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HOMICIDIO

Estudante desaparecido é encontrado morto com as mãos amarradas em Araçatuba

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Foto: reprodução Facebook
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O corpo do estudante Eliezer da Silva Mendonça, 25 anos, foi encontrado nesta segunda-feira em uma mata próximo ao conjunto habitacional Araçatuba G, na zona leste de Araçatuba. Já em início de estado de decomposição, estava com as mãos amarradas e apresentava sinais de perfurações. Ele estava desaparecido desde a última quarta-feira.

A polícia recebeu uma denúncia anônima de que havia um cadáver em uma mata no Araçatuba G, pela rua Vicente de Carvalho, e foi até o local. No local os policiais encontraram o corpo com as mãos amaradas e próximo havia uma camiseta queimada.

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O corpo foi encaminhado ao IML (Insituto Médico Legal), onde foram constatadas duas perfurações, causadas por faca, na região toráxica. O corpo ainda apresentava várias lesões na região das costelas.

Até então a polícia não tinha a identificação do cadáver. A mãe de Mendonça ficou sabendo por vizinhos que a polícia havia recolhido um corpo na mata perto de sua casa, e foi até o IML, tendo em vista que seu filho estava desaparecido. Ela reconheceu o corpo por causa de uma tatuagem com seu nome, que ele tinha no braço.

A Polícia Civil registrou um boletim de ocorrência de homicídio, e vai investigar o caso. Eliezer Mendonça foi enterrado nesta terça-feira no cemitério Recanto de Paz, no Jardim Rosele, em Araçatuba. (Com informações: sbtinterior.com)

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segunda vez

Aposentado embriagado é detido por populares após colidir em dois carros parados

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Um aposentado de 66 anos foi detido preso em flagrante acusado de embriaguez ao volante, depois de bater com seu veículo, um Fiat Uno 2002, em dois veículos que estavam estacionados na avenida Waldir Felizola de Moraes, próximo ao numeral 1500. Populares perceberam que ele estava bêbado e o detiveram até a chegada dos policiais militares.

O aposentado seguida pela avenida no sentido bairro-centro quando perdeu o controle do veículo e bateu em um Fiat Siena 2012. O Fiat acabou batendo um um Fox, 2014, que estava estacionado logo a frente. De acordo com a polícia, esta seria a segunda vez que o aposentado se envolve em acidente por estar dirigindo embriagado.

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No momento do acidente ele estava com os olhos avermelhados e fala pastosa. Ao ser submetido ao exame do etilômetro (bafômetro) foi constatada a presença de 1,05 miligramas de álcool por litro de ar alveolar. Na delegacia foi estipulada fiança de R$ 1 mil, mas como ele não pagou ficou detido e seria levado para audiência de custódia.

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RODOVIA

Motorista morre e oito passageiros ficam feridos em colisão entre van e caminhão na Rondon

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O motorista de uma van identificado como Leandro Alves de Oliveira, de 36 anos, morreu e oito passageiros que ele transportava ficaram feridos após o veículo colidir na traseira de um caminhão, no início da madrugada desta segunda-feira na rodovia Marechal Rondon, próximo ao pedágio de Lavínia.

De acordo com informações da polícia, por motivos ainda desconhecidos, a van bateu na traseira do caminhão que era conduzido por um homem residente em Guararapes, que não sofreu ferimentos. Devido à colisão, oito passageiros ficaram feridos, um deles em estado grave. Eles foram levados para hospitais de Araçatuba, Mirandópolis e Lavínia.

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VIOLÊNCIA

Mãe de grávida morta por patrões diz que filha foi estuprada e vivia em cárcere

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Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, morreu afogada em praia de Mongaguá (SP) (Foto: Arquivo Pessoal)

A auxiliar de serviços gerais Selmair Arruda de Moraes, de 44 anos, mãe da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, afirma que a filha, antes de ser morta, foi estuprada e mantida em cárcere privado na casa dos patrões, um casal, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Os dois foram presos pela polícia suspeitos de matarem a garota para ficar com o seguro de vida dela.

A polícia acreditava que Atyla, a princípio, havia sido vítima de afogamento em junho, em uma praia de Mongaguá, cidade vizinha. Os investigadores da Polícia Civil, entretanto, descobriram que a jovem foi morta propositalmente para que o casal pudesse receber R$ 260 mil de indenização de um seguro de vida feito em nome dela, que estava grávida.

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Para a polícia, o patrão é o pai da criança e o próprio assassino: um homem de 47 anos, que teria cometido o crime com o consentimento da esposa, de 41. De acordo com os investigadores, ambos, na verdade, exploravam a garota, mas se apresentaram aos policiais como padrinhos dela, reafirmaram o acidente no mar e alegaram cuidar de Atyla desde janeiro.

Selmair contou ao G1 que a filha saiu de casa, em Aparecida de Goiânia (GO), em busca de uma oportunidade de emprego. Por intermédio de uma amiga, a técnica soube de uma vaga de trabalho em uma transportadora, no litoral paulista, oferecida pelo casal. Os dois também possibilitariam um lugar para que ela pudesse morar.

