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Saúde

Dose padrão da vacina contra febre amarela é necessária para quem vai viajar

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Quem for viajar a países que exijam o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deve tomar a vacina padrão, mesmo que tenha tomado a dose fracionada.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, informou o Ministério da Saúde.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os viajantes internacionais fazem parte do grupo de pessoas não indicadas a receber a vacina fracionada – gestantes, crianças de nove meses a menores de dois anos e indivíduos com condições clínicas especiais (portadores de HIV/Aids, pacientes ao final do tratamento de quimioterapia e aqueles com doenças hematológicas, entre outras).

A campanha de vacinação contra febre amarela com doses fracionadas foi lançada esta semana pelo Ministério da Saúde e tem por objetivo aumentar a cobertura vacinal do país. A vacinação fracionada será adotada nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e da Bahia.

Os moradores dessas cidades, caso recebam a dose fracionada, mas decidam viajar a um país que exija o certificado internacional de vacina contra a febre amarela, precisam tomar a dose padrão, segundo a agência.

A Anvisa alerta que não será emitido, “em hipótese alguma”, o certificado internacional a quem apresentar o comprovante de vacinação fracionada. É preciso tomar a dose padrão, em qualquer unidade de saúde. No entanto, é necessário apresentar um comprovante da viagem, por exemplo, o bilhete da passagem.

“A estratégia de fracionamento da vacina é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias [conceito utilizado em veterinária e ecologia das populações para qualificar uma enfermidade contagiosa que ataca um número inusitado de animais ao mesmo tempo e na mesma região] e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional e que não tinham recomendação para vacinação anteriormente”, diz o Ministério da Saúde.

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Agência Brasil
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Saúde

Vacinação contra a febre amarela em SP é antecipada para 25 de janeiro

Governo antecipa em quatro dias início da campanha que vai abranger 8 milhões de pessoas em 15 distritos e 54 municípios do Estado

O governador Geraldo Alckmin anunciou a antecipação, em quatro dias, do início do Mutirão da Vacina contra a Febre Amarela. Em vídeo publicado em sua página no Facebook, Alckmin disse que a campanha prevista para ser iniciada no dia 29 acontecerá a partir de 25 de janeiro, próxima quinta-feira.

“Toda a logística está sendo preparada, 8 milhões de pessoas deverão ser vacinadas em municípios fora de São Paulo, nas chamadas zonas de risco. Depois o trabalho continua. Nós queremos, em alguns meses, toda a população do Estado vacinada”, disse Alckmin.

A Secretaria de Estado da Saúde estabeleceu como “Dias D” os sábados 3 e 17 de fevereiro, data de encerramento do Mutirão, quando os postos de vacinação estarão abertos em regime especial para atender a população.

Os 54 municípios e 15 distritos abrangidos pelo mutirão estão localizados em áreas que não foram alcançadas pelo vírus, mas que estão receptivas porque integram os corredores ecológicos. São localidades da Região da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista.

Serão disponibilizadas cerca de 6,3 milhões de vacina fracionada para pessoas ainda não vacinadas, que residem nos locais definidos para a campanha (confira abaixo a relação dos municípios), e mais 2 milhões de doses padrão para crianças de idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajam para locais em que a vacina é exigida, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas.

Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus, a imunização seguirá com a vacina padrão.

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Rio de janeiro

Motorista atropela pelo menos 20 pedestres na Praia de Copacabana

Acidente aconteceu por volta das 20h15 desta quinta-feira

Pelo menos 20 pessoas foram atropeladas no calçadão da Avenida Atlântica, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, por um motorista que perdeu o controle de seu veículo, por volta das 20h15 desta quinta-feira, 18, na altura da Rua Figueiredo de Magalhães. Até as 21h30, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas – a princípio, segundo o Corpo de Bombeiros, ninguém morreu.

O carro atravessou tanto a ciclovia como a calçada e só parou no início da faixa de areia. O motorista fugiu, mas já foi identificado e detido. No fim da noite, ele estava sendo encaminhado à 12ª Delegacia de Polícia, em Copacabana, onde o caso será registrado.

O trânsito foi interrompido em duas faixas da Avenida Atlântica, no sentido Leme, no trecho próximo à Rua Figueiredo de Magalhães.

Um bebê está entre as vítimas. Os feridos receberam atendimento no próprio local e estão sendo encaminhados para hospitais da região pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quinze pessoas feridas foram levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, zona sul.

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atropelamento

Morre bebê de 8 meses ferido em acidente na orla de Copacabana

Maria Louise, bebê de oito meses morta em acidente (Arquivo Pessoal)

Um bebê de 8 meses, ferido durante um atropelamento na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na noite desta quinta-feira (18), não resistiu e morreu na UPA do bairro.

A menina, de nome Maria Louise, é uma das 17 vítimas do acidente, ocorrido na Avenida Atlântica, segundo reportagem do jornal O Globo.

Por volta das 20h30, um carro desgovernado subiu o calçadão, atravessou a ciclovia e invadiu a areia da praia. O atropelamento aconteceu numa noite de intenso calor, quando a orla ainda estava cheia, e provocou pânico e desespero.

Diante da cena de pessoas caídas, algumas gravemente feridas, moradores do bairro, banhistas e turistas que estavam nas imediações correram para socorrer as vítimas.

Daria Iasmar, de 40 anos, fez um relato dramático sobre sua tentativa de salvar a vida de Maria Louise. Ela disse ter recebido a criança de oito meses, desacordada, dos braços da avó e a levou, junto com guardas municipais, para a UPA de Copacabana. O bebê morreu após tentativas de ressuscitação.

Das 17 vítimas, nove foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, e outras sete para o Hospital Souza Aguiar, no Centro.

Os feridos foram levados para os hospitais Miguel Couto, na Gávea, e Souza Aguiar, no Centro. O motorista, Antônio de Almeida Anaquim, de 41 anos, alegou ter sofrido um ataque epilético.

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