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Ciência

Onde o medo se origina?

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Para saber onde nasce o medo, primeiro devemos falar brevemente sobre a amígdala. A amígdala é uma pequena área do cérebro responsável, entre outras funções, desencadear alertas em situações perigosas que nos fazem sentir medo.

Um grupo de médicos da Universidade de Iowa, liderado pelo professor de psiquiatria, John A. Wemmie, realizou um estudo sobre uma mulher de 40 anos, cuja amígdala foi danificada na adolescência por causa da doença de Urban -Wiethe. Identificada como SM, esta mulher não sentiu nenhum medo em sua juventude, nem mesmo quando ela foi vítima de um assalto.

SM passou pelos mais variados testes, mas todos obtiveram um resultado nulo, desde tocar uma serpente até assistir filmes de terror. Ela não sentiu nenhum medo durante os testes.

Então ela foi testada realizando uma inalação de dióxido de carbono. A dificuldade de respirar causou em SM uma resposta rápida de pânico súbito e real que a levou a gritar por ajuda.

A conclusão do estudo foi que a amígdala está encarregada de nos alertar casos de perigo que vêm do exterior do nosso corpo. Dos perigos que vêm do interior, se a amígdala estiver danificada, ela avisará a outras áreas do cérebro, como o tronco encefálico.

Então, apesar de ser a amígdala que nos adverte dos perigos que estão por vim, agora sabemos que os perigos que surgem dentro do nosso corpo também provocam alertas em outras partes do nosso cérebro.

 

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Rumor

Vazamento de informações revela detalhes sobre o novo Moto G6

Próximo modelo da Motorola terá direito a três versões diferentes

Um novo vazamento de informações revelou detalhes sobre o Moto G6. O novo smartphone da Motorola deve chegar ao mercado em três diferentes versões, segundo o “Android Authority”.

Começando pelo modelo mais modesto do trio, o Moto G6 Play terá uma tela com definição 720p+, um processador Snapdragon 430 e, apesar do desempenho mais fraco, terá direito a uma bateria de 4,000mAh. Já o Moto G6 terá um processador Snapdragon 450 e uma bateria de 3,000mAh. Por fim, o Moto G6 Plus, incluirá um processador Snapdragon 630 e uma bateria de 3,250mAh. Os dois últimos terão uma tela com 2,160 x 1,080 de resolução.

Ainda de acordo com a publicação, os três modelos devem incluir o Android 8.0 Oreo. A apresentação oficial deve ser realizada durante o Mobile World Congress em Barcelona, evento focado no mercado mobile, que será realizado a partir do dia 26 de fevereiro.

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Tecnologia

Atari investe na criação de sua própria bitcoin

A companhia francesa, que chegou a pedir falência em 2013, comprou 15% de participação na empresa Infinity Networks

Ícone nos anos 1980 com os jogos Pac-Man e Invasores do Espaço, a Atari anunciou que lançará sua própria bitcoin, a Atari Token. A companhia francesa, que chegou a pedir falência em 2013, comprou 15% de participação na empresa Infinity Networks, que está produzindo uma plataforma de entretenimento digital.

Não houve desembolso da Atari no negócio, mas o empréstimo da sua marca para batizar a moeda digital em troca das ações da Infinity. O jogo na Atari é apostar no mercado on-line de jogos. Além da aquisição, ela está ampliando a parceria com a Pariplay, empresa digital focada em cassino on-line.

Ainda neste ano, a promessa é de que sites do ramo sejam lançados com muitos jogos do Atari disponíveis. Neles, apostas poderão ser feitas com moedas reais ou virtuais. Com informações da Folhapress.

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Alerta

Família tem papel fundamental no tratamento do alcoolismo entre idosos

O alcoolismo é um problema de saúde pública reconhecido entre jovens de 18 a 29 anos. Contudo, os idosos também sofrem com a doença crônica. Uma pesquisa do Datafolha aponta que 9% dessa população bebe todos os dias.

Esse comportamento põe em risco a saúde e o bem-estar dos idosos. A psicogeriatra Valeska Marinho alerta que os familiares são os principais aliados no tratamento do problema e por isso devem estar atentos aos sintomas.

Sinais

Em geral, fatores como aposentadoria, sentimentos de solidão, inutilidade e falta de perspectiva levam ao consumo exagerado. Segundo Valeska Marinho, se o consumo de álcool leva a brigas e a decisões contra o próprio bem-estar, é preciso moderar a ingestão e prestar atenção aos problemas.

Hábito

“A família tende a olhar como hábito, e não como problema de saúde [a ingestão diária de bebida]. Mas esse padrão de consumo ao longo de décadas é nocivo”, alerta a profissional. Ela explica que, ao longo da vida, esses pacientes adquiriram uma resistência à bebida para que pudessem consumir o álcool sem comprometer a carreira. Como estão acostumados há anos com a ingestão, acabam considerando o volume consumido como inofensivo, apesar dos transtornos neuropsiquiátricos.

Consequências

Nesta fase da vida, o metabolismo fica mais lento, e com isso, o fígado tem mais dificuldade para eliminar o álcool do corpo. Os demais órgãos, como estômago e pâncreas, também têm suas funções reduzidas, tornando o consumo elevado de bebidas ainda mais prejudicial. Entre as doenças relacionadas estão a depressão, demência, problemas cardiovasculares, como pressão alta, além de cirrose e diabetes.

O que fazer?

Marinho explica que, ao identificar o problema, os familiares devem interferir na compra da bebida, que deve ser em pequenas quantidades, além de conversar com o idoso. “Tentem esgotar o assunto na conversa e sinalizar a preocupação com uso.” Ela ressaltou que ainda é preciso procurar ajuda de profissionais como psiquiatras e geriatras.

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