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Day & Lara falam com o Regional Press após show no Hot Planet e deixam recado para o público da região. Nesta terça palco será de Michel Teló

Dupla já era sucesso como compositoras antes de ganharem os palcos. Day é sobrinha de Zezé di Camargo e Luciano e filha de Camarguinho, da dupla Cleiton e Camargo

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Mais de cinco mil pessoas passaram nesta segunda-feira no Hot Planet, que está realizando no mês de inauguração o Hot Planet Music Verão. A atração da noite ficou por conta da dupla Day & Lara, duas compositoras que antes de ganharem os palcos já eram destaques com autorias de músicas gravadas por grandes nomes do cenário sertanejo, como Lucas Lucco, Gusttavo Lima, Maiara e Maraisa, Maria Cecília e Rodolfo entre outros. Após o show as cantoras deram uma entrevista ao Regional Press e deixaram recado ao público de Araçatuba e Região. Nesta terça-feira, útlima dia de festival, a atração ficará por conta de Michel Teló. Assista a enrevista com Day & Lara:

AnuncianteClínica Fornari

Day nasceu em Goiânia (GO), em 1993, no meio de uma família que teve a música como grande divisora de águas. Filha de Camarguinho (da dupla Cleiton e Camargo), sobrinha de Zezé di Camargo e de Luciano, prima de Wanessa e neta do visionário seu Francisco, ela estudou Direito durante quatro anos, mas não conseguiu fugir do DNA. Afinal, desde os três anos já cantava e, ao invés de pedir bonecas de presente, queria mesmo era ganhar instrumentos e microfones. Day até chegou a gravar música gospel, mas a raiz sertaneja falou mais alto.

Nascida um ano depois, Lara é de Lagoa Formosa, mas foi criada em Patos de Minas (ambas em Minas Gerais). Aos oito anos, ganhou do padrinho o seu primeiro violão, que – de tão grande para aquela garotinha – só conseguia ser tocado deitado por cima das pernas. Antes de se juntar a Day, ela formou uma dupla com o irmão, Victor, durante 12 anos. Mesmo respirando música desde cedo, também chegou a cursar Direito. Mas por apenas um semestre. O lado compositora já tomava boa parte de seu tempo. Incentivada pelo pai, que a ensinou a fazer a segunda voz cantando baixinho em seu ouvido, Lara partiu para Goiânia, meca da música sertaneja.

Foi na capital de Goiás que os caminhos das duas finalmente se cruzaram. Amigos em comum as aproximaram e a identificação foi instantânea. Elas, que já compunham sozinhas, passaram a criar em parceria. Juntas, apresentavam-se em audições para mostrar o (farto) material a artistas e empresários. A partir daí, suas músicas começaram a ser disputadas pelos principais nomes do gênero que abraçaram. Não demorou muito para oficializarem a dupla Day & Lara. E tudo isso aconteceu em pouco mais de um ano.

A composição foi nossa base, foi o que nos aproximou. O processo é muito bacana. Nós encaramos como um trabalho de carteira assinada. Sempre que podemos, sentamos para rabiscar alguma coisa”, relata Day.

Para se ter uma ideia, os nomes das meninas estão por trás de hits como Made in Roça e Muié, Chapéu e Butina, gravadas por Loubet, Maquiagem Borrada, sucesso na voz de Zé Felipe, e Tão Rara, do repertório de Gusttavo Lima. As mulheres, lógico, não ficaram atrás. Simone & Simaria registraram Mais Que Uma Saudade, enquanto Naiara Azevedo garantiu logo duas, Radinho do Seu Zé e Você Não Presta. Fora o grande número de composições que, feitas individualmente, elas emplacaram nas vozes de Zé Neto & Cristiano, Gabriel Gava e Maria Cecília & Rodolfo, entre muitos outros.

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Trânsito

Parte da rua São Paulo terá sentido alterado em Araçatuba

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A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SMMU) de Araçatuba informa que, a partir da próxima quinta-feira (23), um trecho da rua São Paulo sofrerá alteração de trânsito.

