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Cárcere

Adolescente de 15 anos é resgatada após ser mantida em cárcere por três meses

Vítima relatou que foi agredida e abusada sexualmente no período em que foi feita refém. Suspeito foi preso em flagrante

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Uma adolescente de 15 anos foi resgatada de uma casa onde era mantida em cárcere privado, em Goiânia, nesta terça-feira. Segundo a Polícia Militar, a vítima relatou estava sendo feita refém há cerca de três meses, e que durante este período foi agredida e abusada sexualmente. O suspeito foi preso em flagrante.

De acordo com a PM, o paradeiro da jovem foi encontrado graças a uma denúncia sobre um imóvel que estava sendo usado como ponto de venda de drogas. Ao chegar no local, os policiais ouviram os gritos de socorro e salvaram a garota.

“Ela nos informou que o suspeito limitava sua comida e bebida, a agredia, fazia atos libidinosos sem o seu consentimento, ameaçava furar os olhos dela, cortou o cabelo dela”, relatou o tenente Guilherme Gonzaga em entrevista à TV Anhanguera.

Ainda de acordo com a polícia, na casa do suspeito foram encontradas munições, e pequenas porções crack e maconha. Todo o material foi apreendido.

A jovem, que segundo a polícia ainda está muito abalada, foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) para realizar exames. O suspeito foi autuado por posse de munições, tráfico e cárcere privado.

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política

Andrés Sanchez é denunciado no STF por crime tributário

Ex-presidente do Corinthians e sócios dele usaram 'laranjas' para abrir empresa e 'camuflar' operações financeiras, sonegando R$ 8,5 milhões

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O deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou nesta segunda-feira (11) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) por suposto crime tributário.

Segundo a PGR, o ex-presidente do Corinthians, junto de outros três sócios, teria usado “laranjas” para abrir uma empresa e camuflar operações financeiras, além de omitir receitas, para deixar de pagar tributos no valor de R$ 8,5 milhões.

O G1 buscava contato com o deputado até a última atualização desta reportagem.

Relator do caso no STF, o ministro Celso de Mello submeterá a análise da denúncia à Segunda Turma da Corte, que decidirá se torna o deputado réu num processo penal.

A Turma também é integrada pelos ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

Não há data para a Segunda Turma analisar o caso. A defesa do deputado poderá apresentar resposta à acusação e tentar convencer os ministros a arquivar o caso.

Se, ao contrário, os ministros aceitarem a denúncia, abre-se uma ação penal, ao final da qual o deputado será considerado culpado ou inocente.

O que diz a PGR

Segundo a PGR, Andrés Sanchez e os sócios dele teriam usado “laranjas” – pessoas sem capacidade financeira e usadas para esconder os reais proprietários – para abrir a empresa Orion Embalagens, em 2002.

As investigações, diz a procuradoria, mostram que a empresa fazia parte do Grupo Sol, de Sanchez, que atuava no mesmo ramo, funcionava no mesmo espaço e tinha os mesmos funcionários.

Por meio do esquema, acrescenta a denúncia, a empresa conseguia diminuir o pagamento de imposto de renda, PIS, Cofins e CSLL.

Além de multa e ressarcimento dos valores, Dodge pede a condenação de Sanchez a pena que varia de 2 a 5 anos de prisão.

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Dinheiro Público

Tiririca usa cota parlamentar para viajar a locais onde faria shows

Na semana passada, deputado fez discurso na Câmara dos Deputados anunciando que deixaria a política por se sentir envergonhado com o que viu durante seus mandatos

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Depois de sete anos como deputado federal, o palhaço Tiririca (PR-SP) fez, na quarta-feira (6), o seu primeiro e último discurso, segundo ele mesmo, na tribuna da Câmara dos Deputados.

Na fala, que durou cerca de oito minutos, ele disse estar “abandonando a vida pública”. “Estou saindo triste para caramba. Estou saindo muito chateado, muito chateado mesmo com a nossa política, com o nosso Parlamento. Como artista popular que sou e político que estou, estou saindo chateado”, disse Tiririca.

E prosseguiu: “O que eu vi nos sete anos aqui, eu saio totalmente com vergonha. Não vou generalizar, não são todos. Tem gente boa aqui dentro”, afirmou o deputado.

O que Tiririca não mencionou, de acordo com levantamento feito pelo Correio Braziliense, foi que usou dinheiro público, referente à cota parlamentar a que tem direito, para pagar passagens aéreas dele e de seus assessores rumo a locais onde faria shows.

Segundo consta no site da Câmara, a verba deve ser “destinada a custear os gastos dos deputados exclusivamente vinculados ao exercício da atividade”.

