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VIDA FORA DA TERRA

Como é viver no espaço? Conheça algumas curiosidades fascinantes

Saiba como vivem os astronautas nas estações espaciais. Você pode se surpreender!

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Viver no espaço pode ser entediante? Não, nada disso! A falta de gravidade, os impedimentos e as regras que um astronauta tem de adotar para viver sobre as estrelas é bem diferente do que vivemos aqui na Terra! Ficou curioso?

Então conheça algumas curiosidades sobre a rotina dos astronautas!

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  • Ficou curioso? Então conheça algumas curiosidades sobre a rotina dos astronautas!© iStock/Getty Images

  • Fraldas - Durante as caminhadas espaciais, os astronautas têm de usar fraldas especiais chamadas MAGs. (Cobertura de Máxima Absorção). Este tipo de fralda aguenta até dois litros de líquidos.

  • Não prender a respiração - Se algum astronauta for exposto ao vácuo espacial sem a roupa especial, ele não pode prender a respiração. Isto porque a descompressão súbita pode fazer com que os pulmões rompam.

  • Doenças no espaço - Cerca de 80% de todos os astronautas ficam doentes no espaço. Vômitos, tonturas e náuseas são alguns dos sintomas que geralmente duram entre dois a três dias.

  • Temperar comida no espaço - Para os temperos não voarem pra todo lado nas naves espaciais, os astronautas usam sal e pimenta especiais líquidos para colocar na comida.

  • Ventilação adequada - É crucial para qualquer astronauta ter uma boa ventilação durante o sono. Isto porque o ar quente não se propaga no espaço o que leva à formação de uma bolha de gás carbônico que pode deixar os astronautas privados de oxigênio.

  • Ritmo cardíaco - O ritmo cardíaco diminui no espaço, o que pode ser muito perigoso. No entanto, os astronautas fazem exercício físico durante várias horas para conseguir manter o coração em pleno funcionamento.

  • Como cortar o cabelo no espaço? - Quando os astronautas passam vários meses no espaço, eles precisam cortar o cabelo. Como é que fazem? Eles precisam de uma máquina com um tubo a vácuo para evitar que os cabelos fiquem flutuando na nave.

  • Pés que descamam - Como num ambiente com baixa gravidade os astronautas não precisam andar para se mover, a pele dos pés começa a amolecer e a descamar. Quando tiram as meias, eles precisam ter muito cuidado para que as células mortas da pele não fiquem espalhadas pela cabine.

  • Não roncam - Em 2001 foi realizado um estudo que mostra que os astronautas que roncavam na Terra, conseguem dormir no espaço sem fazer qualquer tipo de barulho.

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Divirta-se

Dupla Craveiro & Cravinho canta sucessos da música caipira no Sesc Birigui

Cantores se apresentam na Área de Convivência, com entrada gratuita, às 20h

A música caipira é composta por alguns clássicos imortais, que colocam a viola e a vida no campo sempre como protagonistas. Entre as peças essenciais do cancioneiro sertanejo brasileiro, estão “Franguinho na Panela” e “Cadeira de Balanço”, sucessos da dupla Craveiro & Cravinho.

Os irmãos, batizados Sebastião e João Franco e nascidos em Pederneiras (SP), estarão em Birigui nesta semana, na Área de Convivência do Sesc, para cantar e tocar estas e outras músicas marcantes em sua carreira de quase 70 anos. O show acontece na sexta-feira, dia 22, às 20h, e tem entrada gratuita.

Filhos de violeiro e catireiro, os dois começaram a cantar ainda crianças, nas fazendas próximas a sua cidade natal. No início dos anos 1950, começaram a se apresentar com frequência rádio Cultura de Pederneiras. Ao se mudarem para Piracicaba (SP), passaram a ter espaço exclusivo na rádio Difusora da cidade, em 1958.

Em 1962, foram convidados pela gravadora Chantecler em São Paulo a realizar a gravação do primeiro disco, em 78 rotações, contendo de um lado a moda de viola “Mata deserta” e do outro lado o cateretê “Ponta de faca”, ambas de autoria da dupla.

Filipe Fornari

Ao todo, durante as quase sete décadas de carreira, lançaram oito discos de 78 rotações e sete LPs, todos pela Chantecler, onde permaneceram por 30 anos. Também lançaram dois CDs pela gravadora Allegretto e quatro pela Warner.

Também fizeram participações em projetos de outros artistas, como o CD “Meu reino encantado”, do cantor Daniel, e 2 DVDs da dupla Cezar e Paulinho (que são filhos de Craveiro).