A via deixará de ser mão dupla e passará a ter sentido único de circulação a partir da avenida Dos Estados até a rua Quinze de Novembro.

AnuncianteClínica Fornari

De acordo com Reginaldo Frare, assessor executivo da SMMU, a alteração proposta tem potencial para reduzir o número de acidentes, pois proporciona condições de fluxo sem retenções (paradas para conversões à esquerda), diminui o número de pontos de convergência e conflitos da rua (fluxos em sentidos opostos) e facilita a travessia de pedestres e ciclistas.

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Abelhas

Araçatuba inicia Programa de Apicultura

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O Senar, em parceria com o Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran), iniciou em Araçatuba um programa de apicultura com um grupo de 16 produtores.

A primeira aula aconteceu no último sábado numa propriedade localizada no Bairro Rural Água Limpa e abordou o tema implantação do apiário.

AnuncianteClínica Fornari

“Eles vão aprender a trabalhar com abelhas Apismelífera, que são abelhas com ferrão, a colher o principal produto, que é o mel, e comercializá-lo. Hoje há uma grande procura por esse produto, então o curso também é uma forma deles agregarem valorem seus orçamentos e aumentarem os rendimentos dentro da propriedade”, explica o instrutor do Senar, Edson Antônio Guarido Ribeiro.

O instrutor também destaca que o mercado é promissor. “Há uma procura muito grande pelo produto no mercado interno e pouca oferta, o produtor aprendendo essa nova profissão, de apicultor, terá condições de colocar seu produto no mercado com um preço muito bom, o que fará com que ele aumente a receita dele”, acredita Ribeiro.

As aulas acontecerão em seis módulos, um por mês, no sítio da família da produtora Cristiane Sakuma, ela conta que começou a se interessar pela apicultura em 2012, quando fez seu primeiro curso sobre o assunto e iniciou uma pequena criação.

“Agora estou fazendo esse novo curso mais para aprimoramento e melhoramento da criação. Eu sou apaixonada pela apicultura, eu acho que é um mercado muito bom, meu apiário é pequeno, mas tudo que é produzido é vendido”, diz a participante.

Mensalmente, o Senar, em parceria com o Siran, realiza diversas capacitações gratuitas na região. Para acompanhar a agenda de eventos, cursos e programas, basta acessar o link “Agenda”no site www.siran.com.br.

 

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Araçatuba

Samar retira grande quantidade de gordura na rede coletora do bairro Guanabara

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Gordura solidificada retirada em limpeza no bairro Guanabara, em Araçatuba (Divulgação

Equipes da Samar (Soluções Ambientais de Araçatuba) retiraram aproximadamente cinco quilos de gordura solidificada do Poço de Visita localizado no cruzamento entre a avenida Mário Covas e a rua Aguapeí, no bairro Guanabara, em Araçatuba. A empresa foi acionada no sábado para realizar a desobstrução no local que estava com extravasamento.

No mesmo dia, equipe realizou a manutenção e detectou que o motivo da obstrução era a grande quantidade de gordura despejada nas redes de esgoto das imediações.

AnuncianteClínica Fornari

Segundo técnicos, o despejo de gordura e outros tipos de resíduos nas redes coletoras são comuns e provocam muitos transtornos para a população, além de aumentar os registros de solicitações de desobstruções de esgoto, sobrecarregando as equipes operacionais.

As redes de esgoto são dimensionadas para receber 99,9% de resíduos líquidos e apenas 0,01% de sólido. Qualquer tipo de material, e até água da chuva, despejados nas redes de esgoto podem provocar entupimentos, extravasamentos e vários transtornos.

Nos últimos três meses (maio, junho e julho), a Samar realizou 423 atendimentos de desobstrução de redes de esgoto. Em períodos de chuvas, o número é bem maior. Entre janeiro 942 atendimentos.

Já as desobstruções de ramais (que liga a rede principal ao imóvel), nos últimos três meses foram 118 atendimentos. Mesmo não sendo período de chuvas (onde as ocorrências são maiores), o número foi bem maior em relação ao período de chuvas (de janeiro a abril), quando foram registrados 88 atendimentos, conforme dados da assessoria de imprensa da Samar.

