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Política

Bolívia quer fornecer energia a estados brasileiros vizinhos

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O governo boliviano destacou hoje (6) seu interesse estratégico nos quatro estados brasileiros que fazem fronteira com a Bolívia, especialmente em relação ao fornecimento de energia. “Eles precisam de energia, eletricidade, gás, ureia, sal…”, destacou aos veículos de imprensa o chanceler boliviano Fernando Huanacuni, após retornar do Brasil, onde acompanhou o presidente da Bolívia, Evo Morales, em sua visita oficial. A informação é da agência EFE.

Além de energia e derivados do gás, os estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul requerem da Bolívia integração rodoviária, pontes e outras infraestruturas, ressaltou Huanacuni.

Ele se referiu também ao interesse mútuo dos dois países de dispor de “uma saída ao Pacífico”, mediante o projeto do Corredor Ferroviário Bioceânico, que atravessaria o Peru, a Bolívia e o Brasil, fazendo uma ligação desde o Oceano Pacífico até o Atlântico.

 

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Agência Brasil
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Mundo animal

Cão luta com urso para salvar donos e morre

Pete já foi adotado com idade avançada. O 18 meses que passou sob  o lar da família que o acolheu, no entanto, não diminuiu o amor nem a lealdade do animal.

A prova foi dada em  uma caminhada, nesta segunda-feira (12), nos Estados Unidos. Acompanhado dos outros cães da casa, Pete foi surpreendido por um urso-negro. Para proteger o próprio dono e à matilha, o cão lutou com o urso.

A valentia de Pete foi narrada em um texto de despedida, publicada pela família no perfil Me & My Shadow Pets, que intermediou a adoção.

“Hoje perdemos o nosso corajoso velhote, o Pete. Os cães surpreenderam um urso-negro perto dos trilhos enquanto fazíamos uma caminhada, nesta manhã. O urso não deve ter nos ouvido ou cheirado porque chovia. Sentiu-se ameaçado e virou-se”, detalha o post.

“O Pete enfrentou-o e conseguiu mantê-lo afastado até que eu salvasse os outros cães. Quando os pus a salvo, voltei e afugentei o urso, mas o Pete estava já gravemente ferido”, continuou o homem em postagem com a imagem do cão.

O texto explica que Pete ainda foi levado a um hospital veterinário, mas que a gravidade dos ferimentos impediria que o animal voltasse a andar de novo, mesmo que conseguisse sobreviver a todas as cirurgias que seriam necessárias. Assim sendo, foi decidido não fazer intervenções.

“Ele aguentou como um herói o tempo todo, nunca esteve sozinho naqueles momentos de dor”, escrevem os donos.  “Corre livre, Pete, não sofrerás mais o peso da idade. Você passou uns 18 meses fantásticos conosco, sempre correndo, como gostava”, acrescentaram na publicação onde fazem ainda um apelo pela adoção de cães mais velhos porque “têm tanto para dar”.

A notícia foi também partilhada no Twitter por Ben White, um jornalista de economia do site norte-americano Politico, um amigo dos donos de Pete.

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Internacional

Órgão regulador das ONG investiga Oxfam por crimes sexuais

O regulador das Organizações Não-Governamentais (ONG) no Reino Unido anunciou nesta terça-feira (13) que vai abrir uma investigação para analisar como a Oxfam geriu o escândalo sexual ocorrido em 2011 no Haiti.

A chamada Charity Commission vai investigar o procedimento da ONG britânica depois do jornal “The Times” revelar que alguns dirigentes e funcionários da instituição contrataram prostitutas e organizaram orgias em instalações financiadas pela Oxfam. O episódio teria acontecido durante a missão humanitária pós-terremoto de 2010.

A organização, por sua vez, que recebe anualmente cerca de 300 milhões de libras de fundos públicos do Reino Unido, reconheceu que a conduta daqueles trabalhadores foi “completamente inaceitável”, mas negou que teria ocultado os fatos.

