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FLAGRANTE

Após perseguição, rapaz é preso em Birigui com carro furtado em Buritama

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Policiais militares de Birigui prenderam em flagrante W.S.L., vulgo Pequeno, nesta terça-feira, depois que ele furtou um carro em Buritama. O ladrão tentou fugir dos policiais, bateu o carro, continuou a fuga mas acabou sendo detido.

Policiais de Birigui ficaram sabendo do furto de um Gol, branco, em Buritama, e intensificaram o patrulhamento no bairro Portal Pérola, nas proximidades da rodovia Roberto Rolemberg, principal acesso entre os dois municípios.

De repente eles viram a aproximação do carro furtado e deram sinal de parada. O condutor, no caso o ladrão, fugiu e foi perseguido. No caminho ele bateu na traseira de um veículo Polo, e continuou fugindo dos policiais.

O ladrão foi detido no cruzamento das ruas Afif José Abdo com Mudalali Fayat Mansour. Ele confessou o furto e foi preso em flagrante, sendo levado para a delegacia de Birigui.

Filipe Fornari

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votuporanga

Criminosos matam cadela e cinco filhotes ao furtarem casa e levarem enxoval de gestante

Segundo a polícia, aparelhos eletrônicos e documentos também foram furtados. Polícia vai investigar o caso em Votuporanga.

Foto: Votunews

Os móveis da casa e o enxoval do bebê de uma gestante de 6 meses foram furtados na terça-feira (19), em Votuporanga (SP). Antes da fuga, os criminosos também mataram um cachorro e cinco filhotes.

De acordo com as informações da polícia, a gestante, de 24 anos, chegou em casa, na Vila Formosa, e se deparou com a porta da sala arrombada. Ao G1, Érica Afonso Soares diz que não consegue contabilizar o prejuízo que teve.

Durante a fuga, os suspeitos também mataram uma cadela e os cinco filhotes dela, que viviam na casa. Um boletim de ocorrência foi registrado e a Polícia Civil vai investigar o caso.

“Eu me senti muito mal quando vi que furtaram minha casa e chorei muito, mas os policiais tentaram me controlar para não prejudicar também a saúde do meu bebê”, conta.

Filipe Fornari

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Investigação

Presa viúva de ganhador da Mega Sena, que estava foragida da Justiça

Adriana é acusada de mandar matar Renné Senna, em 2007; Caso teve repercussão nacional

Adriana Ferreira Almeida Nascimento, viúva de Renné Senna (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil localizou, nesta quarta-feira (20), em Tanguá (RJ),  Adriana Ferreira Almeida Nascimento, viúva de Renné Senna, ex-lavrador que ganhou sozinho o prêmio da Mega Sena de R$ 52 milhões, em 2005.

Adriana foi condenada pela Justiça em dezembro de 2016 a 20 anos de prisão, após ser acusada de mandar matar o marido em janeiro de 2007. Ela foi localizada em uma casa por policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munição e Explosivos (Desarme).

No último dia 10 de abril, o juiz Pedro Amorim Gotlib Pilderwasser, da 2ª Vara Criminal de Rio Bonito, determinou a expedição de mandado de prisão de Adriana, que estava foragida.

Na decisão, o juiz Pedro Amorim afirmou que “pelo exposto, respeitado o duplo grau de jurisdição e definida autoria e materialidade do delito, não há razão para que seja postergada a execução da pena, em especial no caso em análise, que tem por objeto crime praticado há mais de uma década”, determinou.

Filipe Fornari

O magistrado argumentou que o Supremo Tribunal Federal (STF) fixou jurisprudência no sentido de que a execução provisória da condenação em segunda instância, ainda que sujeita a recurso especial ou extraordinário, não compromete o princípio constitucional da presunção de inocência.

Relembre o caso

O lavrador Renné Senna ganhou R$ 52 milhões na Mega-Sena em julho de 2005 e foi assassinado quase dois anos depois, com quatro tiros, quando conversava com amigos na porta de um bar em Rio Bonito, onde morava.

