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SOLIDARIEDADE

Festa natalina traz alegria e esperança a crianças em tratamento no CTO da Santa Casa

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TCC

“Araçatuba depois da meia noite”: universitário produz documentário sobre o rock

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Renato Costa, idealizador do curta que foi TCC de jornalismo

Nomes como Eloy Casagrande (atual baterista do Sepultura), Torture Squad, Children of the Beast (banda cover de Iron Maiden reconhecida pelos próprios ingleses) e Júlio Maria, jornalista da Folha do Estado de S. Paulo e biógrafo máximo de Elis Regina, entre outros nomes regionais, falam sobre o rock. Suas origens; desenvolvimento; bandas influentes; movimentos de contracultura; indústria cultural; mercado; cenário mundial, nacional e regional e sobre o dilema “cover versus autoral”.

Produzido como Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo, o graduando Renato Costa aliou a técnica de entrevista com a paixão pelo rock’n’roll.

No formato documentário audiovisual de curta-metragem, dirigido e produzido pelo próprio graduando, o material busca as origens do rock no contexto mundial, passa pelo cenário nacional e, por fim, o regional. Mais especificamente a cidade de Araçatuba.

O material inda conta com entrevista de personalidades locais como a banda de gothic metal Living Shields; Brunno Carvalho, cantor de pop rock; Daniel Freitas, baterista, educador musical, idealizador do evento Batucando Araçatuba e criador do Museu Itinerante da Música de Araçatuba. Além de músicos, também conta com entrevistas de Sigmar Wagner, proprietário do Motor Rock Pub & Diver Bar e com o professor universitário doutor em História e Filosofia Carlos Eduardo Marotta Peters.

Como conclusão, o curta-metragem tem apenas 25 minutos, duração máxima exigida pela academia, e deixa um debate em aberto: como o rock se manifesta numa região regida praticamente pela economia agropecuária, fomentadora da cultura do sertanejo? Atualmente, músicas covers é mais rentável para as bandas e para os bares? O público tem preguiça de ouvir coisas novas?

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Manifestação

Inconformados com buracos, moradores jogam ovos em ‘boneco’ do prefeito de Araçatuba

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Rua no Concórdia 3 onde moradores colocaram fotos de políticos de Araçatuba em buracos (Fotos: Regional Press)

Após ficarem sabendo que trechos de ruas do bairro Concórdia não foram contemplados com obras de recapeamento, cerca de 50 moradores se reuniram, na noite de ontem (15), para protestar contra o prefeito de Araçatuba, Dilador Borges (PSDB), a vice-prefeita, Edna Flor (PPS) e os 15 vereadores.

Assim como foi feito no mês passado, moradores colocaram fotos dos políticos em buracos existentes na Rua Waldemar Osório Gabas, exatamente no trecho que não terá recape.

O protesto foi mais enfático dessa vez. Os manifestantes leram uma carta de protesto e jogaram ovos em um boneco que, segundo eles, representava Dilador Borges. O ato foi filmado e postado em redes sociais.

Mais cedo, nesta segunda-feira, moradores chegaram a bater boca com Dilador e o secretário de Planejamento, Tadeu Consoni, durante visita a obras de recape no bairro Concórida 3.

Moradores se revoltaram quando souberam do prefeito e do secretário que alguns trechos do bairro vão ficar de fora das obras de recapeamento que foram retomadas na semana passada.

Algumas vias ficarão sem recape em apenas um quarteirão, como é o caso do trecho esburacado da Rua Waldemar Osório Gabas, alvo dos protestos com as fotos impressas dos políticos no mês passado e, agora, na noite de ontem.

Além das fotos, o grupo também fez uma faixa para desabafar sobre as promessas feitas para o bairro Concórdia. Todo o material foi elaborado a partir de uma vaquinha feita pelos moradores.

“Estamos cansados de esperar, chega de promessas políticas não cumpridas. Os moradores da Rua Waldemar Osório Gabas exigem o recapeamento já! Cadê os R$ 271.024,29 que vieram na conta da prefeitura para o recapeamento?”, diz a faixa.

Assim como aconteceu no mês passado, as placas com as fotos foram retiradas horas depois do protesto para que o trânsito não fosse prejudicado.

