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Política

Bolívia quer fornecer energia a estados brasileiros vizinhos

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O governo boliviano destacou hoje (6) seu interesse estratégico nos quatro estados brasileiros que fazem fronteira com a Bolívia, especialmente em relação ao fornecimento de energia. “Eles precisam de energia, eletricidade, gás, ureia, sal…”, destacou aos veículos de imprensa o chanceler boliviano Fernando Huanacuni, após retornar do Brasil, onde acompanhou o presidente da Bolívia, Evo Morales, em sua visita oficial. A informação é da agência EFE.

Além de energia e derivados do gás, os estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul requerem da Bolívia integração rodoviária, pontes e outras infraestruturas, ressaltou Huanacuni.

Ele se referiu também ao interesse mútuo dos dois países de dispor de “uma saída ao Pacífico”, mediante o projeto do Corredor Ferroviário Bioceânico, que atravessaria o Peru, a Bolívia e o Brasil, fazendo uma ligação desde o Oceano Pacífico até o Atlântico.

 

Filipe Fornari

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Fonte:
Agência Brasil
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decisão

Nicolás Maduro anuncia aumento de 103% em salário mínimo na Venezuela

A remuneração mensal mínima passou a ser de 3 milhões de bolívares

© REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou, nesta quarta-feira (20), a decisão de aumentar em 103% o salário mínimo do país, na esteira da crise econômica causada pela hiperinflação. A elevação é a nona nos últimos 17 meses.

Em 2017, o salário mínimo subiu 50% em janeiro, 60% em maio, 50% em julho, 40% em setembro, 30% em novembro e 40% em dezembro. Neste ano, teve elevação de 40% em janeiro, 58% em março e 155% em maio.

Em discurso televisionado, Maduro informou que o salário mínimo passou a ser de 3 milhões de bolívares (cerca de R$ 141,75) já nesta quarta-feira.

O montante, somado a um bônus de alimentação, daria uma remuneração mínima de cerca de 5,2 milhões de bolívares. Com informações do EStadão, com a Associated Press.

Filipe Fornari

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EUA

49 crianças brasileiras estão em abrigos separadas dos pais

Quarenta e nove crianças brasileiras estão em abrigos e foram separadas dos pais ao ingressarem ilegalmente nos Estados Unidos. A informação é do cônsul-geral adjunto do Brasil, em Houston, Felipe Santarosa, que concedeu entrevista exclusiva à Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo ele, os dados foram repassados pelo governo dos Estados Unidos, mas não há detalhes acerca da idade das crianças nem da cidade em que estão abrigadas.

O comunicado do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS da sigla em inglês) informa apenas o nome do abrigo, sem especificar o endereço. A triagem para saber a nacionalidade da criança foi feita pelo governo norte-americano.

“O problema dessa comunicação é que simplesmente apresenta uma tabela com o nome da instituição onde está o menor, não dá nem nome da criança. Eu tenho essa informação muito geral, recebida de um oficial do DHS”.

Filipe Fornari

O trabalho dos diplomatas brasileiros será pesquisar onde estão essas instituições e fazer contato com os abrigos. Para Santarosa, será um trabalho difícil por falta de informações precisas.

O cônsul informou que inicialmente tinha conhecimento de 8 casos de crianças em abrigos e que essas informações chegaram por meio do contato de pessoas com o serviço de apoio a brasileiros no exterior. Ele acrescentou que recebeu nesta quarta (20) a informação de mais uma criança na mesma situação. Todos os 9 casos foram comunicados à autoridade brasileira por parentes.

Santarosa disse que a preocupação inicial é colocar as famílias em contato. O trabalho será localizar as crianças, visitá-las e verificar as condições em que estão. Depois, o intuito é estabelecer contato com as famílias. Ele esclareceu que o governo não pode interferir na questão judicial dos Estados Unidos.

“O governo brasileiro não tem como pedir a libertação [dos pais e das crianças que imigraram ilegalmente para os Estados Unidos]. É como se você imaginasse que o governo norte-americano chegasse no Brasil e pedisse para soltar um preso norte-americano, não dá”, esclarece.

Ele contou o caso de uma mãe presa que não sabia onde estavam os filhos.

