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Alerta

TV flagra ‘leilão’ de africanos como escravos na Líbia

Imigrantes da África Subsaariana são vendidas por mais de R$ 2 mil

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Traficantes de seres humanos foram flagrados fazendo um “leilão” de imigrantes da África Subsaariana na Líbia, principal ponto de partida para as chamadas “viagens da morte” no Mar Mediterrâneo rumo à Itália.

Em uma reportagem da emissora norte-americana “CNN”, criminosos aparecem vendendo prisioneiros por até 1,2 mil dinares, o equivalente a cerca de R$ 2,6 mil. Após ter recebido uma denúncia, a rede conseguiu se infiltrar em um desses leilões com câmeras escondidas e viu o tratamento dado a essas pessoas.

“800, 900, 1 mil, 1,1 mil…”, diz o “leiloeiro” ao vender um nigeriano que aparenta ter cerca de 20 anos e é descrito como membro de um grupo de “garotos grandes e fortes para trabalho na fazenda”. Segundo a “CNN”, que presenciou um leilão em outubro passado perto da capital do país, Trípoli, 12 pessoas foram vendidas em apenas sete minutos.

“Alguém precisa de um escavador? Este é um escavador, um homem grande e forte”, afirma o leiloeiro na gravação feita pela emissora. Ainda de acordo com a rede, seus repórteres conseguiram abordar dois indivíduos que haviam sido leiloados, mas eles estavam tão “traumatizados” e “amedrontados” que não conseguiam ou não queriam falar.

A denúncia chega no momento em que a Itália comemora uma drástica redução no número de migrantes forçados que cruzam o Mediterrâneo Central, resultado obtido em grande parte graças a um acordo com a Líbia.

Em fevereiro passado, os dois países assinaram um pacto, patrocinado pela União Europeia, para Roma treinar e equipar a Guarda Costeira líbia, tornando-a capacitada para fazer operações de busca e resgate no Mediterrâneo.

Dessa forma, pessoas socorridas no mar são levadas de volta para o país africano, e não mais para a Itália, como acontece quando o salvamento é feito por um navio europeu.

Além de reduzir o número de migrantes forçados que desembarcam em solo italiano, o acordo desestimula novas viagens, fazendo com que milhares de pessoas se acumulem na Líbia sob poder de traficantes, que então as leiloam para não perder dinheiro.

“O sofrimento dos migrantes detidos na Líbia é um ultraje à consciência da humanidade”, declarou nesta terça-feira (14) o alto comissário das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein.

O acordo para reduzir a migração clandestina no Mediterrâneo é contestado por agências humanitárias, que afirmam que a Líbia, um país em constante agitação desde a queda de Muammar Kadafi, não tem condições de garantir os direitos humanos e de acolher corretamente refugiados e migrantes forçados.

Entre 1º de janeiro e 14 de novembro de 2017, 114.606 pessoas fizeram a travessia do Mediterrâneo Central entre Líbia e Itália, número 31,10% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Com informações da Ansa.

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restrição

WhatsApp veta menores de 16 anos na UE

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp aumentou nesta quarta-feira (25) de 13 para 16 anos a idade mínima de seus usuários em toda a Europa.

A medida foi tomada antecipando o novo regulamento sobre privacidade de dados (GPDR), que entrará em vigor no próximo dia 25 de maio.

“No próximo mês, a União Europeia atualiza suas leis de privacidade para exigir mais transparência sobre como os dados da internet são usados online”, diz o comunicado do WhatsApp. Segundo o texto, o aplicativo vai pedir aos usuários europeus para confirmarem a idade na hora de aceitar os novos termos do serviço.

Além disso, entre outras atualizações, o WhatsApp ressaltou que “criou uma entidade dentro da União Europeia para oferecer seus serviços e atender aos novos e estritos padrões de transparência quanto à maneira de proteger a confidencialidade dos seus usuários”.

A empresa se dividiu em duas partes para continuar operando no continente. Lá, o serviço será fornecido pelo WhatsApp Ireland Limited, nova entidade com sede na Irlanda, enquanto que no resto do mundo, inclusive no Brasil, ele será operado pela WhatsApp Inc, empresa já existente. A GPDR entrou em vigor na Europa recentemente e já é vista como a maior reforma na privacidade online. Ela obriga todas as empresas a serem transparentes quantos aos dados que coletam dos usuários.

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TREMOR

Forte terremoto atinge região no sul da Itália

Até o momento, não há registro de vítimas e danos graves

Um forte terremoto de magnitude 4,7 na escala Richter foi sentido nesta quarta-feira (25) em Molise, na região sul da Itália, e causou pânico entre os italianos.

De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), o tremor ocorreu por volta das 11h48 (horário local), em Termoli, na província de Campobasso. O epicentro foi registrado em Acquaviva Collecroce a uma profundidade de 31km.

O sismo também atingiu toda a costa da região, além de San Giacomo degli Schiavoni, Abruzzo e Pescara. Diversos italianos precisaram evacuar suas casas.

O presidente da região de Molise, Paolo Frattura, informou à ANSA que até o momento não há registro de vítimas e graves danos. A polícia, bombeiros e a proteção civil estão realizando inspeções na região.

Nesta manhã, às 3h08 local, outro terremoto de magnitude 3,5 foi registrado em Muccia e Pieve Torina, na província de Macerata.

Segundo o INGV, o fenômeno teve epicentro a 7 km de profundidade. (ANSA)

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Tragédia

Motorista de van de ataque em Toronto é acusado de dez homicídios

O motorista que jogou uma van alugada em uma calçada lotada de pedestres em Toronto nessa segunda-feira (23) fez a primeira aparição em uma corte na cidade nesta terça (24).

Alek Minassian, de 25 anos, manteve a cabeça baixa e falou apenas o seu nome quando foi questionado. Ele foi formalmente acusado por 10 homicídios e 13 tentativas de assassinato.

A polícia revelou que, antes de cometer o crime, Minassian deixou uma mensagem nas redes sociais com um elogio a um homem chamado Elliott Rodger, autor de um ataque a tiros que deixou seis mortos em Isla Vista, na Califórnia, Estados Unidos, em 2014.

Ex-colegas contaram à imprensa canadense que o acusado não era violento e parecia ter alguma dificuldade mental ou social. Minassian serviu nas Forças Armadas do Canadá no ano passado, mas pediu baixa depois de apenas 16 dias de treinamento.

O ataque teve características similares a outros executados por seguidores do grupo extremista Estado Islâmico, mas as autoridades ainda investigam a motivação do crime.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, afirmou que “até este momento, não há razão para suspeitar que haja algum elemento de ameaça à segurança nacional neste ataque”. E completou dizendo que as investigações continuam.

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