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ANGUSTIA

Família de Araçatuba procura por moça de 19 anos que está desaparecida

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Uma família de Araçatuba está desesperada em busca de informações sobre o paradeiro de Glenda Moreira de Oliveira, de 19 anos, que está desaparecida desde a manhã desta quinta-feira, quando saiu da casa de uma amiga de moto-táxi, apenas com a roupa do corpo de R$ 120 em dinheiro.

O padrasto da moça, Davi Oliveira da Silva, disse que as informações exatas do dia em que realmente desapareceu ainda são desencontradas. A moça estava dormindo na casa de uma amiga, e ele apurou que ela teria desaparecido na noite de quarta-feira ou na manhã de ontem, após sair de moto-táxi dizendo a amiga que, ou iria embora pra São Paulo ou iria se matar.

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Davi contou que ela tem uma filha de dois anos que está com a família do ex-marido. De acordo com relatos desta amiga, antes de desaparecer, a moça saiu dizendo que iria se encontrar com ex-marido para conversar. Depois retornou e saiu com o moto-taxi, e não foi mais vista.

O padrasto ainda relatou que a moça trabalhava em supermercado, mas acabou deixando o emprego porque o ex-marido reclamava muito pelo fato dela trabalhar. Depois da separação ela foi morar com uma amiga e começou a apresentar mudanças comportamentais. Recentemente cortou radicalmente o cabelo (fotos). “A gente percebia que ela estava precisando de algum tipo de ajuda, mas ela não aceitava”.

Quem tiver alguma informação do paradeiro de Glenda pode contactar a polícia pelos telefones 190 ou 197, ou a família, pelo telefone 98153-1050.

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região

Traficantes são presos com 88 pinos de cocaína em Valparaíso

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Material apreendido com os acusados na manhã de quarta-feira (19) em Valparaíso. (Colaboração/Josiane Lorensetti)

A Polícia Civil prendeu na manhã de quarta-feira (19) dois homens acusados de comercializar entorpecentes no município de Valparaíso (45 km de Araçatuba)

Informações davam conta que na Rua Luís de Arruda havia uma grande movimentação de pessoas e que no local estaria ocorrendo venda de entorpecentes.

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Diante das informações, investidores foram até o local e através de um muro, flagraram dois indivíduos embalando drogas no interior de uma residência.

Os policiais pularam para dentro do imóvel e conseguiram abordar os acusados na cozinha com 88 pinos de cocaína. Além das drogas, os policiais apreenderam no local dois aparelhos de celular, uma balança de precisão, materiais usados para embalar drogas e a quantia de R$ 141,90 em dinheiro.

A dupla recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida a delegacia do município.

Eles foram autuados por tráfico de drogas e permaneceram a disposição da justiça.

*Com informações de Josiane Lorensetti

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MINAS GERAIS

Acusado de matar jovem após pegar carona combinada pelo WhatsApp é condenado

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Foi condenado a mais de 45 anos de prisão Jonathan Pereira do Prado, acusado de matar a estudante Kelly Cristina Cadamuro depois de pegar carona que foi combinada pelo WhatsApp. A sentença foi proferida pelo juiz Gustavo Moreira nesta quarta-feira (19). O criminoso está preso desde o dia 3 de novembro em Uberaba.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), réu foi condenado por latrocínio, ocultação de cadáver, estupro e fraude processual. Serão 42 anos, 11 meses e sete dias de reclusão em regime fechado e a mais dois anos, 11 meses e sete dias em regime semiaberto.

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O juiz Gustavo Moreira entendeu que a participação de Jonathan na reconstituição do crime, seguida da confissão, não deixa dúvidas quanto à autoria dos delitos denunciados no inquérito policial. De acordo com o magistrado, detalhes como a abordagem, a imobilização da vítima, o deslocamento da mesma para local ermo e o descarte do corpo no rio foram admitidos pelo acusado.

Outros dois envolvidos no crime – Daniel Theodoro da Silva e Wander Luís Cunha – acusados de receptar os objetos roubados da vítima também foram condenados na sentença desta quarta.

De acordo com o TJMG, Wander foi sentenciado a dois anos e seis meses de reclusão e Daniel a três anos, quatro meses e oito dias de prisão também em regime fechado.

