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Botijão de gás explode e deixa três pessoas da mesma família com ferimentos graves em Araçatuba

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Três pessoas da mesma família ficaram gravemente feridas na manhã desta quarta-feira depois que um botijão de gás explodiu na residência da família, localizada na rua João dos santos Lima, no conjunto habitacional Águas Claras. A aposentada Antônia de Moraes, 79 anos, o marido dela, servente de pedreiro José Carlos Batista dos Santos, 57 e o filho do casal, João Carlos Batista dos Santos, 40, que é portador de necessidades especiais, foram socorridos no pronto-socorro da Santa Casa e aguardam transferência para um hospital especializado em queimaduras.

A reportagem do Regional Press apurou que a família tentava conter um vazamento de gás quando ocorreu a explosão, que destruiu parte da residência da família, conquistada recentemente pelo programa Minha Casa Minha Vida. Parte do telhado foi desintegrado e o forro veio ao chão. A defesa civil foi acionada para avaliar se a estrutura da casa foi comprometida.

Uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros e uma ambulância do Samu foram acionados para socorrer as vítimas. O casal estava na calçada e foi levado pelos bombeiros e o cadeirante, que ainda estava no interior da casa, foi socorrido pelo Samu. Ele é cadeirante e deficiente auditivo.

De acordo com assessoria de imprensa da santa Casa, as vítimas tiveram em média 80% do corpo queimado e aguardam transferência.

A Polícia Militar foi acionada e isolou o local até a chegada da perícia técnica. A Defesa Civil também foi acionada para verificar as condições da residência após a explosão.

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SÃO PAULO

Menina de 11 anos inventou que foi violentada por 14 homens

De acordo com o delegado, o laudo do exame feito na menina pelo Instituto Médico-Legal (IML) constatou ausência de lesões compatíveis com uma agressão de tamanha intensidade

Imagem Ilustrativa

A menina de 11 anos que afirmou ter sido violentada por ao menos 14 indivíduos durante um baile funk em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo, inventou a história. A informação foi confirmada na noite desta segunda-feira, 23, pelo delegado titular da cidade, Carlos Henrique Fogolin de Souza. De acordo com o delegado, o laudo do exame feito na menina pelo Instituto Médico-Legal (IML) constatou ausência de lesões compatíveis com uma agressão de tamanha intensidade. O procedimento verificou, inclusive, que a menina sequer manteve relação sexual recentemente.

Outra informação que derrubou a denúncia de estupro foi a de que nenhum baile funk foi organizado na cidade na data da suposta ocorrência, a quarta-feira, 18. Agora, a mulher chamada de “tia por consideração” pela menina se tornou alvo de investigações porque mentiu em depoimento oficial à polícia. A mulher relatou que a garota havia sofrido o abuso sexual dentro do baile funk, mas não lembrava de quase nada porque havia ingerido muita bebida alcoólica, e não poderia voltar para casa porque fora expulsa pela mãe. Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado na Delegacia Sede da cidade no domingo, 22, e as investigações eram conduzidas pela Delegacia da Mulher, com acompanhamento da Promotoria da Infância e Juventude.

A criança foi retirada da guarda da mãe e ficou sob responsabilidade do Serviço de Acolhimento de Crianças e Adolescentes do município porque os promotores queriam avaliar o grau de vulnerabilidade dela. A mãe da menina afirmou que jamais expulsou a filha de casa. Ela está aposentada por invalidez, tem vários problemas de saúde, é submetida a constantes sessões de hemodiálise e estava internada em um hospital da cidade. Dois irmãos da vítima, filhos da mesma mãe, vivem em outra residência.

No domingo, segundo a Prefeitura de Praia Grande, a menina recebeu atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Quietude, onde os médicos constataram hemorragia e confirmaram que a paciente havia tido relações sexuais recentes, mas a Polícia Civil afirma que a garota estava menstruada, condição confirmada pelo IML. Com informções do Estadão Conteudo.

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Em Patrulhamento

Rapaz tenta dispensar 1 kg de maconha, mas acaba preso pela PM em Araçatuba

Tabletes de maconha apreendidos pela PM na noite desta segunda-feira, em Araçatuba

Um rapaz de 19 anos foi preso pela Polícia Militar com cerca de um quilo de maconha, na noite desta segunda-feira (23), em Araçatuba. A abordagem ocorreu na rua João dos Santos Lima, bairro Águas Claras, periferia da cidade.

Durante patrulhamento preventivo, os policiais militares, cabos Eduardo e Lima, da equipe A (alfa), desconfiaram do acusado, que saia do quintal de um imóvel desocupado com algo nas mãos.

Ao notar a viatura da PM, ele jogou uma sacola plástica no chão e tentou escapar, sem sucesso. Os policiais acharam R$ 7 com o acusado e dois tabletes de maconha, um maior e outro menor, na sacola plástica jogada por ele.

Apresentado no plantão policial, o rapaz foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, crime que prevê pena de 5 a 15 anos de prisão, em caso de condenação da Justiça. Até então, ele não registrava passagem pela polícia.

A ação da PM contou com o apoio do sargento Gleiton, cabo Nilton e soldados Welington e Ferreira.

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ato infracional

PM detém menor que vendia maconha pelas redes sociais em Araçatuba

Um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta segunda-feira (23), em Araçatuba, acusado de ato infracional de tráfico de drogas. Ele foi surpreendido pela Polícia Militar com parte de um tablete de maconha e R$ 5.

A apreensão ocorreu na praça da Paineira, bairro Paraíso, após denúncia anônima. A informação era de que o menor recebia as encomendas e fazia as entregas de drogas.

O menor foi identificado e abordado pela PM. Na casa dele, policiais da equipe D (delta), encontraram a droga em uma caixa de sapato no guarda-roupa. Uma faca com resquício de maconha também foi apreendida, além do celular do jovem.

O adolescente admitiu o tráfico e disse que usava o WhatsApp e o sistema de mensagem do Facebook para receber as encomendas e negociar preço e local de entrega de droga.

O celular será encaminhado para perícia no IC (Instituto de Criminalística). De acordo com a polícia, o menor negociava a entrega de maconha em porções e até em cigarros já confeccionados manualmente.

O adolescente foi apresentado no plantão policial de Araçatuba e o caso seria encaminhado à Promotoria da Infância e Juventude.

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