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Atrás das Grades

PM prende dupla que traficava no bairro Atlântico, em Araçatuba

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Uma denúncia levou a Polícia Militar até dois jovens, de 17 e 19 anos, que praticavam tráfico de drogas no bairro Atlântico 1, em Araçatuba. O maior foi preso em flagrante e o adolescente foi apreendido por ato infracional de tráfico.

A ação ocorreu nesta segunda-feira (12). Durante patrulhamento pelo bairro, os policiais militares, cabos Maurício e Almeida, da equipe B (bravo), receberam a informação de que os dois jovens estariam vendendo drogas na frente de casa, na rua José Trevisan Bacelar.

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Ao entrar na via, os PMs notaram que os suspeitos se levantaram da calçada, assustados. O menor correu para dentro da residência e o maior foi abordado na frente da casa.

Com ele, os policiais encontraram 10 porções de maconha e R$ 28 em dinheiro. O adolescente também foi detido em seguida com cinco porções de maconha.

A PM encontrou mais duas porções grandes de maconha escondidas num guarda-roupa em um dos quartos da casa, além de duas facas com resquícios de maconha, uma balança de precisão e material plástico usado no embalo de entorpecentes.

Segundo a polícia, os jovens admitiram o tráfico e justificaram a ação criminosa dizendo que estariam passando por dificuldade financeira. A dupla disse aos policiais que ficava com 10 porções de maconha a cada cota de 30 vendidas.

A unidade era comercializada a R$ 5. Ao todo foram apreendidas 17 porções de maconha que pesaram 48 gramas.

A ação contou com o apoio dos PMs, tenente Siqueira, sargento Bernardi e cabos Gudaitis e Pavan.

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RODOVIA

Motorista morre e oito passageiros ficam feridos em colisão entre van e caminhão na Rondon

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O motorista de uma van identificado como Leandro Alves de Oliveira, de 36 anos, morreu e oito passageiros que ele transportava ficaram feridos após o veículo colidir na traseira de um caminhão, no início da madrugada desta segunda-feira na rodovia Marechal Rondon, próximo ao pedágio de Lavínia.

De acordo com informações da polícia, por motivos ainda desconhecidos, a van bateu na traseira do caminhão que era conduzido por um homem residente em Guararapes, que não sofreu ferimentos. Devido à colisão, oito passageiros ficaram feridos, um deles em estado grave. Eles foram levados para hospitais de Araçatuba, Mirandópolis e Lavínia.

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VIOLÊNCIA

Mãe de grávida morta por patrões diz que filha foi estuprada e vivia em cárcere

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Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, morreu afogada em praia de Mongaguá (SP) (Foto: Arquivo Pessoal)

A auxiliar de serviços gerais Selmair Arruda de Moraes, de 44 anos, mãe da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, afirma que a filha, antes de ser morta, foi estuprada e mantida em cárcere privado na casa dos patrões, um casal, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Os dois foram presos pela polícia suspeitos de matarem a garota para ficar com o seguro de vida dela.

A polícia acreditava que Atyla, a princípio, havia sido vítima de afogamento em junho, em uma praia de Mongaguá, cidade vizinha. Os investigadores da Polícia Civil, entretanto, descobriram que a jovem foi morta propositalmente para que o casal pudesse receber R$ 260 mil de indenização de um seguro de vida feito em nome dela, que estava grávida.

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Para a polícia, o patrão é o pai da criança e o próprio assassino: um homem de 47 anos, que teria cometido o crime com o consentimento da esposa, de 41. De acordo com os investigadores, ambos, na verdade, exploravam a garota, mas se apresentaram aos policiais como padrinhos dela, reafirmaram o acidente no mar e alegaram cuidar de Atyla desde janeiro.

Selmair contou ao G1 que a filha saiu de casa, em Aparecida de Goiânia (GO), em busca de uma oportunidade de emprego. Por intermédio de uma amiga, a técnica soube de uma vaga de trabalho em uma transportadora, no litoral paulista, oferecida pelo casal. Os dois também possibilitariam um lugar para que ela pudesse morar.

A mãe explica que não queria que a Atyla fosse para Itanhaém, mas a filha insistiu em querer trabalhar para poder ajudar a família. “Ela ficou muito depressiva e triste depois que a gente perdeu tudo, financeiramente falando. Ela falava: ‘mamãe, eu vou, sim, porque quero ajudar a senhora'”, lembra a auxiliar de serviços gerais.

A mudança ocorreu no início de janeiro e as duas mantiveram contato ao longo dos meses por meio de telefone e redes sociais. Algumas ligações chamaram a atenção de Selmair pelo fato dela ouvir ao fundo, enquanto conversava com a filha, alguém induzido a jovem a falar “algo genérico”. “Não era minha filha ali. Ela estava sendo controlada”, diz.

A preocupação maior ocorreu quando as duas perderam contato em 2 de julho, um dia antes do suposto acidente na praia. Selmair não conseguiu mais falar com a filha por semanas, apesar da insistência, e pediu dinheiro emprestado para familiares para viajar e tentar localizá-la pessoalmente, em Itanhaém, onde chegou somente em 24 de julho.

“Fui à delegacia, dei o nome do casal e puxaram vários papéis. Quando falei da minha filha, surgiu uma foto na tela do delegado. Quinze minutos depois, disseram-me que ela estava morta”, conta. No boletim de ocorrência, o casal de patrões se intitulava padrinhos da jovem, mas a mãe disse que não os conhecia.