Entenda o caso
Kelly Cadamuro era estudante de radiologia e desapareceu no dia 1º de novembro de 2017 depois de sair de São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG), para encontrar com o namorado, de 28 anos.

Os familiares da vítima relataram que ela participava de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal para a cidade mineira. Mas, no momento da viagem, o suspeito Jonathan disse que a namorada desistiu e iria apenas ele.

O circuito de segurança de uma praça de pedágio registrou imagens da jovem passando pelo local dirigindo. Mais tarde, o carro retorna, mas é o homem quem aparece ao volante.

A polícia encontrou o carro de Kelly abandonado e sem as quatro rodas, o rádio e o estepe em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol (SP).

Dois dias após o fato, três suspeitos foram presos, entre eles Jonathan Pereira. Em depoimento à polícia, ele admitiu ter feito uso do aplicativo para armar o crime e que esperou chegar até um trecho sem movimento da rodovia para pedir que a motorista parasse o carro para ele urinar. A vítima estacionou e ele começou a dar socos no rosto dela.

Durante as investigações Jonathan contou que a vítima teve os braços amarrados por uma corda e foi arrastada. Segundo o delegado responsável pelo caso, ele premeditou crime.

O corpo da jovem foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal, sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. A declaração de óbito apontou que ela foi vítima de asfixia e estrangulamento.

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Abandono de incapaz

Casal viaja e deixa crianças cuidando de depósito de bebidas

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Um motorista de 37 anos e uma comerciante de 30, moradores no bairro São José, em Araçatuba, estão sendo acusados de abandono de incapaz. Eles viajaram e deixaram os filhos, quatro crianças, em um depósito de bebidas que funciona junto à residência da família.

Policiais militares receberam a informação de que havia crianças cuidando de um depósito de bebidas no bairro São José e se deslocaram até o local para verificar o caso.

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No local constatam que o estabelecimento estava sob cuidado apenas de duas meninas, de 12 e 13 anos. Posteriormente chegaram mais duas crianças, um menino de 4 e anos e uma menina de 3.

As quatro crianças foram encaminhadas por conselheiras tutelares ao plantão policial. Por volta das 19h os pais apareceram, e alegaram que haviam viajado a Votuporanga, e o retorno seria rápido. No entanto, caminhão em que estavam teria atolado, por isso houve atraso no retorno.

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litoral de sp

Ladrão rouba celular, é agredido e pede desculpas: ‘Me add no Face’

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© Arquivo Pessoal / G1

Um ladrão foi agredido e pediu desculpas à vítima após furtar seu celular em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na noite de quarta-feira (19). O criminoso foi perseguido por familiares da vítima, uma fotógrafa de 28 anos, alcançado, agredido e levado de volta ao local do crime. Ele pediu à vítima que o adicionasse no Facebook para proceder ao pagamento dos danos causados ao aparelho.

“Ele veio com uma mão embaixo da camiseta, indicando que estava armado. Meu tio e minha tia ficaram parados, assim como eu. Ele pediu meu celular, e fui tirando devagar as coisas da bolsa. Quando ele estendeu a mão, percebi que não havia arma”, conta a fotógrafa, que pediu para não ser identificada, em entrevista ao G1.

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Após gritar, o ladrão saiu correndo do local levando apenas o celular. O tio e primo da fotógrafa, além de dois funcionários da concessionária de energia, saíram atrás do criminoso, que foi capturado. Em meio à perseguição, o ladrão jogou o celular no chão e quebrou a tela do aparelho.

Momentos depois, a jovem ficou surpresa quando viu o tio e o primo voltando com o ladrão, ferido no rosto e bastante assustado. “O cara chegou perto de mim, juntou as mãos e pediu desculpas, perdão. Ele me disse, ainda, que fazia questão que eu o adicionasse no Facebook, para que ele pudesse pagar os danos ao celular”.

Após o pedido de desculpas, o homem foi liberado e saiu andando do local. A orientação das polícias Militar e Civil é que, em casos como esse, as vítimas não reajam e peçam ajuda pelo telefone 190 ou em uma delegacia.

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error: Conteúdo protegido. LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998