O show integra a programação do “Festival Mississípi Tietê”, que entrelaça as origens do blues e da música caipira de viola brasileira, mostrando o que há em comum entre os dois gêneros e ainda o que faz de cada um ser emblemático de uma forma única.

A programação conta também com os seguintes shows: Rodrigo Zanc Trio, dia 28, na praça João Pessoa, em Araçatuba, às 20h30; Álamo Leal, dia 29, às 20h, no Teatro do Sesc Birigui.

Todas as atrações do projeto têm entrada gratuita. A programação completa pode ser obtida no Portal Sesc (sescsp.org.br/birigui).

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Veja as dezenas

Acumulou! Mega-Sena pagará R$ 38 milhões no próximo sorteio

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.051 da Mega-Sena, na noite desta quarta-feira (20), em Campina Grande (PB).

Os números sorteados foram: 01 – 05 -06 – 37 – 44 – 53.

Segundo a Caixa Econômica Federal, 46 apostas acertaram a quina e devem levar R$ 55.764,52 cada. Mais de 5,2 mil apostadores acertaram quatro dezenas e vão ganhar um prêmio de R$ 697,87 cada.

O próximo sorteio será realizado no sábado (23). O prêmio estimado é de R$ 38 milhões.

Filipe Fornari

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) em casas lotéricas.

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Comportamento

Maconha será legal no Canadá em 17 de outubro, diz premier

O consumo e o cultivo de maconha serão legais no Canadá a partir de 17 de outubro, anunciou nesta quarta-feira (20) o primeiro-ministro, Justin Trudeau, à Câmara dos Comuns em Ottawa.

O Canadá se converterá no primeiro país do G7 a autorizar o uso recreativo desta droga e o segundo do mundo depois do Uruguai.

O anúncio é feito depois que as duas câmaras do Parlamento aprovaram nesta semana o projeto de lei do governo liberal.O Canadá já havia autorizado o uso da cannabis com fins terapêuticos em 2001. A proibição estava vigente desde 1923.

De acordo com a nova lei, os adultos que tiverem ao menos 18 ou 19 anos, segundo a província ou território, poderão legalmente comprar, cultivar e consumir uma quantidade limitada de maconha.

Filipe Fornari

Até 17 de outubro continuará sendo ilegal no Canadá, exceto se for autorizado para fins médicos ou científicos, segundo um comunicado do governo.

Cada lar canadense poderá cultivar até quatro plantas e uma pessoa pode portar até 30 gramas de maconha legal em locais públicos, assinalou o governo.

O primeiro-ministro, que admitiu em 2013 ter fumado “cinco ou seis vezes” um baseado com seus amigos, justifica a legalização como forma de tirar os traficantes do mercado e proteger os jovens.

Justin Trudeau manifestou estar convencido de que depois do Canadá outros grandes países o seguirão descriminalizando o seu uso.

Alguns países ocidentais “reconhecem que o Canadá está sendo audacioso (…) e percebem a honestidade” do país, que admite que o atual sistema repressivo “não funciona para evitar que nossos jovens tenham um fácil acesso à maconha”, declarou Trudeau à AFP em maio.

Ficará a cargo da províncias organizar a venda da cannabis em lojas autorizadas, em alguns casos na forma atual das lojas de venda de álcool controladas pelo governo.

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Tecnologia

O polêmico projeto europeu de direitos autorais que pode censurar a web

Para muita gente que vive na União Europeia, Artigo 13 é sinônimo de ameaça à internet. Soa como exagero, mas a expressão faz referência a uma controversa proposta de lei de direitos autorais que poderá resultar em severas restrições para o compartilhamento de imagens, vídeos e outros conteúdos criados por usuários de redes sociais e outras plataformas.
Não é só isso: outra proposta, o Artigo 11, poderá fazer com que links para sites de notícias sejam taxados em serviços que distribuem conteúdo, como o Google News.

O que é o Artigo 13?

O Artigo 13 faz parte de um plano de reforma sobre direitos autorais que, se entrar em vigor, terá validade nos países que compõem a União Europeia. O projeto foi apresentado em 2016 e, apesar de uma intensa companha contrária, recebeu aprovação pela Comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento Europeu nesta quarta-feira (20).

Basicamente, o Artigo 13 determina que plataformas online, independente de tamanho ou do tipo de serviço oferecido, filtrem uploads de conteúdo para combater a violação de copyright por parte dos usuários.

Filipe Fornari

Os defensores da lei afirmam que a iniciativa tornará o mercado mais justo e sustentável para criadores de conteúdo, imprensa e afins. Já os que se opõem à ideia temem por um cenário restritivo o suficiente para dificultar a liberdade de expressão e até a viabilidade de determinados negócios baseados na internet.