A diferença nas informações motivou os policiais a esclarecerem o que, de fato, havia acontecido. “A polícia achou, na casa deles, pelo menos três documentos em nome da mulher atestando o recebimento de apólices de seguro em nome de terceiros, além da que tinha em nome da minha filha, avaliada em R$ 260 mil”, conta.

Para os investigadores, o crime foi esclarecido ali. A jovem, que sonhava em ser advogada, foi morta para que ambos pudessem ganhar a indenização. Foi a própria mulher, a suposta madrinha, que fez o seguro, pago somente em caso de acidentes, e esperou o fim do tempo de carência para cometer o crime.

A polícia suspeita que tenha sido o patrão da jovem que a afogou na praia em meio a um nevoeiro. Os investigadores acreditam, ainda, que ele seja o pai do bebê que a Atyla esperava, na ocasião do afogamento. O laudo no Instituto Médico Legal (IML) atestou que ela foi morta no terceiro mês de gestação.

“Tudo indica que a minha filha era violentada sexualmente por ele. Ela era mantida em cárcere privado. Foi comprovado que nenhum vizinho próximo a via na rua. A gravidez é certeza, sim, e vão fazer exame de DNA [material genético] para ver se era mesmo dele, mas a polícia me disse que ele mesmo já se entregou”, explica. As informações foram confirmadas ao G1 pelas autoridades.

As provas colhidas pela polícia sustentaram um pedido de prisão temporária, válida por 30 dias, à Justiça. A solicitação foi acatada e a ordem cumprida na sexta-feira (17). O casal foi encaminhado à Delegacia Sede de Mongaguá, onde foi ouvido e levado à Cadeia Pública. Os nomes deles não foram divulgados.

“A Atyla era minha amiga, companheira. Sempre estudou, sonhou. Nunca deu trabalho. Que isso sirva de alerta aos pais para zelarem pelos filhos. O mundo está aí oferecendo tudo aquilo que não podemos dar. Prometeram uma vida melhor para minha filha e não cumpriram. Jamais a terei de volta”, desabafou a mãe.

A Polícia Civil informou que manteve o nome do casal em sigilo para não atrapalhar as investigações, que agora concentram-se em outras possíveis vítimas dos dois. Na casa deles, foram encontrados documentos de outras apólices de seguro que davam direito de receber indenizações de terceiros, não parentes.

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domingo violento

Quatro presos são encontrados mortos na Penitenciária de Alcaçuz

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Ao menos 26 detentos foram mortos durante rebelião na Penitenciária de Alcaçuz em janeiro (Arquivo/Agência Brasil)

Quatro presos do regime fechado foram encontrados mortos na madrugada de hoje (19) na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte.

Iuri Yorran Dantas Azevedo (24), Rodrigo Alexandre Farias Araujo (26), Thiago Lucas Oliveira Silva (24) e Ytalo Nunes de Sousa (25) foram encontrados mortos pelos agentes penitenciários de plantão, de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc).

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Por meio de nota, a Sejuc informou que o governo do Rio Grande do Norte segue firme no trabalho de aperfeiçoamento do sistema prisional, mantendo os detentos presos e longe do convívio com a sociedade, sem fugas e sem acesso a celulares. “As facções criminosas não se comunicam mais com o exterior da cadeia, o que tem provocado brigas internas”, diz a nota.

A nota diz ainda que a direção do presídio acionou a Delegacia Especializada em Homicídios e o Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). As circunstâncias das mortes serão investigadas pela Polícia Civil e só o laudo do Itep poderá determinar a real causa das mortes.

Em janeiro do ano passado aconteceu na Penitenciária de Alcaçuz, como é conhecido o presídio, um massacre que deixou 26 mortos, depois de 14 dias seguidos de rebelião, resultando na destruição quase completa da unidade. Após o final da rebelião, o governo dividiu a penitenciária em duas partes com um muro de concreto para separar as facções rivais.

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embriagado

Homem armado com faca investe contra policial, é baleado e morre na Santa Casa de Tupã

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Na noite deste sábado um desentendimento, a principio familiar, culminou na tentativa de agressão contra um policial militar e com o agressor morto. Segundo informações obtidas junto a Polícia Militar, Marcos Roberto Fortunato teria se desentendido com familiares, e estava sob influência de álcool, quando teria se apoderado de uma faca e se dirigido até um bar em busca do sogro.

Ao chegar no bar, Marcos iniciou uma discussão com o sogro, quando seus familiares acionaram a Polícia Militar. Os policiais de serviço em Iacri foram até o local, quando Marcos com a faca em punho investiu contra um dos policiais, que se afastou, o quanto pode, até ficar encurralado, entre o agressor e um carro, e neste momento como Marcos não obedecia as ordens para soltar a faca e tentava atingir o policial, o mesmo efetuou um disparo contra o agressor, que baleado caiu ao solo.

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Rapidamente os policiais providenciaram o socorro do agressor, que foi levado para o pronto atendimento de Iacri, onde recebeu os primeiros socorros, e foi transferido para a Santa Casa de Tupã, onde acabou indo a óbito. O caso foi registrado pela Polícia Civil, e diversas testemunhas confirmaram a versão apresentada pelos policiais. Com informações: maistupa.com)

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