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Eric Clapton está ficando surdo e com dificuldades para tocar guitarra

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Seria o fim? Eric Clapton revelou que está ficando surdo e que por isso está com dificuldades para tocar guitarra. A declaração aconteceu durante uma entrevista concedia a Steve Wright (BBC), na última terça-feira (9).

De acordo com o músico, o que atrapalha (e está impedindo que toque) são os zumbidos e toques vindos do interior da orelha. “A única coisa que me preocupa é que estou ficando surdo, tenho tido zumbidos, mas minhas mãos ainda trabalham”, disse.

Embora toque com mais dificuldades, Eric Clapton revelou que pretende continuar se apresentando enquanto for possível. “É difícil trabalhar tocando guitarra e eu tive que aceitar o fato de que isso não vai melhorar. Eu ainda vou trabalhar. Vou fazer o show no Hyde Park em julho”, complementou.

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Terra
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supervalorização

Bitcoin já tem mais que o dobro de investidores da bolsa no Brasil

Supervalorização elevou a procura pela criptomoeda e o faturamento de casas especializadas; por outro lado, disparou o número de reclamações por problemas com depósitos e pagamentos.

(Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo)

O número de investidores de bitcoins no Brasil já ultrapassou o total de pessoas físicas cadastradas na B3 (a bolsa de valores paulista). Este grupo também superou a soma de todos os investidores ativos do Tesouro Direto, uma das aplicações mais populares do país, com recordes recentes de adesão.

Nas três maiores casas de câmbio de bitcoin do país – empresas que fornecem acesso a cerca de 95% de todas as transações com a criptomoeda – havia 1,4 milhão de cadastros em dezembro. Este número representa mais que duas vezes as 619 mil pessoas físicas cadastradas na B3 até o fim do ano passado, e também os 558 mil investidores de títulos públicos em novembro.

Pode haver CPFs duplicados tanto na bolsa quanto no caso dos bitcoins, já que os dados não excluem possíveis investidores cadastrados em mais de um lugar.

Apesar da popularização do bitcoin, o investimento não é recomendado pelo Banco Central do Brasil, que enxerga na criptomoeda riscos de uma bolha financeira.

Com mais clientes negociando bitcoins, o faturamento das empresas explodiu. A receita da Bitcoin to You, por exemplo, cresceu 50 vezes, para R$ 1,5 milhão por mês.

Supervalorização

O movimento ocorreu, segundo os donos dessas casas de câmbio [conhecidas como “exchanges”] ouvidos pelo G1, devido à supervalorização da criptomoeda no ano passado, que chegou a ser cotada a quase US$ 20 mil.

“Sendo bem direito: a variável que explica isso [o número de investidores] é o preço do bitcoin”, afirma Rodrigo Batista, presidente-executivo do Mercado Bitcoin, que chegou a 750 mil clientes em 2017, um salto de 275% em relação ao ano anterior.

Para André Horta, da Bitcon to You, que atende 300 mil pessoas, a queda na rentabilidade de outros investimentos foi outro fator que atraiu investidores para o bitcoin.

Ainda que a cotação do bitcoin esteja em queda desde o começo do ano, o interesse continua. Na Mercado Bitcoin, são 5 mil novos cadastros por dia. Há um ano, eram, no máximo, 500.

Reclamações

O efeito colateral da alta procura pela criptomoeda foi a explosão no número de reclamações contra as empresas que fazem transações com bitcoins. As queixas contra cinco destas empresas (Mercado Bitcoin, Zirc Investimentos, Foxbit, Neteller e Coinbr) dispararam mais de 700% no site Reclame Aqui no segundo semestre do ano passado, contra os seis meses anteriores: passaram de 804 queixas para 6.490.

A maior parte das reclamações refere-se à demora na entrega dos serviços, seguida de problemas no estorno de valores e finalização da compra, além de atraso na aprovação dos pagamentos.

O auditor fiscal Davidson Lessa, de 40 anos, sofreu com a demora no reconhecimento de seu depósito em uma exchange, em meados de dezembro. “Contatei o suporte por e-mail e não obtive retorno imediato. Utilizei então o canal de comunicação no Facebook e o problema foi solucionado”, conta.

Lessa decidiu investir na moeda após saber que seus amigos obtiveram bons lucros no ano passado. “Eu vinha acompanhando a evolução dos investimentos em criptomoedas desde o início de 2017, mas estava um pouco cético em aplicar meu dinheiro neste tipo de investimento”, diz.

Rodrigo Batista, da Mercado Bitcoin, admite que sua empresa enfrentou problemas de atendimento por causa da explosão de cadastros no sistema.

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loterias

Ninguém acerta Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 20 milhões

Dezenas sorteadas foram: 01- 09 -14 - 20 - 25 - 54.

Próximo concurso, na quarta-feira, poderá pagar R$ 20 milhões

O sorteio 2006 da Mega-Sena, realizado neste sábado (20) em Itupeva (SP), acumulou. O valor estimado para o prêmio do próximo concurso, na quarta-feira (24), é de R$ 20 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.