“A gente entrou em contato com a mãe, informou que os filhos estavam detidos. Ela nem sabia, ela tinha sido separada deles na chegada, na fronteira, e ela não sabia como eles estavam. Então demos a notícia a ela de que eles estavam bem. E conseguimos fazer um telefonema [entre mãe e filhos] e ficou acertado com o abrigo das crianças e a prisão da mãe de que eles se falarão uma vez por semana.”

Santarosa completou que os brasileiros em situação semelhante devem contatar o serviço de assistência consular do Itamaraty.

A separação de famílias na fronteira dos Estados Unidos com o México é resultado da política de “tolerância zero”, adotada pela administração Donald Trump. Os imigrantes ilegais, mesmo quem procura asilo, são presos e respondem por crime federal. Em seis semanas, mais de 2 mil crianças foram separadas dos pais e levadas para abrigos.

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Mundo

Israel é atingido com 40 mísseis lançados da Faixa de Gaza

Cerca de 40 mísseis foram lançados da Faixa de Gaza e atingiram as cidades de Neguev e Ashqelon, em Israel, obrigando dezenas de pessoas a buscarem abrigo, na manhã desta quarta-feira (20).

Paralelamente a isso, forças aéreas do país judeu atingiram 25 alvos do grupo fundamentalista Hamas, incluindo um “túnel subterrâneo”, de acordo com um porta-voz militar. Ele também informou que não haviam sido registradas vítimas até então.

De acordo com a rádio militar, o Iron Dome, sistema de defesa antiaérea israelense, interceptou sete mísseis no ar. Segundo o informante das Forças Armadas, “o Hamas é responsável pelo que parte da Faixa de Gaza”.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu advertiu o grupo que as respostas ao lançamento das “bolas de fogo” de Gaza “aumentarão quando necessário”. “Estamos prontos para qualquer cenário, e é melhor que os nossos inimigos entendam isso rapidamente. O punho de ferro do Exército atingirá com força qualquer um que tente nos machucar”, afirmou o premier.

Filipe Fornari

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Microblading

Mulher quase morre após infecção na sobrancelha

Diferente da clássica micropigmentação, que era feita com um demógrafo, o microblading utiliza uma ferramenta manual chamada Tebori

Um procedimento estético bastante popular nos últimos tempos é o “microblading”, que consiste numa técnica de tatuagem de sobrancelha fio a fio. Diferente da clássica micropigmentação, que era feita com um demógrafo (um tipo de máquina para maquiagem definitiva), o microblading utiliza uma ferramenta manual chamada Tebori, semelhante à ferramenta utilizada na arte milenar japonesa.

Com agulhas descartáveis dispostas na diagonal, o tebori permite ao profissional da tatuagem cosmética muito mais controle do desenho final de cada fio e uma aplicação muito mais superficial da tinta cosmética. As cores também variam de acordo com a tonalidade da pele e cor dos olhos, além das cores da sobrancelha natural.

A americana Jennifer, da cidade de Detroit, no estado de Michigan, não resistiu em fazer o procedimento, que desta vez, não foi um sucesso. Ela quis fazer o “microblading” nas sobrancelhas para deixá-las com aspecto mais definido e volumoso e terminou sendo notícia divulgada pela rede americana ‘CNN’.

Após realizar o procedimento, o resultado que Jennifer tanto queria começou a ir embora logo no primeiro dia da sua cicatrização, dando lugar a uma vermelhidão que foi ficando pior a cada dia. Num primeiro momento, Jennifer achou que se tratava de algo insignificante e normal para a sua recuperação, mas não era isso que estava acontecendo.

Filipe Fornari

Não demorou muito e tanto a vermelhidão quanto o inchaço, chegaram ao ponto de levarem Jennifer com urgência ao hospital. Lá a diagnosticaram com uma celulite facial. A internaram e a colocaram em um antibiótico junto com uma bolsa de soro, e então, na manhã seguinte, eles lhe deram esteroides. Foram três dias internada na UTI no hospital.

Segundo a equipe médica, o caso de Jennifer, sem o tratamento, a mataria e eles também acreditam que houve uma reação alérgica por parte de seu organismo. Agora, Jennifer está se recuperando, mas disse que nunca mais tentará o microblading novamente. Em vez disso, ela fará maquiagem para cobrir a sobrancelha.

 

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