de Inglaterra e Itália na primeira fase, em 2014.
Ele compartilhou a estratégia da Costa Rica no Grupo E. “Vamos tentar conquistar os pontos para tentar passar junto de Brasil ou Suíça. Nós imaginamos assim”, afirmou o treinador, o primeiro nascido na Costa Rica a classificar e dirigir a seleção do país em um Mundial.

Depois de medir forças com a Sérvia, os costarriquenhos vão enfrentar a seleção do Brasil no dia 22, às 9h (de Brasília), em São Petersburgo, e terminarão sua participação na primeira fase contra a Suíça no dia 27, em Nijni Novgorod.

Filipe Fornari

Final
Já o técnico da Sérvia, Mladen Krstajic, trata a estreia o time na Copa do Mundo como uma decisão para o futebol do país. De volta ao Mundial depois da ausência no Brasil, há quatro anos, ele considera a primeira partida, contra a Costa Rica, como o jogo mais importante da Sérvia na história em muitos anos. “Vai decidir nosso curso na Copa do Mundo e como vamos nos comportar na partida contra a Suíça”, disse Krstajic, já de olho no duelo da segunda rodada do Grupo E, às 15h (de Brasília) do dia 22, em Kaliningrado.

Sobre o estilo de atuar do adversário, o lateral-esquerdo Aleksandar Kolarov elogiou. “Admiro a forma de jogar da Costa Rica. Eles têm uma defesa forte, saem no contra-ataque com velocidade e têm atacantes conhecidos pela precisão. Tenho respeito por eles, chegaram às quartas de final no último Mundial e conhecem esse tipo de torneio. Esperamos uma partida complicada, mas temos fé em nossas opções”, analisou o capitão sérvio, que recebeu do treinador a faixa já em 2018.

Depois de Costa Rica e Suíça, a seleção da Sérvia será adversária do Brasil no último jogo da primeira fase do Mundial. O duelo vai acontecer às 15h (de Brasília) do dia 27, no Estádio Spartak, em Moscou. (Com informações da Agência Estado)


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É hoje

Em busca do hexa, Brasil estreia hoje na Copa contra a Suíça

Partida está marcada para às 15h de Brasília

A Seleção Brasileira estreia hoje (17) na Copa do Mundo contra a Suíça. As duas equipes vêm de vitórias em amistosos preparatórios para o Mundial. O time do técnico Tite venceu a Rússia (3 x 0), Alemanha (1 x 0), Croácia (2 x 0) e Áustria (3 x 0). Os suíços não perdem há seis jogos. Em um deles, seguraram um empate de 1 x 1 contra a Espanha (considerada uma das favoritas ao título do Mundial), no início de junho.

No treino da última sexta-feira (15), Tite confirmou o time titular. Será o mesmo que iniciou o jogo contra a Áustria. O Brasil deverá ir a campo com Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho, Willian, Neymar e Gabriel Jesus.

Para tentar surpreender o Brasil, a equipe do técnico Vladimir Petkcovic deve explorar a roubada de bola para puxar contra-ataques. Os destaques do time são o o volante Xhaka (Arsenal – ING), os laterais Lichtsteiner (Arsenal – ING) e Ricardo Rodríguez (Milan – ITA), além de Shaquiri (Stoke City – ING) e Seferovic (Benfica – POR) – responsáveis pela parte ofensiva da equipe.

Brasil e Suíça se enfrentam em Rostov, às 15h (horário de Brasília). A Rádio Nacional transmite a partida, e a Agência Brasil acompanhará lance a lance. Com informações da Agência Brasil.

Filipe Fornari

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Grupo D

Croácia amplia o placar contra a Nigéria, pela Copa do Mundo: 2 x 0

Craque do time, Luka Modric cobrou com perfeição o pênalti, dificultando, ainda mais, a situação para o time africano

O primeiro confronto da história entre Croácia e Nigéria neste sábado (16/6), às 16h (de Brasília), em Kaliningrado, pelo Grupo D da Copa do Mundo da Rússia, começou equilibrado, mas numa confusão na área, o nigeriano Etebo acabou marcando gol contra, aos 32 minutos do primeiro tempo. Com a vantagem no placar, os croatas passaram a dominar o jogo até que, enfim, na metade do segundo tempo, saiu o segundo gol, marcado de pênalti, pelo craque do time, Luka Modric. O meia croata colocou bola no canto e goleiro no outro e, com categoria, venceu o arqueiro Uzoho.

Os europeus iniciam o Mundial sob expectativa de um bom desempenho, por terem grupo de jogadores considerado um dos melhores do país de todos os tempos, enquanto que os africanos entram no torneio sem grande responsabilidade, com a equipe mais jovem entre as 32 participantes, e devem desfilar a icônica alegria nigeriana, tanto dentro de campo, com atletas habilidosos, como fora dele, com seus animados torcedores.

