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Rio de janeiro

Dentista é presa, xinga PMs e finge agressão; veja o vídeo

Andrea Conti Leite foi presa em flagrante; 29 DP investiga o caso

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A 29ª Delegacia de Polícia, em Madureira, no Rio de Janeiro, investiga a dentista que xingou policiais de “corruptos”, “milicianos” e “baleia”, além de se referir a um homem como “negão filho da p.” e “preto”. O vídeo em que ela também aparece fingindo ser agredida pelos militares circula pelas redes sociais, neste sábado (23).

Andrea Conti Leite foi presa em flagrante nesta quinta-feira (21) pelos crimes de injúria por preconceito, desacato, ameaça e por conduzir sob efeito de álcool ou drogas. A PM informou que a dentista foi abordada após se envolver em uma colisão com outros dois veículos, na Rua Alberto Silva, em Campinho, na Zona Norte da capital.

A mulher teria, segundo a Polícia Militar, fugido da cena da colisão e sido parada pelos agentes. Após se recusar a sair do veículo que dirigia, Andrea foi algemada pelos agentes, foi quando as agressões verbais teriam começado.

Com sinais de embriaguez, a dentista teria se jogado no chão e fingido ser agredida, como mostram as imagens. O Corpo de Bombeiros foi acionado. Andre Leite foi levada sob custódia ao Hospital estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde recebeu atendimento.

Filipe Fornari

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Beach Park

Fabricante de toboágua afirma nunca ter registrado acidentes fatais

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A empresa canadense ProSlide, fabricante do brinquedo Vainkará do parque aquático Beach Park, no Ceará, emitiu uma nota na qual lamentou o acidente que vitimou o radialista Ricardo José Hilário, de 43 anos.

“Estamos profundamente tristes (…) Em nome de toda a nossa equipe, damos nossos pêsames à família da vítima”, disse o CEO e presidente da empresa Rick Hunter.

Na nota, Hunter afirma que este é o primeiro acidente fatal registrado em um brinquedo fabricado pela empresa, que atua neste segmento desde 1986.

O brinquedo “Vainkará”, do tipo “TornadoWave”, é fabricado pela empresa desde 2011. Outros 44 parques aquáticos têm equipamentos semelhantes fabricados pela ProSlide no qual já brincaram 53 milhões de pessoas, sem registro de acidentes.

Filipe Fornari

“Acima de tudo, a segurança é a base de tudo o que projetamos e construímos na ProSlide”, disse Rick Hunter.

O CEO da empresa canadense ainda afirmou que o equipamento do Beach Park foi liberado para uso depois de testes e comissionamentos. E disse que atuará junto à equipe do parque aquático e às autoridades locais nas investigações das causas do acidente.

Este não foi o primeiro acidente ocorrido em um dos brinquedos do parque neste ano. Em janeiro, um grupo de turistas viveu momentos de tensão e chegou a ter que furar boias para escapar de um acidente no parque aquático

A VÍTIMA

Quem convivia com Ricardo José Hilário da Silva diz que ele era apaixonado pela família e por viagens. O radialista, inclusive, já estava planejando ir para os Estados Unidos no ano que vem para levar a filha e a mulher aos parques da Disney.
“Trabalhei com o Ricardo por dois anos e dois meses. Ele era bastante ligado à família. Saía de Sorocaba (99 km de SP) todos os dias de madrugada para vir apresentar o programa. Falávamos muito de viagem. Ele gostava muito de viajar e de levar a mulher e a filha. Ele planejou essa viagem para o Ceará por dois meses, porque queria levar a filha para brincar em vários lugares”, recorda a radialista Adriana Rosa, 46, que trabalhava com Ricardo Hill, como ele era conhecido, na rádio Nova Brasil FM, na capital.

Adriana, que dividia os microfones com o colega, diz que vai sentir falta das conversas e do “ser humano”, que era Silva. Antes de trabalhar na Nova Brasil FM, ele passou pela rádio Jovem Pan, uma das mais tradicionais da capital. “Eu sempre descia nos estúdios da FM para poder bater um papo com o Ricardo. Uma pessoa muito do bem, que amava demais a família. A gente falava sobre carros, viagens. É uma notícia muito triste, um cara muito novo e que tinha a vida toda pela frente”, afirma o radialista Leonardo Muller, 34. Com informações da Folhapress.

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BOA NOTÍCIA

Bebê que sobreviveu a queda do 2º andar recebe alta do hospital no ES

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O bebê de dois meses que caiu do segundo andar de uma casa em Cariacica, na Grande Vitória, teve alta do Hospital Infantil de Vitória, na manhã desta quinta-feira (19), e não vai precisar retornar nem sequer para revisão, segundo a mãe de Murilo, a jovem Larissa dos Santos, de 19 anos.

