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igreja católica

Papa diz estar ‘profundamente preocupado’ e pede paz na Síria

O papa afirmou que reza "incessantemente pela paz" e fez apelo a políticos.

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Papa Francisco fala durante visita pastoral à igreja de San Paolo a Corviale, em Roma, em 15 de abril de 2018 (Foto: Remo Casilli/Reuters)
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O papa Francisco disse neste domingo (15) se sentir “profundamente preocupado” com “a incapacidade” de se chegar a uma ação comum destinada à paz na Síria.

Ao término da oração do Regina Coeli na Praça de São Pedro, no Vaticano, Francisco lamentou que “apesar dos instrumentos à disposição da comunidade internacional, custe chegar a uma ação comum a favor da paz na Síria e em outras regiões do mundo”.

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O papa afirmou que reza “incessantemente pela paz”, convidou todas as pessoas de boa vontade a fazê-lo e fez um apelo “a todos os responsáveis políticos para que prevaleça a justiça e a paz”.

O pontífice assim se pronunciou após a ofensiva coordenada por Estados Unidos, França e Reino Unido contra alvos militares na Síria em represália ao suposto ataque com armas químicas em Duma por parte do regime de Bashar al Assad.

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g1
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Acidente aéreo

Avião cai sobre multidão na Alemanha e pelo menos três pessoas morrem

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Um avião modelo Cessna caiu neste domingo (14) sobre multidão em Fulda, no estado alemão de Hesse, causando várias mortes, noticia a Reuters.

Segundo as autoridades, pelo menos três pessoas, incluindo uma criança, morreram na sequência do incidente. Há ainda registro de pelo menos oito feridos.

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De acordo com a agência DPA, citada pela Lusa, o aparelho sofreu a queda quando tentava aterrissar em Wasserkuppe.

O piloto do Cessna teria perdido o controle da aeronave. Com informações da Lusa.

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TEMPESTADE

Furacão Leslie deixa quase 30 feridos em Portugal

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© Rafael Marchante/Reuters

A passagem do furacão Leslie deixou ao menos 27 pessoas feridas em Portugal, segundo balanço divulgado neste domingo (14) pelas autoridades locais. Não há registro de mortos até o momento. O fenômeno tocara a costa do país com ventos de até 190 quilômetros por hora, mas foi rebaixado para tempestade tropical, com ventos de até 110 quilômetros por hora.

Leslie segue agora para a Espanha, onde cerca de 40 províncias declararam alerta vermelho ou laranja. Em Portugal, o furacão provocou quedas de árvores e linhas elétricas e deixou um rastro de danos por cidades como Figueira da Foz, 200 quilômetros ao norte de Lisboa. (ANSA)

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furacão Michael

Furacão nos EUA deixa 18 mortos; cidades seguem sem comunicação

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Homem caminha em Mexico Beach em frente a escombros causados pela passagem do furacão Michael no EUA — Foto: Carlo Allegri/Reuters

O número de mortes pela passagem do furacão Michael deve aumentar neste fim de semana, já que centenas de pessoas não foram encontradas na área de Panhandle, na Flórida, onde cidades dizimadas seguem incomunicáveis e no escuro.

No começo deste sábado, autoridades estaduais informaram que 18 pessoas foram mortas na Flórida, Geórgia, Carolina do Norte e Virgínia.

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Equipes de resgate, prejudicadas por quedas de energia e da comunicação por telefone, estavam batendo de porta em porta e usando cães farejadores, drones e equipamentos pesados ​​para procurar sobreviventes dentre entulhos em Mexico Beach e em outras comunidades costeiras da Flórida, como Port St. Joe e Panama City.

“Ainda não entramos em algumas das áreas mais atingidas”, disse Brock Long, administrador da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA, na sigla em inglês), na sexta-feira, acrescentando que esperava ver o número de fatalidades subindo.

Foto aérea mostra destruição de casas causada pela passagem do furacão Michael em Mexico Beach, na Flórida — Foto: Chris O’Meara/Pool via Reuters

A rede voluntária de busca e resgate CrowdSource Rescue, com sede em Houston, informou que suas equipes estavam tentando encontrar cerca de 2.100 pessoas que estão desaparecidas ou que precisam de ajuda na Flórida, segundo seu co-fundador Matthew Marchetti.

As redes sociais estavam cheias de mensagens de pessoas que tentavam alcançar as famílias desaparecidas na região atingida.

O Michael atingiu o solo perto de Mexico Beach, na Florida Panhandle, na quarta-feira como uma das tempestades mais poderosas da história dos EUA, com ventos de até 250 km/h. O furacão de categoria 4 foi rebaixado para tempestade tropical na noite de quarta.