Para você ter ideia, vários veículos europeus passaram a chamar atenção para o assunto frisando que o Artigo 13 acabará com os memes. Talvez haja uma dose de exagero nessa afirmação, mas o “drama” aqui tem a sua razão de existir.

Frequentemente, memes são baseados em pequenos trechos de filmes, eventos esportivos ou programas de TV, por exemplo. Isso significa que boa parte dos memes vem de materiais protegidos por copyright. É aqui que a situação fica preocupante: as plataformas online terão que fazer filtragens automáticas para não violar os direitos sobre esse conteúdo.

É óbvio que a restrição não se limita a memes. Praticamente qualquer tipo de conteúdo que, de acordo com os critérios do Artigo 13, ferirem direitos autorais, deverão ser barrados em redes sociais, serviços de armazenamento e compartilhamento de mídia, plataformas colaborativas (como a Wikipedia), provedores, entre outros.

Por que o Artigo 13 é tão polêmico?
Tim Berners-Lee (o “pai” da web) e Jimmy Wales (fundador da Wikipedia) estão entre os 70 nomes influentes que criticaram a proposta em carta aberta (PDF). Para eles, a lei criará mecanismos de vigilância e controle automatizado dos usuários.

Mas a controvérsia vai além disso. Existe o temor de que a lei seja usada de alguma forma para remover da web publicações que fazem críticas a governos, candidatos ou partidos políticos, por exemplo. Além disso, teme-se que a web seja dominada por conteúdo de corporações que detêm grande parte dos direitos autorais.

Artigo 13 poderá ainda forçar plataformas pequenas a adotar filtros exagerados: como elas não têm acesso a tecnologias avançadas de reconhecimento de conteúdo, vai ser melhor pecar pelo excesso do que sofrer punições por deixar alguma violação passar.

Se conteúdo legítimo acabar sendo barrado por conta de excessos na filtragem, pode-se então ter uma situação de censura. Somente gigantes como Google e Facebook teriam condições de fazer uma filtragem mais precisa, mas, provavelmente, isso implicaria em análises de conteúdo tão profundas que poderiam até ferir os direitos à privacidade do usuário.

Artigo 11: taxas sobre links

O Artigo 11 é outro ponto polêmico da proposta, embora venha recebendo menos atenção. Essencialmente, ele determina que plataformas online paguem uma espécie de taxa ou licença para disponibilizar links para notícias com pequenos trechos destas.

Para os defensores da ideia, a cobrança deve recompensar veículos que geram conteúdo que atraem usuários para plataformas de companhias como Google e Facebook.

Euro

Mas, além de polêmica, essa ideia tem grandes chances de terminar em fracasso. Em 2014, o Google News foi fechado na Espanha por conta da imposição de uma cobrança similar. O efeito disso foi sentido já no dia seguinte à decisão: diversos veículos registraram entre 10% e 15% de queda nos acessos às suas páginas.

Em alguns sites, essa porcentagem foi maior. Não por acaso, um estudo realizado em 2015 aponta que cobranças sobre links podem gerar perdas expressivas de receita aos serviços de notícias justamente pela diminuição do tráfego.

O que acontece a partir de agora?
Apesar de uma comissão do Parlamento Europeu ter aprovado a proposta, ela vem sob a forma de uma instrução que determina que os países do bloco cumpram as obrigações, mas não especifica como. Isso significa que cada país terá que deliberar sobre as suas próprias leis para se adaptar e, ao mesmo tempo, discutir o assunto com os demais.

Isso pode levar meses. Até lá, os opositores continuarão tentando barrar o Artigo 11 e o Artigo 13. É o caso de Julia Reda, representante do Partido Pirata no Parlamento Europeu. Ela ressalta que ainda é possível derrubar os projetos: no dia 4 de julho (se a data não mudar), os 751 deputados europeus deverão tratar do assunto. Dependendo do que for decidido ali, os projetos seguirão para uma votação final.

Vale frisar que o Artigo 11 recebeu 13 votos a favor e 12 contra. O Artigo 13 obteve 15 votos a favor e 10 contra. Reda divulgou em seu site a lista dos parlamentares que foram favoráveis aos projetos.

Mesmo dizendo respeito à Europa, o assunto é de interesse global. Muitas plataformas são únicas ou integradas e, portanto, terão que mudar para usuários do mundo todo se tiverem que se adaptar à nova lei.

A expectativa é a de que haja uma mobilização tão forte na internet quanto as que derrubaram os projetos de lei SOPA e PIPA em 2012.

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