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Moscou

Vídeo mostra momento que avião com 71 pessoas a bordo cai na Rússia

A bordo do AN-148 da Saratov Airlines estavam 71 pessoas, sendo 65 passageiros e seis tripulantes. Ninguém sobreviveu à queda, que aconteceu no último domingo (11)

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Imagens feitas por uma câmera de segurança mostram o momento em que o avião da companhia Saratov com 71 pessoas a bordo caiu na Rússia, no último domingo (11), perto de Moscou. É possível ver no vídeo que a aeronave já pegava fogo quando se chocou com o chão. Ninguém sobreviveu.

Inicialmente, um canal russo chamado Mash divulgou as primeiras imagens do episódio. O local estava coberto de neve. A temperatura estava em torno de -5º.

O avião desapareceu próximo à localidade de Argunovo, dois minutos após decolar. Conforme a Sky News, a bordo do AN-148 da Saratov Airlines estavam 71 pessoas, sendo 65 passageiros e seis tripulantes. Entre eles, uma criança de 5 anos.

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Investigação

Vítimas de adoções forçadas buscam respostas na Alemanha

Adoções forçadas ou ilegais fazem parte de uma faceta pouco conhecida do regime comunista da antiga Alemanha Oriental

CAROLINA VILA-NOVA – Katrin Behr tinha quatro anos de idade quando homens levaram sua mãe de casa. Eles vestiam roupas civis e ninguém podia dizer ao certo se eram policiais ou agentes da Stasi, a polícia secreta da Alemanha Oriental (RDA).

“Dava para saber pelo tom das vozes que algo muito ruim estava acontecendo mas, como criança, eu não tinha real consciência do que estava errado”, contou ela.

Com a mãe presa, ela e o irmão foram adotados por famílias diferentes. “Minha família biológica simplesmente não era um assunto. Lembro-me de que, quando tinha 11 anos, perguntei sobre o que tinha acontecido com minha mãe. Mas era um tema muito incômodo e, depois disso, nunca mais perguntei.”

Foram 19 anos até Behr reencontrar a mãe e o irmão, em 1991 – dois anos após a queda do Muro de Berlim e um após a reunificação alemã. “De repente eu não era mais criança, e minha mãe estava severamente doente. Foi muito louco, porque a criança dentro de mim gritava ‘minha mãe, minha mãe’, mas a Katrin adulta dizia ‘oh Deus, essa mulher é uma completa estranha’. Foi muito caloroso mas também muito estranho.”

A história de Katrin Behr, 50, ilustra uma faceta pouco conhecida do regime comunista da antiga Alemanha Oriental: as adoções forçadas ou ilegais. Dimensionar o fenômeno é arriscado: as estimativas variam de 1.000 famílias a 75 mil adoções. Este último número é da Associação para Crianças Roubadas na RDA.

“Nossa avaliação é que entre 10% e 15% [das adoções] ocorreram em casos em que a prioridade não era o bem-estar da criança, e sim o reforço da imagem de uma sociedade socialista”, explicou o porta-voz da associação, Frank Schumman.

Em fevereiro, um estudo oficial preliminar definiu assim as adoções forçadas por motivos políticos: “A medida estatal de remover uma ou mais crianças de uma família e sua reintegração a uma outra família contra o desejo explícito dos pais biológicos, como a punição de um comportamento dos pais que não colocava em perigo o bem-estar da criança em questão e que era o motivo central dessa medida”. O estudo recomendou a ampliação da investigação.

Os relatos – de pais que foram presos e perderam os filhos de vista, de mães informadas na maternidade de que seus filhos haviam morrido – lembram, em escala menor, os coletados durante a ditadura da Argentina (1976-1983). Lá, as Avós da Praça de Maio ajudaram a restituir até agora a identidade de 125 “netos” de desaparecidos políticos, adotados ilegalmente.

A associação de Schumann coletou 162 casos de mortes não explicadas ou misteriosas de bebês (supostamente dados em adoção). Sua mulher, a quem conheceu em 2001, é uma das vítimas. A filha dela tinha 3 anos quando foi declarada morta após um acidente. “No entanto, no funeral, viram que o caixão estava vazio”, contou.

