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ANGUSTIA

Família de Araçatuba procura por moça de 19 anos que está desaparecida

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Uma família de Araçatuba está desesperada em busca de informações sobre o paradeiro de Glenda Moreira de Oliveira, de 19 anos, que está desaparecida desde a manhã desta quinta-feira, quando saiu da casa de uma amiga de moto-táxi, apenas com a roupa do corpo de R$ 120 em dinheiro.

O padrasto da moça, Davi Oliveira da Silva, disse que as informações exatas do dia em que realmente desapareceu ainda são desencontradas. A moça estava dormindo na casa de uma amiga, e ele apurou que ela teria desaparecido na noite de quarta-feira ou na manhã de ontem, após sair de moto-táxi dizendo a amiga que, ou iria embora pra São Paulo ou iria se matar.

Davi contou que ela tem uma filha de dois anos que está com a família do ex-marido. De acordo com relatos desta amiga, antes de desaparecer, a moça saiu dizendo que iria se encontrar com ex-marido para conversar. Depois retornou e saiu com o moto-taxi, e não foi mais vista.

O padrasto ainda relatou que a moça trabalhava em supermercado, mas acabou deixando o emprego porque o ex-marido reclamava muito pelo fato dela trabalhar. Depois da separação ela foi morar com uma amiga e começou a apresentar mudanças comportamentais. Recentemente cortou radicalmente o cabelo (fotos). “A gente percebia que ela estava precisando de algum tipo de ajuda, mas ela não aceitava”.

Quem tiver alguma informação do paradeiro de Glenda pode contactar a polícia pelos telefones 190 ou 197, ou a família, pelo telefone 98153-1050.

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Tráfico Precoce

PM apreende menor de 16 anos com 27 porções de maconha em Araçatuba

Ação policial ocorreu na madrugada desta terça-feira (12) na rua Aeronáutica, bairro Abílio Mendes

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Policiais militares durante cerco no bairro Abílio Mendes, em Araçatuba (Fotos: Charles Caleb/ RP10)

Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar a apreender um adolescente de 16 anos por ato infracional de tráfico de drogas, na madrugada desta terça-feira (12), em Araçatuba. A ação ocorreu na rua Aeronáutica, bairro Abílio Mendes.

A informação era de que o menor estaria vendendo drogas no local. Os policiais militares Luís Antônio e Gudaitis, da equipe B (bravo), localizaram o rapaz, alvo da denúncia

Com apoio dos PMs Bernardi, Ortega e Paulo Sérgio, um terreno baldio, ao lado da casa do menor, foi vistoriado por suspeita de servir de esconderijo de drogas.

Os policiais encontraram um saco plástico contendo 27 porções de maconha, já prontas para a venda. Com a autorização do pai do adolescente, os PMs revistaram o quarto do menor e encontraram R$ 270 em dinheiro sob um colchão. O menor admitiu a venda de entorpecente, bem como alegou que o dinheiro era proveniente do tráfico.

Ao verificar o celular do adolescente, os policiais encontraram mensagens no WhatsApp que revelam envolvimento dele com a negociação de drogas.

O aparelho será encaminhado para perícia e o caso vai continuar em investigação.

Apresentado no plantão policial, o garoto foi apreendido e seria apresentado, na manhã de hoje, à Promotoria da Infância e Adolescência de Araçatuba.

A Justiça poderá determinar a internação do menor na Fundação Casa.

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segurança máxima

Após 1 ano, Marcola e outros chefes do PCC deixam regime de isolamento

Transferências foram realizadas nesta segunda-feira (11). Legislação brasileira não permite período superior a 360 dias no sistema mais rígido de prisão.

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Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola (Foto: Reprodução/TV Globo)

O principal chefe da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, saiu nesta segunda-feira (11) do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), no Centro de Readaptação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes, e voltou para a Penitenciária Maurício Henrique Guimarães Pereira, a P2, em Presidente Venceslau. O motivo da transferência foi o vencimento do prazo máximo de internação no RDD permitido pela legislação brasileira, que é de 360 dias.

Além de Marcola, outros 12 presos com função de comando na facção criminosa também saíram do RDD e voltaram para a P2 na manhã desta segunda-feira (11), sob escolta da Polícia Militar.

Todos os presos estavam no RDD desde o fim do ano passado em decorrência das investigações realizadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pela Polícia Civil na Operação Ethos, que apontou um esquema criminoso existente entre a facção e advogados.

O RDD é o regime de prisão mais rígido permitido pela legislação brasileira. Nele, os presos ficam isolados em celas individuais e só têm direito a duas horas de banho de sol por dia. Também não têm acesso a TV, rádio, jornal ou revista, não contam com direito a visita íntima e não podem ter contato físico com os visitantes.

Segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, que trabalha no Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual (MPE), a P2 de Presidente Venceslau é considerada uma unidade prisional de segurança máxima.

“É uma das penitenciárias mais seguras do Estado para a contenção de presos de altíssima periculosidade. É reservada aos presos mais perigosos”, afirmou ao G1.

No entanto, diferentemente do que ocorre no RDD, os presos na P2 podem conviver entre si e receber visitas íntimas.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP), a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau conta atualmente com 813 presos, embora tenha capacidade para receber 1.280 detentos.

“Na P2, todos são ligados ao PCC. São presos de altíssima periculosidade”, salientou Gakiya.

Em nota, a SAP informou que os presos transferidos do CRP de Presidente Bernardes chegaram por volta das 10h20 à P2 de Presidente Venceslau.

“O motivo da transferência foi o término do período de cumprimento de internação no Regime Disciplinar Diferenciado”, confirmou a SAP.

Detentos estavam no RDD, em Presidente Bernardes (Foto: Stephanie Fonseca/G1)

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ato infracional

Foto de pé de maconha em celular leva PM a apreender menor em Birigui

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Um adolescente de 15 anos foi apreendido por ato infracional de tráfico de drogas, nesta segunda-feira (11), em Birigui. A Polícia Militar chegou ao adolescente após abordar um amigo dele na Vila Bandeirante.

Durante a revista, os policiais militares Cacuri e Aragão encontraram a foto do pé de maconha. Indagado, o rapaz disse que a planta pertenceria a um amigo que mora no bairro Candeias.

Com o endereço, os policiais foram até o local. Assim que a viatura entrou na rua indicada, os PMs notaram que adolescente saiu correndo e jogou algo na casa de uma vizinha.

Ele foi abordado com R$ 56 em dinheiro. Os policiais recuperaram a latinha jogada pelo menor e encontraram 13 porções de maconha.

O menor admitiu o tráfico e disse que vendia casa porção de maconha a R$ 5. Sobre o pé de maconha, o adolescente afirmou não mais possui-lo.

Apresentado na delegacia da Polícia Civil, o menor foi apreendido e seria apresentado à Promotoria da Infância e Juventude de Birigui.

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