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Brasil

Belém registra 50 homicídios em uma semana e polícia reforça efetivo nas ruas

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Entre o último domingo (8) e esta sexta-feira (13), Belém do Pará registrou a ocorrência de 40 homicídios. Outros 10 casos de assassinato foram registrados na região metropolitana. Os números foram divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Segundo a Secretaria, desde segunda-feira (9) está em funcionamento uma sala de situação para integrar os órgãos de segurança e avaliar com mais rapidez as operações policiais. Naquele dia, uma chacina na cidade deixou 12 vítimas, após a morte de um policial militar.

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Desde quinta-feira (12), todos os policiais que atuam em áreas administrativas foram deslocados para atuar em operações nas ruas da região metropolitana de Belém. O reforço permanece pelo menos até a próxima quinta-feira (19).

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Política

PSL terá a maior fatia do fundo Partidário

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O crescimento exponencial da bancada do PSL na Câmara dos Deputados garantirá ao partido do presidenciável Jair Bolsonaro a maior fatia do Fundo Partidário a partir do próximo ano.

Segundo levantamento feito pelo Estado com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a sigla receberá em torno de R$ 110 milhões em recursos do fundo – abastecido com verbas públicas – ao longo de 2019.

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O valor é mais de 17 vezes maior que o embolsado pela sigla em 2017, último ano com números mensais consolidados, quando recebeu R$ 6,2 milhões.

Apesar de ter conquistado a maior bancada na Casa para a próxima legislatura, o PT ficará em segundo lugar na divisão do dinheiro.

Isso ocorre porque o critério para calcular o fundo é o número de votos válidos obtidos pelos partidos, não o número de deputados eleitos.

O montante destinado ao partido de Bolsonaro será R$ 13 milhões superior ao que os petistas terão direito. “O PSL vai ter dinheiro para se estruturar, é uma novidade sem tamanho para eles”, afirmou o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV.

Foi considerado para o levantamento o valor de R$ 888,4 milhões referente ao fundo de 2018, já que o montante estimado para 2019 ainda não foi divulgado pelo TSE.

Outro ponto que chama atenção na nova tabela é a queda do MDB, que foi de terceiro para sexto partido com mais dinheiro do fundo: terá direito a R$ 53,4 milhões.

Por outro lado, o PSDB, apesar do desempenho pífio para a Câmara – elegeu apenas 29 deputados e passou da quarta para a nona maior bancada – será o terceiro partido com mais dinheiro do fundo, com R$ 57,8 milhões. Até este ano, era o segundo.

Há, porém, uma diferença gritante entre os tucanos e os dois primeiros colocados: o PSL, cuja diferença para o PT será de R$ 13 milhões no ano, vai ter mais que o dobro do PSDB.

Barreira

Segundo cálculos do Estado, 14 partidos não ultrapassaram a cláusula de barreira e vão perder o acesso ao Fundo Partidário, ao tempo de TV e o direito de exercer liderança partidária na Câmara, mesmo que tenham eleito deputados.

São eles: Patriota, PHS, PCdoB, PRP, Rede, PRTB, PMN, PTC, PPL, DC, PMB, PCB, PSTU e PCO. O TSE ainda não divulgou oficialmente essa informação.

O TSE informou que os recursos do fundo originalmente repassados a essas siglas serão redistribuídos para os que cumpriram as novas regras de acesso.

Com isso, o PSL ficou com 12,8% dos votos totais para deputado federal no País, considerando os votos em legenda e os nominais. O PT recebeu 11,3%. Isso coloca a sigla de Bolsonaro numa posição confortável para atrair parlamentares de legendas que não superaram a cláusula.

“Esses partidos vão ficar quase impedidos de sobreviver no cotidiano. A alternativa vai ser a fusão com outras legendas”, disse Teixeira.

A Rede, por exemplo, já estuda se juntar ao PV, que ultrapassou a cláusula. Assim como o PPS, os verdes tiveram apenas 1,78% da votação total e receberão pouco mais de R$ 17 milhões do fundo durante o ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Oportunidade

Concurso: sete órgãos abrem inscrições para 16 mil vagas nesta segunda

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partir desta segunda-feira (15), pelo menos sete órgãos abrem as inscrições para quase 16 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade.

O maior número de oportunidades é o da Secretaria de Educação do Paraná, com 15,5 mil vagas. Os salários chegam a R$ 26.125,15 na Defensoria Pública do Maranhão. As informações são do G1.

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Câmara Municipal de Tatuí (SP)

Inscrições: até 13/11/2018

7 vagas

Salários de até R$ 3.180,48

Cargos de nível fundamental, médio e superior

Defensoria Pública do Maranhão

Inscrições: até 05/11/2018

8 vagas

Salários de até R$ 26.125,15

Cargos de nível superior

Prefeitura de Guarani (MG)

Inscrições: até 15/11/2018

57 vagas

Salários de até R$ 7.478,22

Cargos de nível fundamental, médio e superior

Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul

Inscrições: até 13/11/2018

50 vagas

Salários de até R$ 20.463,50

Cargos de nível superior

Tribunal de Justiça de São Paulo

Inscrições: até 13/11/2018

34 vagas

Salários de até R$ 8.723,57

Cargos de nível superior

Prefeitura de São Paulo

Inscrições: até 12/11/2018

168 vagas

Salários de até R$ 7.032,90

Cargos de nível superior

Secretaria de Educação do Paraná

Inscrições: até 25/10/2018

15,5 mil vagas

Salários de até R$ 1.523,83

Cargos de nível fundamental, médio e superior

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ELEIÇÕES 2018

Campanhas ricas não se elegem, e PSL vence com baixo orçamento

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Na eleição em que a verba pública predominou, candidatos com orçamentos mais elevados não conseguiram se eleger para a Câmara dos Deputados.