O grupo sustenta a possibilidade de que muitas crianças adotadas por famílias ligadas ao regime acabaram sendo levadas para a América do Sul no período imediatamente após a queda do muro e hoje vivem sob falsas identidades.

Schumann lembra que muitos nazistas – como Josef Mengele e Adolf Eichmann – usaram a chamada “Linha dos Ratos” para se refugiar na América do Sul sob nova identidade. Ex-membros da RDA usaram rotas de fuga semelhantes, especialmente para o Chile.

O historiador Thomas Lindenberger, da Universidade Técnica de Dresden, rejeita a noção de que a maioria das adoções forçadas da RDA tenham sido ilegais ou políticas. “A maioria das medidas de serviço social ao lidarem com crianças vulneráveis na Alemanha Oriental era necessária e justificada pelos padrões ocidentais”, disse ele.

Os “raros” casos de adoções forçadas com motivação política aconteciam, segundo Lindenberger, quando “os pais eram penalizados por causa de sua atitude negativa em relação ao Estado [comunista], manifestada, por exemplo, em tentativas de fuga”.

“Eram pais com baixo capital social, vivendo nas margens da sociedade, estigmatizados por seu estilo de vida ‘não socialista’, frequentemente chamados de ‘asociais'”, explicou.Para o historiador, tampouco se tratava de uma política de Estado coordenada ou sistemática de repressão.

“Mas assumimos que existiam estruturas dentro da fábrica das agências estatais da RDA, incluindo o sistema legal, a administração da infância, a espionagem pelo serviço secreto, os serviços médicos, que tornavam possível manipular os procedimentos de adoção em casos individuais de modo a sancionar comportamentos e atitudes politicamente negativos e que, devido à falta de um processo legal justo e devido e de uma esfera pública crítica, eram resultado da sistemática falta do devido processo.”

Parece ser o caso de Behr. Ela conta que a mãe sempre quis “ir para o Ocidente”, onde moravam as irmãs. “Ela não era politicamente ativa nem nada, só uma jovem que dizia que estava aborrecida e que queria ir embora”, diz Behr. “Ela foi interrogada diversas vezes pela Stasi. Em algum momento, decidiram prendê-la e nos separar.”

Em 2007 Behr obteve os arquivos sobre sua adoção e a prisão da mãe. “Minha mãe escrevia às instituições prisionais, questionava, fazia barulho, queria reclamar para Erich Honecker”, conta, em referência ao líder da RDA entre 1971 e 1989.

“Ela achava que havia sido injustiçada. E o fato é que pensavam que, pelos padrões da Alemanha Oriental, ela não era considerada capaz de educar os filhos de maneira socialista, já que queria ir para o Ocidente com suas irmãs.”

A mãe perdeu o poder parental logo após a prisão. “Nos documentos, ela aparece negando veementemente nossa liberação para adoção. Mas depois consta que o consentimento da mãe foi dispensado.”

“Foi assim com muita adoções forçadas. Nem toda adoção foi uma escolha, mas nem todas foram politicamente motivadas. É preciso olhar caso a caso”, alerta.

Em abril, o grupo de Schumann apresentou ao Parlamento alemão um documento em que são requisitadas a investigação dos casos denunciados, a extensão do período de retenção obrigatória de documentos relevantes, a criação de centros regionais de aconselhamento para os afetados e a criação de um fundo para financiar as pesquisas.

O documento também pede mudanças na lei para que toda criança seja informada, ao completar 16 anos, de que foi adotada, e a revogação das adoções ilegais quando houver consentimento mútuo dos membros da família biológica.

Em 25 de junho, o Parlamento realiza uma audiência pública para discutir medidas para implementação da petição. Com informações da Folhapress.

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Investigação

Mulher vende bebê para não contar ao marido que o filho não é dele

Ela chegou a afirmar que a criança havia morrido após o parto

No dia 2 de fevereiro, Marina Garcia, de 31 anos, deu à luz um menino nos Estados Unidos. No entanto, ela vendeu o bebê a um casal conhecido, por não querer dizer ao marido, o sargento Steven Garcia, que o recém-nascido não era filho dele.

Marina chegou até a dizer ao companheiro, que se encontrava em missão na Coreia do Sul, que o menino havia morrido durante o parto.

