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Saúde

Casos de hepatite A crescem no Brasil. Previna-se e fique fora dessa

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Com pequenos cuidados de higiene dentro de casa, é possível ficar livre da doença, que é transmitida, principalmente, por meio de água ou alimentos contaminados.

Com a confirmação de 75 casos de hepatite A no Rio de Janeiro – mais 92 estão sob investigação – cada cidadão – no Rio de Janeiro e fora dele – pode aproveitar a oportunidade para garantir que a hepatite A não entre em sua casa.

Com a confirmação de 75 casos de hepatite A no Rio de Janeiro – mais 92 estão sob investigação – cada cidadão – no Rio de Janeiro e fora dele – pode aproveitar a oportunidade para garantir que a hepatite A não entre em sua casa.

De acordo com a Fiocruz, uma das principais medidas de controle da hepatite A é mais simples do que você pensa: é só lavar bem as mãos e as chances de contaminação caem consideravelmente.

De acordo com a prefeitura do Rio de Janeiro, foram fechados locais de coleta de água contaminados com o vírus da hepatite A. Para não contrair a doença por meio da água, evite contato e a construção de fossas perto a poços e nascentes de rios.

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Portal Brasil

ataques

Duas escolas e uma subestação de energia são incendiadas no Ceará

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Autoridades cearenses confirmaram mais quatro ocorrências que podem estar associadas à onda de ataques orquestrados que atinge o estado desde o último dia 2. As ocorrências confirmadas no início da tarde desta segunda-feira (21) não constavam do balanço divulgado mais cedo. Até as 17 horas, não havia registro de feridos ou suspeitos presos.

Segundo a Secretaria estadual da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), duas escolas da cidade de Itarema, a cerca de 200 quilômetros a noroeste de Fortaleza, foram alvos da ação criminosa de pessoas ainda não identificadas. Um ônibus escolar também foi incendiado no mesmo município.

Os ataques às duas unidades de ensino aconteceram esta madrugada. Na Escola Municipal Geralda Bonifácio Rodrigues, no bairro Saquiim, o fogo destruiu aparelhos eletrônicos, material didático, cadeiras, mesas e outros equipamentos. O outro estabelecimento de ensino incendiado, o Liceu José Maria Monteiro, também é público e fica no distrito de Almofala.

Em nota, a prefeitura de Itarema classificou a ação criminosa como uma covardia. “As instituições e o veículo ficaram danificados e o dano só não foi pior porque pessoas da região colaboraram para debelar as chamas”, informa a prefeitura, na nota em que revela que a polícia foi acionada para identificar os suspeitos.

“Cobraremos uma pronta resposta com o fim de identificar e punir os responsáveis por esses atos lesivos que prejudicam inúmeras famílias de nossa Itarema. Inclusive, estamos oferecendo recompensa a quem colaborar na identificação dos responsáveis por esses atos criminosos.”

Já em São Benedito, a 300 quilômetros da capital cearense, criminosos lançaram um coquetel molotov em uma subestação da distribuidora de energia Enel, incendiando-a.

Ataques

Até esta manhã, 403 suspeitos de participar dos ataques orquestrados já tinham sido presos ou apreendidos (no caso de suspeitos com menos de 18 anos de idade), segundo a Secretaria estadual de Segurança Pública e Defesa Social.

O número de ocorrências já passa de 280 desde o início dos ataques a ônibus, veículos, prédios públicos, estabelecimentos bancários e edificações em vias públicas no último dia 2.

Segundo autoridades estaduais e especialistas em segurança pública, pode ser uma reação de facções criminosas à nomeação do secretário de Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque, e ao anúncio de medidas para reforçar a segurança nos presídios, como a não separação de presos em presídios por facção.

Para tentar conter os ataques, o governo estadual convocou cerca de 1.200 policiais militares da reserva para voltarem ao serviço.

No dia 4, o governo federal autorizou o envio de agentes da Força Nacional de Segurança Pública para auxiliar no combate aos ataques. No dia 13, o governador Camilo Santana (PT) sancionou leis que facilitam a adoção de medidas como a convocação dos militares reservistas; o pagamento a quem fornecer informações que resultem na prisão de bandidos ou evitem ataques criminosos no estado, entre outras.

