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Perspectiva

Sinduscon OESP avalia que a construção civil vai voltar a crescer em 2018

Retomada de investimentos no mercado imobiliário será incentiva pela redução na taxa de juros

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Para 2018, as taxas de juros reduzidas favorecerão o poder de compra do consumidor, estimulando a aquisição de imóveis
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A reboque da retomada da economia, o cenário da construção civil vai mudar ao longo do próximo ano, principalmente devido à queda na taxa Selic, que deve acumular redução de 7,5% até dezembro e incentivar a retomada dos investimentos no mercado imobiliário. Na avaliação do presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, muitas pessoas têm dinheiro guardado no banco ou investido na bolsa porque está rendendo bem. No final do ano, com a redução na taxa de juros, elas devem começar a transferir para ativos reais. “Pode ser um imóvel, ou a reforma da casa. O mesmo vale para uma empresa que vai ampliar sua indústria. Então, o cenário deve melhorar bastante”, comenta Martins.

O sistema financeiro também demonstra otimismo. Gilberto Abreu, diretor executivo de negócios imobiliários e investimento do Santander, por exemplo, demonstrou confiança na retomada de crescimento do mercado imobiliário do país e afirma que o pior momento da crise no setor já passou.

A recuperação do mercado também deve mexer com os índices desemprego. De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Região Oeste do Estado de São Paulo (Sinduscon OESP), Aurélio Luiz de Oliveira Júnior, este é o momento para uma atuação mais forte no sentido de reverter esse panorama negativo. “Acreditamos que a demanda vai crescer mais em 2018, e os profissionais precisam estar preparados para atender as necessidades do mercado”.

O representante do Sinduscon OESP lembra que a Reforma Trabalhista, sancionada recentemente pelo Governo Federal, também deve dar fôlego para a recuperação do setor. “É fato é que com a reforma trabalhista vamos conseguir legalizar uma série de questões que ficavam na informalidade”.

No final das contas, de acordo com Oliveira Júnior, uma coisa leva à outra. “Quando a economia retorna ao rumo de crescimento, com a retomada de empregos e a estabilização financeira, o mercado imobiliário começa a ser novamente ativado”. Para 2018, as taxas de juros reduzidas favorecerão o poder de compra do consumidor, estimulando a aquisição de imóveis enquanto o momento está favorável.

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Assessoria de Imprensa do Sinduscon OESP
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ACIDENTES

Um paraquedista morre e dois ficam feridos no fim de semana em Boituva

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Um paraquedista morreu na manhã deste domingo (10) após um acidente no Centro Nacional de Paraquedismo, localizado em Boituva (SP). Outros dois homens já haviam ficado feridos durante um salto neste sábado (9), no mesmo local.

De acordo com o presidente da Associação de Paraquedismo de Boituva, Nilson Pereira Leitão, o rapaz perdeu o controle do paraquedas ao tentar fazer uma curva baixa durante uma manobra e acabou batendo no chão. Ele estava sozinho no momento do salto.

A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), mas não resistiu aos ferimentos.

Gabriel Sidney tinha o apelido de Marrom e morava em Boituva, onde trabalhava como cinegrafista freelancer para escolas de paraquedismo. O acidente aconteceu logo após uma gravação.

Segundo Nilson, o rapaz era experiente no esporte, já tendo realizado mais de 500 saltos e participado de diversas competições.

Salto duplo

No sábado (9), dois paraquedistas também bateram no solo enquanto tentavam fazer uma curva para pousar. Segundo o Corpo de Bombeiros e a Associação de Paraquedismo, eles estavam fazendo um salto duplo.

Uma das vítimas teve traumatismo craniano e a outra uma fratura no fêmur. Os dois foram levados para o Hospital São Luiz, onde passaram por exames. Em seguida, foram encaminhados para o CHS. (Com informações G1)

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ACIDENTE

Bombeiros resgatam idoso que caiu em poço desativado

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O aposentado M.V, 78 anos de idade, passou pelo menos cinco horas dentro de um poço artesiano desativado em uma propriedade rural localizada entre Parisi e Pedranópolis.

