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Cadastro

Sistema facilita bloqueio de celulares roubados em 23 estados

Só no mês passado, 48,9 milhões de aparelhos foram bloqueados pelo Cemi

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Das 27 unidades da Federação, 23 já aderiram ao Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (Cemi). Por meio dessa adesão, as polícias estaduais podem realizar o registro para o bloqueio de aparelhos roubados, furtados ou extraviados. Assim os consumidores não precisam procurar a prestadora de telefonia para o bloqueio.

Acre, Alagoas, Amapá, Maranhão e Pará ainda não aderiram ao Cemi. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mantém contato com esses estados para que todo o País faça parte do projeto. Só no mês passado, 48,9 milhões de aparelhos foram bloqueados pelo sistema.

Com o Cemi, quem for até uma delegacia para registrar a perda de um celular já poderá solicitar o bloqueio da linha.

A vítima não precisa informar o IMEI (código de identificação único e global de cada aparelho), basta apenas o número de telefone para fazer o registro.

Comerciantes, distribuidoras ou fabricantes de celular também podem realizar o mesmo procedimento.

O sistema também permite a consulta direta de consumidores a celulares roubados, furtados ou clonados. A medida ajuda a evitar a compra de aparelhos irregulares no País.

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Notícias ao Minuto

LOTERIA

Mega-Sena vai sortear R$ 70 milhões neste sábado (10/2)

Apostas da Mega-Sena poderão ser feitas até as 19h

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

O prêmio principal da Mega-Sena poderá pagar R$ 70 milhões a quem acertar as seis dezenas do concurso 2.013. O sorteio será neste sábado (10/2). Segundo a Caixa, aplicado na poupança, o prêmio renderia cerca de R$ 280 mil por mês.

No sorteio de quinta-feira (8/2), realizado na cidade de Santana, no Amapá, nenhum apostador acertou os seis números do concurso 2.012. Os números sorteados foram: 8, 11, 27, 35, 36 e 51.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) deste sábado (10/2), em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do país.

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POLÍTICA

Senado gastará R$ 36 milhões com viagens, aluguel de carro e segurança

Recurso foi empenhado e faz parte das despesas contratuais de 2018: gastos estão entre os maiores do orçamento da Casa e superam os de 2017

PEDRO FRANÇA/AGÊNCIA SENADO

Enquanto o governo brasileiro anuncia medidas de contenção de despesas e a população arca com sucessivos aumentos de combustíveis e gás de cozinha – sendo obrigada a apertar o cinto e poupar cada centavo em um momento de crise econômica –, os gastos do Senado Federal com contratação de agências de viagem, empresas de segurança e de aluguel de carros aumentarão R$ 5,3 milhões em relação ao total aplicado nos mesmos serviços em 2017.

Apenas os três itens consumirão exatos R$ 36.477.652,07 do Orçamento 2018 da Casa. O valor já está empenhado – ou seja, reservado para o pagamento dos serviços – e faz parte das despesas contratuais firmadas com cinco empresas distintas. Ano passado, as mesmas firmas receberam R$ 31.175.806,30.

Em 2018, os contratos fechados com cada uma das empresas de segurança, de viagem e locação de veículos estão entre os 10 principais gastos já empenhados pela Casa. Isto é: os valores pesam no Orçamento 2018 do Senado tanto quanto serviços essenciais como energia elétrica, água, telefonia, banco e informática.

Para contar com seguranças durante este ano, a Casa legislativa contratou a Ágil Empresa de Vigilância ao custo de R$ 18.975.725,28. Além disso, mais R$ 8.394.839,28 deverão ser desembolsados até dezembro, para quitar a dívida com a City Service Segurança, que disponibilizará brigadistas ao Senado.
Juntas, as duas firmas custarão mais de R$ 27 milhões. Sozinha, a Ágil representa a segunda despesa contratual mais alta do ano, perdendo apenas para a Caixa Econômica Federal. A City Segurança é a quarta, atrás do que a Casa terá de pagar à Companhia Energética de Brasília (CEB).

De lá para cá

Outras despesas contratuais que chamam atenção são com locadoras de veículos. Para ceder ao Senado Federal carros de pequeno porte, a Quality Aluguel receberá R$ 3.351.669 no decorrer de 2018. Já à Ribal Locadora de Veículos serão repassados R$ 2.549.763 – a empresa colocará modelos pesados a serviço da chamada Câmara Alta do parlamento brasileiro. Juntas, as duas companhias abocanharão R$ 5.901.432 dos cofres públicos.
Os valores são maiores do que os gastos com locação veicular registrados pelo Senado em 2017. Quality e Ribal receberam R$ 2.172.778,17, ou seja, R$ 3,7 milhões abaixo do montante previsto para ser transferido até o fim de dezembro.