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Inclui o abate do animal

Tribunal de Justiça de SP autoriza o manejo de javalis

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As advogadas Fernanda Pinheiro Lourenço Melhado e Eliane Cristina Santiago Boni (Foto: Divulgação)

Um profissional de Araçatuba, que atua no manejo do javali, acaba de conseguir uma liminar no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ – SP), que o autoriza a prosseguir com os trabalhos (que inclui o abate do animal).

No último dia 6 de agosto, o desembargador Luiz Fernando Nishi concedeu efeito suspensivo ao autor – ele prefere não ter o nome divulgado – à lei estadual recentemente aprovada pela Assembleia Legislativa (AL), que tornou ilegal o manejo de javalis, espécie exótica e invasora que se multiplicou e se espalhou pelo País, sendo considerada um problema para a agricultura.

AnuncianteClínica Fornari

As advogadas que defendem o profissional, Eliane Cristina Santiago Boni e Fernanda Pinheiro Lourenço Melhado, comentam que há diversos relatos de que o animal – e sua variante apelidada de javaporco (cruzamento com o animal doméstico) – destroem lavouras de milho, cana-de-açúcar, mandioca e amendoim, dentre outras.

Elas lembram que a lei é criticada por entidades agropecuárias que citam problemas com a presença de javalis nas áreas rurais. Segundo as advogadas, para essas organizações a restrição traz uma grande ameaça ambiental, colocando em risco, inclusive, as ações de prevenção e controle da febre aftosa no país.

Um dos principais argumentos é que o javali é espécie exótica, ou seja, que não pertence à fauna brasileira. De acordo com as entidades, sem um predador natural ou uma estratégia de manejo, os animais são capazes de se multiplicar de forma exponencial e ainda atacar animais silvestres, destruir espécies da flora, assorear nascentes e rios, danificar o solo, prejudicar lavouras e ainda ameaçar a saúde e a segurança de pessoas.

“É preciso ressaltar que a caça é a única ferramenta disponível para o manejo do javali e que sua utilização é regulamentada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e pelo Ministério do Meio Ambiente. Além do mais, o abate não é feito com armadilhas venenosas ou qualquer método que cause sofrimento ao animal”, destaca Eliane. A liminar deixa os defensores do manejo com esperanças de que o controle dos javalis seja futuramente permitido em definitivo.

A Lei estadual

Todas as formas de caça passaram a ser proibidas no estado de São Paulo desde a aprovação do Projeto de Lei (PL) N° 299/2018, de autoria do Deputado Roberto Tripoli (PV). O PL foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa no dia 25 de maio, e sancionado pelo governador Márcio França, no dia 28 de junho. Ele proíbe, em definitivo, todas as modalidades de caça de animais silvestres – exóticos ou domésticos –, independentemente da finalidade.

Quem violar a lei está sujeito a multa, que pode dobrar em caso de reincidência. O valor pode ser até triplicado se a caça envolver espécie rara, emprego de método considerado de destruição em massa (embora não detalhe a quais métodos se refere) e for feita em área protegida ou unidade de conservação.

Em casos específicos

Fernanda lembra que uma lei federal de 1967 já proíbe a caça no Brasil, mas o artigo 37 da lei 9.605 de 1998, que disciplina crimes ambientais, estabelece algumas exceções em que a caça não é crime.

“Isso ocorre, por exemplo, em estado de necessidade, para saciar a fome; ou para proteger lavouras e rebanhos; ou quando o animal é considerado nocivo. Em todos esses casos, é preciso autorização do órgão competente. É o que diz a lei e deve ser respeitado”, comenta a advogada.

O problema motivou o Ibama a elaborar uma instrução normativa em 2013, que liberou especificamente o controle da espécie por meio de abate para quem tiver autorização do órgão ambiental. Com a lei estadual, a instrução deixa de valer em São Paulo, ficando para o governo a responsabilidade de controlar a espécie.

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