O Michael empurrou uma parede de água do mar para o interior, causando inundações generalizadas, destruindo bairros inteiros e reduzindo casas a fundações de concreto e pilhas de madeira e tapume.

Homem caminha entre destroços de prédio destruído pelo furacão Michael, em Panama City, na Flórida, na quinta-feira (11) — Foto: Brendan Smialowski/AFP

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EUA

Furacão Michael deixa 16 mortos e autoridades temem que haja mais vítimas

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O furacão Michael, uma tempestade devastadora que deixou um rastro de destruição no sudeste dos Estados Unidos, causou a morte de pelo menos 16 pessoas em três estados, antes de chegar nesta sexta-feira ao oceano Atlântico. As autoridades temem o aumento do número de mortos com o avanço das equipes de resgate.

O número de mortos aumentou para 16 com mais duas novas vítimas na Carolina do Norte. Segundo os Serviços de Emergência do condado de McDowell, as duas pessoas morreram na noite de quinta-feira, quando o veículo em que estavam se chocou contra uma árvore caída na estrada.

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As autoridades temem que o número de vítimas continue crescendo. “Se espera que o balanço geral aumente entre hoje e amanhã à medida em que avançamos pelos escombros”, disse à CNN Brock Long, chefe da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA).

Na mesma linha, o senador republicano pela Flórida Marco Rubio disse que sua “sensação é de que encontrarão mais vítimas”.

Cerca de 2.000 efetivos da Guarda Nacional da Flórida continuavam trabalhando nas operações de recuperação, aos quais se somaram 3.000 membros de FEMA.

O olho de Michael tocou terra na quarta-feira perto de Mexico Beach, uma cidade 30 km a sudeste de Cidade do Panamá, como um furacão de categoria 4 (de um máximo de 5 na escala Saffir-Simpson), de acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC).

Mais tarde, Michael se degradou para uma tempestade tropical e nesta sexta-feira mudou de rumo para o Oceano Atlântico, a leste de Norfolk, na Virgínia, de acordo com o NHC.

De acordo com as autoridades, mais de 1 milhão residências e empresas estavam sem energia, 350 mil delas na Flórida, meio milhão na Carolina do Norte e mais 500 mil na Virginia.

O presidente Donald Trump prometeu ajuda às vítimas. “Nossos corações estão com as milhares de pessoas que sofreram danos materiais, em muitos casos a destruição foi total”, disse o presidente. “Não vamos descansar ou hesitar até que o trabalho esteja concluído e a recuperação esteja completa.”

Os ventos de 250 quilômetros por hora arrancaram várias casas de suas fundações em Mexico Beach, que tem cerca de 1.000 habitantes, deixando placas de concreto expostas.

As estradas se encontram intransitáveis e os canais tomados pelos escombros.

Um residente de Mexico Beach descreveu o impacto das fortes marés causadas pelo ciclone à CNN: “Quando a água entrou, as casas começam a flutuar”, contou o homem identificado apenas como Scott.

“Não há mais nada aqui. Nossa vida se foi, todas as lojas, todos os restaurantes, tudo, é difícil de entender”, lamentou.

As imagens mostram barcos jogados nos pátios e ruas que foram tomadas por árvores e linhas de energia arrancadas.

A vizinha Cidade do Panamá também parecia um cenário de guerra.

Lá, Margaret Decambre, 48 anos, viu a tempestade passar em seu apartamento no quarto andar. “O vento era tão forte que empurrava a água pelas janelas e portas”, recordou.

“É uma devastação total. Não há energia, não há água, não há comunicação”, acrescentou.

O governador da Flórida, Rick Scott, chamou a situação de “devastação impensável”, e disse que a prioridade era procurar sobreviventes entre as pessoas não evacuadas.

“Estou muito preocupado com nossos cidadãos que não foram evacuados e espero que não tenhamos muitas perdas de vidas”, disse ele à ABC.

O governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, informou que uma centena de pessoas foram resgatadas e muitas outras foram evacuadas devido às inundações no estado.

 A rapidez com que a tempestade se formou e cresceu surpreendeu especialistas e pegou os moradores desprevenidos. O chefe da FEMA, Brock Long, descreveu Michael como o furacão mais intenso a atingir a área desde 1851.

Ken Graham, diretor do NHC, havia avisado: “Infelizmente, esta é uma situação histórica, incrivelmente perigosa e com risco de vida”.

No ano passado, uma catastrófica série de furacões atingiu o Atlântico Ocidental. Os mais devastadores foram Harvey no Texas, Irma no Caribe e Flórida, e Maria, que atingiu o Caribe e deixou quase 3.000 mortos no território americano de Porto Rico.

A temporada de furacões do Atlântico termina em 30 de novembro. Com informações de agências internacionais de notícias.

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