Confira as dezenas sorteadas: 01- 09 -14 – 20 – 25 – 54.

De acordo com a Caixa, 71 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 31.319,78 cada uma. Outros 5.500 bilhetes fizeram a quadra e vão levar R$ 577,58 cada um.

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Direitos Humanos

Lei no Rio prevê campanha para inibir assédio sexual no transporte público

Está em vigor no estado do Rio de Janeiro a Lei 7.856, que cria o Programa de Prevenção ao Assédio nos Transportes Coletivos Públicos e Privados. Sancionada pelo governador Luiz

Fernando Pezão no início desta semana, a lei de autoria da deputada estadual Marcia Jeovani (DEM) contém recomendações às concessionárias para coibir esse tipo de abuso.

O texto obriga empresas de transporte a colar, no interior dos veículos, em estações e terminais, cartazes que incentivem a denúncia e orientem passageiras sobre como identificar o agressor, reunindo informações sobre as caraterísticas físicas do abusador e o local do ocorrido. Os adesivos devem exibir ainda os telefones da Polícia Militar (190) e da Central de Atendimento à Mulher (180), por exemplo. As vítimas devem guardar informações como horário, linha, roupa do agressor e características físicas dele.

Em 2015, o instituto de pesquisa Datafolha revelou que uma em cada três passageiras contou ter sido vítima de alguma forma de violência sexual em ônibus, trens e metrôs. A deputada Marcia Jeovani lembra que muitas vítimas têm vergonha de registrar a ocorrência e, com a campanha, a expectativa é encorajá-las. “Sabemos que, no fundo, muitas das mulheres se sentem culpadas, ficam com vergonha da maneira como as pessoas vão receber essa denúncia e acabam se calando, deixando passar.”

A lei estadual replica texto semelhante aprovado no município de Niterói, na região metropolitana, pela Câmara de Vereadores, em setembro de 2017. A lei contou com apoio das empresas de ônibus locais, que já discutem com a equipe da vereadora Talíria Petrone (PSOL), autora do projeto original, o tom adequado da campanha que será exibida nos veículos.

É importante que os cartazes nos meios de transporte não reforcem estereótipos e sejam elaborados em parceria com organizações de mulheres ou especialistas, defende a coordenadora da organização não governamental Criola, Lúcia Xavier. A entidade, cujo objetivo é a defesa e promoção dos direitos das mulheres negras, ganhou quatro prêmios no Cannes Lion, festival publicitário mais importante do mundo, por uma campanha contra o racismo no Brasil.

A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), em comunicado por e-mail, disse que é a favor de campanhas nos ônibus e de outros mecanismos contra a violência. A entidade não informou, no entanto, quando implementará a medida nem o orçamento destinado à afixação dos cartazes, assim como ao layout  das peças e à capacitação de rodoviários.

Mesmo que a lei não deixe clara as formas de implementação do programa de prevenção ao assédio, Lúcia Xavier destaca que a iniciativa é importante, por ter sido pensada para proteger as mulheres, as maiores vítimas do abuso. Ela disse que a mudança de cultura para acabar com o assédio e abusos leva tempo. A lei do Rio, completou Lúcia, estimula a sociedade a discutir o tema. “Medidas como essa criam um impacto. Todo mundo sabe do que se trata, mas a oportunidade de colocar o problema e encontrar políticas públicas para enfrentá-lo não estava na ordem do dia, mas na alçada das mulheres, como se elas fossem responsáveis pela violência contra si”, frisou.

Segundo ela, as campanhas tendem a inibir abordagens ofensivas. Muitas vítimas acham que não vale a pena enfrentar o processo de denúncia porque é difícil identificar e punir o agressor. “A não ser no caso de haver um sinal da agressão como a ejaculação”, frisou.

De acordo com o governo do Rio, os órgãos de fiscalização vão “atuar sempre que demandados” para fiscalizar a lei, assim como as forças de segurança, para atender às denúncias.

Antes, como forma de proteger dos abusos, o estado criou, nos trens e metrôs, um vagão exclusivo para mulheres, durante o horário de pico. Apesar de a medida ser controversa, por partir do princípio de que “todas as mulheres são vítimas e todos os homens são agressores”, era uma solução imediata para dar segurança e conforto às mulheres, disse Lúcia Xavier.

Este ano, para enfrentar a cultura que incentiva ou permite hostilidades contra as mulheres, o governo do estado também aprovou lei prevendo multas a empresas que divulgarem campanhas publicitárias consideradas misóginas, sexistas ou que estimulem a violência. Uma comissão será responsável pela análise e pode aplicar multas, além de tirar a propaganda do ar.

De acordo com a pesquisa do Datafolha, depois do transporte público, as mulheres são mais assediadas ou sofrem abusos nas ruas (33 %), na balada (19 %) e no trabalho (10%).

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