A Croácia chega na Rússia para a disputa de sua quinta participação em Copa do Mundo – até de 1994, nos Estados Unidos, fazia parte da Iugoslávia. Na França, em 1998, debutou e encantou o planeta. Mostrava ao mundo um jogo coletivo impressionante e apresentava aos desavisados o mais novo goleador: Davor Suker, artilheiro da competição com seis gols em sete partidas. Sim, sete partidas porque os croatas chegaram às semifinais de maneira surpreendente. Caíram apenas para a anfitriã, de Zidane e companhia, em um jogo que saíram ganhando, mas tomaram a virada. Na disputa do terceiro lugar, vitória por 2 a 1 sobre a Holanda, para encerrar a campanha memorável.
Agora, na Rússia, a missão de levar a Croácia para as fases finais do Mundial está nos pés dos meias Luka Modric, do Real Madrid, Ivan Rakitic, do Barcelona, e do atacante Mario Mandzukic, da Juventus. A experiência do trio que joga nos poderosos clubes europeus se junta à juventude de outros atletas convocados pelo técnico Zlato Dalic.

Mistura

Essa mistura é a aposta da equipe para fazer os torcedores croatas voltarem a sonhar com mais uma Copa do Mundo inesquecível. Depois de 1998, a população do país se decepcionou nas campanhas de 2002, 2006 e 2014, nas quais a equipe foi eliminada na primeira fase. Em 2010 fez uma eliminatória vexatória e sequer se classificou para o Mundial.

Filipe Fornari

Uma pressão natural sobre a atual seleção croata, que está sendo bem absorvida pelo elenco, ao menos nas palavras de Luka Modric. “Esperamos muito de nós mesmos. Essa pressão não vai influenciar no nosso desempenho. Estamos cheios de confiança e esperança”.

Descontração

Pelos lados nigerianos, o ambiente é leve e descontraído. Foi assim nos cinco Mundiais anteriores que participaram. Sem a pressão que outras seleções carregam nas costas, a Nigéria mais uma vez vai mostrar a força física de seus atletas, com meias e atacantes velozes.

A equipe pretende chegar de maneira inédita às quartas de finais do torneio. Os africanos caíram nas oitavas de final em 1994, 1998 e 2014. E deixaram a competição na primeira fase em 2002 e 2010. Em 2006, não se classificaram.

Muitas curiosidades envolvem o time. É o grupo mais jovem desta Copa, com média de idade inferior a 26 anos. O técnico é o alemão Gernot Rohr. Entre os 23 convocados por ele, apenas um atleta joga no país de origem: o goleiro reserva Ikechukwu Ezenwa, que atua no clube Enyimba. O restante do elenco está espalhado pelo mundo.

Obi Mikel, meio-campista de 31 anos, o mais velho do elenco nigeriano, diz que a seleção tem “energia”. “Sabemos que nós podemos”, finalizou o jogador, em seu segundo Mundial. Ele tem a missão de municiar o atacante Odion Ighalo, que faz a sua primeira aparição na principal competição futebolística do planeta justamente no dia de seu aniversário de 29 anos — mais uma curiosidade nigeriana.

Ficha técnica:

Croácia x Nigéria

Croácia: Danijel Subasic; Sime Vrsaljko, Domagoj Vida, Dejan Lovren e Ivan Strinic; Luka Modric, Ivan Rakitic, Ivan Perisic e Andrej Kramaric; Ante Rebic e Mario Mandzukic. Técnico: Zlato Dalic.

Nigéria: Francis Uzoho; Brian Idowu, Shehu Abdullahi, Kenneth Omeruo e Guilherme Troost-Ekong; Wilfred Ndidi, Oghenekaro Etebo, Victor Moses, Alex Iwobi e John Obi Mikel; Odion Ighalo. Técnico: Gernot Rohr.

Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa/Brasil).

Horário: 16h (de Brasília).

Local: Arena Kaliningrado, em Kaliningrado (Rússia).


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Copa 2018

Peru vacila e estreia na Copa com derrota diante da Dinamarca

Cueva isolou a bola em uma cobrança de pênalti no fim do primeiro tempo e viu a seleção europeia triunfar por 1 a 0

Paolo Guerrero criou oportunidades, mas não conseguiu marcar (Foto: Fifa/ Divulgação)

Dinamarca venceu o Peru por 1 a 0 na tarde deste sábado (16), em Saransk, pelo Grupo C da Copa do Mundo. O resultado do jogo poderia ter sido outro, não tivesse falhado o atacante Cueva.

No fim do primeiro tempo, quando a seleção peruana estava melhor no jogo, o jogador do São Paulo desperdiçou a chance de abrir o placar. O juiz assinalou pênalti para os sul-americanos, mas Cueva isolou a bola.

A Dinamarca voltou para a segunda etapa mais confiante e buscou o gol, até encontrar, no minuto 13. Sisto recebe a bola no campo de defesa, avança em velocidade e abre com Eriksen, que encontra Poulsen entrando a área com liberdade para chegar batendo na saída do goleiro adversário: 1 a 0.

Foi aí que o técnico Gareca decidiu colocar Paolo Guerrero na partida. O camisa 9 entrou no lugar de Édson Flores e criou boas oportunidades para o Peru. No entanto, a bola não entrou e os sul-americanos saíram mesmo derrotados.

Filipe Fornari

Mais cedo, pela mesma chave, a França venceu a Austrália por 2 a 1.


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