Três candidaturas que arrecadaram quase no limite de gastos para deputado federal acabaram derrotadas: as de Ana Paula Junqueira (PP-MG), Maria Helena Rodrigues (MDB-RR) e José Maia Filho (PP-PI), que informaram arrecadação de pouco menos de R$ 2,5 milhões, teto estabelecido pela Justiça Eleitoral. Maria Helena tentava a reeleição.

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As informações de receitas e despesas ainda podem ser atualizadas pelos partidos.Em 2014, as 30 candidaturas que mais arrecadaram conseguiram se eleger para a Câmara.

A onda Jair Bolsonaro, que impulsionou 52 candidatos do PSL à Câmara, deve contribuir para reduzir a média de gastos dos eleitos.

As candidaturas de aliados do presidenciável em geral possuíam orçamento muito mais limitado do que as lançadas por políticos conhecidos dos partidos tradicionais. O PSL tinha, por exemplo, direito a R$ 9,2 milhões do fundo eleitoral, ante R$ 230,9 milhões do MDB.

A maioria dos deputados federais eleitos do partido da família Bolsonaro declarou até agora receitas de menos de R$ 100 mil na eleição. A média parcial de orçamento de campanha é de apenas R$ 151 mil –um dos eleitos pelo partido até agora ainda não informou suas contas.

Já os eleitos do MDB declararam até agora arrecadação média de R$ 1,4 milhão.

Campeão de votos no Rio, com 345 mil sufrágios, Hélio Barbosa Lopes, teve arrecadação de apenas R$ 45 mil.

Em comparação, Cristiane Brasil, que é filha do presidente do PTB nacional, Roberto Jefferson, levantou R$ 2,3 milhões e fez somente 10 mil votos no estado.

A exceção no PSL foi a candidatura do fundador e antigo “dono” do partido, Luciano Bivar, que se elegeu em Pernambuco tendo recebido R$ 1,8 milhão da direção nacional da legenda.

A campanha a presidente de Bolsonaro vem sendo de poucos recursos –obteve R$ 1,93 milhão ante R$ 49,7 milhões da chapa do PT, somando as candidaturas de Lula e de Fernando Haddad.

Em 2014, a média de gastos dos eleitos à Câmara foi de cerca de R$ 1,5 milhão –o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) foi um dos líderes de arrecadação, com R$ 6,8 milhões.

Como os candidatos ainda podem atualizar seus balanços junto à Justiça Eleitoral, o valor médio gasto neste ano ainda não pode ser auferido.

Em 2015, o Supremo Tribunal Federal proibiu a doação eleitorais de empresas e, no ano passado, o Congresso instituiu um fundo público bilionário para bancar os gastos dos partidos.

Entre as 50 candidaturas a deputado federal com orçamento mais elevado neste ano até agora, 20 foram derrotadas, como a da ex-governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius (PSDB) e de Osmar Serraglio (MDB-PR), ex-ministro do governo Michel Temer.

Na lista de 50 campanhas mais caras, havia 24 candidatas. As direções partidárias adotaram a estratégia de destinar mais dinheiro a mulheres já conhecidas na política para cumprir a norma que obrigava os partidos a repassar 30% dos recursos do fundo eleitoral a candidatas.

A eleição para a Câmara teve a mais alta renovação registrada desde 1998 e contrariou previsões de que o financiamento de campanha por meio da distribuição do fundo eleitoral impediria a vitória de iniciantes.

Apesar de os partidos terem privilegiado no repasse de recursos os políticos com mandato, 47,4% dos deputados que tomarão posse em 2019 nunca haviam ocupado esse cargo.

O barateamento forçado das candidaturas dos eleitos pode ter um vínculo com a forte influência das redes sociais e do WhatsApp sobre essas campanhas.

A professora da UnB (Universidade de Brasília) Débora Messenberg, que pesquisa sociologia política, diz que os resultados indicam que a campanha via televisão, que muitos analistas diziam que ainda era decisiva, “não é mais, para o bem e para o mal”.

“A campanha foi muito decidida pelo WhatsApp, e pela falta de controle sobre o WhatsApp. O que seria uma democratização da informação é uma expansão da desinformação política.” Com informações da Folhapress.

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DF

Crianças ficam penduradas em brinquedo de Parque em Brasília; veja vídeo

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Mixer, brinquedo que funciona desde 2015 no parque — Foto: Nova Nicolândia/Divulgação

Uma falha em um brinquedo conhecido como “mixer” deixou mais de 10 crianças presas na tarde desta sexta-feira (12) em um parque de diversões no centro de Brasília. Funcionários e outros usuários precisaram aparar as vítimas que estavam penduras a cerca de 4 metros de altura. Não houve registro de feridos.

Quem participou do resgate disse ao G1 que foram “mais de cinco minutos de desespero”. Em uma das gravações, funcionários da manutenção usam uma escada para retirar as pessoas do local (veja vídeo acima).

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A administração do parque nova Nicolândia conversou com a reportagem e disse que o brinquedo passou por manutenção no dia anterior. O diretor Marco Antônio de Souza afirmou que pensa em desativar o equipamento, adquirido em 2015 pelo parque.

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