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NEPAL

Sobrevivente revela turbulência antes de queda de avião

Acidente aéreo matou pelo menos 50 dos 71 ocupantes da aeronave

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© Reuters

Antes da queda do avião no Nepal, que matou pelo menos 50 dos 71 ocupantes da aeronave, a tripulação e os passageiros viveram momentos tensos de turbulências e de um forte “estalo”. Quem conta é um dos sobreviventes do acidente ocorrido no aeroporto de Katmandu nesta segunda-feira (12), Basanta Bahora, de 27 anos.

Conforme relata o G1, o jovem trabalha para a empresa de turismo Raswita International Travels and Tours. Ele declarou ao jornal “Kathmandu Post” não se lembrar do momento exato da queda do avião nem da hora em que foi resgatado – apenas que foi levado a um hospital e acabou sendo transferido para outra unidade.

“De repente ele chacoalhou violentamente e ouvimos um estalo alto. Eu estava sentado perto da janela e consegui quebrar um vidro”, disse o agente de viagens, em declaração reproduzida pelo portal. “O voo foi tranquilo até entrarmos no Vale de Katmandu. Houve enormes turbulências quando tentamos aterrissar”.

Segundo Bohora, 16 nepaleses que atuavam no setor de turismo estavam entre os passageiros. O jovem contou que todos a bordo só notaram que havia algo de errado no voo quando a aeronave se preparava para pousar no aeroporto nepalês.

“Nove amigos que estavam sentados perto conseguiram escapar. Ajudamos uns aos outros antes de o fogo se espalhar. Conseguimos pular, mas podíamos ouvir as pessoas gritando”, completou Aashish Ranjit, outro sobrevivente do acidente aéreo, em entrevista à agência EFE reproduzida pelo G1.

O número final das vítimas da queda do avião da companhia aérea bengalesa US-Bangla ainda pode mudar. O porta-voz do exército do Nepal informou a Associated Press que o balanço ainda não está claro, além do fato de outros 16 sobreviventes do voo saído de Dacca, capital de Bangladesh, ainda estarem hospitalizados. As causas ainda estão sendo investigadas.

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Fonte: NOTICIAS AO MINUTO

INVESTIGAÇÃO

França revisa balanço de atentado em Estrasburgo

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© REUTERS/Vincent Kessler

A Prefeitura da região do Grande Leste, na França, reduziu para dois o número de mortos no atentado da última terça-feira (11) contra um mercado de Natal em Estrasburgo, na fronteira com a Alemanha.

Outras 14 pessoas ficaram feridas, sendo que nove, incluindo o jornalista italiano Antonio Megalizzi, estão em estado grave. Poucas horas antes, o prefeito Roland Ries havia falado em quatro vítimas no ataque.

Estrasburgo é uma das cidades mais importantes da França e também abriga instituições da União Europeia, como uma das sedes do Parlamento do bloco. A capital da região do Grande Leste costuma receber milhares de turistas nesta época do ano por causa de seus célebres mercados de Natal.

O atentado ocorreu na noite da última terça-feira, quando um homem armado abriu fogo perto de uma feirinha natalina no centro de Estrasburgo. “Vi um homem com uma pistola passar em frente a um grupo de pessoas. Sem dizer uma palavra, apontou a arma contra uma delas e abriu fogo, mas acho que não a atingiu.

Depois dirigiu sua arma contra outro membro do grupo e o acertou. Em seguida correu para a praça Gutenberg, misturando-se à multidão”, contou uma testemunha ao jornal local “DNA”.

O suspeito, que continua foragido, foi identificado como “Chérif C.” e já teria 20 condenações por pequenos delitos, segundo o jornal “Le Figaro”. Além disso, era monitorado pelas forças de segurança por risco de radicalização.

O ataque não foi reivindicado até o momento, mas simpatizantes do Estado Islâmico (EI) celebraram o tiroteio nas redes sociais. As autoridades já haviam encontrado material explosivo durante uma inspeção na casa do suspeito ainda antes do ataque.

Cerca de 350 homens trabalham na caça ao terrorista, que pode ter fugido para algum país vizinho. “A polícia francesa ainda está à procura do terrorista, que provavelmente está ferido, mas ainda não foi localizado”, afirmou nesta quarta-feira (12) o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani.

O mercado de Natal permanece fechado, e o governo elevou o alerta para o nível de “emergência de atentado”, reforçando controles nas fronteiras. “Solidariedade de toda a nação a Estrasburgo, às nossas vítimas e às suas famílias”, escreveu no Twitter o presidente Emmanuel Macron.

O atentado acontece em um dos momentos de maior agitação social na França nos últimos anos, com os recorrentes protestos dos “coletes amarelos” contra as políticas econômicas do governo, que ficou contra as cordas e foi forçado a anunciar uma série de medidas sociais.

