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BRASILEIRÃO 2018

Corinthians, Inter e Vasco vencem na estreia

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Créditos: Rodrigo Coca / Agência Corinthians

O Campeonato Brasileiro 2018 foi aberto com uma grande festa na Arena Corinthians, casa do atual campeão brasileiro, na tarde deste domingo (15).

E quando a bola rolou o Timão mostrou que entra forte na briga pela defesa do título, batendo o Fluminense-RJ por 2 a 1. Quem também venceu por este mesmo placar, só que com um pouco mais de emoção, foi o Vasco-RJ.

O Cruzmaltino recebeu o Atlético-MG e virou o placar aos 52 minutos da etapa final para garantir os três pontos. No outro duelo das 16h (de Brasília), o Internacional-RS derrotou o Bahia-BA por 2 a 0.

Na Arena de Itaquera, Zona Leste da capital paulista, o Corinthians abriu o placar diante do Fluminense ainda no primeiro tempo. Aos 45 minutos, Romero cortou a marcação e cruzou da esquerda. Rodriguinho se antecipou ao marcador e desviou de cabeça para marcar.

Na etapa final, o Tricolor voltou mais ligado e chegou ao empate logo aos três minutos. Gum ganhou pelo alto após cobrança de lateral, Pedro desviou e Richard completou para empatar o duelo.

Os cariocas cresceram e tiveram boas chaces, mas Cássio evitou a virada. Já na reta final, aos 40, Rodriguinho apareceu novamente para dar a vitória ao Timão. Emerson Sheik foi até a linha de fundo pela esquerda e cruzou na área. O atacante pegou de primeira e garantiu a festa do time da casa.

O Corinthians volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo (22), contra o Paraná-PR, no Durival Britto. O Flu atua novamente pela competição no mesmo dia, diante do Cruzeiro-MG, no Maracanã.

Em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ), o Vasco recebeu o Atlético-MG e foi para cima desde o início. Aos dez minutos, Yago Pikachu aproveitou sobra na área e acertou a trave com um belo chute.

O Cruzmaltino, no entanto, foi surpreendido com um golaço de Otero, aos 12 minutos, logo no primeiro lance de ataque do adversário. O meia venezuelano arriscou de muito longe e acertou o ângulo esquerdo do goleiro Martin Silva.

O confronto ficou bem aberto e os dois times criaram boas chances. Aos 40, o Galo quase ampliou, com finalização de Ricardo Oliveira que explodiu na trave. Na etapa final, a dinâmica do jogo continuou a mesma. Os dois goleiros trabalhavam bastante e Victor, em especial, trabalhava bem para evitar o empate do time da casa.

Já aos 40 minutos, Wagner aproveitou rebote e bateu rasteiro para deixar tudo igual. No apagar das luzes, na marca dos 52, Rildo avançou pela esquerda e foi derrubado na área: pênalti. Pikachu foi para a bola e deu a vitória ao time da Colina.

O Vasco atua novamente pelo Campeonato Brasileiro diante da Chapecoense-SC, no próximo domingo (22), na Arena Condá. No mesmo dia, o Atlético volta a campo pela competição para receber o Vitória-BA no Independência.

No Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), o Internacional conquistou os três pontos diante do Bahia no retorno à Série A. Em um primeiro tempo sem muita movimentação, o primeiro gol do Colorado saiu aos 37 minutos. D’Alessandro começou a jogada, tocou para Patrick, e o meia cruzou na medida para Nico López tocar de cabeça.

Na etapa final, o Tricolor de Aço continuou sem oferecer grande perigo ao time gaúcho, que chegava cada vez mais perto do segundo tento. Aos nove, D’Alessandro recebeu de Fabiano e chutou perto da trave direita.

Pouco depois, Nico López chutou da entrada da área e quase marcou. Na chance seguinte, o uruguaio não desperdiçou. Aos 15 minutos, ele tabelou com Edenílson, saiu na cara do gol e ampliou o placar.

O Inter volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo (22), diante do Palmeiras-SP, no Pacaembu. O Bahia atua novamente pela competição no sábado (21), diante do Santos-SP, na Fonte Nova.

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cbf

bastidores da TV

Jornalista relata ter sido vítima de machismo na Globo; confira

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jornalista Mayra Siqueira, que trabalhou nas rádios CBN e Globo, no canal SporTV e no site Globoesporte.com, relatou em sua conta no Twitter que foi vítima de machismo durante o período em que trabalhou no Grupo Globo.

No desabado, Siqueira citou nomes e incluiu alguns figurões do jornalismo da Rede Globo, como, por exemplo, o narrador Cleber Machado.