A mãe explica que não queria que a Atyla fosse para Itanhaém, mas a filha insistiu em querer trabalhar para poder ajudar a família. “Ela ficou muito depressiva e triste depois que a gente perdeu tudo, financeiramente falando. Ela falava: ‘mamãe, eu vou, sim, porque quero ajudar a senhora'”, lembra a auxiliar de serviços gerais.

A mudança ocorreu no início de janeiro e as duas mantiveram contato ao longo dos meses por meio de telefone e redes sociais. Algumas ligações chamaram a atenção de Selmair pelo fato dela ouvir ao fundo, enquanto conversava com a filha, alguém induzido a jovem a falar “algo genérico”. “Não era minha filha ali. Ela estava sendo controlada”, diz.

A preocupação maior ocorreu quando as duas perderam contato em 2 de julho, um dia antes do suposto acidente na praia. Selmair não conseguiu mais falar com a filha por semanas, apesar da insistência, e pediu dinheiro emprestado para familiares para viajar e tentar localizá-la pessoalmente, em Itanhaém, onde chegou somente em 24 de julho.

“Fui à delegacia, dei o nome do casal e puxaram vários papéis. Quando falei da minha filha, surgiu uma foto na tela do delegado. Quinze minutos depois, disseram-me que ela estava morta”, conta. No boletim de ocorrência, o casal de patrões se intitulava padrinhos da jovem, mas a mãe disse que não os conhecia.

A diferença nas informações motivou os policiais a esclarecerem o que, de fato, havia acontecido. “A polícia achou, na casa deles, pelo menos três documentos em nome da mulher atestando o recebimento de apólices de seguro em nome de terceiros, além da que tinha em nome da minha filha, avaliada em R$ 260 mil”, conta.

Para os investigadores, o crime foi esclarecido ali. A jovem, que sonhava em ser advogada, foi morta para que ambos pudessem ganhar a indenização. Foi a própria mulher, a suposta madrinha, que fez o seguro, pago somente em caso de acidentes, e esperou o fim do tempo de carência para cometer o crime.

A polícia suspeita que tenha sido o patrão da jovem que a afogou na praia em meio a um nevoeiro. Os investigadores acreditam, ainda, que ele seja o pai do bebê que a Atyla esperava, na ocasião do afogamento. O laudo no Instituto Médico Legal (IML) atestou que ela foi morta no terceiro mês de gestação.

“Tudo indica que a minha filha era violentada sexualmente por ele. Ela era mantida em cárcere privado. Foi comprovado que nenhum vizinho próximo a via na rua. A gravidez é certeza, sim, e vão fazer exame de DNA [material genético] para ver se era mesmo dele, mas a polícia me disse que ele mesmo já se entregou”, explica. As informações foram confirmadas ao G1 pelas autoridades.

As provas colhidas pela polícia sustentaram um pedido de prisão temporária, válida por 30 dias, à Justiça. A solicitação foi acatada e a ordem cumprida na sexta-feira (17). O casal foi encaminhado à Delegacia Sede de Mongaguá, onde foi ouvido e levado à Cadeia Pública. Os nomes deles não foram divulgados.

“A Atyla era minha amiga, companheira. Sempre estudou, sonhou. Nunca deu trabalho. Que isso sirva de alerta aos pais para zelarem pelos filhos. O mundo está aí oferecendo tudo aquilo que não podemos dar. Prometeram uma vida melhor para minha filha e não cumpriram. Jamais a terei de volta”, desabafou a mãe.

A Polícia Civil informou que manteve o nome do casal em sigilo para não atrapalhar as investigações, que agora concentram-se em outras possíveis vítimas dos dois. Na casa deles, foram encontrados documentos de outras apólices de seguro que davam direito de receber indenizações de terceiros, não parentes.

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domingo violento

Quatro presos são encontrados mortos na Penitenciária de Alcaçuz

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Ao menos 26 detentos foram mortos durante rebelião na Penitenciária de Alcaçuz em janeiro (Arquivo/Agência Brasil)

Quatro presos do regime fechado foram encontrados mortos na madrugada de hoje (19) na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, no Rio Grande do Norte.

Iuri Yorran Dantas Azevedo (24), Rodrigo Alexandre Farias Araujo (26), Thiago Lucas Oliveira Silva (24) e Ytalo Nunes de Sousa (25) foram encontrados mortos pelos agentes penitenciários de plantão, de acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc).

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Por meio de nota, a Sejuc informou que o governo do Rio Grande do Norte segue firme no trabalho de aperfeiçoamento do sistema prisional, mantendo os detentos presos e longe do convívio com a sociedade, sem fugas e sem acesso a celulares. “As facções criminosas não se comunicam mais com o exterior da cadeia, o que tem provocado brigas internas”, diz a nota.

A nota diz ainda que a direção do presídio acionou a Delegacia Especializada em Homicídios e o Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). As circunstâncias das mortes serão investigadas pela Polícia Civil e só o laudo do Itep poderá determinar a real causa das mortes.

Em janeiro do ano passado aconteceu na Penitenciária de Alcaçuz, como é conhecido o presídio, um massacre que deixou 26 mortos, depois de 14 dias seguidos de rebelião, resultando na destruição quase completa da unidade. Após o final da rebelião, o governo dividiu a penitenciária em duas partes com um muro de concreto para separar as facções rivais.

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