A viúva Adriana Almeida foi apontada pela polícia como a mandante do crime, supostamente motivada pela herança. Cabeleireira na cidade, ela conheceu Renné em uma festa de Natal na casa que ele havia comprado em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio.

Durante a festa, os dois se aproximaram e começaram a namorar. Ele decidiu voltar para Rio Bonito, onde nascera, e meses depois casou-se com Adriana. A vítima sofria de diabetes e teve de amputar as duas pernas, em consequência da doença.

Ele andava em um quadriciclo pela cidade e tinha o hábito de, nos finais de semana, ir a um bar conversar e tomar cerveja com amigos, quando foi assassinado. Os matadores estavam em uma moto e fizeram diversos disparos contra Renné, que morreu na hora.


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Tráfico de drogas

Jovem é preso pela Dise com 38 pinos de cocaína, em Araçatuba

Ação ocorreu na noite desta quarta-feira (20) no bairro São Rafael

Policiais civis da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) prenderam um rapaz de 21 anos por tráfico de drogas, em Araçatuba.

A ação ocorreu na noite desta quarta-feira (20), na rua Antônio Ribeiro de Araújo, bairro São Rafael, periferia da cidade.

O acusado, identificado pelas iniciais P.F.S., foi surpreendido com 38 pinos de cocaína, além de uma balança e um pacote contendo cerca de mil pinos vazios.

A prisão ocorreu após investigação da Dise que apontou envolvimento do acusado com a venda de entorpecentes.

Filipe Fornari

Apresentado no plantão policial, o rapaz foi autuado em flagrante. Ele será apresentado em audiência de custódia na Justiça. Se condenado, poderá pegar de 5 a 15 anos de prisão.


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maus-tratos

Caso Emanuelly. Em audiência, pai garante: “Dava tapas e saía sangue”

“Ela desobedecia a mãe e eu corrigia a Emanuelly”, disse o suspeito durante depoimento

Phelippe Douglas Alves, de 25 anos, pai da menina Emanuelly Agatha da Silva, de 5 anos, admitiu que batia na filha durante audiência realizada no Fórum de Itapetininga, em São Paulo, nesta segunda (18/6).

Ele e a esposa, Débora Rolim da Silva, de 24 anos, são acusados de espancarem a garota até a morte. Após a sessão, partes do depoimento dado ao juiz Alfredo Gehring foram divulgados. “Eu dava umas palmadas nela e também uns tapas. Saía um pouco de sangue na boca. Ela desobedecia a mãe e eu corrigia a Emanuelly. Também já bati com uma boneca na cabeça dela que chegou a quebrar, garantiu o suspeito. As informações são do site Pleno News.

Phelippe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Silva, de 24, foram acusados de espancar a própria filha até a morte. Os dois haviam acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no dia 2 de março, alegando que a criança tinha caído da cama e batido a cabeça, passando a ter convulsões. Mas a equipe médica suspeitou dos hematomas na menina, que seriam compatíveis com maus-tratos.

Devido à gravidade dos ferimentos, a menina Emanuelly Agatha foi transferida para o Hospital Regional de Sorocaba, mas morreu na madrugada do mesmo dia. O casal foi detido e, na audiência de custódia, o juiz responsável pelo plantão judiciário determinou a prisão preventiva. Débora foi levada para a Penitenciária Feminina de Votorantim e seu marido, para a Penitenciária II de Itapetininga.

Filipe Fornari

A menina foi torturada durante quase um mês antes de ser morta pelos pais. As agressões foram apontadas por um laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) e divulgadas por Eduardo de Souza Fernandes, delegado que cuida do caso.

“O laudo constatou que ela apresentava lesões de até 20 dias atrás, o que entendemos como uma tortura”, afirma o delegado. De acordo com o documento, a criança morreu em decorrência de traumatismo craniano e hemorragia cerebral. Um dia após o crime, os pais, Phelipe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Rolim da Silva, de 24 anos, tiveram a prisão preventiva decretada.


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