Neste ano eleitoral, no qual os políticos intensificam as visitas a suas bases, a Agência Aerotur levará milhões para organizar viagens nacionais e internacionais, além de disponibilizar seguro para a locomoção dos servidores do Senado. Serão exatos R$ 3.205.655,51 para a companhia. Em 2017, a mesma empresa recebeu R$ 1,23 milhão a menos para prestar o mesmo serviço.

As despesas com seguranças e brigadistas, por sua vez, são as com menor diferença: neste ano, as contratadas ficaram com “apenas” R$ R$ 338 mil a mais do que receberam em 2017.

O Metrópoles questionou o Senado Federal sobre o aumento de valores a serem pagos pela maioria dos serviços contratados. Até a publicação desta matéria, a assessoria de imprensa da Casa não havia respondido as perguntas. Tão logo sejam prestados os esclarecimentos, a reportagem será atualizada.

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COMBUSTÍVEIS

Para distribuidores, cartel da gasolina é ‘factoide’

Nesta semana, o governo disse ter solicitado ao Cade e à PF investigações sobre supostos cartéis que estariam impedindo o repasse das quedas recentes

Embora tenha começado a cair nas refinarias desde a segunda semana de janeiro, o preço da gasolina apresenta ainda alta acumulada nos postos, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

As distribuidoras de combustíveis afirmam, porém, que o governo criou um “factoide” com a ofensiva contra o setor, ao desconsiderar outros fatores que compõem o preço final, como o etanol e tributos.

Nesta semana, o governo disse ter solicitado ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e à Polícia Federal investigações sobre supostos cartéis que estariam impedindo o repasse das quedas recentes.

Em entrevista concedida à Rádio Guaíba nesta sexta (9), o presidente Michel Temer chamou de “agressão” a falta de repasse dos cortes de preços ao consumidor final.

Os distribuidores reagiram. “É uma irresponsabilidade o governo fazer um pronunciamento desses com acusações seríssimas sem ter nenhum dado técnico”, reclamou Leonardo Gadotti, presidente da Plural, entidade que reúne as grandes distribuidoras do país.

“É um factoide para desviar a atenção de um problema muito maior: quase 50% do preço da gasolina no Brasil são impostos”, completou. Segundo a Petrobras, Cide, PIS/Cofins e ICMS representam 45% do preço final do combustível.

Gadotti alega que, desde o início dos reajustes diários, houve aumento de outras parcelas no preço, como o PIS/Cofins (alta de 79%) e o etanol anidro (32%), que corresponde a 27% da gasolina vendida nos postos.Diretor técnico da Única (União da Indústria de Cana de Açúcar), Antônio de Pádua, defende que o etanol não pode ser responsabilizado por pressão no preço da gasolina, já que apresenta estabilidade nas últimas semanas e representa uma parcela pequena do preço final.

“Culpar o etanol por aumento da gasolina não faz sentido”, disse. Segundo a Petrobras, o derivado da cana representa 13% do preço de bomba do combustível. O executivo, porém, também criticou as declarações recentes do governo sobre o tema. “A gente tem que entender que gasolina e etanol têm preços de mercado. Arrumar alguma desculpa para intervir nos preços é o pior dos mundos”, disse.

Dados da ANP compilados pelo CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) mostram que a variação acumulada no preço dos combustíveis em janeiro foi pequena. O preço da Petrobras caiu 2%, para R$ 1,635 por litro, sem impostos. Já para o consumidor final, a alta foi de 1%, para R$ 4,198, na média nacional.

Desde o final de outubro de 2017, os preços ao consumidor (média Brasil) estão subindo, de acordo com os dados semanais da ANP, não refletindo algumas das reduções de preço realizadas pela Petrobras na refinaria”, avalia o CBIE.

Em julho, a Petrobras anunciou uma revisão em sua política de preços instituída em agosto de 2016, autorizando sua área técnica a promover reajustes diários. Desde então, promoveu 144 ajustes no preço da gasolina, 73 para cima e 71 para baixo.

No último deles, divulgado na quinta (8), houve corte de 3%, o maior desde 17 de novembro. A tendência de queda iniciada em janeiro reflete o recuo das cotações internacionais do petróleo no mesmo período.Com base nos dados da ANP, o CBIE destaca que os repasses às bombas eram mais fiéis ao preço de refinaria antes do início dos reajustes diários. “A partir de julho de 2017, o repasse passou a ser mais sutil, quando ocorre”, diz a consultoria.

O combustível é comprado nas refinarias por distribuidoras, que misturam o etanol anidro e depois revendem aos postos. Atualmente, três empresas -BR, Raízen e Shell- dominam 65% da distribuição de gasolina no país.

Já o segmento de revenda é tem 41.901 postos. Desses, 57,8% estão ligados a alguma distribuidora e os outros operam sem vínculo -são os chamados “bandeira branca”. O preço cobrado pela Petrobras correspondia, ao fim de janeiro, a 28% do valor final do produto. O restante é impostos e margens de lucro de postos e distribuidoras. Com informações da Folhapress.

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