“O Cleber Machado, quando em finalmente ganhei um teco da sua confiança (levaram 2 anos e meio de Seleção pra isso), me disse que acha nada ver isso de mulher narrar, porque não é uma coisa que orne muito. Eu sorri e entendi que esse aí não vai mudar de ideia, e td bem. Antes disso, ele fez questão de tentar massacrar meu argumento em infinitas vezes nos programas. Motivo aparente? Mulher, novinha. Passou e, depois de alguns chás de aeroporto ao lado dele, cantamos juntos Elis Regina no caminho pro estúdio. Esse dia foi fera”, escreveu Mayra.

A jornalista também falou sobre o ex-técnico Muricy Ramalho, que hoje é comentarista do canal SporTV.

“Já ouvi 2 vezes em coletivas ao vivaço do Muricy “você sabe muito de futebol, né?” (insira tom irônico). Na primeira, fiquei arrasada. Na segunda, virei notícia e fui defendida nos programas. Ele nunca se abalou e, anos depois, fizemos programas de TV juntos na mesma bancada”, acrescentou.

Mayra também citou Tite. Segundo ela, o treinador da seleção brasileira foi deselegante ao responder a uma pergunta, mas logo se retratou.

“O Tite um dia me deu uma resposta levemente grosseira e que soou machista. Na resposta seguinte, interrompeu o que dizia a outro repórter pra pedir desculpas. “Poderia ser minha filha aqui””, disse a jornalista, que também falou sobre o jogador Dagoberto.

“O Dagoberto, no meu primeiro ano de repórter de campo, passou reto por mim ignorando minha pergunta. O Fernando Fernandes, da Band,  parou ele na sequência e disse ao vivo “já que você não respondeu a pergunta da moça, eu vou repetir”. ele repetiu, é o Dagoberto respondeu”, contou.

Além dos relatos, Mayra reforçou que o ambiente do jornalismo esportivo ainda é machista.

“O meio de imprensa esportiva é uma merda pra mulheres, ainda. E ainda bem que tá se enchendo de ~feminista chata~. Vcs não fazem ideia do que é saber que cada mulher que chega é “carne nova” na visão dos jornalistas homens, que acham ok e normal ir pra cima feito urubu”, disse ela, que também ponderou.

“Tem muito cara incrível e decente no jornalismo esportivo, e guardo vários como grandes amigos. Outros que são só aqueles “tiozoes incorrigíveis” que você tolera. E outros que você cumprimenta por educação”, finalizou.

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FUTURO

Com adesão de montadoras, F-E pode diminuir proximidade com fãs

Acesso a pilotos por parte dos fãs, até o momento, é uma característica da competição

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© Eric Gaillard/Reuters

Os sinais de que a Fórmula E é uma categoria jovem que está buscando promover seu evento de maneira diferente de outros campeonatos do automobilismo estão por todos os lados. No Reino Unido, por exemplo, a transmissão é feita por YouTubers, e, na pista, o acesso aos pilotos é facilitado, e jornalistas inclusive podem caminhar dentro dos boxes, algo totalmente impensável na sisuda e cheia de regras Fórmula 1.

Tanto que a declaração recente do chefe da Mercedes, Toto Wolff, que disse não saber se a categoria era “uma competição ou um evento” não causou mal-estar algum. Afinal, ouvidos pela reportagem no Marrocos, palco da segunda etapa da temporada, o CEO da F-E, Alejandro Agag, e a chefe da equipe Venturi e esposa de Toto, Susie Wolff, afirmaram com tranquilidade que a categoria tem, sim, o entretenimento como um grande foco.

“Diria que somos show e competição. E estou muito contente com essa definição. Temos muito orgulho do nosso evento, porque dizemos que a Fórmula E é mais do que um evento. Quero criar um movimento consistente para carros elétricos e isso é um evento”, defende o espanhol.

“Se queremos crescer no mundo moderno, temos de ser um show, temos de ser entretenimento. Sempre vão haver aqueles fãs de automobilismo que querem ver corrida, mas para atingir um público maior, temos de ser um show”, completa Susie.

Nesse sentido, não é coincidência que a Fórmula E só tenha etapas em destinos turísticos, faça as provas aos sábados -com classificação e corrida no mesmo dia, diferentemente das atividades da F-1, que duram três dias- e aproveite a falta do ruído dos motores para se apresentar como um evento para toda a família. A ideia central de tudo isso é promover mais do que uma corrida em si, mas uma experiência.

