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5 tipos de pessoas que não podem aderir ao jejum intermitente

É a dieta do momento, mas não é para qualquer um

O jejum intermitente é uma das novas modas alimentares atuais. Embora existam várias formas de coloca-lo em prática, este jejum consiste em se alimentar de forma saudável por um determinado período de tempo, permanecendo em jejum no restante. Por norma, deve haver um período de oito a 16 horas entre refeições.

Visto por muitos como a forma mais eficaz de perder peso, o jejum intermitente é também uma forma melhorar a saúde, sendo uma dieta indicada para quem pretende acabar de vez com a sensação de fome constante.

Segundo a revista Prevention, os pré-diabéticos podem também beneficiar do jejum intermitente, assim como quem pretende perder peso de forma rápida, eficaz e sem colocar a saúde em risco.

Mas o jejum intermitente não é uma dieta que possa ser seguida por qualquer pessoa. Quem toma medicamentos para regular a pressão sanguínea, por exemplo, não deve passar tanto tempo sem comer como este tipo de dieta pede. Também por não ser aconselhado estar longos períodos sem nutrir o organismo, as grávidas

(ou mulheres que tentam engravidar) são outro grupo ao qual a dieta não é aconselhada.

Ainda segundo a publicação, também as pessoas que sofrem ou já sofreram de algum tipo de distúrbio alimentar devem escapar a esta moda, seja para prevenir uma recaída ou para evitar o agravamento da carência de nutrientes, algo que pode ser fatal.

Quem toma medicamentos de manhã ou à noite ou medicamentos que peçam a ingestão de algum alimento em simultâneo não devem igualmente jejuar durante tanto tempo, sob a pena de colocar a eficácia do fármaco em risco e, como consequência, agravar o estado de saúde.

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