De acordo com o Daily Mail, foi um policial que descobriu a verdade. Ao parar o casal a quem Marina vendeu a criança por excesso de velocidade, reparou no nervosismo dos dois.

Em meio aos questionamentos, descobriu que eles não eram os pais biológicos da criança e o homem, Alex Hernandez, chegou a admitir que tinha falsificado a certidão de nascimento do bebê para que eles pudessem viajar com ele.

Não foram encontradas provas da transação monetária realizada entre a mulher o casal, mas os parentes de Marina garantem que a mulher vendeu mesmo a criança. “Eu acreditava mesmo que era o pai da criança, ela sabia disso”, disse o sargento aos detetives.

Mesmo tendo consciência de que o bebê não é seu filho, o homem pretende se divorciar da mulher e adotar o menino, uma vez que Garcia também foi adotado.

A mulher que teria comprado a criança declarou-se culpada. Ela, no entanto, diz não saber quem é o pai do pequeno e aguarda julgamento.

O neném foi entregue ao Departamento de Segurança Infantil e atualmente está num orfanato.

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Acidente aéreo

Governo cubano confirma que 110 morreram em queda de avião

Ao todo, 113 pessoas estavam na aeronave, sendo 11 estrangeiros

O governo de Cuba afirmou neste sábado (19) que 110 pessoas morreram no acidente com um avião que caiu pouco depois de decolar do aeroporto internacional de Havana na sexta (18).

No Boeing 737 alugado pela Cubana de Aviación e que pertence à companhia aérea mexicana Global Air viajavam 102 cubanos e 11 estrangeiros, entre eles mexicanos, argentinos e saarianos.

As únicas três sobreviventes são mulheres cubanas, que estão em estado crítico em um hospital de Havana. Até o momento, segundo o vice-ministro de Saúde de Cuba, Alfredo González, foram identificados os corpos de 15 vítimas, entre elas cinco crianças.

Desde o acidente diferentes números de vítimas foram divulgados devido à confusão inicial sobre o tamanho da tripulação do voo. No total, estavam no Boeing 737 que caiu 58 mulheres e 55 homens.

O ministro de Transporte de Cuba, Adel Yzquierdo, esclareceu hoje que 113 pessoas estavam no avião e que 110 delas morreram. Do total, 11 eram estrangeiros: os seis mexicanos da tripulação, um casal de argentinos, dois saarianos e uma mulher mexicana.

Segundo o vice-ministro de Saúde, os médicos fizeram um “esforço extraordinário” nas últimas 24 horas para deixar as três sobreviventes em condições estáveis. Elas estão sendo atendidas por uma equipe multidisciplinar especializada nesse tipo de caso.

Gonzaléz alertou que o processo de identificação das vítimas levará algumas semanas. O trabalho está sendo dificultado porque a queda do avião deixou os restos mortais muito espalhados, o que impede os legistas de se guiar pelos números dos assentos.

González afirmou que os funcionários do Instituto de Medicina Legal de Havana, para onde foram levados os corpos, utilizarão várias informações para identificar as vítimas, mas ressaltou que as amostras de DNA cedidas pelos parentes serão essenciais.

As famílias de todas as vítimas já foram informadas sobre as mortes e muitas delas já estão em Havana. O governo de Cuba montou uma equipe para dar assistência psicológica aos parentes dos mortos.

Outra medida tomada pelo governo foi assumir os custos de hospedagem de 151 familiares das vítimas que foram para Havana. Muitos deles eram de Holguín, cidade que era o destino do voo.

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EUA

Ex-modelo da Playboy se joga de prédio com filho de 7 anos

Stephanie Adams brigava pela guarda do menino com ex-marido

Uma ex-modelo da Playboy, Stephanie Adams, de 47 anos, se atirou do 25º andar de um prédio em Manhattan, em Nova York, com seu filho de sete. Ambos morreram. O incidente ocorreu no Gotham Hotel, em meio a uma batalha nos tribunais entre Adams e seu ex-marido, Charles Nicolai, pela guarda do menino.

Na última quarta-feira (16), os ex-cônjuges compareceram a uma corte de Manhattan, que negou à ex-modelo permissão para viajar com o filho para a Europa no verão. A mulher havia sido “Miss Playboy” em 1992 e chegou a ter um caso com o ator Robert de Niro. Com informações da ANSA.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998