Leia Mais:

Recape exclui vias com trechos críticos no Concórdia e revolta moradores; vídeo

 

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Araçatuba

Recape exclui vias com trechos críticos no Concórdia e revolta moradores; vídeo

Moradores do Concórdia e o prefeito Dilador Borges bateram boca na tarde desta segunda-feira (14); veja o vídeo

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Trecho que não está incluído no recape é justamente o da Rua Waldemar Osório Gabas, entre a Rua Miguel Sanches Filho e a Avenida Abrão Buchalla, que foi alvo de protesto dos moradores no mês passado (Fotos: Regional Press)

Moradores do Concórdia, em Araçatuba, estão inconformados com a decisão da Prefeitura de deixar alguns trechos do bairro de fora das obras de recapeamento que foram retomadas na semana passada. Algumas vias ficarão sem recape em apenas um quarteirão, o que provocou revolta de quem tem residência nestes trechos.

Um dos trechos que não está incluído no recape é justamente o da Rua Waldemar Osório Gabas, entre a Rua Miguel Sanches Filho e a Avenida Abrão Buchalla, que foi alvo de protesto dos moradores no mês passado.

Na ocasião, cada buraco da via recebeu um “padrinho”, com fotos e dizeres de indignação e revolta. Dentre os padrinhos, estavam o prefeito Dilador Borges (PSDB), a vice Edna Flor (PPS) e os 15 vereadores de Araçatuba.

Mesmo com o protesto, o trecho da via ficou de fora das obras de recape. E o que mais revolta os moradores é que há pontos em melhores condições que vão receber o recapeamento.

Um vídeo feito por um morador mostra a diferença entre um quarteirão, todo esburacado, na Waldemar Osório Gabas, e outro, quase sem buracos, na mesma via. O primeiro ficou fora da lista de recape; o outro, foi contemplado com a melhoria.

VISITA E BATE-BOCA

Na tarde desta segunda-feira (14), o prefeito Dilador Borges e o secretário de Planejamento, Tadeu Consoni, estiveram no bairro Concórdia e foram questionados por moradores.

Em um vídeo que flagrou a visita inesperada, o prefeito diz que não tem dinheiro suficiente para recapear todas as vias.

Abalada, uma moradora questionou Dilador: “A gente trabalha todos os dias, paga os nossos impostos direitinho e não tem dinheiro? Como não tem dinheiro? Pelo amor de Deus, prefeito, como não tem dinheiro para recapear este trecho?”, perguntou ela, que se identificou como Cristiane.

Sua revolta, segundo ela, é porque o planejamento da Prefeitura priorizou trechos que estavam menos danificados que o quarteirão onde mora, na Waldemar Osório Gabas.

TRÊS PONTAS

Também no vídeo gravado por moradores, o secretário de Planejamento explica que as obras em andamento no Concórdia foram viabilizadas por emenda no valor de R$ 800 mil.

“Vão ficar três pontas sem recape, porque o recurso não deu”, afirmou. “Se for possível, vamos fazer já. Se não for possível, assim que sair uma emenda, a gente faz”, completou.

Rua Waldemar Osório Gabas, onde trecho da via ficará sem o recape (Foto: Regional Press)

Além do trecho da Waldemar Osório Gabas, há ainda um quarteirão na Rua Airton José Filipino e outro na Rua Sargento Valentim Cornacini Campois, entre a Rua Miguel Sanches Filho e a Avenida Abrão Buchalla, que também não serão recapeados.

A Auge Engenharia e Construções Ltda é a empresa responsável pelas obras de pavimentação e recuperação de vias do Concórdia. Os trechos previstos deverão ter as obras finalizadas até o final deste mês.

Moradores esticaram faixa em protesto por falta de recape em trecho crítico da rua (Foto: Regional Press)

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exemplo

Mackenzie expulsa estudante de Direito que falou em morte de “negraiada”

“A instituição não coaduna com atitudes preconceituosas, discriminatórias e que não respeitam os direitos humanos”, disse a universidade

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A Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em SP, expulsou o estudante Pedro Bellintani Baleotti, que apareceu em vídeos durante as eleições de 2018 dizendo que a “negraiada vai morrer”.

Antes da expulsão, o estudante já havia sido suspenso pela faculdade. Na nota divulgada, a faculdade afirma que os trâmites institucionais foram cumpridos e o aluno receberá todos os documentos quanto aos créditos cumpridos: “A instituição não coaduna com atitudes preconceituosas, discriminatórias e que não respeitam os direitos humanos.”

O estudante foi indiciado por racismo e demitido do escritório no qual trabalhava após a divulgação dos vídeos que, segundo a defesa, foi indevidamente feita – a mensagem havia sido enviada em grupos particulares do WhatsApp. O jovem pediu perdão pelo “áudio infeliz”.

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