De acordo com informações do portal de notícias Votunews, o idoso teria saído logo após o almoço de sua residência e foi em uma propriedade vizinha. Após um tempo, familiares perceberam a sua demora e foram procurá-lo. Quando viram que o senhor estava dentro de um poço desativado (seco) e acionaram os Bombeiros.

Segundo os Bombeiros, uma parte da terra demorou, provocando a queda do idoso.

A equipe do Sub-tenente Forte foi ao local indicado e conseguiu, após muito trabalho, resgatar o idoso do poço. Segundo os bombeiros, ele sofreu fraturas nas pernas, mas apesar do tempo em que ficou no local, estava consciente e orientado.

O idoso foi socorrido ao pronto socorro da Santa Casa de Votuporanga. Com informações: Votunews.com.br)

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Saúde

Discriminação dificulta trabalho de recuperação do dependente químico

Avaliação é do médico neurologista Sérgio Irikura, que ministrou palestra organizada pelo Instituto Apoio Social, em parceria com a Unip

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Médico mostrou a importância de uma rede de atendimento para o tratamento do dependente químico

O médico neurologista Sérgio Irikura ministrou hoje (9) palestra no teatro da Unip, em Araçatuba (SP), sobre “Dependência Química e a Rede de Atendimento”. O evento foi o último deste ano desenvolvido pelo o Instituto Apoio Social (IAS), em parceria com a universidade. A ação contou também com a participação do Sest/Senat.

Na palestra, Sérgio Irikura mostrou aos presentes que a dependência química, infelizmente, ainda é vista como um problema pessoal, quando, na verdade, é muito mais grave do que isso. “A sociedade a encara (a dependência química) com discriminação. Entende que foi ele (dependente químico) que optou estar assim. E, por isso, acaba discriminando”, completou Irikura.

REDE DE ATENDIMENTO

Para o médico, a discriminação da sociedade e também da família é prejudicial e pode interferir na recuperação do dependente químico. “Quando há discriminação, o dependente se isola e isso dificulta o trabalho de recuperação e mantém o ciclo vicioso”, explicou. Segundo Irikura, a dependência química é um problema de saúde pública. Por isso, a importância da existência de uma rede atendimento.

Hoje, conforme o neurologista, Araçatuba oferece ferramentas que podem ajudar na recuperação do dependente químico. Entre elas o CAPs AD (Centro de Atendimento Psicossocial “Benedita Fernandes” – Álcool e Outras Drogas), que já atendeu 843 pessoas.

Para o médico, esse trabalho pode começar, por exemplo, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou com as equipes do Programa Saúde da Família. “É o que chamamos de trabalho de prevenção. Quando ele ocorre é possível reduzir, por exemplo, gastos futuros. No entanto, a prevenção no Brasil ainda não ocorre como deveria”, disse Irikura.

E os números mostram que o trabalho de prevenção não é bem aplicado no país. Entre os anos de 2005 e 2015, segundo o Ministério da Saúde, foram realizadas mais de 600 mil internações na rede pública de saúde pelo uso de substâncias ilícitas. Somados, esses atendimentos custaram aos cofres públicos quase R$ 8 bilhões. Quando corrigimos esse valor pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atualmente a quantia supera os R$ 9 bilhões.

O álcool ainda é a droga mais consumida e a porta de entrada para o consumo de outras drogas, como a maconha e o crack. O médico explicou que a internação nunca deve ser a primeira medida a ser tomada para tentar ajudar o dependente químico. “Não é a internação que vai curá-lo. Ela só vai apresentar resultado positivo quando ocorrer por vontade própria do dependente. A dependência é uma doença”, completou o médico.

Para associada-fundadora do Instituto Apoio Social (IAS), Silvia Niwa, o ano de 2017 foi produtivo. “Nós tivemos um incremento de participação, trouxemos novos palestrantes e focamos muito a prática neste ano”, disse. Ainda, segundo Silvia, as atividades serão retomadas em março de 2018.

O Instituo Apoio Social (IAS), de Araçatuba, atua desde 2006 nas áreas da educação, assistência social e saúde. Já em 2007, conquistou a qualificação de Organização Social.

O IAS desenvolve projetos, programas, cursos, seminários, oficinas, capacitações e palestras. Beneficiando ao longo de sua história em torno de 50 mil pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e crianças.

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