O parlamentar foi procurado, por meio de sua assessoria, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Veja abaixo algumas viagens custeadas por Tiririca, este ano, com a cota parlamentar:

6 de outubro

Passagens compradas no valor de R$ 934,90, do Rio para Brasília, em nome do também assessor do deputado João Júnior. No mesmo dia, Tiririca tinha apresentação na capital fluminense.

11 de agosto

Passagens no valor de R$ 2.746,52 para Ipatinga (MG), onde o deputado se apresentaria um dia depois. No mesmo dia 11, seguiria para uma cidade próxima, Teófilo Otoni (MG), onde tinha show.

9 de maio

Passagens compradas no valor de R$ 3.813,38, com destino a Aracaju (SE), para ele e para a assessora. Cinco dias depois, o deputado faria show na cidade.

3 de maio

Passagens compradas no valor de R$ 2.045,38, dessa vez apenas no nome da assessora Loianne Lacerda, para Teresina (PI). Mais uma vez, Tiririca se apresentaria nos municípios de Piripiri, Picos e na própria capital do Estado, dias 5, 6 e 7 do mesmo mês, respectivamente.

6 de abril

Passagens compradas no valor de R$ 2.205,58 para Ilhéus (BA), onde Tiririca tinha show, dois dias depois. Além da passagem dele, foi adquirida também a da assessora Loianne Lacerda, que o acompanhou. No dia 7, ele também subiu ao palco, na cidade de Jequié (BA), enquanto no dia 9 se apresentou em Itabuna (BA).

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Investigação

Esquema descoberto pela PF liberou R$ 2 bi em créditos tributários para JBS

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A Operação Baixo Augusta, deflagrada hoje (11) em São Paulo e mais cinco cidades paulistas, encontrou provas do envolvimento de um advogado, um empresário e um auditor da Receita Federal em um esquema de propina destinado a agilizar a liberação de créditos tributários na Receita, favorecendo o grupo JBS.

As investigações tiveram como base os depoimentos dados ao Ministério Público Federal (MPF) por um executivo do grupo.

A ação resultou de trabalho conjunto da Polícia Federal (PF), do Ministério Público e da Receita.

O servidor público foi afastado judicialmente e oito pessoas físicas e jurídicas tiveram os bens bloqueados. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em residências e empresas de suspeitos de corrupção, envolvendo a Operação Lava Jato, nas cidades de São Paulo, Caraguatatuba, Campos do Jordão, Cotia, Lins e Santana do Parnaíba.

Segundo o delegado Thiago Borelli Thomaz, chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários e responsável pela Operação Baixo Augusta, desde 2004, o advogado e o empresário intermediavam o contato entre o auditor e o grupo JBS.

“Descobrimos a movimentação de R$ 160 milhões em propina e R$ 2 bilhões em créditos tributários liberados para o grupo JBS”.

O delegado especial de Administração Tributária da Receita Federal em São Paulo, Guilherme Bibiani, dlisse que a Corregedoria do órgão apurou que esse auditor fiscal fazia todas as análises de pedidos de ressarcimentos vinculados ao grupo.

“As investigações conjuntas verificaram que o servidor tinha um patrimônio completamente incompatível com a renda inerente ao cargo.”

Segundo Bibiani, a Receita Federal está avaliando se os ressarcimentos concedidos à JBS são realmente devidos a cálculos de um grupo de trabalho criado em Brasília exclusivamente para submeter todos os procedimentos de ressarcimento e análise de direito creditório do grupo serão submetidos a pente fino.

“O número de R$ 2 bilhões é o total solicitado pela JBS nos últimos dois anos e meio. Não quer dizer que isso seja indevido. A partir de um percentual de glosas que a Receita Federal costuma apurar em situações semelhantes, é possível fazer a inferência de que haja uma fraude no valor de centenas de milhões de reais ao menos”, ressaltou o delegado.

De acordo com Bibiani, os valores relacionados a PIS-Cofins (Programa de Integração Social-Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) podem ser devolvidos, mas normalmente não são analisados com tanta rapidez.

“Então, a linha de investigação principal é a de que a agilidade na análise desses créditos tenha sido completamente fora dos padrões normais com auferimento de vantagem indevida pelo servidor”, afirmou.

As investigações apuraram ainda que empresas de fachada e a emissão de notas fiscais falsas contribuíram para essas ações.

O delegado federal Alberto Ferreira Neto explicou que, dos R$ 160 milhões, R$ 100 milhões foram pagos por intermédio de doleiros, R$ 40 milhões em espécie e R$ 20 milhões por meio das notas fiscais falsas.

“Ou sejam, eles faziam a simulação da prestação de serviços só para que o dinheiro pudesse chegar às mãos das pessoas certas. Verificamos que as empresas não existiam, nem os serviços eram prestados.”

As investigações indicam que o auditor fiscal recebeu 8% dos valores creditados ao grupo JBS.

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