Todo esse clima de grande acessibilidade, contudo, está diminuindo a cada dia, segundo quem trabalha na categoria. E tudo tem a ver com seu próprio crescimento. A partir do momento que mais e mais montadoras começaram a se interessar pelo esporte e usá-lo como plataforma de desenvolvimento para seus carros, o controle de informações e circulação começou a caminhar para o que a Fórmula 1 acabou se tornando.

E esse é um fenômeno difícil de conter, como Lucas Di Grassi, que está na F-E desde seu nascimento, afirmou à reportagem. “Quando o custo unitário de uso por quilômetro caiu e começou a ficar perto do carro com motor a combustão, os governos começaram a pressionar porque o carro elétrico é muito melhor, não apenas pela questão da emissão de CO2 e do aquecimento global, mas principalmente pelo nível de emissão dentro das cidades. E as montadoras começaram a ver também que esse era o caminho e chegamos a esse momento em que temos mais montadoras na F-E do que a soma da F-1, Nascar e Indy. É interessante o quão rápido foi essa mudança. Ninguém esperava que fosse tão rápido.”

Apesar dos tempos de maior acessibilidade de uma categoria nova parecerem estar contados, pelo menos uma característica a F-E nunca vai perder -para o bem ou para o mal, dependendo do ponto de vista. “Fui no GP de Mônaco da F-1 e nunca mais voltei porque foi horrível, era muito barulho”, revelou a atriz Elizabeth Hurley, convidada na etapa do Marrocos. “Não sabia o que esperar porque não me interesso nem um pouco em carros, mas só de não ter o barulho já é bem melhor.”

O e-Prix de Marrakesh foi vencido por Jerome D’Ambrosio, que lidera a temporada depois de duas etapas. A corrida não foi boa para os brasileiros: Lucas Di Grassi foi o 7º, Nelsinho Piquet, o 14º, e Felipe Massa, 18º, o último colocado. Com informações da Folhapress.

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RENOVAÇÃO

São Paulo anuncia contratação da atacante Cristiane para o feminino

A jogadora chega para integrar a nova equipe feminina do time do Morumbi

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© saopaulofc.net

O São Paulo anunciou nesta segunda-feira (14) a contratação da atacante Cristiane, vice-campeã mundial e medalha de prata olímpica com a seleção brasileira. A jogadora chega para integrar a nova equipe feminina do time do Morumbi.

“Eu acho que é o sonho de toda atleta, de todo mundo, de representar um grande clube e hoje eu represento o São Paulo. Estou feliz demais. É uma alegria muito grande e eu espero poder representar à altura do clube”, afirmou Cristiane, ao site oficial do São Paulo.

O anúncio é uma surpresa depois de a imprensa europeia tratar uma ida para o Barcelona como certa. Na última sexta-feira (11), o jornal espanhol Sport havia noticiado que o acordo seria concretizado após o retorno dos treinos com a seleção brasileira.

A atacante brasileira estava no Changchun Yatai, da China, desde meados de 2017. Antes disso, ela já havia vestido a camisa de Corinthians, Santos e PSG.

Aos 33 anos, a atacante tem em seu currículo por clubes a conquista da Copa Libertadores de 2009, quando jogava pelo Santos, e o Campeonato Alemão, de 2005/06, quando vestiu a camisa do Turbine Potsdam.

Pela seleção, ela esteve na equipe vice-campeã mundial em 2007 e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, e Pequim, 2008. Com informações da Folhapress.

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Luto

Morre ex-atacante Phil Masinga campeão continental em 1996

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Morreu neste domingo (13) em Johannesburgo, um dos principais ídolos do futebol da África do SUl, o ex-atacante Phil Masinga. A informação foi divulgada pela associação de futebol do país (Safa), Masinga lutava contra o câncer havia cerca de dois meses.

“Perdemos um gigante do futebol sul-africano. Este é um dia triste para nosso futebol. Estou realmente desolado. Eu o visitei no último domingo e, apesar de ele não estar se sentindo bem, estava com espírito positivo. Prometi visitá-lo novamente. Phil era leal ao jogo, dentro e fora do campo”, declarou o presidente da Safa, Danny Jordaan.

Ao longo de sua carreira, Masinga vestiu as cores do Jomo Cosmos e do Mamelodi Sundowns em seu país de origem, além do Leeds, do St. Gallen-SUI, da Salernitana, do Bari e do Al-Wahda-EAU. O jogador também vestiu por dez anos as cores da seleção da África do Sul, e conquistou a Copa Africana de Nações em 1996. Masinga também esteve no elenco que conquistou a primeira classificação da África do Sul para a Copa do Mundo em 1998.

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