A França também foi o país mais golpeado pelo terrorismo na União Europeia nos últimos anos. A partir de janeiro de 2015, com o massacre na redação do jornal satírico “Charlie Hebdo”, que deixou 12 mortos, os franceses conviveram com uma série de atentados, como os do dia 13 de novembro daquele ano, com 130 vítimas, e o atropelamento em Nice, em julho de 2016, com 86.

A Igreja Católica também foi alvo, com o degolamento de um padre em pleno altar em Saint-Étienne-du-Rouvray, duas semanas após o ataque de Nice. Todos esses atentados foram reivindicados pelo Estado Islâmico.

O país ficou sob estado de emergência entre 13 de novembro de 2015 e 1º de novembro de 2017 e implantou uma nova lei antiterrorismo no ano passado. (ANSA)

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IMPASSE

Entenda o que pode acontecer com o ‘brexit’ a partir de agora

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© Henry Nicholls / Reuters

Em dura derrota para a primeira-ministra Theresa May, o Reino Unido adiou a votação, pelo Parlamento britânico, do acordo de separação do país da União Europeia (UE), o “brexit”.

O Legislativo se pronunciaria nesta terça-feira (11) sobre os termos do documento acordado entre May e líderes europeus em novembro. Não há nova data para o voto, mas o dia limite para a chefe de governo apresentar um plano é 21 de janeiro.

Ela avaliou que não conseguiria conter, a tempo da sessão de terça, o motim de parte significativa de seus correligionários do Partido Conservador. Eles acham que o texto faz concessões demais ao bloco europeu e atenta contra a soberania britânica.

Entenda o que pode acontecer a partir de agora.

Qual o próximo passo do governo?

Theresa May vai tentar renegociar o acordo com a União Europeia. O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, contudo, já alertou que não aceita mudanças.

Já há uma nova data para votar?

Não, mas o dia limite para May apresentar um plano é 21 de janeiro.

E se o acordo não for aprovado?

As opções são um “brexit” sem acordo, com prejuízos ainda maiores à economia britânica, ou um novo referendo, que pode levar à onda de protestos.

May pode perder o cargo?Cenário parece cada vez mais provável diante do enfraquecimento da primeira-ministra. Pode ocorrer pelos próprios conservadores, via votação de liderança (que exige apoio de 28 dos 315 parlamentares) ou via oposição, com uma moção de censura (que exige a maioria da Casa).

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'COLETES AMARELOS'

França pede a Trump para não se intrometer em assuntos do país

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© Zoubeir Souissi / Reuters

Os serviços de inteligência da França investigam suspeitas de ingerência estrangeira nos protestos do movimento dos “coletes amarelos”, que já parou inúmeras cidades do país para criticar as políticas do presidente Emmanuel Macron.

Segundo informações da imprensa local, o inquérito é conduzido pelo Secretariado-Geral da Defesa e da Segurança Nacional (SGDSN) e apura o papel de perfis ligados a outros países nas redes sociais em tentar amplificar a mobilização popular.

Contas e sites criados para esse fim teriam multiplicado informações e comentários de modo automático, tática já vista em processos eleitorais nos EUA, na Europa e até no Brasil. Os “coletes amarelos” surgiram em protesto contra a alta do preço dos combustíveis, mas logo abarcaram toda a insatisfação social com Macron, que vem batendo recordes negativos de popularidade.

Neste domingo (9), o governo francês também criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pediu para ele não se intrometer em assuntos de outro país. “Eu digo a Donald Trump, mas também Macron diz: Nós não nos metemos nos debates americanos, então nos deixe viver nossa vida de nação”, afirmou o ministro das Relações Exteriores Jean-Yves Le Drian.

“Nós não fazemos considerações sobre a política interna americana e gostaríamos que isso fosse recíproco”, acrescentou. Um dia antes, durante os atos dos “coletes amarelos”, o republicano havia criticado as políticas ambientais da França e dito que os manifestantes gritavam “Queremos Trump!”. (ANSA)

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Funcionário clica em tecla errada e obriga Google a pagar milhões

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Um funcionário da Google cometeu um erro durante um exercício de formação em mercados eletrônicos: clicou na tecla errada. Numa empresa normal, geraria um transtorno fácil de ser revertido. No Google, no entanto, resultará no pagamento de milhões de dólares.

Aquele “pequeno” erro, explica o Financial Times, fez com que, na última terça-feira, um anúncio falso fosse enviado para várias páginas de internet e aplicações.

O anúncio fictício, um retângulo amarelo, ficou disponível durante 45 minutos para internautas dos Estados Unidos e da Austrália.

A empresa, admitindo o erro, anunciou que “qualquer anúncio que tenha sido comprado” e prejudicado pela publicação deste será ressarcido.

Ainda que não tenham falado em valores, analistas financeiros ouvidos pela publicação indicam que um erro deste gênero poderá chegar aos 10 milhões de dólares de prejuízos, dada a dimensão do público alcançado.

O erro aconteceu porque o funcionário em causa deu um passo além do que estava incluído na sua formação. Ainda assim, será responsabilidade da empresa assegurar que este tipo de erro não ocorrerá de novo em exercícios de formação.

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