Nesta semana, chegam os primeiros integrantes da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária, subordinada ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Por razões de segurança, o órgão não informa quantos agentes prisionais serão cedidos por outros estados para integrar o grupo especial no Ceará.

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MENTIU

Homem saca arma, faz disparo acidental e atinge a própria esposa, em Cuiabá (MT)

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(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

Uma mulher de 28 anos ficou ferida na madrugada de domingo (20) ao ser atingida por um tiro nas nádegas disparado pelo próprio marido dela. O caso aconteceu no bairro Novo Colorado, em Cuiabá (MT).

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher ainda estava no chão quando a polícia chegou e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Um homem de 43 anos se apresentou como marido da vítima e teria tentado mentir para os policiais, dizendo que tinha passado uma motocicleta pelo local e que o ocupante feito um disparo em direção ao bar e acertado a mulher.

A história dele, porém, foi desmentida por testemunhas, que afirmaram que o homem puxou uma arma da cintura de outro colega e fez um disparo que, acidentalmente, acertou sua mulher.

Quando confrontado, ele confessou que mentiu e afirmou que o tiro foi acidental.

A PM perguntou pelo dono da arma, que, depois do disparo, fugiu do local. Uma equipe chegou a ir até o endereço dele, mas o homem não foi encontrado. A esposa do segundo suspeito, porém, forneceu a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em nome do marido, usada para registrar o caso.

A mulher, vítima da situação, foi socorrida e levada para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá, enquanto o marido dela foi para a delegacia.

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VERDE E AMARELO

Manifestantes voltam à Paulista contra Renan na presidência do Senado

O objetivo é pressionar para que o parlamentar não consiga se eleger presidente do Senado

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© Reuters

Movimentos de direita, incluindo o Vem Pra Rua e o Nas Ruas, organizaram uma manifestação contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) neste domingo (20) à tarde, na avenida Paulista, em São Paulo.

O objetivo é pressionar para que o parlamentar não consiga se eleger presidente do Senado, posto que já ocupou duas vezes. Os manifestantes pedem que a votação, no dia 1º de fevereiro, seja aberta – o que poderia afastar votos de parlamentares que não querem se desgastar votando em Renan.

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, porém, suspendeu uma liminar do ministro Marco Aurélio, que determinava votação aberta, e decidiu que a votação deve ser secreta.

“Renan é corrupto, é um rato”, disse Francine Castanho, que levou uma faixa de apoio a Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça. Os manifestantes também inflaram um boneco de Renan vestido de presidiário, à moda Pixuleco, em frente à Fiesp, e estenderam uma faixa ao longo da avenida.

Segundo os organizadores, 400 pessoas participaram do ato – a reportagem estimou cerca de 150 manifestantes.

Assim como nas manifestações contra o PT, a maior parte dos manifestantes vestiam verde e amarelo. Muitas camisetas apoiavam o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Os depósitos suspeitos nas contas do seu filho Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e do ex-assessor Fabrício Queiroz não foram tema de cartazes ou de falas no carro de som.

Questionada pela reportagem sobre as suspeitas contra Flávio, Castanho respondeu: “Quando me explicarem como o filho do Lula (PT) ficou bilionário, a gente conversa”. “Se alguém quiser bater panela contra Queiroz, pode bater, eu não vou.”

Enquanto os manifestantes gritavam “Renan, seu safado, para fora do Senado”, lideranças dos movimentos também foram críticas em relação ao filho de Bolsonaro, alvo de relatório do Coaf, órgão de combate à lavagem de dinheiro. A pedido de Flávio, atual deputado estadual do Rio e eleito senador, o STF suspendeu a investigação até que o ministro Marco Aurélio, relator do caso, decida a competência da corte.

“Óbvio que o Vem Pra Rua quer que as investigações prossigam, nosso pilar é o combate à corrupção”, diz Renato Sella, da organização. “Mas até a eleição no Senado, temos que insistir com esse problema enorme chamado Renan Calheiros. Depois vamos debater institucionalmente como vai ser exigido e trabalhado [o caso Queiroz]”, completou.