Ontem (12), a subdiretora da Oxfam, Penny Lawrence, renunciou ao cargo após assumir “inteira responsabilidade” pelo escândalo.

Além disso, ela relatou sua “tristeza e vergonha pela conduta de funcionários no Chade e Haiti, incluindo a relação com prostitutas”.

Lawrence explicou que os comportamentos inapropriados “do diretor da ONG no Chade e de sua equipe” já tinham sido “apontados antes de ir ao Haiti”. “Não respondemos de forma adequada”, admitiu.

Um dos homens que também saiu do cargo e não recebeu qualquer ação disciplinar foi o diretor da ONG no Haiti na época, Roland van Hauwermeiren, que segundo o “The Times” admitiu que manteve encontros com prostitutas.

Após o escândalo, o presidente do Haiti, Jovenel Moise, condenou fortemente a instituição de caridade do Reino Unido. Em sua conta no Twitter, o mandatário definiu a denúncia como uma “violação extremamente grave da dignidade humana”.

Por sua vez, o governo do Reino Unido ameaçou cortar o financiamento para os projetos da instituição de caridade. Entretanto, a direção da Oxfam garante que as coisas já mudaram.

“Aquilo que aconteceu no Haiti não poderia acontecer hoje com o sistema atual e as novas regras. Mas ainda há coisas que podemos melhorar, estamos empenhados em fazê-lo, e nunca iremos permitir que isto suceda outra vez”, afirma Winnie Byanyima, diretora executiva da Oxfam International.

Nesta terça (13), novas acusações surgiram contra o diretor-executivo da Oxfam, Mark Goldring. Segundo o jornal britânico, ele é acusado de ter sido informado de outros abusos relatados por Helen Evans, que trabalhou como responsável global para a Oxfam entre 2012 e 2015.

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Mundo

Rússia lança nave de carga para a ISS

 

A Rússia lançou com sucesso nesta terça-feira (13) uma nave de carga Progress a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para reabastecer a Estação Espacial Internacional (ISS), um lançamento previsto para o sábado, mas cancelado no último momento.

A Rússia lançou com sucesso nesta terça-feira (13) uma nave de carga Progress a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, para reabastecer a Estação Espacial Internacional (ISS), um lançamento previsto para o sábado, mas cancelado no último momento.

Nesta terça, o foguete Soyuz 2.1 colocou a nave de carga em órbita oito minutos após a decolagem, às 14h13 (06h13 de Brasília), de acordo com imagens da agência espacial russa Roskosmos.

A Progress MS-07 carrega mais de 2.000 kg de material, incluindo combustível, mas também cerca de 50 kg de oxigênio e mais de 400 kg de água. A atracagem na estação orbital internacional está programada para quinta-feira às 10h43 GMT (8h43 de Brasília), mais de 48 horas após seu lançamento.

As conexões em 3 horas e meia são permitidas por um novo sistema de navegação por satélite, mas a nave Progress continua dependente, para alcançar a ISS, da posição da estação orbital em relação à Terra no momento do lançamento, o que a força a executar um número maior ou menor de órbitas antes de poder se encaixar.

No sábado, faltando alguns segundos para o final da contagem regressiva, um “comando automático de desligamento do motor” foi inicializado, segundo indicou Roskosmos em um comunicado, uma situação semelhante à falha no início de outubro de 2017.

As causas desse incidente ainda não foram divulgados pela Agência Espacial russa, que abriu uma investigação.

De acordo com agências de notícias russas, citando fontes na indústria aeroespacial, os computadores de bordo do foguete Soyuz tiveram que ser substituídos.

Atualmente, seis astronautas estão em órbita a 400 quilômetros acima da Terra na estação orbital. O capitão é o cosmonauta russo Alexander Missourkin. Ele é acompanhado por um compatriota, Anton Chkaplerov, por três americanos (Joe Acaba, Vande Hei Mark, Scott Tingle) e um japonês, Norishige Kanai.

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