Aliviada, Larissa conversou com o G1 nesta manhã e, com o filho nos braços, disse que Murilo está recuperado.

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INVESTIGAÇÃO

‘Dr.Bumbum’ já é alvo de 21 ligações ao Disque-Denúncia

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A central de atendimentos do Disque-Denúncia do Rio informou que já recebeu 21 informações sobre o médico Denis César Barros Furtado, o “Dr. Bumbum”, de 45 anos, e sua mãe, Maria de Fátima Barros Furtado, de 66. Ambos estão foragidos da Justiça. O número de denúncias foi atualizado às 17h de quarta-feira, 18.

Mãe e filho são investigados pela morte da bancária Lilian Calixto, de 46 anos. Ela se submeteu a um procedimento estético no apartamento do “Dr. Bumbum”, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, no sábado, 14.

O Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 1 mil por informações que levem a polícia ao “Dr. Bumbum” e a sua mãe. Os dois foram indiciados pela Polícia.

A bancária passou mal após realizar procedimento para preenchimento de glúteos. Lilian saiu de Cuiabá, onde morava, para fazer o tratamento com o médico.

Filipe Fornari

Após a intervenção, a bancária passou mal e teve complicações. Ela foi levada pelo próprio médico, pela mãe, pela técnica de enfermagem Rosilane Silva e pela secretária Renata Cirne – suposta namorada do “Dr. Bumbum” – ao Hospital Barra D’Or, onde chegou em estado considerado extremamente grave pelos médicos.

Mesmo após manobras de recuperação, não foi possível reverter o quadro de Lilian. A bancária morreu na madrugada de domingo, 15.

Como ligar para o disque-denúncia

Informações sobre a localização do médico e de sua mãe podem ser repassadas ao Disque-Denúncia por meio dos telefones 21-2253-1177 e 0300-253-1177 (custo de ligação local) e também pelo aplicativo Disque Denúncia RJ, disponível para celulares com sistema operacional Android ou IOS. O anonimato é garantido ao denunciante.

Quem é o “Dr. Bumbum”

Antes do crime de que é acusado – homicídio com dolo eventual, por ter provocado a morte da vítima ao injetar polimetilmetacrilato, conhecido como PMMA, nos glúteos da paciente – Furtado demonstrava desembaraço na propaganda de seu trabalho. De jaleco, dirigia-se em vídeos a 655 mil seguidores no Instagram e 45 mil no Facebook. Falava de doenças, citava Sigmund Freud e Charles Chaplin e criticava os conselhos de medicina. Acusava as entidades de cerceamento de certos procedimentos que realizava.

“Médicos como eu, que buscam inovar, são tão perseguidos que pensam em desistir e deixar pra lá (as práticas de) estudar e se atualizar, e se render ao sistema (sic)”, escreveu, em janeiro. “Na minha opinião, (o sistema) lucra mais com doença que com saúde, perseguindo e vetando qualquer novidade que ameace a indústria e as mentiras já impostas como fatos.”

O que diz a defesa do Dr. Bumbum

Em uma entrevista coletiva que durou menos de quinze minutos, a advogada Naiara Baldanza deixou de responder pontos importantes do caso, como se o médico operava em sua residência ou quando ele deve se entregar à polícia. Ela afirmou que o julgamento em relação ao médico é precoce e que ele tem episódios de síndrome do pânico, por isso a dificuldade em se entregar à polícia. Com informações do Estadão Conteúdo.

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CÓDIGO PENAL

Divulgar fotografias de vítimas de acidentes pode se tornar crime

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Divulgar na internet imagens de vítimas não fatais de acidentes pode passar a ser considerado crime. É o que propõe o senador Ciro Nogueira (PP-PI) no Projeto de Lei do Senado (PLS) 79/2018, que está atualmente em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aguardando indicação do relator.

O projeto altera o artigo 140 do Código Penal ao estabelecer detenção de um a três anos, além de multa, pena similar ao crime de vilipêndio de cadáver. Ciro Nogueira argumenta que expor e divulgar na internet imagens de pessoas mortas é considerado crime conforme a interpretação do artigo 212 do Código Penal, mas que há uma lacuna nos casos de exposição de pessoas feridas.

“Apesar da indiscutível ofensa à imagem e à privacidade, o legislador, até agora, não criminalizou essa deplorável conduta, assim como também não tipificou a divulgação de imagem de pessoa em situação vexatória. Tais práticas têm repercussão, somente, na esfera cível, se o ofendido promover ação indenizatória. Ocorre que a sanção pecuniária não tem sido eficaz para reprimir a prática dessas condutas”, afirma o senador no texto da proposta. Com informações da Agência Senado.

Filipe Fornari

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