O movimento pretende divulgar o voto de cada senador e, assim, incentivar que a população faça pressão em cada um, via telefone ou redes sociais, para que não votem em Renan.

Rogério Chequer, ex-líder do Vem Pra Rua e que concorreu ao governo de São Paulo pelo Partido Novo, esteve na manifestação, falou contra Renan e cobrou explicações de Bolsonaro.

“Tem que apurar todos os detalhes e está na hora do presidente se posicionar em relação a isso, se colocar de forma neutra com relação ao desfecho, ou ele perde a coerência. Isso não cheira bem”, disse à reportagem.

Já Luísa Raiol, presidente do grupo Fiscais da Nação, respondeu “foda-se” quando a reportagem perguntou sobre Flávio.

“Não somos da turma dos petralhas, não aceitamos que fale mal de Bolsonaro e da família de Bolsonaro”, disse, classificando o presidente de pessoa com “caráter, princípio e noção administrativa”.

“Estão fazendo isso para desestabilizar. Mas se investigar e tiver alguma coisa, lá na frente, que ele seja chamado. Agora não”, relativizou.

Junto com Dorival Nunes, vice do movimento, listou suspeitas sobre filhos do Lula, sobre financiamento do BNDES a Angola e Cuba e sobre a ditadura na Venezuela. “E o resto? E o Renan? É peça-chave da velha política”, disse. O senador já foi alvo de 18 inquéritos no STF e é citado com frequência em delações da Lava Jato – nove casos foram arquivados.

Djalma Rocha, morador da periferia, vestia uma camisa de “bolsominion”. “Gastei R$ 3 mil com material de campanha para Bolsonaro e ele nem sabe que eu existo”, conta. Ele vê motivação política na investigação das contas de Flávio e Queiroz. “Só tem petista no Ministério Público do Rio, o Coaf é de esquerda.”

E também relativiza: “não pode ter político de estimação, se investigar e tiver errado, tem que punir”.

No carro de som, Ramiro Cruz, uma liderança da greve dos caminhoneiros, dizia que “não é porque vencemos a eleição que podemos parar”. “A mídia, o lado de lá, está em constantes conchavos tentando derrubar o lado que se sagrou vencedor.” Chamando a imprensa de suja, disse que nenhum veículo noticiaria a manifestação deste domingo.

Os líderes da manifestação, a princípio, não quiseram deixar a reportagem subir no carro de som para fotografar quando a reportagem se identificou. Depois, autorizaram.

Alguns manifestantes chamaram a Folha de S.Paulo de jornal lixo ao serem abordados. “Por que eu estou falando com um panfleto comunista?”, questionou um homem que vestia uma camisa com o nome de Bolsonaro e dos filhos.

Sobre as suspeitas do Coaf, disse haver “uma vontade de fazer difamação, porque Bolsonaro vai cortar privilégios e está tendo uma retaliação”.

Os movimentos organizam nova manifestação contra Renan no próximo domingo (27), na avenida Paulista. Com informações da Folhapress.

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ESTIMATIVA

Mercado prevê inflação de 4,01% e alta de 2,53% no PIB para este ano

Previsão é de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC)

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© iStock

A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 4,01% este ano. Essa é a previsão de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) todas as semanas sobre os principais indicadores econômicos.

Na semana passada, a projeção para o IPCA estava em 4,02%. A estimativa segue abaixo da meta de inflação (4,25%), com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, este ano.

Para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%, há 81 semanas seguidas. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%.

A meta de inflação é 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

O BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcançar a meta da taxa inflacionária.

De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e continuar a subir em 2020, encerrando o período em 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022.

O Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

O mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia, este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,57% para 2,53%. Para o próximo ano, a expectativa subiu de 2,50% para 2,60%. Em 2021 e 2022, a projeção segue em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar caiu de R$ 3,80 para R$ 3,75 no final deste ano. Para 2020, a previsão passou de R$ 3,80 para R$ 3,78. Com informações da Agência Brasil.

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